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A Polícia Federal cumpre, na manhã desta segunda-feira (12), dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao ex-governador de Minas Gerais, o petista Fernando Pimentel. De acordo com o portal G1, a ação faz parte da operação Monograma, que visa desarticular crimes eleitorais e lavagem de dinheiro.
Conforme o G1, a operação é um desdobramento da Operação Acrônimo. A corporação suspeita de delitos eleitorais, em que empresas de consultoria teriam simulado a prestação de serviços para o recebimento de vantagens ilícitas em montante superior a R$ 3 milhões.
Ainda segundo a Polícia Federal, as provas corroboradas por colaboração premiada do empresário Benedito Rodrigues, conhecido como Bené, apontam que os valores recebidos vieram de atuação do ex-governador em favor de uma empresa do Uruguai.
De acordo com o advogado de Pimentel, Carlos Eugênio Pacelli, a ação causa estranhamento, uma vez que a Operação Acrônimo “já adotou todas as medidas possíveis” e se refere a fatos de 2014.

Um rapaz identificado como Edson dos Santos Rocha, 66 anos, foi preso na última sexta-feira (9), suspeito de anunciar vagas de emprego na área de advocacia em um site para estuprar mulheres. De acordo com a polícia, o rapaz, que se apresentava como advogado, é na verdade um contador e trabalhava em um escritório de advocacia há 7 anos.
Edson foi capturado em um prédio comercial na região de Caminho das Árvores na companhia de duas adolescentes de 16 anos. Segundo o G1 Bahia, o contador estava sendo investigado pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Periperi, há 6 meses, após a primeira denúncia.
Os abusos acontecia durante as entrevistas de emprego das candidatas ao trabalho. Conforme denúncia, além de abusar das candidatas, Edson estuprava as mulheres que trabalhavam com ele. Na casa de Edson, em Vilas do Atlântico, foi apreendido celulares, computadores, pen drives, documentos e materiais pornográficos.
De acordo com Simone Moutinho, titular da Deam, o contador será indiciado por estupro, assédio, corrupção de menores e ameaça. Edson pagava cerca de R$ 500 de salário e o valor do transporte, além de oferecer presentes em troca de favores sexuais.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), coordenada pela Polícia Federal, deflagrou na manhã desta sexta-feira (9) a operação Caixa-Forte de combate ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro contra o PCC (Primeiro Comando da Capital).
Cerca de 250 policiais federais, rodoviários federais e civis cumprem 52 mandados de prisão preventiva (sem prazo), 48 mandados de busca e apreensão, 45 mandados de sequestro de valores e bloqueio de contas bancárias em cidades e unidades prisionais dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul.
Seis alvos de mandados de prisão já estão detidos em presídios localizados em Uberaba (MG), Campo Grande (MS), Londrina, Matinhos e Piraquara (PR). Foram identificadas 45 contas bancárias, todas bloqueadas e com valores sequestrados judicialmente. A movimentação financeira teria ultrapassado R$ 7 milhões no período das investigações, de novembro do ano passado até agora.
Os mandados foram expedidos pela Vara de Tóxicos de Belo Horizonte e são cumpridos em 20 cidades de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. É a segunda operação contra a facção criminosa nesta semana. Na terça (6), 20 supostos integrantes do PCC foram presos na Operação Cravada, com o objetivo de desarticular um núcleo financeiro da organização que teria movimentado cerca de R$ 1 milhão por mês.A
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Três roças grandes de maconha foram erradicadas na última quarta-feira, 07, por equipes da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Semiárido. A erva foi encontrada na zona rural do município de Xique-Xique, localizado a cerca de 586 km de Salvador.
A plantação, com aproximadamente 35 mil mudas, foi avaliada em R$ 400 mil e localizada após denúncia anônima, com confirmação de localização a partir do uso de drones. De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP), cada muda tinha em média 1,5 m e estava em fase de colheita.
Um barco usado por traficantes de drogas para monitorar as plantações foi apreendido na margem da Lagoa Jenipapo, próximo da plantação. Nenhum suspeito foi encontrado.

O empresário Eike Batista foi preso na manhã desta quinta-feira (8) em operação da Lava Jato no Rio de Janeiro. Dois mandados de prisão, expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, são cumpridos por policiais na cidade, além de cinco de busca e apreensão, de acordo com a Globo News.
Eike foi preso pela primeira vez em 2017 por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Ele permaneceu detido por cerca de três meses, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, até seguir para prisão domiciliar por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes.

