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Hospedeiro e transmissor de um parasita chamado Toxoplasma gondii, que pode se infiltrar no sistema nervoso central de seres humanos, os gatos podem dobrar as chances de uma pessoa desenvolver esquizofrenia.
A constatação é do Centro de Pesquisa em Saúde Mental de Queensland, na Austrália, que compilou 17 estudos publicados durante os últimos 44 anos, em 11 países diferentes.
O ser humano pode ser contaminado pelo parasita caso tenha contato com as fezes do gato ou através de mordida.

Entre os dias 7 e 15 de dezembro, quem for aos cinemas de 125 cidades do Brasil assistirá a filme de 29 segundos com alerta sobre os riscos do glaucoma, causa mais comum da cegueira irreversível no mundo. A campanha da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) quer mostrar a importância dos exames preventivos com oftalmologista.
A ideia da campanha nos cinemas é mostrar o que pode se perder ao deixar a doença avançar. “Infelizmente, no glaucoma a perda de visão é definitiva. No cinema, que é uma arte tão querida por todos, onde vemos imagens belíssimas, o paciente com a visão ruim, não consegue aproveitar. Então quisemos chocar as pessoas. Quase 150 mil pessoas serão impactadas por essa ação e o objetivo é informar que existe essa doença e fazer com que as pessoas procurem o oftalmologista para iniciar o tratamento o mais cedo possível”, disse o presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG), Roberto Galvão Filho.
Apesar de ser a mais comum causa de cegueira o glaucoma ainda é desconhecido por grande parte da população. Segundo uma pesquisa realizada por oftalmologistas ligados à SBG, com 1.636 indivíduos, 90% ignoravam que já apresentavam sinais de risco da doença. As estimativas da SBG mostram que 2,5 milhões de pessoas vivem com a doença no país.
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A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, por unanimidade, nesta sexta-feira (1º) a abertura de uma proposta de consulta pública para revisar a proibição de cigarros eletrônicos no Brasil. Desde 2009, uma resolução da entidade proíbe a fabricação, a comercialização, a importação e a propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como vape. De acordo com a decisão da Anvisa de hoje, a sociedade civil terá 60 dias para manifestar-se sobre o tema na consulta pública.
Ao longo da reunião, transmitida em tempo real por meio do canal oficial da Anvisa no YouTube, diversas manifestações do setor regulado, de entidades civis e da população em geral foram veiculadas por meio de vídeos enviados à agência. Ao todo, mais de 60 pessoas, com opiniões favoráveis e contrárias à regulamentação dos cigarros eletrônicos, foram ouvidas pelos diretores antes que proferissem seus votos.
Enquanto a diretoria colegiada da Anvisa se reunia, um grupo de cerca de 20 pessoas ligadas à organização não governamental (ONG) Direta – Diretório de Informações para a Redução de Danos do Tabagismo defendia, em frente à sede da Anvisa, a regulamentação dos cigarros eletrônicos no Brasil. Entre as argumentações apresentadas está a de que esses dispositivos não causam os mesmos males do tabagismo.
O grupo argumenta ainda que, em razão da ausência de uma regulamentação, dispositivos de má qualidade acabam sendo comercializados livremente no país e que há pessoas fabricando líquido para cigarros eletrônicos até mesmo dentro de casa. O presidente da ONG, Alexandro Lucian Alves Cordeiro dos Santos, cita revisões científicas que indicariam redução de danos de até 95% para pessoas que substituíram o cigarro comum pelo eletrônico.
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O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (29) a atualização na lista de doenças relacionadas ao trabalho. Uma portaria já foi publicada incluindo 165 novas patologias, apontadas como responsáveis por danos à integridade física ou mental do trabalhador. Entre elas estão a covid-19, distúrbios músculos esqueléticos e alguns tipos de cânceres. Transtornos mentais como Burnout, ansiedade, depressão e tentativa de suicídio também foram acrescentados à lista. Foi ainda reconhecido que o uso de determinadas drogas pode ser consequência de jornadas exaustivas e assédio moral, da mesma forma como o abuso de álcool que já constava na lista.
Os ajustes receberam parecer favorável dos ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social e passam a valer em 30 dias. Com as mudanças, o poder público deverá planejar medidas de assistência e vigilância para evitar essas doenças em locais de trabalho, possibilitando ambientes laborais mais seguros e saudáveis.
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Problema com taxa de mortalidade de 90%, a morte súbita não acontece de maneira inesperada para metade das vítimas, segundo um estudo publicado na revista científica The Lancet, feito pela instituição Cedars-Sinai Health System, de Los Angeles, nos Estados Unidos.
Entre os sintomas mais comuns, estão dor no peito, falta de ar e transpiração intensa.
Um estudo anterior da mesma instituição apontou que apenas aproximadamente 19% das pessoas procuram ajuda médica quando sentem os primeiros sinais de que há algo errado. Com informações da Agência Einstein.

