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A Rússia iniciou neste sábado (15) a produção do primeiro lote da vacina Sputnik V contra a Covid-19. A confirmação foi feita pelo Ministério da Saúde da Rússia, em um comunicado divulgado pelo governo.
“A produção de uma vacina contra nova infecção por coronavírus, Covid-19, desenvolvida pelo Centro de Pesquisa Gamaleya do Ministério da Saúde da Rússia, já começou”. O país foi o primeiro a registrar uma vacina contra o vírus, porém não se sabe sobre a eficácia dela.
De acordo com o site da vacina, ela foi testada em animais, dois tipos de primatas, antes de chegar aos humanos. Porém nenhum estudo cientifico sobre o método foi divulgado.
A Organização Mundial da Saúde afirmou que está em contato com as autoridades de Saúde da Rússia e que conversas sobre um possível sinal verde da OMS estão em andamento.

A secretaria de saúde de Brumado confirmou, na tarde desta quinta-feira (13), a sétima morte por Covid-19, o novo coronavírus. Segundo informou a pasta ao site Brumado Verdade, trata-se de um idoso de 71 anos, com histórico de desconforto respiratório, obeso, hipertenso, com febre e tosse desde o último dia 06 de agosto.
O paciente deu entrada no Centro de Atendimento Covid-19, na noite da última quarta-feira (12). Ele foi entubado e depois apresentou parada cardíaca, sendo revertida, mas teve uma segunda parada e após 40 minutos de reanimação foi constatado o óbito.

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O Brasil chegou a 104.201 mortes em função da pandemia do novo coronavírus. Os dados foram divulgados na entrevista coletiva de apresentação do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde nesta quarta-feira (12). Na terça, o painel trazia 103.026. Ainda de acordo com o Ministério, 3.454 óbitos estão em investigação.
Já os casos acumulados somaram 3.164.785. Há 715.107 casos em acompanhamento. Ontem, o sistema do Ministério da Saúde marcava 3.109.630 pessoas infectadas desde o início da pandemia. Até o momento, 2.309.477 pessoas se recuperaram da doença.
Os estados com maior número de mortes por Covid-19 são: São Paulo (25.869), Rio de Janeiro (14.295), Ceará (8.052) e Pará (5.909). As Unidades da Federação com menos óbitos são: Tocantins (482), Roraima (555), Mato Grosso do Sul (558), Acre (569) e Amapá (606).

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), foi diagnosticado com o novo coronavírus. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, o teste, positivo, chegou às mãos do tucano no fim da manhã desta quarta-feira (12). “Eu estou me sentindo bem, estou assintomático. Vou trabalhar a distância”, disse o governador à Folha.
De acordo com a publicação, ele ficará dez dias isolado em sua casa, despachando de forma remota. O vice-governador, Rodrigo Garcia (DEM), assumirá os eventos presenciais no Palácio dos Bandeirantes.
Doria afirmou que “não tem ideia” de onde possa ter contraído o patógeno, dado que, apesar de tomar cuidados como uso de máscara e distanciamento, participou de inúmeras reuniões nos últimos 14 dias —o tempo usual de incubação do vírus.

O Brasil chegou a 3.109.630 casos do novo coronavírus, até esta terça-feira (11). Segundo o balanço do Ministério da Saúde, dos infectados, o país tem 72,1% de pacientes recuperados.
Ao todo foram 103.026 mortes, com as novas 1.274 mortes em razão da Covid-19, além de 52.160 novos casos. Ainda existem 763.480 pessoas em tratamento.

O presidente da Rússica, Vladimir Putin, disse que o país registrou a primeira vacina do mundo contra a Covid-19. O anúncio foi feito nesta terça-feira (11). “Sei que é bastante eficaz, que proporciona imunidade duradoura”, garantiu Putin, em uma videoconferência realizada com integrantes do governo. A reunião foi exibida na televisão.
Segundo informações do jornal O Globo, o ministro da Saúde do país, Mikhail Murashko, também disse que o resultado mostrou eficácia e segurança. O registro nacional de medicamentos da pasta indica que o imunizante será distribuído no dia 1º de janeiro de 2021.
Mas apesar da urgência com que o mundo espera pela vacina contra a Covid-19, a comunicada científica estrangeira tem expressado preocupação diante da rapidez no processo de criação do imunizante russo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) chegou a pedir respeito às diretrizes estabelecidas e também pediu que a Rússia seguisse “todos os estágios” do procedimento, sem pular etapas.
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