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A prefeitura de Guanambi monitora a barragem de Ceraíma e as comunidades que ficam abaixo da estrutura, após o nível de água do reservatório subir e superar o vertedouro, neste sábado (8).
Um grupo de trabalho foi formado para definir ações de planejamento e prevenção. Fazem parte da instância representantes de órgãos como o comando do 17º Batalhão de Polícia Militar, da Defesa Civil do município, Corpo de Bombeiros Militar, Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
“Desde as primeiras horas da madrugada que membros do grupo de trabalho monitoram os níveis das águas que descem para bairros da zona urbana”, informou a prefeitura de Guanambi.
De acordo com o coordenador de segurança de barragens da Codevasf, o hidrólogo Sérgio Farias garantiu que neste momento não há o risco de a barragem de Ceraíma romper e causar grande impacto de destruição na cidade. O que poderá acontecer, após cerca de 30 a 40 mm de chuvas, é a água da barragem verter lateralmente, ou seja, sangrar, afirmou após reunião com o GT na última quinta-feira (6), o que acabou se confirmando.
Caminhões e equipes foram desempenhadas para realizarem a remoção de moradores e seus pertences, caso sejam atingidos por enchentes. Escolas da região também foram preparadas para receber famílias em situação de risco.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, em dezembro, todas as normas que valerão para as eleições gerais de 2022, incluindo aquelas referentes à propaganda eleitoral.
Entre as principais novidades está o endurecimento das regras relativas à produção e compartilhamento de informações sabidamente inverídicas sobre candidatos, partidos e o próprio processo eleitoral.
Tais condutas já eram vedadas e coibidas pela Justiça Eleitoral, mas a nova resolução prevê a responsabilização penal mais severa de quem espalhar desinformação.
Quem divulgar, na propaganda eleitoral ou durante a campanha, fake news sobre candidatos e partidos, por exemplo, fica agora sujeito à pena de detenção de dois meses a um ano, além de multa.
A mesma pena se aplica a quem produz, oferece ou vende vídeo com conteúdo inverídico acerca de partido ou candidato. A punição é acrescida de um terço se a conduta for praticada por meio de rádio, televisão ou redes sociais.
Pena ainda maior – de dois a quatro anos de prisão e multa de R$ 15 mil a R$ 50 mil – está prevista para quem contratar terceiros com a finalidade de emitir mensagens ou comentários na internet para ofender a honra ou desabonar a imagem de candidato, partido ou coligação.
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As fortes chuvas em Minas Gerais seguem causando grandes estragos e assustando a população nas últimas 24 horas. Neste sábado (08), o deslizamento de um pedaço de um cânion em Capitólio transbordou até um dique em Nova Lima, que interditou a BR-040 e atingiu embarcações. Até o momento já foram confirmadas seis mortes e 20 pessoas seguem desaparecidas.
A estradas estão com interdições nas principais BRs do estado. A Polícia Rodoviária Federal pediu que a população tenha muito cuidado e evitem viajar.
De acordo com a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Comdec),desde o período de início de chuva até a última sexta-feira (08), a cidade já teve seis mortos, 3.224 desabrigados e 13.439 desalojados, e 138 cidades em situação de emergência.

Os estudantes que perderam o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em novembro passado farão o primeiro dia de reaplicação do exame neste domingo (9) com as provas de linguagens, ciências humanas e redação.
Essa reaplicação é para os que faltaram em novembro por um motivo justificado, como o diagnóstico de alguma doença infectocontagiosa, ou um problema logístico. Também farão a prova neste domingo os inscritos no Enem 2020 que tiveram isenção na inscrição, mas não compareceram à aplicação naquele ano em meio ao auge da pandemia de Covid-19, e conseguiram na Justiça o direito de se inscreverem nesta edição sem precisar pagar taxa.
O Enem será aplicado ainda para os adultos privados de liberdade e jovens que estão cumprindo medida socioeducativa com privação de liberdade (Enem PPL 2021). O segundo dia de provas será em 16 de janeiro, com as questões de matemática e ciências da natureza.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai abrir licitação na próxima sexta-feira (14), para gastar pelo menos R$ 590 mil com alimentos em 2022. A lista inclui R$ 36 mil em cápsulas de café, R$ 34 mil em pão de queijo e R$ 8 mil em refrigerante. As informações são da coluna de Guilherme Amado.
De acordo com a publicação, a cesta de compras prevê lanches para ministros, servidores e o berçário. O STJ pediu ainda R$ 7 mil em biscoito casadinho com goiabada, o que dá 144 quilos no ano. A corte planeja comprar 1.300 pacotes de biscoito recheado, o que custará R$ 4 mil.

