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Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 19/10: 16 novos casos
👉🏻 Terça-feira, 20/10: 43 novos casos
👉🏻Quarta-feira, 21/10: 13 novos casos
👉🏻 Quinta-feira, 22/10: 27 novos casos
👉🏻 Sexta-feira, 23/10: 32 novos casos
👉🏻 Domingo, 25/10: 12 novos casos

Por Vitor Abdala
O Brasil registrou 461,14 mortes diárias por covid-19, de acordo com a média móvel de sete dias. Segundo os dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), esse é o menor patamar de óbitos diários desde 6 de maio, quando ocorreu uma média de 437,57 mortes pela doença.
Os dados divulgados ontem (24) também mostram que houve quedas de 6,5% no número de mortes em relação à média móvel de sete dias registrada uma semana antes (493,43) e de 33,4% na comparação com os óbitos de um mês antes (692,43). O pico de mortes por covid-19 no país (1.094,14) foi atingido no dia 25 de julho.
Casos
A média móvel de sete dias de novos casos ficou em 22.483,14 ontem (24). Nesse tipo de análise, no entanto, houve alta de 11% em relação aos casos da semana anterior. Na comparação com o mês anterior, foi observada uma queda de 22,1%. O pico de casos diários (47.514,57) foi registrado em 28 de julho.
Estados
Doze unidades da federação tiveram queda na média de mortes em relação à semana anterior. Entre os maiores recuos estão Rondônia (-47,9%), Ceará (-44,6%) e Distrito Federal (-33,8%). Dez estados tiveram aumento na média de óbitos, com destaque para locais como Pará (95,4%), Amapá (66,3%) e Acre (40,8%).
Os estados com maior média de mortes ontem foram São Paulo (104,86), Rio de Janeiro (65,14) e Minas Gerais (46,71). Santa Catarina manteve o número de mortes entre uma semana e outra. Roraima, Tocantis e Mato Grosso do Sul não tiveram seus dados divulgados.

Em meio a uma guerra política em torno das vacinas contra a Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro defendeu neste sábado (24), em tom de piada, que a obrigatoriedade da vacinação só pode ser aplicada a cachorro.
“Vacina obrigatória só aqui no Faísca”, publicou, junto com uma foto ao lado do seu cachorro no Palácio do Alvorada. A declaração representa um novo ataque do presidente à obrigatoriedade da vacinação, tema que pode ser levado à Justiça. Também ocorre após dias de embates políticos sobre a futura oferta de uma vacina contra o novo coronavírus.
Em post nas redes sociais neste sábado (24), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirma que vacina obrigatória só no cachorro Faísca. A declaração representa um novo ataque do presidente à obrigatoriedade da vacinação contra Covid-19, tema que pode ser levado à Justiça.
Na quarta-feira (24), Bolsonaro esvaziou um acordo anunciado na véspera por seu ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para compra de 46 milhões de doses da vacina Coronavac, em desenvolvimento pela chinesa Sinovac com o Instituto do Butantan, ligado ao governo paulista.
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A Caixa Econômica Federal (CEF) paga neste domingo (25) mais uma parcela do Auxílio Emergencial para 3,7 milhões de beneficiários nascidos no mês de setembro, e que não fazem parte do Bolsa Família.
Desses, 2,3 milhões vão receber a primeira parcela da extensão do auxílio, no valor de R$ 300. Outros 1,4 milhão ainda vão receber alguma das parcelas de R$ 600.
Beneficiários do Bolsa Família estão recebendo a 2ª parcela da ajuda de R$ 300 – o calendário vai de 19 a 30 de outubro.

