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O Brasil chegou a 1.755.779 milhões de casos em razão da Covid-19. Nas últimas 24 horas foram registradas mais 1.220 mortes, segundo boletim do Ministério da Saúde divulgado nesta quinta-feira (09).
O número de casos nas últimas 24 horas somaram mais 42.619 no quadro da doença. Já o número total de mortes chegou a 69.184. Conforme o balanço, há 632.552 pessoas em acompanhamento e 1.054.043 se recuperaram, e existem 4.077 mortes em investigação.

O Brasil teve 1.223 mortes causadas por coronavírus registradas nas últimas 24 horas, de acordo com o novo balanço do Ministério da Saúde, divulgado nesta quarta-feira (08).
Com a atualização do Ministério, o país chegou a 67.964 vidas perdidas para a Covid-19. Segundo o governo federal, foram contabilizados mais 44.571 casos da doença de ontem para hoje. Esse resultado faz o total acumulado de diagnósticos chegar a 1.713.160.
Ainda de acordo com a Pasta, o Brasil superou a marca de 1 milhão de recuperados. Outros 624.295 pacientes estão em acompanhamento.
Por duas semanas consecutivas, o estado do Rio de Janeiro registrou queda no número de mortes e de pessoas infectadas por Covid-19. A redução se concentra na capital fluminense. A curva descendente esboça uma tendência, mas ainda está longe de configurar um quadro de controle da doença, pois o atual afrouxamento do isolamento social pode causar uma segunda onda da doença.

por Adriano Villela
O ex-ministro Geddel Vieira Lima testou positivo para o novo coronavírus. O diagnóstico foi feito em um teste rápido no Centro de Observação Penal, no Complexo da Mata Escura, onde cumpre pena por condenação no caso do apartamento com malas de dinheiro. A família não está tendo acesso a visitas em virtude, justamente, da pandemia.
A confirmação do resultado da testagem foi feita por um dos advogados do escritório de Gamil Foppel, que faz a defesa de Geddel. “A preocupação maior é que ele tem comorbidades. Vamos rezar”, afirmou o irmão do ex-ministro e ex-deputado federal Lúcio Vieira Lima, que confirmou as informações a imprensa.

Lençóis, na Chapada Diamantina – sem casos de coronavírus até o último domingo (5) – chegou a 21 infectados nesta quarta-feira (8). Entre os casos confirmados está o prefeito Marcos Airton, a secretária de Administração, Giovana Aguiar, o secretário de Meio Ambiente, Andres Iglesias, além de assessores e servidores municipais.
Segundo o G1, os infectados disseram que estão sem sintomas e que cumprem quarentena em isolamento domiciliar. Conforme a prefeitura, a suspeita é que o contágio que atingiu o prefeito e secretários ocorreu após um servidor ser infectado.
Com a confirmação dos casos, a prefeitura testou todos os funcionários e o prédio foi higienizado para evitar outras ocorrências relacionadas ao coronavírus. A gestão também informou que tem testado pessoas que tiveram contato com quem teve o diagnóstico confirmado. Com a confirmação dos casos, Lençóis também teve o transporte suspenso pelo governo do estado.

As mortes por Covid-19 em quatro meses já ultrapassaram o total anual de homicídios dos últimos 42 anos, de 1979 a 2019, segundo a coluna de Guilherme Amado, da revista Época. Segundo a publicação, até terça-feira (07), a doença havia matado 66.868 pessoas no país, de acordo com o consórcio formado por veículos de imprensa.
De 1979 a 2017, o número de homicídios variou de 11,2 mil (1979) a 65,2 mil (2017). Os dados são do Atlas da Violência, elaborado pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com base em dados do Ministério da Saúde. A série histórica começa em 1979 e vai até 2017.
Informações dos governos estaduais coletadas pelo Monitor da Violência do portal G1 mostram que as mortes por Covid-19 também superam os homicídios em 2018, quando foram registrados 51,5 mil, e 2019, quando foram 41,7 mil.

Confirmando a tendência verificada desde junho, a curva de pacientes curados de Covid-19 prossegue crescendo mais do que a de novos casos. Desde o início da pandemia, em março, o estado registra 63.207 pessoas curadas e 26.531 pacientes com vírus ativo. Nas últimas 24 horas, houve mais 3.675 infectados (crescimento diário de 4,2%) e 3.428 contaminados recuperados (5,7%).
Segundo os dados epidemiológicos divulgados pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) nesta terça-feira (7), são 91.954 contaminados no total. Destes, 2.216 morreram. Em um dia, houve a confirmação de 48 óbitos causados pelo novo coronavírus, ante 61 divulgados na segunda-feira.
Usada como critério para a reabertura da economia, a ocupação hospitalar segue com números preocupantes. Em UTIs, 81% dos 887 leitos exclusivos para pacientes Covid. A meta para a retomada pós pandemia é um nível abaixo de 75%. Na Bahia, dos 2.312 leitos disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS) , 1.486 possuem pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de 64%.
Ainda segundo a Sesab, dos 417 municípios baianos, 394 tiveram algum caso confirmado e, no total de casos confirmados, 10.222 são profissioais de saúde.

Após o teste do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmar que ele havia contraído a doença, diversos políticos em todo o Brasil utilizaram as redes sociais para comentar a notícia. Enquanto uns mandavam mensagens de apoio, outros teciam críticas ao presidente pelo seu comportamento durante a pandemia.
O prefeito de Curitiba, Rafael Greca (DEM), disse desejar a proteção divina a Bolsonaro e agradeceu a contribuição do governo federal durante o combate ao coronavírus. “Em meu nome e dos curitibanos, desejo ao presidente Jair Bolsonaro o pronto restabelecimento de grande divina proteção. Sensibilizado, aproveito para agradecer os 50 respiradores recebidos para abertura de novos leitos de UTI”, escreveu.
O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, foi sucinto ao escrever em sua conta no Twitter sobre o episódio e apenas desejou melhoras ao presidente. “Sobre a informação de que o presidente testou positivo para Covid-19, só cabe desejar a ele plena recuperação”.
Já o ex-presidenciável, Fernando Haddad (PT), publicou uma crítica a Bolsonaro e desejou que a sua saúde se restabeleça. “Lamento pelos mais de 1,6 milhão de infectados e pelo fato de termos entre nós o pior gestor de crise do mundo. Desejo que todos se restabeleçam, inclusive Bolsonaro. Aos familiares dos que se foram em meio ao descaso do governo, meus sinceros sentimentos”, disse.
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