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Um carro que transportava três sacos de maconha na BR-116 foi interceptado em uma barreira sanitária na manhã desta terça-feira (9) por equipes da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Nordeste. A barreira foi montada em uma ação de parceria entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Agerba.
“Fomos informados pela PRF sobre um motorista que conduzia um veículo modelo Celta, em deslocamento de Santa Bárbara, sentido Feira de Santana e, segundo as informações, o condutor aparentava nervosismo. Montamos o cerco e conseguimos capturá-lo com as drogas”, disse o comandante da Cipe Nordeste, major Wellington Morais.
De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, o condutor e o material foram apresentados na Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) de Feira de Santana.

A Polícia Federal com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) realiza nesta sexta-feira (5), em Rio Branco, a Operação Dose de Valores. Na ação estão sendo cumpridos 33 mandados de busca e apreensão em endereços em municípios acrianos e em Porto Velho (RO). O trabalho com a participação de três auditores da CGU e de 160 policiais federais é um desdobramento da Operação Off Label deflagrada há dois dias que investiga o combate à supostas fraudes na área da saúde no Acre. Segundo as investigações, mais de R$ 750 mil foram desviados dos cofres públicos. A principal irregularidade é a emissão de notas fiscais frias pelas empresas envolvidas.
As suspeitas começaram em 2017 quando a CGU identificou falhas relativas à aplicação dos recursos federais pela Prefeitura de Cruzeiro do Sul (AC) . Desde então, uma série de possíveis irregularidades vêm sendo cometidas na contratação de empresas que fornecem produtos médico-hospitalares. Hoje estão sendo investigados indícios de conluio entre empresas que participaram das contratações, além daquelas investigadas no Operação Off-Label.
Também estão na mira da PF e da CGU, compras sem realização de procedimento administrativo, direcionamento de processos licitatórios e indícios de pagamento por medicamentos e outros insumos que não foram entregues ao município e com preços superiores aos praticados no mercado.
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Uma carga com cerca de 500 mil cigarros contrabandeados foi apreendida na noite desta quinta-feira (4) em um trecho da BR-116 de Vitória da Conquista, no sudoeste. O fato, que resultou na prisão de um motorista, ocorreu na altura do km 830. Após dar ordem de parada a um caminhão baú, com placas de Guarulhos (SP), policiais rodoviários federais solicitaram os documentos de porte obrigatório ao condutor.
O motorista contou à equipe que o veículo estava carregado de tecidos e mudança, mas apresentou certo nervosismo e informações desencontradas. Os PRFs iniciaram uma varredura no veículo. Ao vistoriar o compartimento de carga, os agentes encontraram cerca de 500 mil maços de cigarros paraguaios. A mercadoria estava avaliada em quase R$ 2 milhões.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF-BA), o condutor foi preso em flagrante por contrabando e descaminho, pena varia de 2 a 5 anos de reclusão. Contrabando é o ato de importar ou exportar mercadoria proibida. Já descaminho é o ato de iludir, no todo ou em parte, o pagamento de direito ou imposto devido pela entrada, pela saída ou pelo consumo de mercadoria.

Um casal não conseguiu escapar do “radar” da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Na noite da última segunda-feira (1º), a dupla foi presa por tráfico de drogas e receptação de veículo. A ocorrência aconteceu na BR-324, em Simões Filho, região Metropolitana de Salvador. O homem tem 23 anos e a mulher 28.
Já passava das 22h, quando os agentes da PRF visualizaram um Prisma transitando em alta velocidade na rodovia, que resultou na abordagem. Ao solicitar a documentação do motorista e da passageira, os policiais notaram que a dupla apresentou nervosismo, além de relatar informações desencontradas.
Com isso, os policiais fizeram uma busca minuciosa no carro, quando encontraram o para-choque traseiro recheado de maconha. Ao total, foram achados 19 quilos da droga. O problema não acaba aí. Os agentes descobriram que o Prisma era clone de outro de outro da mesma marca e modelo.

A polícia baiana deflagrou, na manhã desta segunda-feira (1), a operação Ragnarok, que cumpriu três mandados de prisão e 15 de busca e apreensão em Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e no Distrito Federal, contra quadrilha que fraudou a venda de equipamentos hospitalares.
O grupo foi descoberto graças à denúncia do Consórcio Nordeste, que tentou adquirir 300 respiradores para o combate ao Coronavírus com a empresa. O estabelecimento se apresentava como revendedor dos produtos. De acordo com as investigações, a empresa tentou negociar de forma fraudulenta com vários setores no país, entre eles os Hospitais de Campanha e de Base do Exército, ambos em Brasília.
A operação, coordenada pela Secretaria da Segurança Pública da Bahia, através da Superintendência de Inteligência, conta com a participação da Polícia Civil da Bahia, através da Coordenação de Crimes Econômicos e Contra Administração Pública, da Polícia Civil de SP, do Distrito Federal e do Ministério Público da Bahia. Mais de 150 contas bancárias vinculadas ao grupo foram bloqueadas pela Justiça.