Por Luciano Nascimento
Quem já utilizou aplicativos de encontro sabe que pode ser difícil selecionar e achar a pessoa certa em meio a tantas opções. Filtrar as características de aparência e personalidade pode ser complicado. Na política, essa escolha é ainda mais desafiadora: alinhar ideias e projetos em meio a tantas promessas e discursos não seria possível sem a ajuda da tecnologia.
A plataforma #TemMeuVoto surgiu em 2018, quando contribuiu para que eleitores optassem por deputados estaduais, federais e senadores de acordo com assuntos prioritários, ideias, propostas de campanha e afinidade ideológica. Similar aos aplicativos de relacionamentos, mas voltada para as eleições.
“A plataforma é uma tecnologia para auxiliar na busca de seu candidato ideal, por afinidade de ideias”, afirmou o coordenador do projeto, André Szajman. “Para os políticos, é uma grande oportunidade de se aproximarem de seus eleitores, e demonstrarem que mereceram o seu voto. Essa atitude ativa de ambos os lados é fundamental para o fortalecimento da democracia brasileira”, acrescentou.
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Com 60% do nível máximo, a barragem de Sobradinho, no serão do São Francisco, tem sua vazão reduzida desde a última quarta-feira (21). A informação é do portal G1. Segundo dados que constam no site da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), responsável pela manutenção e operação do reservatório, no momento a vazão passou a ser de cerca de 800 metros cúbicos por segundo.
O nível máximo da barragem vem diminuindo. Com os 60% verificados atualmente, o índice está abaixo dos 90% do volume máximo apresentados em abril deste ano, fato que não ocorria há 10 anos.
De acordo com a reportagem, entre 18 e 20 de outubro, a vazão da barragem oscilou entre 1708 m3/s e 1344 m3/s. A redução foi indicada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O objetivo da iniciativa é poupar a água do reservatório.
Conforme o Sindicatos dos Trabalhadores Rurais de Sobradinho informou, a diminuição na vazão não afetou os produtores que captam água do Rio São Francisco, mas trata com preocupação o momento, visto que há sinais de estiagem. Sobradinho, segundo a Chesf, é o maior reservatório de água do Nordeste, sendo responsável por cerca de 60% da água destinada à produção de energia da região.

O candidato a Vereador no município de Brumado, Articulador Cultural e defensor dos animais, candidato ao pleito pelo Partido (Podemos – 19), teve sua candidatura deferida pela Justiça Eleitoral. O candidato está apto para concorrer a disputa eleitoral em Brumado.
O deferimento significa que o candidato está regular, com todos os dados e documentações exigidos por lei, atendendo assim, aos requisitos necessários para disputar uma vaga no Legislativo brumadense nas eleições de 2020.

Por Camila Boehm
O tribunal especial de julgamento formado para deliberar sobre o pedido de impeachment contra o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva, e da vice-governadora Daniela Reinehr decidiu na madrugada deste sábado (24) pela admissibilidade da denúncia apenas contra o governador.
O governador será intimado da decisão e ficará, a partir desta terça-feira (27), suspenso do exercício das funções até sentença final, além de perder um terço dos vencimentos, que serão pagos em caso de absolvição.
A sessão designada para discussão e votação do parecer do relator foi realizada na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), onde ocorreram todos os atos do tribunal especial de julgamento. As atividades na assembleia começaram às 9h de sexta-feira (23) e tiveram sequência até as 2h deste sábado (24).
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desafiou os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), respectivamente, para ir às ruas como ele foi durante as manifestações contra o Congresso realizadas no domingo (15).
Depois de ser duramente criticado, o chefe do Palácio do Planalto também condenou o interesse do Congresso em controlar os cerca de R$ 15 bilhões do Orçamento 2020, além de chamar de “histeria” e “extremismos” as medidas de precaução adotadas para combater a transmissão do coronavírus, que no Brasil já infectou mais de 200 pessoas.
“Eu gostaria que eles saíssem às ruas como eu. A resposta é esta. Nós, políticos, temos responsabilidade e devemos ser quase que escravos da vontade popular. Saiam às ruas, esses dois parlamentares. Respeito os dois, não tenho nenhum problema com eles. Estão fazendo as suas críticas, estou tranquilo no tocante a isso. Espero que eles não queiram partir para algo belicoso depois destas minhas palavras aqui”, disse Bolsonaro, em entrevista à CNN Brasil na noite de domingo.
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se tornou réu no âmbito da Operação Lava Jato mais uma vez. Na sexta-feira (23), a Justiça acatou denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o petista, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, por lavagem de dinheiro.
De acordo com informações do G1, a denúncia se refere a doações da Odebrecht ao instituto para disfarçar repasses da ordem de R$ 4 milhões entre dezembro de 2013 e março de 2014. Dois executivos da construtora também foram denunciados pelo mesmo crime.
A denúncia se embasa em depoimentos convergentes de colaboradores da operação, mensagens eletrônicas, planilhas de pagamentos e recibos. O juiz federal Luiz Antônio Bonat, da 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, entendeu que as evidências coletadas pelo MPF bastam para recebimento da denúncia por comprovarem minimamente as acusações contra os acusados.
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