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O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, disse na manhã desta segunda-feira (13) que o principal motivo para a sua saída do governo foi a falta de apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem parido) às medidas anticorrupção que ele queria tirar do papel.
Em entrevista à rádio Metrópole, o ex-juiz afirmou que, desde quando Bolsonaro manifestou a intenção de desmembrar o Ministério da Justiça e a Segurança Pública, no início do ano, o mandatário já começava seu movimento para derrubá-lo.
Segundo Moro, a intenção do presidente se concretizou com a sua suposta tentativa de interferir na Polícia Federal, quando teria buscado acesso a relatórios de inteligências e informações de investigações em curso, o que é proibido por lei. “Foi a gota d’água”, disse Moro, que pediu demissão do governo no dia 24 de abril
Na entrevista, o ex-juiz da Lava Jato em Curitiba também voltou a negar que tenha agido com parcialidade quando decidiu condenar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a 12 anos e um mês de prisão. Nessa ação da Lava Jato, o petista foi acusado de receber como propina da empreiteira OAS a promessa de um apartamento tríplex em Guarujá, no litoral de São Paulo.
“A defesa do presidente tenta colocar isso como se fosse algo pessoal. Tem uma gama de provas. Não houve nenhuma perseguição”, declarou Moro.

Em meio à crise social e econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 30 anos nesta segunda-feira (13). Promulgado em 13 de julho de 1990, o documento prevê uma série de direitos e dispositivos para garantir a cidadania e a proteção integral dessa parcela da população.
Só que a efetivação desses direitos ainda é um desafio que, agora, enfrenta ainda mais dificuldades frente ao empobrecimento das famílias e às restrições impostas pela crise sanitária. Nesse contexto, a rede de proteção às crianças e adolescentes e as organizações não governamentais têm se adaptado para viabilizar o atendimento.
Um exemplo é o Programa de Aprendizagem Rural que contribui para o combate ao trabalho infantil, no interior do Rio Grande do Sul. “O ECA é um marco histórico na regulamentação do Artigo 227 da Constituição Federal de 1988 e está servindo de exemplo para o mundo pela amplitude de direitos e pela forma como protege nossas crianças, adolescentes e jovens”, explica a auditora-fiscal Denise Natalina Brambilla González, da Superintendência Regional do Trabalho.
Segundo ela, os impactos da pandemia na proteção a crianças e adolescentes serão profundos e será necessário muito tempo para lidar com os problemas que surgirem neste momento. “As consequências da pandemia serão devastadoras, pois, acarretarão o crescimento do desemprego, o acirramento da miséria e um maior número de crianças e adolescentes abandonarão a escola em razão do longo período de aulas presenciais suspensas”, analisa. Ela ressalta que a rede de proteção tem agido nos municípios para minimizar as consequências.
Uma das maiores preocupações nesse momento é com o combate ao trabalho infantil que, em um cenário de empobrecimento das famílias, poderá ganhar força.

O Ministério da Saúde atualizou, na noite deste domingo (12), os dados acerca da Covid-19 no Brasil. Com 24.831 novos casos confirmados da doença, o país alcançou a marca de 1.864.681 registros da doença.
Também foram registrados 631 novos óbitos nas últimas 24h, fazendo o país chegar a 72.100 mortos por Covid-19 desde o início da pandemia. Os dados são por data de notificação, podendo tais mortes terem ocorrido em dias anteriores. A taxa de letalidade da doença no Brasil é de 3,9%.
A região Nordeste possui a maior incidência de casos (1.104) e de mortes (40,8) pelo novo coronavírus a cada 100 mil habitantes. Em números absolutos, o Sudeste ainda tem os piores dados, com 640.331 casos confirmados e 32.842 óbitos.
No boletim estadual deste domingo, a Bahia registrou 1.575 casos e 47 óbitos. A região extremo-sul do estado atingiu 100% de ocupação dos leitos de terapia intensiva.

