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A esposa do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), Paola da Silva Daniel, recebeu parcelas do auxílio emergencial, benefício do governo federal destinado para desempregados. No período em que foi contemplada com o benefício, Paola ocupava o cargo de coordenadora de gestão de pessoas no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, de acordo com o jornal O Globo.
Paola foi nomeada no dia 16 de outubro, segundo publicação do Diário Oficial da União. Pelo cargo, ela recebe R$ 5,6 mil mensais para exercer a função.

As aulas presenciais, nas redes pública e privada, ficarão proibidas até 14 de março. Na tarde desta sexta-feira (26), o governo estadual divulgou o prolongamento da medida, que valeria até este domingo (28). O decreto com a prorrogação será publicado no sábado, no Diário Oficial do Estado. A medida integra as ações para conter novo avanço da pandemia de Covid-19.
Também será suspenso o recadastramento de servidores aposentados e pensionistas com aniversário em janeiro, fevereiro e março. A intenção, explica o governo estadual, é preservar idosos e pessoas de grupo de risco, evitando o deslocamento a uma unidade da Rede SAC para validar seus dados cadastrais junto à Previdência Estadual.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), defendeu que o valor de R$ 300 para a nova fase de pagamento do auxílio emergencial “talvez seja o ideal”. Em entrevista ao jornal O Globo, ele ainda afirmou que o Congresso não poderá fazer “aquele jogo de pôquer que ficou da outra vez”.
“O ministro [da Economia] Paulo Guedes falou em R$ 200 para o novo auxílio, e o presidente Bolsonaro anunciou R$ 300. E o que o presidente anuncia, o governo vai ter que arrumar um jeito de fazer, penso eu”, disse.
“Talvez [R$ 300] seja o valor ideal na cabeça de todo mundo. E o Congresso vai ter que ter muita responsabilidade para não mexer nesse valor, para não ficar aquele jogo de pôquer que ficou da outra vez: ‘eu blefo e o outro paga’. Então saiu de R$ 200 para R$ 600”, completou.

Morreu aos 71 anos a mãe do craque Ronaldinho Gaúcho, eleito por duas vezes o melhor jogador de futebol do mundo. Dona Miguelina, faleceu neste sábado (20) devido a complicações do novo coronavírus (covid-19) e estava internada desde dezembro do ano passado no Hospital Mãe de Deus em Porto Alegre.
As redes sociais do jogador estão em luto. O Atlético-MG, time pelo qual Ronaldinho foi campeão da Libertadores da América, prestou condolências ao R10, que também recebeu a solidariedade do ex-presidente do clube e hoje prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil. “Ronaldinho, meu filho, eu sei o que é perder uma mãe. Meus sentimentos nesse momento tão difícil”, disse Kalil em uma postagem no Twitter.
Campeão com a Seleção Brasileira em 2002, Ronaldinho ainda não se pronunciou sobre a morte da mãe. No entanto, as fotografias de perfil do Instagram e do Twitter do Bruxo da Bola foram alteradas por uma imagem escura.

A Secretaria da Administração (Saeb) informou nesta quinta-feira (18) que o recadastramento de aposentados e pensionistas do Estado está suspenso desde março de 2020, como previsto pelos decretos estaduais nº 19.529/2020 e n° 20.149/2020.
Segundo a pasta, todo mês é publicado novo decreto, que prorroga a suspensão para o mês seguinte. A Saeb ainda esclarece que todos os aposentados e pensionistas com recadastramento pendente desde o ano passado têm assegurado o pagamento de seus benefícios previdenciários, sem qualquer tipo de ônus.
Desta forma, a secretaria alerta que é falsa a informação que tem circulado nas redes sociais, declarando ser necessário o recadastramento de aposentados e pensionistas do Estado. E que também é falso que o procedimento seria feito de forma escalonada – a Previdência Estadual modificou a sistemática no ano passado, passando a realizar o procedimento no mês de aniversário do aposentado ou do servidor que originou o benefício ao pensionista.
A suspensão do recadastramento tem como principal objetivo preservar idosos e pessoas em grupos de risco, mais vulneráveis ao novo coronavírus, evitando seu deslocamento a uma unidade da Rede SAC para validar seus dados cadastrais junto à Previdência Estadual. Estima-se que, todos os meses, quase 11 mil pessoas deixam de se dirigir aos postos SAC em todo o estado em virtude da suspensão deste procedimento.
Canais oficiais
A Saeb reforça que aposentados, pensionistas e seus familiares devem buscar os canais oficiais da secretaria para acompanhar todas as informações a respeito do recadastramento, como suas redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter, no perfil @saebgovba) e seu site institucional (www.saeb.ba.gov.br), além do Portal do Servidor, que reúne orientações e procedimentos sobre a rotina (www.portaldoservidor.ba.gov.br/recadastramento-funcional-de-inativos) e do call center da Previdência Estadual (0800 071 5353 / 4020 5353).

Nesta quarta-feira (17), Brumado registrou 4.687 casos confirmados da Covid-19, o novo coronavírus. São 13.013 notificações. Entre os diagnósticos: 17 internações, 54 óbitos, 196 pacientes em tratamento e 4.437 recuperados. No momento, 71 pessoas aguardam resultado laboratorial e 7.768 foram descartados.