A Bahia registrou, até o último dia 4 de novembro, 46.234 casos prováveis de dengue no estado, o que representa um incremento de 35,7%, se comparado com o mesmo período de 2022, quando foram notificadas 34.063 ocorrências. As informações são da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).
Diante deste cenário e do Dia Nacional de Combate ao mosquito Aedes aegypti, celebrado neste domingo, 19, o infectologista e consultor técnico do Sabin Diagnóstico e Saúde, Claudilson Bastos, recomenda a adoção de algumas medidas importantes, como a vacinação, que ajuda a prevenir o agravamento nos casos da doença, que já matou 17 pessoas este ano na Bahia.
Disponível no Brasil desde junho deste ano, a vacina Qdenga, do laboratório japonês Takeda, foi a primeira autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aplicação tanto em pessoas que nunca tiveram dengue como em quem já teve a doença. O imunizante está disponível na rede privada. “A vacina é muito eficiente e segura e ajuda a prevenir mais de 80% dos casos gerais de dengue e reduz em 90% as hospitalizações”, destaca Bastos, acrescentando que a Qdenda protege contra os quatro tipos do vírus (DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4), sendo que as dos tipos 1, 2 e 4 são as mais comuns no Brasil.
O infectologista ainda alerta para outras medidas mais cotidianas que podem ser adotadas pela população e que auxilia no combate ao Aedes aegypti, que é responsável por transmitir outros dois arbovírus: zika e chikungunya. “Com as chuvas e estações mais quentes, como a primavera e verão, aumentam o risco de proliferação do mosquito por conta de água parada, que é o cenário ideal para a reprodução deste inseto.
Por isso, livre-se de objetos que acumulam água parada, como latas, potes e pneus, assim como armazenar garrafas da forma correta, com a boca para baixo, e evitar a contaminação de calhas, deixando-as desobstruídas e livres de folhas e galhos, e de caixas-d’água, cobrindo-as adequadamente”, orienta.

Na Bahia, em 2022, um de cada 5 homens que morreram vitimas de câncer um deles foi por câncer de próstata. A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) apresentou os dados à sociedade, através da atualização do Infográfico do Câncer de Próstata.
O câncer de próstata é a principal causa mortis por neoplasias malignas entre a população masculina tanto no Brasil, quanto na Região Nordeste e na Bahia. Em razão disso, anualmente no Brasil, durante o mês de novembro, é realizada a campanha Novembro Azul, que é voltada para conscientização sobre o câncer de próstata.
O risco é eminente a partir dos 50 anos e o envelhecimento da população brasileira tende a agravar esse quadro. De acordo com o Inca, além da idade outros fatores de risco estão associados ao histórico familiar; obesidade e exposição a aminas aromáticas, arsênios e produtos de petróleo. Este último fator de risco está relacionado ao exercício de atividades profissionais.
Para 2022, os principais resultados indicam que há um incremento tanto da incidência quanto da mortalidade por câncer de próstata entre a população masculina na Bahia. Foram 1,5 mil óbitos por câncer de próstata na Bahia, o que representava 19,3% da mortalidade por todos os tipos de neoplasias malignas entre a população masculina da Bahia.
A taxa de mortalidade que era de 14,6 por 100 mil homens baianos nos anos 2000, passou para 20,0 no ano de 2022. Essa observação confirma a tendência ascendente desse tipo de vitimização na Bahia.