Em um jogo bastante disputado no Maracanã vazio, o Fluminense perdeu para o Flamengo por 2 a 1. O Tricolor carioca pressionou durante todo o segundo o tempo, mas um detalhe definiu a partida de ida da final do Campeonato Carioca.
Mesmo jogando bem, o Fluminense saiu atrás no placar. A famosa “lei do ex” funcionou contra o Tricolor que viu o atacante Pedro abrir o placar para o Mengão aos 27 minutos do primeiro tempo. O jogo seguiu aberto, com as duas equipes criando oportunidades.
No segundo tempo, o Fluminense entra com ainda mais vontade e desde os primeiros minutos pressionou o Flamengo, criando excelentes chances de gol. Não demorou muito e aos 15 minutos, o atacante Evanilson empatou para o Fluzão.
O Tricolor continuou pressionando, criando novas oportunidades de gol e quando parecia que a equipe faria o gol da virada, Egídio puxa um contra-ataque em grande velocidade, encontra a defesa do Flu com dificuldade na recomposição, entra na grande área e passa com tranquilidade para o atacante Michael, aos 28 minutos, só empurrar para o fundo das redes colocando o rubro-negro novamente na frente do placar.
O destaque também ficou para a transmissão exclusiva no canal da FluTV, no YouTube, que contou com mais de 3,2 milhões de espectadores, escrevendo mais uma página no livro da revolução do futebol brasileiro, apontando para um novo caminho para os clubes.

Lewis Hamilton venceu este domingo o Grande Prêmio da Estíria, no autódromo de Spielberg, na Áustria, pela segunda etapa da temporada 2020 da Fórmula 1. Foi a 85ª vitória da carreira do britânico da Mercedes, que está a seis do recorde estabelecido pelo alemão Michael Schumacher.
Hamilton bateu o companheiro de equipe, o finlandês Valtteri Bottas (Mercedes), por 13,993 segundos, e o holandês Max Verstappen (Red Bull), por 33,698. Com o resultado, o hexacampeão mundial assumiu a vice-liderança do campeonato, com 37 pontos, atrás apenas do companheiro de equipe, Valtteri Bottas, que tem 43 e ficou em segundo lugar neste domingo.
O holandês Max Verstappen, da Red Bull, ficou em terceiro lugar e marcou os primeiros 15 pontos na temporada.

A senadora Leila Barros (PSB-DF), conhecida como Leila do Vôlei, testou positivo para a Covid-19. A informação foi confirmada nas redes sociais pela assessoria da ex-atleta da seleção brasileira neste sábado (11).
“Embora esteja confiante na plena recuperação, a parlamentar do DF apresenta indisposição devido à forte dor de cabeça. Leila cumprirá o isolamento domiciliar conforme orientação médica”, diz um trecho do comunicado.
A parlamentar apresentou os sintomas de febre e dores no corpo e realizou o exame RT-PCR, que diagnosticou a infecção. De acordo com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF), a capital do Brasil contabiliza 67.912 casos da doença, com 866 mortos.
Além de Leila do Vôlei, outros senadores também foram diagnosticados com a Covid-19, dentre eles, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), logo quando surgiram os primeiros casos no país. Ele se recuperou sem apresentar sintomas mais graves. Em maio, o líder do PT no Senado, Rogério Carvalho (SE), também testou positivo para o coronavírus.

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.278 da Mega-Sena, ocorrido neste sábado (11). Com isso, o prêmio acumulou e deve pagar R$ 44 milhões no próximo sorteio, que será realizado na quarta-feira (14). As dezenas sorteadas foram as seguintes: 08 – 17 – 34 – 37 – 43 – 45. A quina teve 98 acertadores; cada um receberá R$ 35.640,86. A quadra teve 6.533 apostas vencedoras; cada uma ganhará R$ 763,77.
A aposta simples custa R$ 4,50 e pode ser feita nas casas lotéricas até as 19h do dia do sorteio. Ela também pode ser realizada pelo site da Caixa (www.loteriasonline.caixa.gov.br), com aposta mínima de R$ 30 para quem não é correntista do banco. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.A probabilidade de acerto das seis dezenas é um a cada 50 milhões.

A primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou neste sábado (11), por meio de sua conta no Instagram, que ela e suas duas filhas testaram negativo nos exames para Covid-19. As três se submeteram ao exame após o presidente Jair Bolsonaro ter anunciado que contraiu a doença provocada pelo novo coronavírus.
De acordo com a imagem postada na rede social, o exame realizado por Michelle e suas filhas foi o tipo RT – PCR, realizado em pacientes considerados com quadro suspeito ou provável da doença, de acordo com a indicação médica. De acordo com os critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), são esses testes que determinam de forma mais confiável se a pessoa está contaminada.
Jair Bolsonaro está sendo acompanhado pela equipe médica da Presidência da República. Desde que recebeu o resultado positivo para Covid-19 na terça-feira (07), o presidente mantém isolamento no Palácio do Alvorada, residência oficial, e tem despachado com ministros e outros auxiliares por meio de videoconferência. O presidente também cancelou viagens que estavam previstas esta semana para a Bahia e para Minas Gerais.