O cantor de pagode, Marcelo Pires Vieira, popularmente conhecido como Belo, foi preso nesta quarta-feira (17), quatro dias após a Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), da Polícia Civil do Rio de Janeiro, investigar um show clandestino que o artista participou numa escola estadual do Complexo da Maré, no sábado (13).
A operação que prendeu o cantor foi nomeada de “É o que eu mereço”, em referência a uma de suas músicas. Belo chegou à DCOD por volta das 15h30 desta quarta.
De acordo com o G1, ao chegar à delegacia, o cantor afirmou que precisa “saber o que está acontecendo enquanto achar que cantar e fazer musica é crime”.
Além do artista, a DCOD cumpriu também quatro mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão. Uma das buscas foi na sede da produtora Série Gold, que organizou o evento, onde a polícia apreendeu equipamentos, a aparelhagem de som, documentos e veículos.
Os mandados foram contra: Célio Caetano, sócio da produtora – já detido; Henriques Marques, o Rick, sócio da produtora – já detido; e Jorge Luiz Moura Barbosa, o Alvarenga, chefe do tráfico no Parque União – não havia sido detido até a última atualização da reportagem do G1.

por Fernando Duarte
O retorno das medidas restritivas na Bahia não deveria ser necessário. Porém, em meio ao número crescente de novos casos de Covid-19, acompanhado pelo aumento do número de óbitos, foi uma alternativa menos danosa do que o fechamento de atividades não essenciais, como chegou a sugerir o governador Rui Costa em entrevista nesta terça-feira (16), antes de confirmar o recolhimento da população entre 22h e 5h durante 7 dias.
Há uma dosagem dos efeitos políticos da restrição. Com parte dos prefeitos ainda no início do mandato, seria muito difícil deixar os gestores dos municípios responsáveis por adotarem um toque de recolher. Ainda em lua de mel com os eleitores, nenhum chefe de Executivo municipal iria apostar que medidas duras encerrariam esse clima menos de dois meses após tomarem posse. Mesmo os reeleitos, seria difícil lidar com as consequências políticas de uma decisão que diverge dos interesses de uma parcela expressiva da população.
Por isso coube a Rui, um governador bem avaliado na reta final do mandato, contrariar um movimento de desgaste contra as medidas restritivas de combate à pandemia. O peso político é maior e os eventuais impactos negativos acabam diluídos pela forma como o petista enfrentou a doença – ainda que isso custe arranhões com setores produtivos que venham a ser atingidos pela medida.
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O deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) foi preso na noite de terça-feira (16) por ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A prisão foi decretada pelo ministro da corte, Alexandre de Moraes.
O parlamentar bolsonarista é alvo de dois inquéritos no Supremo. Um que apura atos antidemocráticos e o outro, que apura fake news. Moraes é relator de ambos os casos, e a ordem de prisão foi expedida na investigação sobre notícias falsas.
Ao ser detido, Daniel voltou a fazer provocações: “Ministro, eu quero que você saiba que você está entrando numa queda de braço que você não pode vencer. Não adianta você tentar me calar. Eu já fui preso mais de 90 vezes na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro”, afirmou.
A declaração ocorreu enquanto ele narrava a chegada da Polícia Federal em sua residência em Petrópolis, no Rio de Janeiro. “Tenha certeza, a partir daqui o jogo evoluiu um pouquinho. Eu vou dedicar cada minuto do meu mandato a mostrar quem é Alexandre de Moraes, quem é Fachin, quem é Marco Aurélio Mello, quem é Gilmar Mendes, quem é Toffoli, quem é Lewandowski, eu vou colocar um por um de vocês em seus devidos lugares.
As pessoas que estão aqui me assistindo agora, eu não me importo nem um pouco, pelo meu país eu tô disposto a matar, morrer, ser preso, tanto faz, você não é capaz de me assustar”, acrescentou o deputado.
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Duas pessoas foram presas na ação deflagrada pelo Ministério Público Estadual (MPE-BA), em conjunto com a Polícia Civil e a Polícia Rodoviária Federal, nesta quarta-feira (10), em Salvador e Lauro de Freitas. A Operação Cartel Forte investiga uma organização criminosa em atuação há 30 anos no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-BA) em Salvador.
O balanço da ação inclui também a apreensão de R$ 593 mil em espécie e em cheques, dez celulares, cinco notebooks, dois iPads, uma CPU e uma série de documentos. A ação cumpriu 13 mandados de busca e apreensão na sede da Associação Baiana de Estampadores de Placas Veiculares e em outras quatro
empresas.
Os mandados tinham como endereço também as residências das duas pessoas presas e de outras pessoas físicas envolvidas no esquema. Todos foram expedidos pela 2ª Vara Criminal Especializada da Comarca de Salvador.
De acordo com as investigações, empresários do ramo de estampamento de placas veiculares se uniram para a prática de cartel e usaram empresas em nomes de laranja e familiares. Promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco) indicam que membros dessa organização criminosa tinham o costume de cobrar quantias para empresários interessados em credenciar suas empresas no ramo. Além disso, há a suspeita de que eram feitas alterações no sistema para a escolha da empresa feita pelo consumidor no momento da compra, para beneficiar empresas participantes do esquema.