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A Bahia está prestes a alcançar a marca de 260 mil casos confirmados do novo coronavírus. Boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) nesta terça-feira (1º) indica que 259.418 pessoas já foram contaminadas pelo vírus.
Nas últimas 24 horas, 2.691 pessoas entraram para o sistema de notificação da pasta. Foi atualizado também o número de óbitos: 51 pessoas foram incluídas nos registros, sendo que 7 mortes aconteceram na segunda-feira (31). As demais são cumulativas: 37 em dias do mês de agosto, 11 em julho, 2 em junho e 1 em maio. Ao todo, 5.448 pessoas não resistiram às complicações da Covid-19.
Salvador segue com maior número de casos, 76.862 no total. Números expressivos, embora diferentes, em relação aos óbitos: 3.099 mortes ocorreram na capital baiana, mas 2.433 dessas são pessoas residentes na cidade.
O boletim desta terça aponta ainda a ocupação de leitos clínicos e de terapia intensiva exclusivos Covid-19. Em todo o estado, a ocupação está em 40% e 53%, respectivamente. Já na capital baiana, a ocupação de leitos clínicos está em 44% e de leitos UTI, 48%. Na segunda-feira (31), esse percentual estava em 49%.

A taxa de transmissão do coronavírus no Brasil voltou a registrar leve queda, indicando cenário de estabilização do contágio, segundo novo relatório do grupo de pesquisadores da universidade britânica Imperial College de Londres que monitora a pandemia. As informações são do portal Terra.
De acordo com as estimativas dos cientistas, o índice ficou em 0,94 nesta semana. A taxa de contágio indica para quantas pessoas um paciente infectado consegue transmitir o novo coronavírus. Quando o indicador está abaixo de 1, há indícios de desaceleração do surto e, acima disso, ele tem tendência de alta.
É a segunda vez desde abril que o índice fica abaixo de 1. A primeira ocorreu há duas semanas, quando ela ficou em 0,98. Na semana passada, ela voltou a subir para 1.
Especialistas ressaltam, porém, que apesar das duas quedas no período de três semanas, os dados não permitem concluir que a pandemia está em aceleração ou desaceleração, pois as variações são pequenas e estão dentro de uma margem de erro.
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Nesta segunda-feira (31), o presidente Jair Bolsonaro compareceu, às 18h, ao departamento médico do Palácio do Planalto e foi submetido a uma ultrassonografia. Ele foi diagnosticado com cálculo renal.
O presidente afirmou, à CNN Brasil, que o cálculo está um pouco maior que um grão de feijão e que fará uma cirurgia para retirá-lo em setembro. “Senti um incômodo e fui fazer o exame. Mas estou bem. Isso é coisa da idade”, afirmou.
No dia 6 de julho, a CNN divulgou que o presidente apresentava sintomas da Covid-19. Jair Bolsonaro afirmou que estava com febre de 38 graus, 96% de oxigenação, e disse que havia iniciado o tratamento com hidrocloroquina e azitromicina. No dia seguinte, o presidente divulgou que o exame deu positivo.
Jair Bolsonaro permaneceu 19 dias em isolamenento no Palácio da Alvorada. Refez o exame mais duas vezes e testou negativo no dia 25 de julho.

Por Elaine Patricia Cruz
Pela pripeira vez em sua história, o Instituto Butantan vai exportar 500 mil doses da vacina contra a gripe (influenza) para países asiáticos, a pedido da Organização Mundial da Saúde (OMS). A informação foi dada hoje (28) pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.
O acordo comercial é inédito, já que o Instituto Butantan não exportava as vacinas que produz. “São Paulo exporta, pela primeira vez na história, 550 mil doses da vacina contra a gripe para países asiáticos. É a primeira vez que isso acontece nos 119 anos do Instituto Butantan. A Organização Mundial da Saúde solicitou vacinas para a Mongólia e para as Filipinas”, disse o governador de São Paulo, João Doria.
A ação ainda está em fase final de tratativas entre o Butantan e a OMS. Mas, se for viabilizado, o acordo prevê a destinação de 300 mil doses para a Mongólia e 250 mil doses para as Filipinas.
O Instituto Butantan tem a maior fábrica de vacinas contra a gripe do Hemisfério Sul e, neste ano, bateu recorde de produção. Um total de 80 milhões de doses foram fornecidas ao Ministério da Saúde, para a campanha de vacinação contra a gripe.
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O Brasil tem 120.025 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h deste sábado (29), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa. São 3.819.077 casos confirmados desde o início da pandemia. Às 8h, o consórcio publicou a primeira atualização do dia com 119.610 mortes e 3.809.046 casos.
A média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 877 óbitos, uma variação de -9% em relação aos dados registrados em 14 dias. O Rio de Janeiro não divulgou seu balanço nesta sexta-feira, o que pode influenciar na média móvel do Brasil.
No total, 4 estados apresentaram alta de mortes: Goiás, Mato Grosso do Sul, Amapá e Tocantins. A Bahia está em estabilidade, quando o número de óbitos nem caiu nem subiu significativamente, junto com Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Rondônia, Maranhão, Paraíba e Rio Grande do Norte.
