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Os investidores, já nervosos antes das eleições nos Estados Unidos (EUA) em novembro, agora têm outra coisa com que se preocupar: a saúde do presidente norte-americano.
O diagnóstico positivo para Covid-19 de Donald Trump desencadeou nesta sexta-feira (02) uma liquidação nas ações e no petróleo e um aumento na demanda por portos seguros tradicionais – como ouro e títulos.
“O presidente dos Estados Unidos está com uma doença que mata pessoas. As pessoas estão se livrando do risco por causa disso”, disse Chris Weston, chefe de pesquisa da Pepperstone.
Mas para onde vão os investidores a partir de agora depende, em grande medida, de como o presidente dos EUA lidará com a doença que matou mais de 1 milhão de pessoas em todo o mundo. “Esta é uma nova incerteza em um mundo que já está confuso, o que não é o melhor”, disse Chris Bailey, estrategista europeu da Raymond James.
Se seus sintomas forem leves e ele se recuperar rapidamente, os mercados podem se estabilizar e Trump pode usar a experiência para projetar sua imagem como um guerreiro na campanha contra seu adversário democrata, Joe Biden.
Mas se, aos 74 anos, Trump ficar muito doente e precisar ser hospitalizado, como aconteceu com o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, ou se o vírus se espalhar para outros membros de seu governo, os investidores ficarão alarmados.
“O que está me deixando preocupado mais do que qualquer outra coisa é o ponto de interrogação sobre a legitimidade do processo eleitoral”, disse David Arnaud, administrador de fundos de renda fixa da Canadá Life Asset Management, sobre o diagnóstico de Trump.
A notícia levou os investidores a se prepararem para um período de alta volatilidade, com a maioria concordando que os mercados permanecerão tensos no futuro próximo. Os indicadores de volatilidade avançavam, com o amplamente observado VIX subindo para quase 29 pontos, ante patamar de cerca de 27 pontos na quinta-feira.

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 28/09: 71 casos confirmados
👉🏻 Terça-feira, 29/09: 12 casos confirmados na última 24h.
👉🏻 Quarta-feira, 30/09: 17 casos confirmados na última 24h.
👉🏻 Quinta-feira, 01/10: 15 casos confirmados na última 24h.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta quinta-feira (1º) que vai começar a análise do primeiro pedido de registro de uma vacina contra Covid-19 no Brasil. A solicitação foi protocolada pela Astrazeneca. As informações são do G1.
A farmacêutica está desenvolvendo uma vacina em parceria com a Universidade de Oxford – os estudos foram interrompidos em setembro, após uma reação adversa em uma voluntária, mas retomados quatro dias depois
Na análise do registro, a Anvisa vai adotar um procedimento autorizado na terça-feira (29), que reduziu a exigência da documentação inicial e simplificou o processo para os imunizantes contra o novo coronavírus.
No atual estágio, os técnicos da agência federal vão avaliar os resultados dos testes pré-clínicos, que não envolveram seres humanos. A ideia é agilizar o registro da vacina, caso haja comprovaçãode de segurança e eficácia, nas demais fases dos estudos.
O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde e da Fiocruz, assinou um memorando de entendimento com a AstraZeneca que prevê a compra de 30 milhões de doses, com entrega em dezembro deste ano e janeiro de 2021.O acordo prevê a transferência da tecnologia desenvolvida para produção local na Fiocruz.

O governo de Jair Bolsonaro desviou R$ 7,5 milhões doados pela empresa Marfrig, cuja finalidade era contribuir para a aquisição de testes contra o novo coronavírus, que provoca a Covid-19. O montante foi repassado para o programa Pátria Voluntária, comandado pela esposa do presidente, a primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Conforme informações da Folha de S.Paulo, a Marfrig, que é um dos maiores frigoríficos de carne bovina do Brasil, anunciou no dia 23 de março a doação ao Ministério da Saúde para compra dos testes rápidos. Na ocasião, o país enfrentava as primeiras semanas da pandemia e não tinha material suficiente.
No dia 20 de maio, contudo, segundo a empresa disse por escrito à Folha, a Casa Civil informou que o dinheiro seria usado “com fim específico de aquisição e aplicação de testes de Covid-19”. No dia 1º de julho, no entanto, com o dinheiro já transferido, o governo Jair Bolsonaro a consultou sobre a possibilidade de utilizar a verba não mais nos testes, mas em outras ações de combate à pandemia. Os recursos foram então parar no projeto Arrecadação Solidária, vinculado ao Pátria.
Vale lembrar que, sem edital de concorrência, o programa de Michelle repassou, na última quarta-feira (30), dinheiro do Arrecadação Solidária a instituições missionárias evangélicas aliadas da ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), para a compra e distribuição de cestas básicas.
Os R$ 7,5 milhões da Marfrig representam quase 70% da arrecadação do programa até agora —R$ 10, 9 milhões. Na ocasião das doações para os testes de Covid, a empresa citou o Ministério da Saúde e celebrou o gesto.
“Esperamos que nossa iniciativa seja seguida por outras companhias brasileiras”, disse o presidente do conselho de administração da empresa, Marcos Molina. A empresa também lembrava que, um dia antes, em 22 de março, o então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, informou que o governo tentaria firmar parcerias com a iniciativa privada para financiamento de parte das compras dos kits.

O candidato a prefeito de Brumado Geraldo Azevedo (PP) que compõem chapa com Zé Ribeiro (PT), contrai Coronavírus e dará entrada na UTI de Hospital particular em Vitória da Conquista.
“Na luta contra a Covid-19 em defesa da vida, amparado por Deus darei entrada agora na UTI do IBR de Conquista. A todos que se solidarizam comigo em prece a Deus e a Jesus Cristo meus agradecimentos eternos’, disse o médico nas redes sociais.



O último boletim epidemiológico divulgado neste domingo (27), pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) mostrou um registro de 47 mortes e 850 novos casos confirmados de Covid-19 no estado. Conforme a pasta, desde o início da pandemia, a Bahia já registrou 306.036 casos de coronavírus, com 6.599 mortes, 292.436 pessoas curadas e 7.001 com o vírus ativo.
Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (28,20%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (6.537,36), Almadina (6.350,66), Madre de Deus (5.973,55), Itabuna (5.946,36), Dário Meira (5.144,72). Na Bahia, 25.810 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.