O juiz Paulo Eduardo de Almeida Sorci, coordenador e corregedor dos presídios de São Paulo, autorizou nesta quarta-feira (7), a remoção do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a penitenciária II de Tremembé, no Vale do Paraíba, interior paulista. Em despacho, de 14 linhas, Sorci se refere à decisão da juíza Carolina Lebbos da 12ª Vara Federal de Curitiba, que acolheu pedidos da Polícia Federal e da defesa, e permitiu a transferência do petista para São Paulo.
Em Tremembé, Lula fará companhia a um grupo de prisioneiros “famosos”, condenados por crimes de grande repercussão e impacto – entre eles Alexandre Nardoni, Cristian Cravinhos, Guilherme Longo, Mizael Bispo, Carlos Hasegawa, Lindenberg Alves e Gil Rugai. Até recentemente também ocupava uma cela da penitenciária o médico Roger Abdelmassih.

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça (06) a Operação Cravada para desarticular o núcleo financeiro do Primeiro Comando da Capital, o PCC, apontado como responsável pelo recolhimento, gerenciamento e emprego de valores ‘para financiamento de crimes’ em diferentes estados do país.
Cerca de 180 investigadores cumprem 85 mandados –55 de busca e apreensão e 30 de prisão– em sete estados (São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Acre, Roraima, Pernambuco e Minas Gerais). As ordens foram expedidas pela Vara Criminal de Piraquara, no Paraná.
Das 30 ordens de prisão, oito são cumpridas em presídios –três em São Paulo, um no Mato Grosso do Sul e quatro no Paraná. Até o momento, 18 prisões já foram realizadas, segundo o jornal O Estado de S. Paulo.
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A Polícia Federal pediu ao juiz Ricardo Leite, da 10.ª Vara Federal de Brasília, decretação da prisão preventiva do grupo sob suspeita de hackear os celulares do ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública), do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa do Ministério Público Federal na Operação Lava Jato no Paraná, e de mil autoridades dos três Poderes. A Procuradoria da República em Brasília ainda vai se manifestar. As informações são do jornal O Globo.
De acordo com a publicação, os investigadores defendem a manutenção da custódia de Walter Delgatti Neto, o “Vermelho”, Gustavo Henrique Santos, o “DJ Guga”, sua companheira Suélen Priscila Oliveira e Danilo Cristiano Marques. O grupo, que a PF define como “quadrilha”, foi preso em regime temporário na terça-feira, 23, por ordem do juiz Wallisney.
Na sexta-feira (26), o magistrado prorrogou por mais cinco dias a temporária dos quatro investigados. O prazo da prisão imposta ao grupo termina nesta quinta-feira, 1, à meia noite. O juiz federal pode converter o regime de reclusão em preventiva, quando não tem data para encerrar. Ou pode soltar os investigados. A PF busca identificar pagamentos ao grupo, supostamente liderado por “Vermelho”. Na residência do “DJ Guga”, os federais apreenderam R$ 99 mil em dinheiro vivo. Os federais rastreiam movimentações bancárias e em criptomoedas dos investigados.

Um adolescente de 17 anos foi detido após a polícia encontrar com ele 49 kg de maconha prensada, distribuídas em 79 tabletes. A droga foi encontrada em um terreno da cidade de Eunápolis, no sul da Bahia.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), o adolescente foi flagrado com a droga pelas Rondas Especiais (Rondesp) Sul, depois de uma denúncia anônima.
Conforme detalhou a SSP-BA, o policiais chegaram ao bairro Alecrim I e iniciaram as varreduras. O adolescente foi avistado e detido. Na ocasião, ele informou que guardava maconha em um terreno e no local foram encontrados os tabletes de maconha prensada, segundo o G1. O caso foi registrado na Delegacia Territorial de Eunápolis.

Cerca de 150 pessoas foram presas enquanto participavam de uma rinha de galo, na cidade de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, na última sexta-feira (26). Duzentos galos foram apreendidos e, de acordo com a polícia, todos serão sacrificados por falta de um lugar para abrigar as aves.
Os envolvidos na ação foram levados, em um ônibus, para a delegacia da cidade, onde prestaram depoimento. No local onde funcionava a rinha havia 27 baias, com seis gaiolas cada uma, segundo o G1.
Os donos dos animais serão enquadrados pela Lei Ambiental e os apostadores devem responder pelo crime de jogos de azar.