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A Polícia Federal cumpre na manhã desta segunda-feira (11) novos mandados de busca e apreensão na residência da desembargadora Sandra Inês Rusciolelli. A ação faz parte de nova etapa da Operação Faroeste, que investiga venda de sentenças no judiciário baiano para favorecer a grilagem de terras. Os policiais buscam novos documentos que possam ajudar na investigação.
Sandra Inês foi presa na 5ª fase da Operação Faroeste por suspeita de venda de sentenças. Na denúncia feita pelo Ministério Público Federal (MPF), a procuradora da República Lindôra Maria Araújo pediu a demissão da desembargadora pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, dentre outros, por vender sentenças para favorecer o grupo Bom Jesus Agropecuária, um dos produtores que disputam mais de 300 mil hectares de terras no oeste baiano com o borracheiro José Valter Dias.

Um casal foi preso neste sábado (09) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Alagoinhas, com cerca de 300 quilos de maconha, guardadas em sacos sobre o assoalho, bancos e porta-malas de um veículo com queixa de furto.
O flagrante aconteceu durante fiscalização em frente a unidade policial da PRF, localizada no KM 101, da BR 101, em Alagoinhas.
Durante a abordagem, os agentes da PRF perceberam um certo nervosismo por parte do condutor, um homem de 38 anos de idade, bem como a da passageira, que tem 22 anos. Na sequência, foi realizada uma vistoria minuciosa no automóvel, quando os policiais encontraram 10 sacos de maconha escondido em vários locais do veículo.
O casal, o veículo e o entorpecente foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil. A pena do crime de tráfico de drogas, previsto no art. 33 da Lei 11.343/2006, pode chegar a 15 anos de prisão.

O delegado Tácio Muzzi é novo superintendente da Polícia Federal do Rio de Janeiro. Ele foi escolhido por Rolando de Souza, diretor geral da PF. De acordo com a Coluna Painel, do jornal F. de São Paulo, Muzzi não integra a lista de nomes indicados pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Ainda segundo a coluna Painel, existiu uma pressão interna para que o nome do novo superintendente não tivesse nenhum tipo de ligação com a família de Bolsonaro. E além disso fosse um delegado respeitado internamente, para repelir qualquer tipo de suspeitas.
A definição em torno do nome de Tuzzi também teve o aval de Carlos Henrique Oliveira, ainda atual chefe do órgão no Rio de Janeiro, e que foi promovido a número dois da PF.
Muzzi foi superintendente interino no ano passado por cinco meses após explodir a crise na Polícia Federal em agosto, quando Bolsonaro, pela primeira vez, a troca da chefia no Rio.
O currículo de Muzzi consta investigações consideradas importantes. Uma delas foi que culminou na prisão do deputado estadual e ex-chefe da Polícia Civil do Rio Álvaro Lins. Durante a Lava Jato, ele chefiou a equipe de combate à corrupção.

Sob a marca de mais de 6 mil mortos por coronavírus e mais de 91 mil casos registrados no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a provocar aglomeração e a descumprir orientações das autoridades sanitárias.
Em uma viagem sem aviso em sua agenda deste sábado (2), o presidente foi com a comitiva à cidade de Cristalina (GO), onde tornou a repetir críticas aos governadores por causa do isolamento social determinado nos estados.
Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, o comboio presidencial parou em um posto de gasolina, chamado JK, onde Bolsonaro comeu pastel e tomou café.
No local, segundo mostram imagens divulgadas por um apoiador, o presidente parou para fazer fotos e abraçou simpatizantes, inclusive um idoso, colocou a mão no ombro das pessoas, entre outras coisas que contrariam as regras recomendáveis de distanciamento social.
“Estão destruindo o emprego no Brasil de forma irresponsável, até porque a curva (do vírus) não tem achatado. Vamos tomar cuidado, usar máscara”, disse Bolsonaro na ocasião.
Embora usasse proteção , o presidente contrariava as orientações ao retirá-la por diversas vezes para conversar com os simpatizantes. “Esse vírus vai pegar mesmo, não tem como fugir”, disse.
Ao ouvir a reclamação de uma pessoa sobre demissões, o presidente respondeu: “Quem decide é o governador. Se depender de mim, está funcionando”.

Temendo uma enxurrada de processos contra a nomeação de Alexandre Ramagem para dirigir a Polícia Federal (PF), a cúpula do presidente Jair Bolsonaro tem consultado informalmente ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre eventuais ações judiciais que podem barrar a indicação.
Ramagem é próximo da família Bolsonaro e amigo do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), o filho 02 do presidente, que é investigado pela PF como um dos articuladores de um esquema criminoso para espalhar fake news. Bolsonaro quer Ramagem à frente da corporação que apura a conduta do próprio filho.
Atual diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Ramagem foi chefe da segurança de Bolsonaro em 2018, então candidato à Presidência da República, quando se aproximou de Carlos. Questionado por seguidores no Twitter, no domingo (26), sobre a ligação entre o indicado para a PF e seu filho, Bolsonaro respondeu: “E daí? Por isso, deve ser vetado?”.
Outro amigo da família deve ser nomeado nesta segunda-feira (27) para cargo no governo. Jorge Oliveira, atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência, substituirá Sergio Moro à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Ramagem ficará subordinado a Oliveira, que foi chefe de gabinete do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), além de padrinho de casamento do filho 03 do presidente.
O presidente não pretende recuar nas indicações, que podem passar pelo STF. Vale lembrar que, quando a então presidente Dilma Rousseff (PT) indicou o ex-presidente Lula (PT) para assumir o comando da Casa Civil, o Supremo barrou a nomeação. Na época, o petista não tinha sido nem denunciado pelo Ministério Público ainda. Hoje, a maioria dos ministros diz acreditar que não há motivos para movimento semelhante. Informações da Folha de S.Paulo.

