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Após enfrentarem a infecção pelo vírus SARS-CoV-2 e o tratamento isolados, muitos pacientes convivem com sintomas persistentes e sequelas da Covid-19. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Medicina de Washington e publicada este ano no Jornal JAMA Network revela que 3 em cada 10 infectados pelo novo coronavírus apresentam sequelas até 9 meses após a cura, mesmo aquelas pessoas que tiveram sintomas leves e/ou moderados da doença.
E embora grande parte dos relatos aponte para fadiga, perda de olfato e paladar, problemas respiratórios, neurológicos e confusão mental, estudos mostram que a doença pode afetar ainda a saúde sexual e reprodutiva, levando à disfunção erétil e à falta de libido.
Segundo o médico Jorge Valente, especialista em medicina integrativa e reposição hormonal, alterações como a disfunção sexual acontecem porque a Covid-19 é uma doença sistêmica que desencadeia processos inflamatórios comprometendo também os vasos sanguíneos.
“O grande problema do coronavírus é o aumento da inflamação, que pode atingir o endotélio vascular, ou seja, a camada que reveste internamente os vasos do corpo, inclusive os vasos penianos. Disfunções no endotélio estão associadas à dificuldade de ereção”, explica.
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Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 08/03: 86 novos casos
👉🏻 Terça-feira, 09/03: 53 novos casos (+5 mortes)

O cantor Edson, da dupla com Hudson, precisou ser transferido para a UTI de um hospital em São Paulo após piora no quadro de Covid-19.
O sertanejo, que tinha iniciado o tratamento contra a doença em casa, estava internado no hospital particular Santa Ignês, na cidade de Indaiatuba, e foi levado para o Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, da Rede D’Or São Luiz, em São Paulo.
De acordo com a assessoria de imprensa, o quadro de Edson permanece estável e o artista respira sem ajuda de aparelhos.
Nas redes sociais a companheira do sertanejo pediu uma corrente de orações ao artista. “Meu amor, metade do meu coração, meu companheiro, amor da minha vida segue firme se recuperando. Está tudo bem, tudo no controle de Deus. Muito obrigada por cada mensagem. Continuem orando”.
A cidade em que Edson estava internado antes de ir para São Paulo, registou na sexta-feira (5) a ocupação de 100% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para Covid-19 nos dois hospitais instalados no município. Desde o início da pandemia, Indaiatuba registra 15.242 infectados e contabiliza 361 mortes por coronavírus.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) se reúnem nesta terça-feira (9) para tratar dos dados pendentes do pedido de registro definitivo da vacina contra a Covid-19 no país.
Segundo a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, o processo já está 83,45% concluído. Mas, desde 19 de fevereiro, a Anvisa aguarda dados que comprovam que a vacina produzido pela Fiocruz está conforme a original, a Astrazeneca. A expectativa é pela apresentação dos dados que faltam.

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 08/03: 86 novos casos

Com uma população de mais de 67.000, a cidade de Brumado vem sofrendo pelo desmando do gestor, por não dar uma atenção a área de saúde na pandemia. O município recebeu mais de 9 milhões para a Covid-19 e até agora ninguém sabe onde foi parar o dinheiro da saúde. A cada dia registrando mais mortes.
UPA e Hospital está um caos, sem estrutura nenhuma para tratar os doentes que não param de chegar, e são enviados para Conquista e Guanambi, pois não temos UTI, não temos respiradores, poucos profissionais na saúde, mesmo assim estão a todo custo tentando combater a peste do século, e o prefeito e seu secretário fazem ouvido de mercador e não estão nem aí para o caos que o município está vivendo no momento.
Enquanto isso na câmara de vereadores a base do prefeito aprova projetos que vai de encontro da população, inclusive dando total liberdade ao gestor de fazer remanejamento do orçamento de 60% para onde bem entender. Que triste situação, e para completar o prefeito deixou o município de Brumado fora do consórcio municipal por mais vacinas contra Covid-19 no Brasil, coordenado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), que obteve um total de 1.703 prefeituras inscritas.
O prazo para adesão terminou na última sexta-feira (05). O número de municípios equivale a mais de 125 milhões de brasileiros, 60% da população. Do total, 24 são capitais. Ao todo, o país possui 5.570 cidades. A adesão ao movimento pró-vacina representa, portanto, 30,5% das cidades brasileiras. De acordo com a Frente, houve um aumento expressivo nas inscrições na reta final do cadastro.
A FNP já havia divulgado que o prazo não seria prorrogado, pois significaria protelar o consórcio. A expectativa é que seja constituído legalmente até 22 de março para, depois disso, viabilizar a compra dos imunizantes. O município de Brumado não fez adesão ao consórcio para a compra de vacinas contra o novo coronavírus, por não achar necessário. Na Bahia, 63 municípios dos 417 fizeram o cadastro. Na região sudoeste, Vitória da Conquista, Guanambi, Riacho de Santana e Belo Campo vão adquirir as vacinas para a imunização da população.

