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Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 05/10: 53 casos confirmados

Nas últimas 24 horas o Brasil registrou 365 óbitos por Covid-19 e 8.456 testes positivos para a doença, segundo o mais recente boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, neste domingo (04).
O número de falecimentos representa queda em relação ao sábado (03), quando no dia anterior foram notificados 599 óbitos. Até o momento, o país registra 146.352 mortes em decorrência do novo coronavírus desde o início da pandemia.
Em comparativo com o último domingo, o número de mortes neste dia 4 de outubro representou uma alta. Há sete dias atrás, em 27 de setembro, foram registrados 335 óbitos. Por outro lado, há 14 dias atrás, 20 de setembro, a diferença foi um pouco menor com a notificação de 363 óbitos nas últimas 24 horas, segundo dados fornecidos pelo Ministério.
No levantamento mundial, segundo a Universidade Johns Hopkins, o Brasil segue como segundo país com maior número de óbitos a frente da Índia e atrás apenas dos Estados Unidos.
No registro de casos, ocorre uma inversão. A Índia alcançou a segunda colocação e agora chega a mais de 6 milhões de infecções, enquanto que Brasil passou para a terceira posição com pouco menos de 5 milhões de casos de Covid-19 acumulados. Os Estados Unidos seguem em primeiro com mais de 7 milhões de testes positivos para o novo coronavírus.

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 28/09: 71 casos confirmados
👉🏻 Terça-feira, 29/09: 12 casos confirmados nas últimas 24h.
👉🏻 Quarta-feira, 30/09: 17 casos confirmados nas últimas 24h.
👉🏻 Quinta-feira, 01/10: 15 casos confirmados nas últimas 24h.
👉🏻 Sexta-feira, 02/10: 73 casos confirmados nas últimas 24h.
👉🏻 Sábado, 03/10: 00
👉🏻 Domingo, 04/10: 27 casos confirmados nas últimas 24h.

O número de mortes pelo novo coronavírus no Brasil chegou a 145.431 e 4.882.231 pessoas contraíram a doença desde o início da pandemia. Conforme o levantamento divulgado nesta sexta-feira (02) pelo consórcio de imprensa, em 24 horas foram registrados 664 óbitos e 33.002 novos casos da doença.
De acordo com o grupo, as regiões Sudeste e Sul tiveram queda nos casos, com -17% e -16%, respectivamente. Já as outras regiões estão estáveis: Centro-Oeste (-10%), Nordeste (4%) e Norte (6%). Os estados que apresentaram aceleração nos casos foram Roraima (633%), Amazonas (138%) e Ceará (22%). Integram o consórcio os veículos Folha de S. Paulo, UOL, Estadão, Extra, O Globo e G1.

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 28/09: 71 casos confirmados
👉🏻 Terça-feira, 29/09: 12 casos confirmados na última 24h.
👉🏻 Quarta-feira, 30/09: 17 casos6 confirmados na última 24h.
👉🏻 Quinta-feira, 01/10: 15 casos confirmados na última 24h.
👉🏻 Sexta-feira, 02/10: 73 casos confirmados na última 24h.

O total de casos confirmados de covid-19 entre indígenas chega a 34.608, de acordo com levantamento feito por uma frente formada exclusivamente para acompanhar o avanço da doença. Na última atualização do balanço, também são informadas 836 mortes de pacientes infectados pelo novo coronavírus, causador da doença.
A frente, da qual participam entidades como a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), informa que foram identificadas transmissões e óbitos em 158 dos 305 povos indígenas que vivem no país. Ou seja, as contaminações já atingiram a maioria (51%).
Para realizar o monitoramento, o grupo conta com a colaboração de organizações de base, mas também de entes públicos, como o Ministério Público Federal (MPF). Tomando como base os registros oficiais, os números são bem menores.
De acordo com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), que responde ao Ministério da Saúde, são 28.716 os casos confirmados e 446 óbitos entre indígenas. A diferença se explica porque a pasta não faz o registro de contágios de indígenas que vivem em contexto urbano, critério questionado pelas lideranças indígenas e que motivou a contagem independente.

Nesta sexta-feira (02), o candidato a prefeito de Brumado, o médico pediatra Dr. Geraldo Azevedo (PP), deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de uma unidade hospitalar de Vitória da Conquista e está em observação.
Azevedo foi internado em decorrência de complicações ocasionadas pela Covid-19. “Dr. Geraldo acabou de receber alta da UTI e está sendo transferido para um quarto.
Agradecemos à todos pelas orações e pedimos que continuem orando por ele e por todos que estão passando por isso. Obrigado”, escreveram os assessores do médico em uma rede social.

A revista científica Pnas (Proceedings of the National Academy of Sciences) publicou um estudo que indica que os gatos infectados pelo novo coronavírus desenvolvem uma rápida resposta imune ao Sars-CoV-2.
Conforme consta na publicação, veiculada no dia 29 de setembro, “a resistência à reinfecção é uma promessa de que uma estratégia de vacina pode proteger gatos e, por extensão, humanos”.
Segundo informações da Folha de S.Paulo, o estudo foi desenvolvido por cientistas da Escola de Medicina Veterinária da Universidade Estadual do Colorado, nos Estados Unidos, para investigar uma possível transmissão do vírus entre humanos e animais domésticos.
De acordo com os pesquisadores, os bichanos são altamente suscetíveis à infecção, com um período de até cinco dias de eliminação viral, oral e nasal, que não é acompanhada de sinais clínicos. Ou seja, apesar de infectados, os gatos não desenvolvem a doença Covid-19.
Infectados em laboratório, os bichanos transmitiram o vírus para outros gatos saudáveis. Porém, não há evidências de que cães ou gatos desempenhem um papel significativo na infecção humana. Já a zoonose reversa (um humano contaminado passar o novo coronavírus para um gato) é possível.
Também foi documentado que gatos desenvolveram uma resposta robusta de anticorpos neutralizantes após o contato com o Sars-CoV-2, o que evitou a reinfecção após uma segunda tentativa de infecção em laboratório. “Esses estudos têm implicações importantes para a saúde animal e sugerem que os gatos podem ser um bom modelo para o desenvolvimento de vacinas”, conclui o estudo.
O mesmo não ocorreu com os cães. De acordo com o estudo científico, os que tiveram contato em laboratório não eliminaram o vírus após a infecção. Contudo, eles também não desenvolveram a Covid-19.