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De acordo com boletim divulgado pela Secretaria de Saúde (SMS) neste domingo (3), na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 896 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de 0,06%), 1.085 recuperados (+0,07%) e 1 óbito. Dos 1.585.183 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.541.917 já são considerados recuperados, 13.220 encontram-se ativos e 30.046 tiveram óbito confirmado. Os dados ainda podem sofrer alterações.
O boletim epidemiológico deste domingo (03) contabiliza ainda 1911618 casos descartados e 345711 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas deste domingo. Na Bahia, 65.138 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.
Até o momento a Bahia contabiliza 11.615.090 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.699.839 com a segunda dose ou dose única, 6.325.634 com a dose de reforço e 753.005 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 972.469 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 556.811 já tomaram também a segunda dose.

por Ulisses Gama
O Bahia empatou em 0 a 0 com o Grêmio na tarde deste domingo (3), na Arena Fonte Nova, pela 16ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. A equipe tricolor teve as melhores hcances, mas parou no goleiro e na trave.
Com o resultado, o Esquadrão de Aço avança aos 29 pontos e continua na terceira posição da competição nacional. A equipe volta a jogar na próxima sexta-feira (8), contra o Vila Nova, no OBA.

por Leonardo Costa
Depois de marcar presença nos festejos em homenagem à Independência do Brasil na Bahia, neste 2 de julho, o pré-candidato a presidente Ciro Gomes (PDT) jantou com ACM Neto, pré-candidato ao Palácio de Ondina, pelo partido União Brasil, e com o deputado federal Félix Mendonça Junior (PDT), no apartamento do parlamentar, em Salvador, ontem à noite (2).
Em seu perfil no Instagram, o presidenciável disse: “Conversa franca e amistosa, entre amigos, sobre os destinos da Bahia e do Brasil. Todos nós ainda envolvidos pela fabulosa energia popular do 2 de Julho”.
Ciro ainda aproveitou a vinda ao estado da Bahia para dançar forró em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), em um evento da vereadora Débora Régis (PDT).

Restrições para servidores públicos e pré-candidatos às eleições de outubro passaram a valer a partir deste sábado (2), três meses antes do primeiro turno. As medidas estão previstas na Lei nº 9.504/1997, conhecida como Lei das Eleições, e objetivam manter o equilíbrio entre os candidatos.
Políticos estão proibidos de autorizar a veiculação de publicidade estatal sobre os atos de governo, realização de obras, campanhas de órgãos públicos federais, estaduais e municipais, exceto no caso de grave e urgente necessidade pública. Nesse caso, a veiculação deverá ser autorizada pela Justiça Eleitoral.
Eles também não podem fazer pronunciamento oficial em cadeia de rádio de televisão, salvo em casos de questões urgentes e relevantes, cuja autorização também dependerá de autorização da Justiça Eleitoral.
A participação em inaugurações de obras públicas também está vedada, além da contratação de shows artísticos com dinheiro público. Durante o período eleitoral, funcionários públicos não podem ser contratados, demitidos ou transferidos até a posse dos eleitos.
No entanto, estão liberadas a exoneração e a nomeação de cargos em comissão e funções de confiança, além das nomeações de aprovados em concursos públicos homologados até 2 de julho de 2022. Em julho, o calendário eleitoral também prevê outras datas importantes para o pleito.
A partir do dia 20, candidatos, partidos políticos, coligações e federações terão direito à solicitação de direito de resposta por afirmações consideradas caluniosas, difamatórias ou sabidamente inverídicas que forem publicadas por veículos de comunicação social.
O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro, quando os eleitores vão às urnas para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Eventual segundo turno para a disputa presidencial e aos governos estaduais será em 30 de outubro.

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 3.480 casos de Covid-19 e 5 óbitos pela doença. O boletim epidemiológico divulgado neste sábado (2) pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) ainda contabiliza mais de 13 mil casos ativos no estado.
Dos 1.584.287 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.540.832 já são considerados recuperados, 13.410 encontram-se ativos e 30.045 tiveram óbito confirmado. Na Bahia, 65.112 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Apesar da alta dos números, a taxa de ocupação geral dos leitos é de 32%.
Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas de sábado.
Até o momento, 11.614.886 pessoas foram vacinadas com a primeira dose, 10.694.821 com a segunda dose ou dose única, 6.320.978 com a dose de reforço e 751.261 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 972.437 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 556.749 já tomaram também a segunda dose.

