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Notícias recentes, publicadas no Informe Barra, apontam que o veículo do delegado de Barra da Estiva, Dr. Marcos Torres, foi encontrado no trecho entre Anagé / Sussuarana, numa estrada vicinal, totalmente incendiado e, supostamente, com um corpo dentro. O veículo foi encontrado por uma equipe do Draco. A Perícia foi acionada para fazer o levantamento. Mais informações a qualquer momento. O Delegado desapareceu desde ontem (quinta-feira) quando saiu de Barra da Estiva com destino a Conquista.

Encontro regional do PRB com as Presenças da Deputada Federal Tia Eron e o Deputado Estadual José de Arimatéia. Foto: Divulgação. Foto: Divulgação
O Delegado Marco Torres, saiu às 15h de Barra da Estiva na última quinta-feira (12) com destino a Vitória da Conquista e não chegou ao destino. Ninguém consegue contato com ele. O mesmo estava conduzindo uma Hilux Branca e levava uma motoneta Biz na caçamba, Hikux placa Pkv-3845*. “Por favor divulguem a notícia para todos os colegas, verifiquem nos postos de gasolina, vejam imagens de câmaras de segurança, todas as hipóteses são válidas”, informou nota que circula nas redes sociais. Qualquer informação entrem em contato com o Delegado Leonardo Rabelo pelo telefone 77 99974-0227.
O diretor de um presídio de Araçatuba, no interior de São Paulo, foi preso nesta quinta-feira, 12, acusado de trocar vagas na unidade, considerada modelo, por favores sexuais. O suspeito, José Antônio Rodrigues Filho, facilitava a inclusão de detentos no Centro de Ressocialização (CR), unidade prisional de regime mais brando e cobiçada pelos presos, em troca de sexo com uma advogada de Mirassol e com mulheres das famílias dos detentos. Além da advogada, que também foi presa, participava do esquema um agente penitenciário, acusado de receber propina dos detentos e de tráfico de drogas. A Operação Fura Fila, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual (MPE), foi conduzida em conjunto com a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), pasta do governo estadual responsável pelo sistema prisional. Além dos mandados de prisão, foram cumpridos sete mandados de busca expedidos pela Justiça.
O vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, negou que o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, tenha sido tirado do âmbito da Operação Lava Jato ao ter seu processo encaminhado para a Justiça Eleitoral. Em entrevista à Folha de S. Paulo, ele argumentou que o caso apresentava elementos para investigar apenas caixa dois eleitoral, e não corrupção passiva. “Nós não retiramos o ex-governador da Lava Jato. Ele não estava incluído nela. É preciso entender que, na verdade, a Lava Jato é uma investigação que apresenta várias evidências que são utilizadas em juízos diversos. Cada qual com seu cada qual”, explicou o vice-procurador à Folha de S. Paulo. A investigação contra Alckmin foi aberta em novembro de 2017 no Superior Tribunal de Justiça com base em delações premiadas da Odebrecht. Como ele deixou o cargo de governador para disputar a eleição deste ano, o tucano também perdeu o foro privilegiado. No entanto, em vez do processo ir para a Justiça criminal comum, o STJ encaminhou o caso para a Justiça Eleitoral de São Paulo.
O esquema de desvio de verbas de fundos de pensão desbaratado pela Polícia Federal, e que motivou a Operação Rizoma, nova fase da Lava Jato no Rio, desencadeada nesta quinta-feira (12) contou com lobistas do PT e do MDB e gerou pelo menos R$ 20 milhões em propinas. Investiga-se o envolvimento de membros dos fundos dos Correios (Postalis) e Serviço Federal de Processamento de dados (Serpros). As informações são de integrantes da força-tarefa da Lava Jato no Estado. O cabeça era o empresário Arthur Machado, CEO da Americas Trading Group, e a prática, que vigora ao menos desde 2011, segundo o Ministério Público Federal, foi descoberta em colaboração premiada espontânea. Os investigadores descobriram que o dinheiro gerado pelas práticas criminosas do ex-governador Sérgio Cabral (MDB) – preso em 2016 – movimentou também este esquema.
A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça entendeu que transexuais podem alterar o nome e o sexo no registro civil mesmo sem ter feito a cirurgia de transgenitalização. A decisão foi tomada no julgamento de um recurso, que corre em segredo de justiça, no qual a autora solicitou a mudança em seus documentos a fim de evitar constrangimentos e humilhações por ter aparência feminina e facilitar sua inclusão social e profissional. De acordo com o Conjur, o juiz de 1ª instância deferiu o pedido permitindo a modificação, mas o Ministério Público apelou ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro sob alegação de que o registro civil deve refletir a identidade biológica de cada pessoa, admitindo assim a mudança somente após a operação de redesignação sexual. O entendimento será aplicado aos próximos julgamentos sobre a questão, passando a ser a mesma medida da 4ª Turma da corte e do Supremo Tribunal Federal. Para os ministros da 3ª Turma, a discrepâcia entre o nome de um determinado gênero e o sexo registrados em um mesmo documento pode expor a pessoa ao ridículo, configurando que a legislação permita a mudança.
O governo federal propôs um salário mínimo de R$ 1.002 para 2019. O valor consta no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano, que foi apresentado nesta quinta-feira (12). De acordo com o G1, esta deve ser a primeira vez que o salário mínimo vai ficar acima de R$ 1 mil. Atualmente, ele está em R$ 954. O cálculo para determinar o valor leva em consideração o Produto Interno Bruto (PIB) dos dois últimos anos e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior. Caso o salário mínimo chegue a R$ 1.002 em 2019, o reajuste será de 5,03%, índice bem superior ao de 1,81% para 2018.