Um adolescente de 15 anos foi morto a tiros, no bairro Irmã Dulce, em Brumado, na última sexta-feira (17). De acordo com informações da Polícia Militar (PM), o caso ocorreu na noite de sexta.
A PM informou que a 34ª CIPM foi acionada para atender uma denúncia de disparos de arma de fogo contra um adolescente no local. Quando chegou, a guarnição encontrou o corpo do adolescente, cujo nome tem as iniciais O.V.M., isolou a área e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas ao chegar, a vítima já estava sem sinais vitais.
De acordo com moradores à Polícia, o adolescente foi interceptado por um veículo, ainda desconhecido, e um dos ocupantes, disparou diversos tiros contra o menor. Não há informações sobre autoria e motivação. Ainda de acordo com informações da PM, a Polícia Civil investigará o crime.

Agentes da Polícia Rodoviária Federal aprenderam na última sexta-feira (17) uma tonelada e meia de maconha em tabletes durante uma blitz realizada na BR-135, na altura de Formosa do Rio Preto, no Oeste da Bahia.
De acordo com informações da PRF, um homem foi parado e demonstrou muito nervosismo no momento da abordagem. Com isso, a equipe utilizou cães farejadores para achar a grande quantidade da droga. O motorista foi preso em flagrante.

Após reunião não prevista oficialmente com o presidente Jair Bolsonaro, na tarde desta quinta-feira (16), o agora ex-ministro Luiz Henrique Mandetta confirmou sua demissão do Ministério da Saúde. Ele será substituído pelo oncologista Nelson Teich. Ele já chegou a Brasília para uma reunião com Bolsonaro.
“Acabo de ouvir do presidente Jair Bolsonaro o aviso da minha demissão do Ministério da Saúde. Quero agradecer a oportunidade que me foi dada, de ser gerente do nosso SUS, de pôr de pé o projeto de melhoria da saúde dos brasileiros e de planejar o enfrentamento da pandemia do coronavírus, o grande desafio que o nosso sistema de saúde está por enfrentar”, escreveu Mandetta no Twitter.
As divergências entre o ex-ministro e Bolsonaro começaram no início da crise do coronavírus. Os dois não chegaram a um acordo de como seria a melhor estratégia para o combate à doença, sobretudo no que diz respeito ao isolamento social, defendido por Mandetta e combatido pelo presidente.
Mais cedo, o ex-ministro declarou que a troca no ministério aconteceria nesta quinta ou no mais tardar na sexta-feira (17).

O homem suspeito de executar um paciente dentro da ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192), na comunidade de Lagoa Funda, localizada entre as cidade de Brumado e Livramento de Nossa Senhora, na última quinta-feira (09), foi preso no município de Caculé, na sexta-feira (10), dois dias após o crime.
A 94ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) informou que o acusado foi detido durante a manhã, nas proximidades do Hospital de Caculé. A operação foi conjunta com a Polícia Civil do município.
Os agentes informaram ainda que o homem vinha sendo monitorado, pois também é suspeito de outros delitos em Caculé. No mesmo dia da execução do paciente, o acusado teria participado de uma tentativa de homicídio na cidade de Livramento de Nossa Senhora.O homem foi conduzido para a Delegacia Territorial de Guanambi.

Uma operação da Polícia Militar de Jaguaquara, no Vale do Jiquiriça, interceptou neste sábado (11) um grupo de pessoas que praticavam jogos de azar. A atividade está proibida por decreto municipal que restringe o funcionamento de determinados estabelecimentos comerciais no município. As informações são do Blog Marcos Frahm.
A medida integra as ações de combate ao coronavírus na cidade. Jaguaquara registrou o primeiro caso de Covid-19 na sexta-feira (10).
A reportagem revela que a ação ocorreu em uma localidade conhecida como Inferninho, nas proximidades do Mercado Municipal de Jaguaquara.
O Blog Marcos Frahm teve acesso a nota emitida pela 3ª Companhia da Polícia Militar, que trazia informações de que após a abordagem local foi fechado e o responsável conduzido à Delegacia para adoção de medidas cabíveis.
Na ação a PM apreendeu uma quantia de R$ 995,00; um celular, baralhos, uma pulseira prata; dois anéis de prata; uma aliança dourada; e a CNH do proprietário do local.