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Pela primeira vez no mundo, um estudo clínico feito na Inglaterra fez uma transfusão de glóbulos vermelhos cultivados em laboratório para dois pacientes. O procedimento é inovador e, se funcionar, a expectativa é diminuir a necessidade de transfusões sanguíneas. As células, que levam três semanas para serem criadas, dão esperança a grupos que precisam receber sangue regularmente, como pessoas com câncer avançado ou anemia falciforme.
Em seguida, os pesquisadores da Universidade de Bristol planejam testar se os glóbulos vermelhos cultivados em laboratório duram mais no corpo em comparação com as células humanas que fazem parte do procedimento padrão.
Para criar os glóbulos vermelhos, os cientistas removeram células-tronco, que têm capacidade de se tornar qualquer célula do corpo, do sangue de doadores regulares. Depois disso, eles usaram compostos químicos para transformar o material nas células sanguíneas, criando um suprimento maior do que o doado inicialmente.
Como os glóbulos vermelhos são recém-cultivados em laboratório e todas as células são produzidas ao mesmo tempo, os pesquisadores suspeitam que eles podem durar mais tempo no corpo após as transfusões.
Se o sangue cultivado em laboratório durar mais, seu uso pode simplificar a vida de pessoas que precisam de transfusão, diminuindo a quantidade de procedimentos obrigatórios. Os cientistas dizem que, no futuro, isso reduziria também a sobrecarga de ferro causada por transfusões de sangue frequentes, evitando o risco de complicações graves. As células também poderiam ser utilizadas em pessoas com tipos raros de grupos sanguíneos.

Dias depois do surgimento de rumores de que a política de Covid zero da China enfim chegaria ao fim –negado pelo regime–, o país enfrenta um novo surto de coronavírus, o pior em seis meses. A nação asiática registrou 7.475 casos da doença nesta segunda-feira (7), um crescimento de mais de 30% em relação ao dia anterior, segundo dados oficiais.
É um aumento modesto se comparado com taxas de infecção de outros países. Mas ele é expressivo para a China, onde surtos do tipo têm sido controlados assim que nascem, com medidas que incluem a imposição de lockdowns a cidades e províncias inteiras, o fechamento de fábricas e de comércios, e o confinamento de milhões de pessoas em suas casas por semanas, às vezes meses.
O principal foco do surto atual é a cidade de Guangzhou, pólo fabril no sul do país que na segunda registrou 2.377 novas infecções por Covid, a maior quantidade de sua história. São quase 500 casos a mais em relação ao dia anterior, e um salto dramático em relação aos números de dois dígitos que apresentava duas semanas atrás.
Segundo o jornal South China Morning Post, as infecções em Guangzhou estão sendo guiadas por uma variante descoberta em Xangai em julho, a ômicron BA.5.2 –diferente, portanto, da linhagem que vem provocando aumentos de casos nos Estados Unidos, Europa e, mais recentemente, no Brasil, a BQ.1.
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O parto prematuro é a principal causa global da mortalidade infantil antes dos 5 anos de idade e o Brasil é o 10º colocado no ranking mundial dos países com mais nascimentos prematuros. O bebê é considerado prematuro quando nasce antes da 37ª semana de gravidez – uma gestação completa varia entre 37 e 42 semanas.
Por isso, a campanha Novembro Roxo – que tem 17 de novembro como o Dia Mundial da Prematuridade – leva um alerta às famílias e à sociedade sobre o crescente número de partos prematuros, suas causas e consequências. De acordo com o Ministério da Saúde, todo ano são registrados em torno de 340 mil nascimentos prematuros no Brasil, o equivalente a seis casos a cada dez minutos.
Levantamento feito pela ONG Prematuridade.com, única organização sem fins lucrativos nacional dedicada à causa da prematuridade, mostrou que, para 95,4% dos brasileiros, as políticas públicas relacionadas à prematuridade devem ter alta prioridade, sendo 74,1% afirmando que essa priorização deve ser muito alta e 21,3%, alta. A Pesquisa de Opinião sobre a Prematuridade foi realizada de forma online, entre os dias 3 de agosto e 20 de setembro, e registrou 1.433 participações de pessoas de todo o Brasil.
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A cantora Joelma chamou atenção dos fãs por conta de um inchaço no rosto enquanto apresentava um programa na televisão na última sexta-feira (4). Em apresentação no Teleton, os internautas, novamente, criaram novas teorias sobre o estado da artista.
A assessoria de Joelma informou que a cantora ainda enfrenta as sequelas da Covid-19, no qual ela foi infectada três vezes. “Os inchaços são sequelas do vírus e ela está em tratamento”, disse a assessoria.
Em maio deste ano, os fãs da Joelma já haviam notado um inchaço no rosto em Parauapebas, mas a cantora também argumentou que se tratava das sequelas da Covid-19. Apesar da situação, a famosa segue normalmente com as apresentações. Ela, inclusive, está em turnê pelo Brasil.

