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O presidente da Câmara de vereadores de Brumado, Léo Vasconcelos, no uso de suas atribuições legais, regimentais e considerando, a crise causada pelo Novo Coronavírus em todo território nacional; considerando, a grande quantidade de notificações e o crescente número de casos positivados e óbito no Município de Brumado; RESOLVE: Art. 1º – Ficam paralisadas as atividades presenciais da Câmara de Vereadores de Brumado, entre os dias 15/06/2020 a 21/06/2020. I – As atividades dos servidores, lotados na Secretaria da Câmara de Vereadores, serão desempenhadas em sistema de homeoffice; Art. 2º – A Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores designada para o dia 15 de junho de 2020 (Segunda-feira), às 18:30 horas, será remarcada em outra oportunidade. Art. 3º – Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

por Jamile Amine
O Brasil registrou 25.982 novos casos de Covid-19 e 909 mortes, segundo boletim divulgado pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (12). Com o número, o país chega ao total de 828.810 casos confirmados e 41.828 óbitos.
Os dados desta sexta-feira (12) tiveram uma queda em relação aos números do boletim da quinta (11), no qual foram registrados 30.412 casos e 1.239 mortes.
Apesar desta diminuição, o Brasil ultrapassa o Reino Unido em número de mortes pelo novo coronavírus. Segundo de levantamento da Universidade Johns Hopkins, o país europeu tem 41.566. Os Estados Unidos seguem liderando com mais óbitos, 114.357.

O chefe do programa de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), Michel Ryan, afirmou nesta sexta-feira (12) que a situação atual do Brasil é uma preocupação crescente, principalmente nas cidades que reabriam o seu comércio.
O país agora é um dos epicentros mundiais da doença. Segundo ele, o sistema de saúde do Brasil “ainda está suportando”, embora algumas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) estejam em um estágio crítico e sob forte pressão, com mais de 90% de taxas de ocupação.
Durante a coletiva, a OMS pontuou também que as vacinas para o novo coronavírus deveriam ser disponibilizadas como um bem público global, como forma de garantir que todos tenham acesso justo.
O diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou estar preocupado com a divisão política mundial em torno das medidas contra o vírus, e reforçou que esse é o momento de união global entre as nações.
“Esse é um vírus muito perigoso, que está causando sérios danos às vidas das pessoas, e isso tem que acabar”, disse Ghebreyesus. “Este tem que ser um momento de humildade, que a gente pede para refletir e ver a humildade como a única maneira de sair desse problema, para todos os indivíduos e nações. É por isso que dizemos, já basta”, declarou.
Tedros afirmou que enquanto o vírus estiver em circulação, ninguém está à salvo e mesmo regiões que já voltaram com as suas atividades econômicas podem ter uma segunda onda da epidemia com a reintrodução do vírus.

O governo federal deve começar o pagamento da terceira parcela do auxílio emergencial a partir da próxima quarta-feira (17). O calendário de saques, que segue o último dígito do Número de Identificação Social (NIS), começa pra quem tem NIS com final 1.
Os pagamentos seguem da seguinte forma: NIS 18, no dia 18; NIS 3, dia 19; NIS 4, dia 22; NIS 5, dia 23; NIS 6, dia 24; NIS 7, dia 25; NIS 8, dia 26; NIS 9, dia 29; e NIS 0, dia 30. Esse pagamento será restrito a beneficiários do Bolsa Família. O governo ainda não divulgou o calendário para quem se inscreveu por meio do aplicativo ou site da Caixa ou que estava no Cadastro Único.
O beneficiário pode receber o valor do auxílio por meio do cartão do Bolsa Família, do Cartão Cidadão ou por crédito em conta da Caixa.

Boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, nesta sexta-feira (12), mostra que o Brasil chegou a 41.828 mortes causadas pela Covid-19, desde o início da pandemia. Assim, o país superou o Reino Unido e agora é o segundo país do mundo com a maior quantidade de óbitos em decorrência do novo coronavírus.
Com mais de 41 mil mortes contabilizadas oficialmente, o país superou o total de perdas humanas no Reino Unido (41.466) e só fica atrás dos Estados Unidos (114.357 mortes), de acordo com a compilação feita pela Universidade Johns Hopkins. De acordo com o balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil já ocupava a segunda posição no ranking de casos.
Segundo os dados do governo federal, o Brasil teve 25.982 novos casos de infecção por coronavírus registrados nas últimas 24 horas. Foram confirmados também 909 novos óbitos no período. Agora, o total de casos oficiais no Brasil é de 828.810 pacientes infectados com a Covid-19.
Ainda segundo o boletim oficial do Ministério da Saúde, o país tem atualmente 421.919 casos em acompanhamento e já registrou 365.063 pacientes curados.