Alvo de operação da Polícia Federal no âmbito do inquérito das fake news, parlamentares e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticaram a ação para cumprimento de mandados de busca e apreensão deflagrada na manhã desta quarta-feira (27). A apuração é conduzida pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) usou as redes sociais para pedir o “impeachment” do responsável pelas diligências. “Estamos vivendo um estado de exceção, ironicamente sob os aplausos dos que acusam o presidente Jair Bolsonaro de querê-lo. Está na hora do sr. Davi Alcolumbre cumprir seu dever constitucional e analisar com carinho os pedidos de impeachment contra o responsável por esse absurdo”, escreveu Zambelli.
O ex-deputado federal Roberto Jefferson, por sua vez, comparou a ação à de um tribunal nazista, em crítica ao Supremo. “TRIBUNAL DO REICH. Instituído por Hitler, após o incêndio do Parlamento, aquele tribunal escreveu as páginas mais negras da justiça alemã, perseguindo os adversários do nazismo. Hoje o STF, no Brasil, repete aquela horripilante história. Acordei às 6 horas com a PF em meu lar”, escreveu no Twitter o político do chamado “centrão”.
Já o empresário Luciano Hang afirmou que “jamais” fez fake news contra os membros da Corte. Em uma live transmitida pelo Facebook, o dono da rede de lojas Havan afirmou que estava exercendo seu direito à liberdade de expressão.
Ao todo, foram expedidos 29 mandados de busca e apreensão por determinação do ministro Alexandre de Moraes, que conduz o inquérito. Além de Jefferson, Zambelli e Hang, também são alvos da ação pessoas próximas a Bolsonaro, como o deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP), a ativista Sara Winter e o blogueiro Allan dos Santos.

29 mandados de busca e apreensão no inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre fake news estão sendo cumpridos na manhã desta quarta-feira (27).
Segundo o portal G1, as ordens judiciais estão sendo cumpridas no Distrito Federal, nos estados do Rio de Janeiro, em São Paulo, no Mato Grosso, no Paraná e em Santa Catarina.
O inquérito criminal para apurar “notícias fraudulentas”, ofensas e ameaças que “atingem a honorabilidade e a segurança do Supremo Tribunal Federal, de seus membros e familiares” foi aberto em março de 2019, pelo presidente da Corte, ministro Dias Toffoli. Toffoli nomeou Moraes como instrutor do processo.
A abertura de inquérito “de ofício” e a ausência de sorteio do relator, escolhido por Toffoli, geraram críticas no Ministério Público Federal e no meio jurídico – dez ações foram apresentadas ao Supremo contra o inquérito e aguardam julgamento.
O Supremo diz que o regimento da Corte permite a abertura de investigações para apurar crimes cometidos dentro da instituição – no caso, os ministros são a instituição em qualquer lugar que estejam, defende o STF. E diz que o regimento permite a designação de juiz para conduzir a apuração.
O inquérito deveria ter terminado em janeiro de 2020, mas foi prorrogado por seis meses.

A residência oficial do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, foi alvo da Operação Placebo, da Polícia Federal (PF), na manhã desta terça-feira (26).
De acordo com a PF, o objetivo da ação é apurar indícios de desvios de recursos destinados ao combate à pandemia do novo coronavírus (Covid-19) no estado do Rio.
Estão sendo cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.
As investigações indicam a existência de um esquema de corrupção envolvendo uma organização social contratada para a instalação de hospitais de campanha e servidores da cúpula da gestão do sistema de saúde do estado do Rio.

Parte de um grupo de assaltantes de bancos foi preso em Barreiras, na região Oeste da Bahia. As prisões foram feitas na noite desta sexta-feira (22) numa operação da Secretaria da Segurança Pública da Bahia, através da Polícia Militar (PM-BA), em conjunto com a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Narcóticos de Sergipe.
No momento da ação policial, os criminosos atiraram e dois deles acabaram feridos. A dupla tinha passagens por roubos contra instituições financeiras e tráfico de drogas nos estados da Bahia e de Sergipe.
Eles foram socorridos, mas acabaram morrendo. Na casa, foram apreendidos dois revólveres calibre 38, munições, três veículos, 150 kg de defensivos agrícolas, roupas camufladas, toucas, coturnos, porções e pés de maconha, além de balanças e celulares. O material foi apresentado na Delegacia Territorial de Barreiras.

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Rodoviária Federal fizeram na última quarta-feira (20) a maior apreensão de drogas no Brasil ao apreenderem um caminhão com 28 toneladas de maconha. A ação ocorreu entre os municípios de Tacuru e Iguatemi, no Mato Grosso do Sul.
A apreensão começou com uma diligência feita em um hotel na cidade de Ponta Porã, onde policiais federais encontraram um hóspede com atitudes suspeitas. Com isso, foi feito um acompanhamento e se descobriu que ele era motorista de caminhão. Ao deixar a cidade, o caminhão foi abordado e vários pacotes foram encontrados sob a carga de milho.
O motorista que foi detido alegou que já pegou o caminhão carregado e que levaria a carga para Sâo Leopoldo, no Rio Grande do Sul.