A Bahia registrou, até o último dia 4 de novembro, 46.234 casos prováveis de dengue no estado, o que representa um incremento de 35,7%, se comparado com o mesmo período de 2022, quando foram notificadas 34.063 ocorrências. As informações são da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).
Diante deste cenário e do Dia Nacional de Combate ao mosquito Aedes aegypti, celebrado neste domingo, 19, o infectologista e consultor técnico do Sabin Diagnóstico e Saúde, Claudilson Bastos, recomenda a adoção de algumas medidas importantes, como a vacinação, que ajuda a prevenir o agravamento nos casos da doença, que já matou 17 pessoas este ano na Bahia.
Disponível no Brasil desde junho deste ano, a vacina Qdenga, do laboratório japonês Takeda, foi a primeira autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aplicação tanto em pessoas que nunca tiveram dengue como em quem já teve a doença.
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O câncer de próstata, tipo mais comum entre os homens, é a causa de morte de 28,6% da população masculina que desenvolve neoplasias malignas. No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido ao câncer de próstata, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (Inca).
O que é a próstata?
É uma glândula do sistema reprodutor masculino, que pesa cerca de 20 gramas, e se assemelha a uma castanha. Ela localiza-se abaixo da bexiga e sua principal função, juntamente com as vesículas seminais, é produzir o esperma.
Sintomas:
Na fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas e quando alguns sinais começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura. Na fase avançada, os sintomas são:
• dor óssea;
• dores ao urinar;
• vontade de urinar com frequência;
• presença de sangue na urina e/ou no sêmen.
Fatores de risco:
• histórico familiar de câncer de próstata: pai, irmão e tio;
• raça: homens negros sofrem maior incidência deste tipo de câncer;
• obesidade.
Prevenção e tratamento:
A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como endurecimento e presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico).
Cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados somente pela alteração no toque retal. Outros exames poderão ser solicitados se houver suspeita de câncer de próstata, como as biópsias, que retiram fragmentos da próstata para análise, guiadas pelo ultrassom transretal.
A indicação da melhor forma de tratamento vai depender de vários aspectos, como estado de saúde atual, estadiamento da doença e expectativa de vida. Em casos de tumores de baixa agressividade há a opção da vigilância ativa, na qual periodicamente se faz um monitoramento da evolução da doença intervindo se houver progressão da mesma.

Em depoimentos prestados à Polícia Federal (PF) como parte de acordo de delação premiada, o ex-ajudante de ordens da Presidência da República, Mauro Cid, afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deu ordem parafraudes em certificados de vacina contra a Covid-19. Conforme apuração de Aguirre Talento, no UOL, três fontes que acompanharam o acordo de colaboração confirmaram que o tenente-coronel admitiu a participação na falsificação dos cartões de vacina inseridos no sistema do Ministério de Saúde e implicou diretamente o ex-presidente no esquema.
Advogado de Bolsonaro, Fábio Wajngarten negou a acusação. “Eu garanto que o presidente nunca pediu nem pra ele, nem para a filha dele. Até porque o mundo inteiro conhece a posição dele sobre as vacinas, e o visto dele, como presidente da República, não necessitava de comprovante de vacina. A filha menor de idade também não tinha necessidade, razão pela qual não fez qualquer pedido ao tenente-coronel Mauro Cid sobre os certificados”, afirmou.
Apesar das alegações da defesa, Mauro Cid disse à PF que recebeu ordens do ex-presidente para confeccionar os comprovantes falsos em nome dele e da filha mais nova, Laura. O tenente-coronel relatou ainda que providenciou os documentos por meio de aliados e que, após imprimi-los, entregou os cartões em mãos ao próprio Bolsonaro.
Segundo o UOL, a PF já tinha provas suficientes sobre o esquema, mas buscava identificar a participação do ex-chefe do Executivo no caso. Na delação, Cid confirmou aos investigadores fatos já identificados anteriormente, a exemplo da inserção dos dados falsos de vacina de Bolsonaro e Laura por funcionários da Prefeitura de Duque de Caxias no sistema do Ministério da Saúde em 21 de dezembro de 2022.