O Brasil registrou 65 novas mortes por Covid-19 nesta sexta-feira (04) e mais 2.755 casos da doença, segundo o boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, segundo o boletim, foram registradas 688.332 mortes por Covid-19.
O número total de casos confirmados da doença é de 34.849.063. Ainda segundo o boletim, 34.067.695 pessoas se recuperaram da doença e 93.036 casos estão em acompanhamento.
De acordo com os dados divulgados, São Paulo lidera o número de casos, com 6,14 milhões, seguido por Minas Gerais (3,88 milhões) e Paraná (2,75 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (149,8 mil). Em seguida, aparece Roraima (175,5 mil) e Amapá (178,4 mil).
Em relação às mortes, de acordo com os dados mais recentes, São Paulo apresenta o maior número (175.640), seguido de Rio de Janeiro (75.881) e Minas Gerais (63.887). Os menores números de mortes estão no Acre (2.029), no Amapá (2.164) e em Roraima (2.175).

O cantor Erasmo Carlos recebeu alta hospitalar na noite desta quarta-feira (2). O artista estava internado há 17 dias no hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro, onde realizou uma bateria de exames e readequação dos medicamentos de uso contínuo.
Erasmo comemorou nas redes sociais e agradeceu a todos que torceram por sua recuperação. “Bem simbólico… depois de me matarem no dia 30, ressuscitei no Dia de Finados e tive alta do hospital!”, escreveu Erasmo, fazendo uma referência a notícias falsas que ele havia morrido.
“Obrigado a Deus, a todos que cuidaram de mim, rezaram por mim e se torceram pela minha recuperação…Essa foto com a Fernanda traduz como estamos felizes”, acrescentou o cantor em sua conta no Instagram.

A Bahia registrou nas últimas 24h, 241 casos de Covid-19, 289 recuperados e mais 2 óbitos. Segundo o boletim epidemiológico divulgado na sexta-feira (28), pela Secretaria de Saúde da Bahia, foram contabilizados 2.049.252 casos descartados e 358.948 em investigação. O boletim também mostra que na Bahia, 68.734 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Até o momento a Bahia contabiliza 11.722.443 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.861.231 com a segunda dose ou dose única, 7.465.944 com a dose de reforço e 2.479.567 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 1.062.282 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 715.918 já tomaram também a segunda dose. Do grupo de 3 e 4 anos, 58.265 tomaram a primeira dose e 18.079 já tomaram a segunda dose.

Cerca de 1 milhão de vacinas pediátricas da Pfizer contra a Covid-19 chegaram ao Brasil pelo Aeroporto de Viracopos, em Campinas, e foram entregues ao Ministério da Saúde, nesta quinta-feira (27).
O fabricante recomenda que estas doses sejam aplicadas em crianças dentro da faixa etária de 6 meses até 3 anos de idade. Entretanto, a pasta afirmou que pretende divulgar apenas na próxima segunda-feira (31) uma nota técnica, explicando quem será o público-alvo na aplicação dos imunizantes.
Além disso, outras informações importantes, como as orientações da vacinação e distribuição das doses também estarão presentes neste documento que será emitido pelo órgão.
Inicialmente, as crianças com comorbidade que se encontram na faixa etária recomendada pela Pfizer serão vacinadas, entretanto, a aplicação dos imunizantes em crianças que não fazem parte deste grupo será avaliada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

O Conselho Federal de Medicina (CFM) suspendeu a resolução que limitava a prescrição da substância. Com isso, o uso do canabidiol voltou a ser liberado no Brasil, agora de forma temporária.
De acordo com o conselho, a medida foi tomada após críticas e pacientes e entidades médicas, que apontaram a comprovação científica para o tratamento de diversas doenças e condições clínicas com o óleo. A suspensão foi publicada nesta terça-feira (25) no Diário Oficial
O CFM ainda decidiu abrir uma consulta pública para receber contribuições de toda a população sobre o tema. As sugestões podem ser feitas até 23 de dezembro por meio do site da entidade ww.portal.cfm.org.br.

O Senado aprovou nesta terça-feira (25) um projeto de lei complementar que destina às Santas Casas uma verba de R$ 2 bilhões. A ideia do projeto é contribuir para a sustentabilidade econômico-financeira dessas instituições na manutenção dos atendimentos. O financiamento virá de saldos remanescentes de repasses da União nos fundos de saúde e de assistência social de estados, Distrito Federal e municípios.
Caso os saldos sejam insuficientes para o pagamento das Santas Casas, a União poderá transferir a diferença. Os recursos poderão ser utilizados até o final de 2023. De acordo com o projeto, a verba deve ser destinada ao custeio de serviços.
As Santas Casas atuam de forma complementar na prestação de serviços públicos de saúde, em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS). Junto com as Santas Casas na atuação complementar do SUS, estão os hospitais filantrópicos. Essas instituições realizam os serviços gratuitos à população e o SUS paga a elas pelo serviço prestado.
“A realização de atos de transposição, transferência e reprogramação de saldos financeiros ‘parados’ nos fundos de saúde e de assistência social ainda é desejada no momento atual, pois garante mais eficiência na ação dos entes subnacionais na área de saúde, especialmente quanto aos grandes problemas enfrentados pelas entidades privadas sem fins lucrativos que complementam o SUS”, afirmou o relator do projeto, senador Luis Carlos Heinze (PL-RS), em seu parecer. O projeto segue para sanção presidencial.