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), e chefes de outros 20 Estados decidiram se articular para lançar conjuntamente um plano de medidas restritivas que visam reduzir o avanço da Covid-19 no Brasil.
A união ocorre diante da ausência de uma articulação nacional do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), acusado de contribuir para o avanço do vírus no país com declarações negacionistas.
O pedido de uma ação nacional chegou a ser feito para o Ministério da Saúde, mas a resposta foi a de que Bolsonaro não deixa. A ideia é a de que entre no pacto algumas iniciativas básicas, que sirva para todos, e que, a partir disso, cada um tome outras decisões de acordo com a necessidade local.
De acordo com a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, a expectativa dos governadores é divulgar ações que sirvam pelo menos até o dia 14 de março. O principal objetivo é o de comunicar a população de que o momento é crítico e, por isso, há necessidade de que a circulação seja reduzida imediatamente, sendo a forma de diminuir a ocupação nos hospitais.
Além do governador Rui Costa, concordaram em apoiar o pacto os governadores de Piauí, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso, São Paulo, Pará, Distrito Federal, Alagoas, Minas Gerais, Ceará, Sergipe, Goiás, Maranhão, Amazonas, Paraná, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Pedro Rafael Vilela
O número de pessoas mortas pela covid-19 no Brasil subiu para 265.411. Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.086 novos óbitos. Há ainda 2.875 óbitos em investigação no país.
O total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus (covid-19) desde o início da pandemia chegou a 11.019.344. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 80.508 novos casos.
Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite deste domingo (7). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.
Há, ao todo, 996.755 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 9.757.178 pacientes já se recuperaram.
Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (61.463), Rio de Janeiro (33.717), Minas Gerais (19.523) e Rio Grande do Sul (13.449). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.063), Amapá (1.156), Roraima (1.167), Tocantins (1.584) e Sergipe (3.023).
Em número de casos, São Paulo também lidera (2.113.738), seguido por Minas Gerais (922.573), Paraná (725.797), Bahia (714.005), Santa Catarina (707.501) e Rio Grande do Sul (688.846).

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 01/03: 78 novos Casos (+1 morte)
👉🏻 Terça-feira, 02/03: 45 novos casos
👉🏻 Quarta-feira, 03/03: 134 novos casos (+1 morte)
👉🏻 Quinta-feira, 04/03: 20 novos casos (+1 morte)
Sexta-feira, 05/03: 60 novos casos (+1 morte)
Sábado, 06/03: 45 novos casos (+1 morte)
👉🏼 Domingo, 07/03: 44 novos casos (+1 morte)

Por três vezes o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) rejeitou as ofertas de vacinas contra a Covid-19 feitas pela farmacêutica Pfizer em 2020. Com isso, deixou de obter quase 3 milhões de doses em meio à escassez de imunizantes. O volume, que estava previsto até fevereiro deste ano, é equivalente a cerca de 20% das doses já distribuídas no Brasil até agora.
O anúncio feito pelo Ministério da Saúde nesta última semana de que pretende comprar doses da vacina da empresa norte-americana ocorreu quase sete meses após a primeira oferta apresentada, que previa que as primeiras entregas fossem feitas ainda em dezembro de 2020.
Duas das propostas feitas antes da que o governo diz ter aceitado agora — o contrato ainda não foi assinado— previam vacinas já em dezembro, quando imunizante passou a ser aplicado em países como Reino Unido e EUA. A terceira previa as vacinas em janeiro. Agora, membros do ministério tentam negociar com a empresa entregas a partir de maio.
Segundo a Folha de S.Paulo, a Pfizer não foi a única a ter propostas rejeitadas. Documentos mostram que outros laboratórios também tiveram ofertas que previam entregas mais cedo ignoradas, a exemplo do Instituto Butantan, que hoje é responsável por pelo menos 78% das vacinas já distribuídas no país contra a Covid.
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