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por Luana Neiva
São Paulo se tornou o principal palco da largada oficial dos partidos que pretendem disputar a Presidência da República em 2026. Quatro pré-candidatos decidiram realizar na capital paulista suas convenções para formalizar as candidaturas ao Palácio do Planalto: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD).
Entre os nomes que aparecem com maior destaque nas pesquisas, apenas Romeu Zema (Novo) optou por outro caminho e fará o lançamento oficial em Brasília, no dia 27 de julho. O primeiro evento previsto será o do senador Flávio Bolsonaro, marcado para 25 de julho. A decisão de realizar a convenção em São Paulo deixou o Rio de Janeiro, tradicional base política da família Bolsonaro.

por Gabriela Encinas
O deputado estadual Leandro de Jesus (PL) realizou um protesto na BA-649, conhecida como Rodovia Gabriela, que liga Itabuna e Ilhéus. O ato ocorreu após a inauguração feita pelo Governo da Bahia na última sexta-feira (03).
Em vídeo publicado nas redes sociais nesta terça-feira (07), o parlamentar classificou a cerimônia, feita pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) e aliados, como uma “inauguração fake” e retirou a placa instalada no local, alegando que a obra ainda não foi concluída.
“Obra não entregue, inauguração fake, mentirosa. A gente veio aqui para mostrar que isso é fake news. Fizeram festa, inauguraram a obra, mas a realidade é outra. O viaduto não chega a lugar nenhum”, criticou. Segundo o deputado, um dos viadutos permanece sem ligação com a pista principal, o que impediria o tráfego completo na rodovia.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro passou a ser alvo de memes e montagens compartilhados tanto por adversários quanto por bolsonaristas após uma série de episódios que ampliaram as tensões dentro da direita. As publicações ganharam força depois de críticas públicas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e de um elogio feito por Michelle a uma iniciativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram Michelle vestindo camiseta e boné do PT começaram a circular em grupos de WhatsApp ligados a aliados de Flávio Bolsonaro. A figurinha passou a ser compartilhada após a ex-primeira-dama classificar como um “sonho realizado” a Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos, lançada pelo Ministério da Educação (MEC).
A manifestação provocou reações entre apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, que interpretaram a declaração como um gesto de aproximação institucional com o governo federal. Enquanto aliados de Flávio usam a montagem para questionar a postura política de Michelle, integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) também recorreram ao humor para explorar a situação.

por Neison Cerqueira
O Partido dos Trabalhadores (PT) definiu que destinará cerca de R$ 126 milhões do Fundo Eleitoral para a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão foi tomada pela Comissão Executiva Nacional da sigla.
Segundo o jornal O Globo, o partido também reservou R$ 326 milhões para as campanhas de deputados e senadores. Desse total, R$ 61,9 milhões serão destinados aos candidatos ao Senado, valor que representa 10,08% do fundo e um aumento de quatro vezes em relação ao montante destinado à disputa de 2022.
Ao todo, o PT terá R$ 615 milhões do Fundo Eleitoral para financiar suas candidaturas. O PL receberá a maior parcela entre os partidos, com R$ 881,7 milhões.

As principais restrições do período eleitoral passam a valer a partir deste sábado (04), dando início aos três meses que antecedem o primeiro turno das Eleições Gerais de 2026. As regras, conhecidas como “defeso eleitoral”, seguem até 25 de outubro e estão previstas na Lei das Eleições, nº 9.504/1997, e em resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O objetivo é assegurar a igualdade de condições entre as candidaturas e impedir o uso da máquina pública em benefício eleitoral. Entre as principais proibições está a participação de candidatas e candidatos em inaugurações de obras públicas, por isso nos últimos dias o governo correu para realizar entregas, mesmo as que não foram concluídas.
A partir deste sábado, também fica proibida a contratação de shows artísticos com dinheiro público para inaugurações e eventos de divulgação de serviços públicos. Além disso, órgãos da administração pública passam a ter limitações para transferir recursos de forma voluntária, fazer publicidade institucional e realizar pronunciamentos em rádios ou televisão.

por Daniel Serrano
Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demonstraram desconforto com a postura adotada pelo chefe do Executivo em relação ao senador Jaques Wagner (PT) durante a agenda cumprida em Salvador, na última quarta-feira (02).
De acordo com a revista Veja, auxiliares do Palácio do Planalto orientaram Lula, antes da viagem à Bahia, a manter uma distância protocolar do Wagner, que foi alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal.
Desde o avanço da investigação, interlocutores do presidente defendiam que Lula evitasse gestos públicos de maior proximidade com Wagner, sob o argumento de que isso poderia gerar desgaste político em meio às articulações para a campanha à reeleição.

por Daniel Serrano / Neison Cerqueira
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), participou, nesta quinta-feira (02), do tradicional cortejo do 2 de Julho e destacou a importância da data para a história da Bahia e do Brasil. Durante a caminhada, o gestor afirmou que a celebração representa o espírito de luta do povo baiano e disse esperar que os festejos reforcem o reconhecimento da Independência da Bahia.
Segundo Bruno Reis, a data deve servir de inspiração para as novas gerações e manter viva a memória dos personagens que participaram da consolidação da Independência do Brasil.
“Estamos organizando este grande evento cívico, que celebra a data mais importante do nosso estado. É o momento de reconhecer os nossos heróis e fazer com que essa data seja uma inspiração para o cidadão baiano e soteropolitano. Foi muita luta, muita batalha. Isso representa o espírito e o jeito de ser do nosso povo, guerreiro, batalhador, que supera as adversidades e transforma sonhos em realidade com força e coragem”, afirmou.

por Gabriela Encinas
O pré-candidato ao Senado João Roma (PL) criticou, nesta sexta-feira (26), a postura do governador Jerônimo Rodrigues (PT) ao defender o senador Jaques Wagner (PT), que é alvo de investigação da Polícia Federal (PF) por suposta atuação em favor do Banco Master.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Roma afirmou que estão tentando transformar a operação da PF em um caso de perseguição política e rebateu o discurso feito por Jerônimo durante evento em Barreiras, no oeste da Bahia, que disse que o “erro” de Wagner teria sido “cuidar de pobre”, fala que foi fortemente criticada por Roma.
“Defender os mais pobres, governador? Olha, acho que faltou interpretação de texto aí. O que aconteceu foi justamente o contrário, governador. Wagner fez algo muito usual no PT, fazer um discurso defendendo os pobres e fazer uma prática política completamente diferente”, declarou

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) publicou um vídeo em suas redes sociais no qual relata ter sido desrespeitada e humilhada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu enteado, durante um diálogo telefônico. No desabafo, Michelle classificou a atitude do parlamentar como uma “punhalada” e afirmou que ele e seu grupo político mais próximo a tratam “como se fosse idiota” nos bastidores das negociações de candidaturas do Partido Liberal (PL) para as eleições no Ceará.
O estopim do desentendimento ocorreu após um pronunciamento de Michelle no qual ela criticou publicamente a aliança do PL cearense com Ciro Gomes (PSDB), atual pré-candidato ao governo daquele estado.
Enquanto a ex-primeira-dama defende o apoio à pré-candidatura de Eduardo Girão (Novo), a ala partidária alinhada a Flávio Bolsonaro costurou a composição com o tucano. Michelle relatou que, ao retornar a Brasília, percebeu manifestações coordenadas e premeditadas nas redes sociais dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro contrárias ao seu posicionamento.

por Marcos Flávio Nascimento
O senador Jaques Wagner (PT) anunciou nesta terça-feira (24) que deixará a liderança do governo federal no Senado. A decisão, segundo ele, foi tomada em comum acordo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante uma reunião realizada em Brasília.
A informação foi divulgada pelo próprio parlamentar nas redes sociais. Na publicação, Wagner classificou o encontro com Lula como uma conversa entre amigos e afirmou que, neste momento, pretende concentrar esforços em sua defesa diante das investigações relacionadas ao escândalo envolvendo o Banco Master.
Nos últimos dias, o nome do senador passou a ser citado nas apurações que investigam possíveis irregularidades ligadas ao grupo financeiro comandado pelo empresário Daniel Vorcaro. O petista nega qualquer envolvimento em práticas ilegais.