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Nesta segunda-feira (31), o presidente Jair Bolsonaro compareceu, às 18h, ao departamento médico do Palácio do Planalto e foi submetido a uma ultrassonografia. Ele foi diagnosticado com cálculo renal.
O presidente afirmou, à CNN Brasil, que o cálculo está um pouco maior que um grão de feijão e que fará uma cirurgia para retirá-lo em setembro. “Senti um incômodo e fui fazer o exame. Mas estou bem. Isso é coisa da idade”, afirmou.
No dia 6 de julho, a CNN divulgou que o presidente apresentava sintomas da Covid-19. Jair Bolsonaro afirmou que estava com febre de 38 graus, 96% de oxigenação, e disse que havia iniciado o tratamento com hidrocloroquina e azitromicina. No dia seguinte, o presidente divulgou que o exame deu positivo.
Jair Bolsonaro permaneceu 19 dias em isolamenento no Palácio da Alvorada. Refez o exame mais duas vezes e testou negativo no dia 25 de julho.

Por Elaine Patricia Cruz
Pela pripeira vez em sua história, o Instituto Butantan vai exportar 500 mil doses da vacina contra a gripe (influenza) para países asiáticos, a pedido da Organização Mundial da Saúde (OMS). A informação foi dada hoje (28) pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.
O acordo comercial é inédito, já que o Instituto Butantan não exportava as vacinas que produz. “São Paulo exporta, pela primeira vez na história, 550 mil doses da vacina contra a gripe para países asiáticos. É a primeira vez que isso acontece nos 119 anos do Instituto Butantan. A Organização Mundial da Saúde solicitou vacinas para a Mongólia e para as Filipinas”, disse o governador de São Paulo, João Doria.
A ação ainda está em fase final de tratativas entre o Butantan e a OMS. Mas, se for viabilizado, o acordo prevê a destinação de 300 mil doses para a Mongólia e 250 mil doses para as Filipinas.
O Instituto Butantan tem a maior fábrica de vacinas contra a gripe do Hemisfério Sul e, neste ano, bateu recorde de produção. Um total de 80 milhões de doses foram fornecidas ao Ministério da Saúde, para a campanha de vacinação contra a gripe.
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O Brasil tem 120.025 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h deste sábado (29), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa. São 3.819.077 casos confirmados desde o início da pandemia. Às 8h, o consórcio publicou a primeira atualização do dia com 119.610 mortes e 3.809.046 casos.
A média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 877 óbitos, uma variação de -9% em relação aos dados registrados em 14 dias. O Rio de Janeiro não divulgou seu balanço nesta sexta-feira, o que pode influenciar na média móvel do Brasil.
No total, 4 estados apresentaram alta de mortes: Goiás, Mato Grosso do Sul, Amapá e Tocantins. A Bahia está em estabilidade, quando o número de óbitos nem caiu nem subiu significativamente, junto com Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Rondônia, Maranhão, Paraíba e Rio Grande do Norte.


O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (26) que o Brasil registrou 1.086 novas mortes pela Covid-19, nas últimas 24 horas. Com a atualização, o total de óbitos pela doença no país chegou a 117.666.
As informações foram antecipadas em entrevista coletiva concedida pela pasta. Ainda segundo o governo, o Brasil tem um total de 3.717.156 casos confirmados do novo coronavírus, com 47.161 diagnósticos registrados entre terça (25) e esta quarta. A pasta considera 2.908.848 pacientes recuperados da doença e afirma que 690.642 seguem em acompanhamento.
Os estados com maior número de mortes por Covid-19 foram: São Paulo (29.194), Rio de Janeiro (15.700), Ceará (8.351), Pernambuco (7.460) e Pará (6.097). As Unidades da Federação com menos óbitos até o momento são Roraima (582), Acre (607), Tocantins (621), Amapá (647) e Mato Grosso do Sul (783).