Fim do jejum. Após quatro jogos, o Vitória voltou a vencer na Série C do Campeonato Brasileiro. Neste sábado (2), no Barradão, o Leão aproveitou bem as chances que teve e venceu o Figueirense por 2 a 0, com gols de Rafinha e Luidy.
O resultado, construído ainda no primeiro tempo, coloca o Leão na 13ª colocação, com 15 pontos, a três do Ferroviário, que abre a zona de rebaixamento. Campinense, Brasil de Pelotas e Atlético Cearense jogam neste domingo (3), e podem reduzir a diferença para o Rubro-Negro baiano.
O time comandado por João Burse volta a campo no dia 10 de julho, contra o São José, fora de casa, às 17h.

por Manuela Meneses / Amanda Carolina
Diogo Medrado, presidente da Bahiatursa, fez um balanço, neste sábado (2), sobre o São João da Bahia, que encerra com sete dias de show no Parque de Exposições. Para ele, o evento já está consolidado na agenda do estado.
“O São João de Salvador realizado pelo Governo do Estado, tanto o Parque de Exposições, como Pelourinho, é algo que ficou no calendário. Já era tradicional em Paripe, no Pelourinho e em Periperi, com histórico de quadrilhas juninas. Agora com o Parque de Exposições a gente coloca Salvador não só a própria cidade, como também o evento, com os dias em que tivemos portões fechados, o grande número de pessoas presentes… a gente coloca Salvador paralelo com o carnaval do Brasil, principalmente com o circuito do Nordeste.”
Medrado comenta que o evento deixará um grande legado para o São João na capital baiana, e que os resultados deste ano serão avaliados e para que ocorra da melhor forma no ano que vem.

por Manuela Meneses / Amanda Carolina
O sanfoneiro Flávio José contou neste sábado (2) que já admite a possibilidade do afastamento dos palcos, em meio a uma desvalorização do forró e da cultura nordestina. O artista está na grade do último dia de shows no Parque de Exposições.
“Olha eu venho de uma geração em que a gente via o São João muito tradicional, música autêntica, as escolas, e as crianças com festinhas juninas, mostrando os tipos de música que se faz nessa época. Hoje eu não vejo mais.”
José comenta que as festas juninas têm dado espaço a estilos musicais como funk, e limitado o tempo de artistas tradicionais como ele: “É uma inversão de valores muito grande”.
Sobre a pandemia, o cantor conta que não saiu de casa. “Foram dois anos e meio trancado, literalmente. Eu não saía para canto nenhum, eu ficava trancado e com medo”.
Ele ainda lançou que aos poucos está se ajeitando para o retorno dos eventos, e que crê que logo “tudo isso irá passar”.

por Matheus Morais / Mattheus Miranda
O vice-governador do estado da Bahia e pré-candidato a deputado federal, João Leão (PP), desconversou sobre a importância da presença de Lula (PT) no Dois de Julho para o grupo governista.
Para o pepista, ex-aliado do PT na Bahia, a participação do ex-presidente não impulsiona tanto a campanha de Jerônimo Rodrigues (PT), uma vez que, segundo ele, os eleitores de Lula também votam em ACM Neto (PL) para o governo do Estado.
“Quando você soma a pesquisa hoje, dá pra analisar que quem vota em Lula e quem vota em Bolsonaro, juntando os dois, é quem vota em ACM Neto. Tá bom pra gente. Vamos deixar o povo escolher”.

A independência da Bahia teve um papel fundamental para a consolidação da libertação do Brasil do jugo da coroa portuguesa, no dia 2 de Julho de 1823. A data, inclusive, já foi instituída como histórica no calendário das efemérides nacionais pela presidenta Dilma Rousseff que sancionou o Projeto de Lei 61/2008, de autoria da deputada Alice Portugal (PCdoB/BA), no dia 5 de junho passado de 2012.
Não se trata de instituir mais um feriado nacional, mas um reconhecimento ao relevante papel que a independência da Bahia significou para o país. Para se entender melhor o que foi o 2 de Julho há um trecho do historiador baiano Luís Henrique Dias Tavares, no seu livro “Independência do Brasil na Bahia” que diz: “Em 2 de julho de 1823 a única coisa que a Bahia tem é justamente o 2 de julho de 1823.
Naquele quadro, que na época não se pode chamar de nacional brasileiro, pois o Brasil verdadeiramente não existe ainda, o Brasil é uma demorada e castigada construção dos brasileiros, a Bahia está sem nada. E é daí que os baianos orgulhosamente construíram o 2 de julho de 1823 como uma data da independência, que era da Bahia, mas que era também, e muito, do Brasil”.
No seu livro, o historiador explica que o 2 de Julho é uma construção de muitos e muitos anos no imaginário popular, com a presença de heróis. A Bahia saiu muito pobre da guerra, pois durante longo período ficou sem possibilidades de continuar o seu comércio, enquanto gastava recursos para formar tropas e apoiar o exército que chegaria, finalmente, do Rio de Janeiro.
E até hoje se cultua uma tradição dos baianos festejarem a data com o cortejo do 2 de Julho que reproduz o mesmo trajeto que a tropa libertadora brasileira fez ao entrar na Cidade do Salvador, em 1823, conquistando-a da tropa portuguesa com os símbolos das lutas o Caboclo e a Cabocla, que representam o povo brasileiro. O cortejo se tornou uma manifestação popular ao longo dos anos e, finalmente, em 2006, foi oficialmente reconhecido pelo Estado, através do IPAC, como um Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia.