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A campanha contra o sarampo foi prorrogada até o dia 31 de outubro em todo o país. Nesta etapa, o objetivo é imunizar pessoas entre 20 e 49 anos. Os adultos que tenham o esquema vacinal completo contra a doença, comprovado no cartão de vacinação, também deverão receber outra dose da vacina tríplice viral.
Para ser imunizado é necessário se dirigir a uma unidade de saúde portando documento de identidade, cartão SUS e caderneta de vacinação. “A ausência desses documentos não impede a vacinação”, ressalta a enfermeira coordenadora do Setor de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde, Simone Neves.
De acordo com a coordenadora, para controlar a doença por meio da imunidade coletiva, estima-se que 95% da população deve estar imunizada, já que o sarampo está entre as infecções com maior capacidade de transmissão. Mais de 45 mil doses já foram distribuídas nas unidades de saúde para uso exclusivo da campanha.
A campanha de vacinação tem o objetivo de interromper a cadeia de transmissão do vírus do sarampo, sendo também um passo fundamental para eliminação do vírus do no Brasil.

O Brasil está prestes a contabilizar 4,1 milhões de indivíduos contaminados pelo novo coronavírus. De acordo com dados atualizados nesta sexta-feira (4), pelo Ministério da Saúde, desde o início da pandemia, 4.091.801 pessoas foram infectadas, enquanto 125.502 pessoas morreram em decorrência dos efeitos da doença.
Nas últimas 24 horas, foram registrados 888 óbitos e 50.163 novas pessoas diagnosticadas com a doença. Ainda de acordo com a atualização, 688.056 pessoas estão em acompanhamento, outras 3.278.243 já se recuperaram e há 2.492 falecimentos em investigação.
A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,1%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 59,7. A incidência dos casos de Covid-19 por 100 mil habitantes é de 1947,1.
Os estados com maior número de mortes foram São Paulo (31.091), Rio de Janeiro (16.467), Ceará (8.555), Pernambuco (7.619) e Pará (6.228). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (598), Acre (623), Amapá (670), Tocantins (730) e Mato Grosso do Sul (939).

A Bahia está prestes a alcançar a marca de 260 mil casos confirmados do novo coronavírus. Boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) nesta terça-feira (1º) indica que 259.418 pessoas já foram contaminadas pelo vírus.
Nas últimas 24 horas, 2.691 pessoas entraram para o sistema de notificação da pasta. Foi atualizado também o número de óbitos: 51 pessoas foram incluídas nos registros, sendo que 7 mortes aconteceram na segunda-feira (31). As demais são cumulativas: 37 em dias do mês de agosto, 11 em julho, 2 em junho e 1 em maio. Ao todo, 5.448 pessoas não resistiram às complicações da Covid-19.
Salvador segue com maior número de casos, 76.862 no total. Números expressivos, embora diferentes, em relação aos óbitos: 3.099 mortes ocorreram na capital baiana, mas 2.433 dessas são pessoas residentes na cidade.
O boletim desta terça aponta ainda a ocupação de leitos clínicos e de terapia intensiva exclusivos Covid-19. Em todo o estado, a ocupação está em 40% e 53%, respectivamente. Já na capital baiana, a ocupação de leitos clínicos está em 44% e de leitos UTI, 48%. Na segunda-feira (31), esse percentual estava em 49%.

A taxa de transmissão do coronavírus no Brasil voltou a registrar leve queda, indicando cenário de estabilização do contágio, segundo novo relatório do grupo de pesquisadores da universidade britânica Imperial College de Londres que monitora a pandemia. As informações são do portal Terra.
De acordo com as estimativas dos cientistas, o índice ficou em 0,94 nesta semana. A taxa de contágio indica para quantas pessoas um paciente infectado consegue transmitir o novo coronavírus. Quando o indicador está abaixo de 1, há indícios de desaceleração do surto e, acima disso, ele tem tendência de alta.
É a segunda vez desde abril que o índice fica abaixo de 1. A primeira ocorreu há duas semanas, quando ela ficou em 0,98. Na semana passada, ela voltou a subir para 1.
Especialistas ressaltam, porém, que apesar das duas quedas no período de três semanas, os dados não permitem concluir que a pandemia está em aceleração ou desaceleração, pois as variações são pequenas e estão dentro de uma margem de erro.
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