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Por Elaine Patricia Cruz
Pela pripeira vez em sua história, o Instituto Butantan vai exportar 500 mil doses da vacina contra a gripe (influenza) para países asiáticos, a pedido da Organização Mundial da Saúde (OMS). A informação foi dada hoje (28) pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.
O acordo comercial é inédito, já que o Instituto Butantan não exportava as vacinas que produz. “São Paulo exporta, pela primeira vez na história, 550 mil doses da vacina contra a gripe para países asiáticos. É a primeira vez que isso acontece nos 119 anos do Instituto Butantan. A Organização Mundial da Saúde solicitou vacinas para a Mongólia e para as Filipinas”, disse o governador de São Paulo, João Doria.
A ação ainda está em fase final de tratativas entre o Butantan e a OMS. Mas, se for viabilizado, o acordo prevê a destinação de 300 mil doses para a Mongólia e 250 mil doses para as Filipinas.
O Instituto Butantan tem a maior fábrica de vacinas contra a gripe do Hemisfério Sul e, neste ano, bateu recorde de produção. Um total de 80 milhões de doses foram fornecidas ao Ministério da Saúde, para a campanha de vacinação contra a gripe.
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O Brasil tem 120.025 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h deste sábado (29), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa. São 3.819.077 casos confirmados desde o início da pandemia. Às 8h, o consórcio publicou a primeira atualização do dia com 119.610 mortes e 3.809.046 casos.
A média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 877 óbitos, uma variação de -9% em relação aos dados registrados em 14 dias. O Rio de Janeiro não divulgou seu balanço nesta sexta-feira, o que pode influenciar na média móvel do Brasil.
No total, 4 estados apresentaram alta de mortes: Goiás, Mato Grosso do Sul, Amapá e Tocantins. A Bahia está em estabilidade, quando o número de óbitos nem caiu nem subiu significativamente, junto com Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Rondônia, Maranhão, Paraíba e Rio Grande do Norte.


O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (26) que o Brasil registrou 1.086 novas mortes pela Covid-19, nas últimas 24 horas. Com a atualização, o total de óbitos pela doença no país chegou a 117.666.
As informações foram antecipadas em entrevista coletiva concedida pela pasta. Ainda segundo o governo, o Brasil tem um total de 3.717.156 casos confirmados do novo coronavírus, com 47.161 diagnósticos registrados entre terça (25) e esta quarta. A pasta considera 2.908.848 pacientes recuperados da doença e afirma que 690.642 seguem em acompanhamento.
Os estados com maior número de mortes por Covid-19 foram: São Paulo (29.194), Rio de Janeiro (15.700), Ceará (8.351), Pernambuco (7.460) e Pará (6.097). As Unidades da Federação com menos óbitos até o momento são Roraima (582), Acre (607), Tocantins (621), Amapá (647) e Mato Grosso do Sul (783).

A Bahia atingiu uma marca expressiva nessa pandemia do novo coronavírus. Boletim divulgado nesta terça-feira (25) pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) indica que já são 5.051 o número de óbitos registrados no estado. Desse total, 42 aconteceram entre 1º e 24 de agosto.
Destaque também para o número de casos confirmados da doença nas últimas 24 horas: 3.731 pessoas entraram no sistema de notificações da Covid-19. Foram 70 novos óbitos no mesmo período.
O estado já acumula 240.039 casos da doença, dos quais 11.852 ainda estão ativos. Ainda de acordo com a Sesab, o vírus já atingiu 414 dos 417 municípios baianos, com maior proporção para Salvador.
A capital é responsável por 30,88% dos casos da doença. Desde o início da pandemia, a cidade já registrou 73.198 diagnósticos da Covid-19, e possui ainda 1.311 casos ativos. Em relação aos óbitos, 2.939 pessoas não resistiram às complicações da doença.