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Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 09/11: 19 novos casos
👉🏻 Terça-feira, 10/11: 36 novos casos
👉🏻 Quarta-feira, 11/11: 39 novos casos
Quinta-feira, 12/11: 14 novos casos
Sexta-feira, 13/11: 29 novos casos

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 09/11: 19 novos casos
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A farmacêutica Pfizer espera obter o registro de sua vacina contra a covid-19 na Food and Drug Administration (FDA, agência do Departamento de Saúde dos Estados Unidos) em dezembro. Ao participar de um simpósio online promovido pela Academia Nacional de Medicina, o presidente da companhia no Brasil, Carlos Murillo, adiantou que 50 milhões de doses estarão disponíveis já neste ano, e o total para o ano que vem chega a 1,3 bilhão de doses para todo o mundo.
“No caso do Brasil, ainda estamos trabalhando fortemente com o governo brasileiro para tentar acelerar a disponibilidade o mais rápido possível. Tenho esperança de que no primeiro trimestre do próximo ano poderíamos estar contando com essa vacina disponível (no pais)”, disse Murillo.
No começo da semana,a companhia – junto com a BioNTech – anunciou que os testes da fase 3 apontaram uma eficácia de 92% no imunizante.. Os testes clínicos da Pfizer/Biontech envolvem cerca de 44 mil pessoas, sendo 3 mil no Brasil.
A previsão da Pfizer é de que os requisitos exigidos pela agência reguladora americana para completar a solicitação de registro devem ser cumpridos na terceira semana de novembro. A partir daí, a avaliação da FDA deve durar cerca de um mês e a concessão do registro de uso emergencial ainda em 2020.
No Brasil, a adoção e registro da vacina estão em negociação. Carlos Murillo afirmou que, com a conclusão dos testes neste mês, todos os documentos serão encaminhados para a Anvisa. Diferentemente das vacinas da Sinovac e da AstraZeneca/Oxford, o acordo não deve prever transferência de tecnologia em um primeiro momento. A Pfizer e a Biontech optaram por concentrar a produção em suas plantas nos Estados Unidos e na Alemanha durante a pandemia. Com informações da Agência Brasil.

A Bahia tem nesta quinta-feira (12) 892 pessoas hospitalizadas em decorrência da Covid-19. O número é o maior em 9 dias, conforme dados dos boletins diários da Secretaria da Saúde do estado (Sesab).
Os dados da pasta ainda informam que nas últimas 24 horas foram registrados 1.590 novos casos de Covid-19, e com isso o estado chegou ao total de 369.259 casos confirmados desde o início da pandemia.
Quanto às mortes causadas pela infecção, foram 23 novos registros nas últimas 24 horas. O total chegou a 7.882. As pessoas diagnosticadas com o vírus e que seguem doentes, chamadas de casos ativos, são 6.564 nesta quinta. O boletim da Sesab mostra que a taxa de ocupação de UTI Covid está em 54%.

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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Nesta quarta-feira (11), durante a solenidade de inauguração do Hospital do Câncer em Caetité, a 100 km de Brumado, o governador Rui Costa (PT) detalhou os investimentos em saúde na região e outras localidades próximas.
“Estamos fazendo uma verdadeira revolução na saúde pública da Bahia. Até pouco tempo essa região não tinha nenhum leito de UTI. Colocamos em Guanambi, Brumado e aqui hoje”, destacou. O tratamento da doença no estado vem sendo regionalizado com serviços móveis e novas unidades em construção. A unidade de Caetité vai beneficiar moradores de 48 municípios da região que precisam de atendimento oncológico.
Com 80 leitos, sendo dez de terapia intensiva (UTI), o hospital foi viabilizado através de convênio assinado entre o Governo do Estado e a Prefeitura, com o aporte estadual superior a R$ 2,8 milhões, correspondendo a 90% do total investido.
Foram investidos ainda pelo governo R$ 10 milhões em equipamentos. A nova unidade está estruturada para ofertar consultas e exames para acompanhamento, diagnóstico e tratamento. Além do tratamento cirúrgico, o hospital tem à disposição dos pacientes o serviço de quimioterapia.

O Brasil chegou a 5.701.283 casos confirmados do novo coronavírus e 162.842 mortes desde o início da pandemia, segundo balanço divulgado pelo consórcio da imprensa, nesta terça-feira (10). Nas últimas 24 horas, foram registrados 25.517 novos casos e 204 óbitos.
De acordo com o Ministério da Saúde, foram contabilizados 201 mortes entre segunda e terça. A plataforma online da pasta, contudo, não é atualizada desde o último dia 4. Além disso, os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais apresentam problemas na divulgação dos números referentes à doença. O Amapá, por sua vez, voltou a atualizar os dados nesta terça.

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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No ano da pandemia de Covid-19, o mundo viveu outras 60 emergências de saúde, incluindo surtos grandes de chikungunya, febre amarela e sarampo, afirmou neste domingo (8) a OMS (Organização Mundial da Saúde). Sete delas foram consideradas de grau 3, o mais sério, de acordo com balanço no site da organização.
Segundo a entidade, dados anuais de mortalidade por sarampo em 2019 -que serão divulgados na próxima semana- mostrarão forte impacto negativo do maior número de novas infecções em mais de duas décadas, e a situação deste ano pode se revelar ainda pior.
Entre os países duramente afetados por outras doenças que não a Covid-19 estão o México, o Chade, o Gabão e o Togo. Os impactos internacionais na saúde também foram causados por inundações no Sudão, tempestades nas Filipinas e no Vietnã, explosão em Beirute e o incêndio em campo de refugiados na Grécia.
Na sexta (6), a OMS e o Unicef (fundo para a infância da ONU) lançaram um apelo urgente para tentar evitar grandes epidemias de sarampo e poliomielite. As entidades afirmam que a pandemia de Covid-19 continua afetando serviços de vacinação, “deixando milhões de crianças vulneráveis risco de doenças infantis evitáveis”.
O ressurgimento global do sarampo, com surtos contínuos em todas as partes do mundo nos últimos anos, deve ser agravado por lacunas ainda maiores na cobertura de vacinação em 2020, dizem as entidades.
Ao mesmo tempo, espera-se que a transmissão do poliovírus aumente no Paquistão e no Afeganistão e em muitas áreas subimunizadas da África. O fracasso em erradicar a poliomielite agora levaria ao ressurgimento global da doença, resultando em até 200 mil novos casos por ano dentro de 10 anos, dizem as entidades.
Uma das emergências de saúde mais complexas enfrentadas pela OMS foi a ocorrência conjunta entra o maior surto de sarampo de todos os tempos na República Democrática do Congo e o segundo maior surto de vírus ebola.
A entidade anunciou que, após 18 meses de combate, o surto de ebola foi controlado no leste do país. Um último surto na região oeste ainda está ativo.

“Hoje é um grande dia para a ciência e a humanidade”, comemorou o CEO da Pfizer, Albert Bourla. Foto: Divulgação
A vacina contra o novo coronavírus produzida pela Pfizer em parceria com a alemã BioNTech apresentou 90% de eficácia em sua terceira fase. Segundo informações do portal G1, a taxa representa, em um estudo de fase 3, quantas pessoas receberam a vacina e não ficaram doentes.
A Pfizer informou que a análise provisória foi conduzida após 94 participantes do estudo desenvolverem a Covid-19 e examinar quantos deles receberam a vacina em comparação com o placebo. No caso de uma vacina, se essa taxa é de 90%, significa que, entre as pessoas vacinadas, 9 a cada 10 não ficaram doentes. Ou seja, a vacina foi capaz de protegê-las.
Os dados, contudo, ainda não foram revisados por pares, o que é obrigatório para publicação em revista científica. A Pfizer disse que essas etapas vão ocorrer assim que todos os resultados do estudo ficarem disponíveis. Para confirmar sua taxa de eficácia, a empresa afirmou que vai continuar o estudo até que haja 164 casos de Covid-19 entre os participantes.
Cientista da Pfizer, Bill Gruber acredita que esse número seja alcançado ainda em dezembro. Ele comemorou os dados divulgados nesta segunda-feira (9). “Estou quase em êxtase. Este é um grande dia para a saúde pública e para o potencial de nos tirar a todos das circunstâncias em que estamos agora”, afirmou.
O CEO da farmacêutica, Albert Bourla, também comentou o avanço. “Hoje é um grande dia para a ciência e a humanidade. Estamos alcançando esse marco crítico de desenvolvimento do nosso programa de vacina no momento em que o mundo mais precisa, com taxas de infecção atingindo novos recordes, hospitais quase excedendo a capacidade e as economias lutando para reabrir”.