A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) divulgou nesta sexta-feira (12) que 4.961 profissionais de saúde foram contaminados pelo novo coronavírus. A maior parte é técnico ou auxiliar de enfermagem (1.647). Uma categoria “outros”, que a pasta não especifica a quais profissionais se refere, registra 1.133 contaminados.
Enfermeiros, médicos e fisioterapeutas aparecem em seguida. No primeiro caso, são 983 profissionais diagnosticados com a Covid-19. No grupo dos médicos, são 530 profissionais infectados. Entre os fisioterapeutas, 140 pegaram a doença.
Os profissionais de saúde são apenas uma parte do total de infectados pelo novo coronavírus no estado. Dados divulgados no final da tarde indicam 34.665 casos confirmados da Covid-19. Outros 95.960 ainda estão em investigação. Em relação aos óbitos, 1.039 pacientes não resistiram às complicações da doença.
Trezentos e quarenta e sete municípios baianos já registraram casos de Covid-19, mas 310 ainda têm casos ativos. Salvador, cidade com maior proporção de casos (55,37%), acumula 9.699 casos ativos e 720 mortes por coronavírus.
Os municípios com maior incidência por 1.000.000 de habitantes são Itajuípe (9.272,36), Ipiaú (8.785,12), Uruçuca (7.797,65), São José da Vitória (7.601,20) e Salvador (6.624,20). Em todo o estado, o coeficiente de incidência por 1.000.000 de habitantes é 2.330,72.
Ainda conforme os dados da Sesab, a taxa de ocupação dos leitos clínicos é 59,6%. Quanto aos leitos de UTI, a taxa de ocupação é 74%. O Laboratório Central do estado já processou 73.113 exames para Covid-19. Até as 15h30 desta sexta-feira, 2.214 estavam em análise.

Um pesquisa divulgada pelo DataPoder360, nesta sexta-feira (12), revelou que quase metade dos brasileiros preferem que Jair Bolsonaro deixe a presidência. Outros 43% avaliam que o presidente deve continuar no cargo e 9% não souberam responder.
A pesquisa foi realizada de 8 a 10 de junho de 2020 pelo DataPoder360. Foram 2.500 entrevistas em 518 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Após ser internado para tratamento da Covid-19, o bispo Edir Macedo, dono da Igreja Universal do Reino de Deus, recebeu alta nesta sexta-feira (12).
De acordo com informações do portal R7, ele ficou no hospital Moriah, em São Paulo, desde a última segunda-feira (8). Ele contou que ao site que foi tratado com hidroxicloroquina, medicamento que tem o apoio do presidente Jair Bolsonaro, mas não tem eficácia comprovada.
“Tomei todos os medicamentos indicados pelos médicos, entre eles a hidroxicloroquina, e estou bem”, afirmou. De acordo com os médicos, o fundador da Universal respondeu muito bem ao tratamento.
“Ele evoluiu sem intercorrências, apresentou uma ótima evolução clínica e se recuperou totalmente”, disse Leandro Echenique, que coordenou a equipe médica.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou a lei que aumenta o salário mínimo para R$ 1.045 em 2020. A nova lei incorpora o aumento intermediário que estava em vigor desde janeiro deste ano através da Medida Provisória 916/19 no valor de R$ 1.039 aprovada pelo Congresso.
A correção do governo federal é para atualizar o salário mínimo a inflação de 2019. Como a inflação de dezembro é divulgada somente em janeiro, quando o índice anual de 2019 foi fechado, ele alcançou alta de 4,48%, o que deixou o novo valor do mínimo abaixo da inflação.
O governo estima que, para cada aumento de R$ 1 no salário mínimo, os gastos públicos irão se elevar em aproximadamente R$ 355 milhões.