Neste sábado (08), a Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec) atualizou os números referentes à população atingida pelas enchentes nas regiões sul e extremo sul do estado, com base em informações recebidas das prefeituras. São 26.607 desabrigados, 61.516 desalojados, 2 desaparecidos, 26 mortos e 520 feridos. O número total de atingidos chega a 850.424 pessoas.
Os números correspondem às ocorrências registradas em 176 municípios afetados. Do total, 165 estão com decreto de situação de emergência.
As localidades com vítimas fatais são Amargosa (2), Itaberaba (2), Itamaraju (4), Jucuruçu (3), Macarani (1), Prado (2), Ruy Barbosa (1), Itapetinga (1), Ilhéus (3), Aurelino Leal (1), Itabuna (2), São Félix do Coribe (2), Ubaitaba (1) e Belo Campo (1).

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) encaminhou pedido ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para proibir o presidente Jair Bolsonaro (PL) de propagar informações falsas sobre a vacinação de crianças contra a Covid-19. Ele pede que a desinformação seja apurada no âmbito do inquérito das fake news, do qual Moraes é relator. As informações são do portal Jota.
O parlamentar aponta as falas do presidente em entrevista nesta quinta-feira (6), em que afirmou desconhecer crianças mortas devido ao coronavírus, questionou o interesse da Anvisa em aprovar a aplicação do imunizante em crianças de 5 a 11 anos e falou em “tarados por vacina”.
“O episódio relatado repete reprovável conduta adotada pelo Presidente da República durante toda a pandemia: usar as prerrogativas que seu cargo lhe confere para divulgar informações falsas e, assim, sabotar a vacinação da população contra a Covid-19, bem como as demais práticas preventivas recomendadas pela ciência”, apontou o senador em documento assinado por sua advogada, Flávia Calado Pereira.
Rodrigues citou o posicionamento da Sociedade Brasileira de Pediatria em favor da vacinação nessa faixa etária e as evidências científicas contrárias às expressões do presidente. Elas indicam que a vacina é segura e os benefícios ultrapassam em larga medida eventuais riscos. E questionou quais seriam os interesses de Bolsonaro em “sabotar a vacinação das crianças brasileiras”.
Por isso, Randolfe pede que o STF investigue o caso no inquérito das fake news e adote ações para impedir que condutas e episódios como as falas recentes se repitam. Entre elas, o senador pede medida cautelar para que Bolsonaro e pessoas próximas, como ministros e familiares, se abstenham de se manifestar em público contra a vacinação de crianças e contra a atuação da Anvisa e de seus servidores a esse respeito. E defende que o descumprimento gere multa de R$ 200 mil, a ser cobrada do patrimônio pessoal do responsável.

O corpo de Bombeiros de Minas Gerais havia informado que duas pessoas ficaram mortas após desabamento de rocha no cânion de Capitólio, em Minas Gerais.
De acordo com nova atualização, mais quatro mortes foram confirmadas, subindo para seis mortes no total até o momento. Das 32 pessoas feridas, nove estão hospitalizadas nas cidades de Passos, Piumhi e São José da Barra.
Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Edgar Estevo, há informações que haveria 20 pessoas desaparecidas. Em entrevista coletiva, ele disse que as buscas vão continuar, mas os mergulhadores vão interromper seu trabalho durante a noite, por segurança.

Na última semana, os casos de Covid-19 no Brasil aumentaram mais de seis vezes. Na última sexta-feira (07), foram confirmados mais de 63.292 novos casos da doença. Em 31 de dezembro, foi registrado 10.282 casos.
Com este aumento, o número de pessoas infectadas subiu para 22.450.222. De acordo com o painel de informações do Ministério de Saúde divulgado ontem (06), já contabilizam 22.386.930 casos.
Além disso, ainda há 180.249 casos em acompanhamento de pessoas que tiveram quadro de Covid-19 confirmado. No Brasil, total de infectados com a variante Ômicron chegou a 359.

A viagem à Paraíba nesta semana não será a única na qual o ex-juiz Sergio Moro contará com a ajuda de ex-bolsonaristas para organizar suas agendas eleitorais. A informação é da coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles.
De acordo com a publicação, deputados ex-aliados do presidente Jair Bolsonaro também se movimentam para viabilizar compromissos de pré-campanha para o ex-juiz em outros estados brasileiros.
Há uma lista de próximas visitas de Moro sendo trabalhada por ex-bolsonaristas. Em especial no Nordeste, onde as pesquisas de intenção de voto ainda apontam uma preferência do eleitorado pelo PT de Lula.
Ex-apoiadora de Bolsonaro, a deputada federal Dayane Pimentel (PSL-BA), por exemplo, organiza para fevereiro uma visita do ex-juiz à Bahia. No Ceará, a agenda de Moro é organizada pelo deputado federal Heitor Freire (PSL-CE) e pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE), filiado ao mesmo partido do ex-juiz.
A primeira viagem de Moro articulada por um antigo aliado de Bolsonaro foi na Paraíba, onde os encontros do ex-juiz foram agendados pelo deputado federal Julian Lemos (PSL-PB).
Em 2018, Dayane, Freire e Lemos atuaram ativamente pedindo votos para Bolsonaro no Nordeste. O deputado paraibano, inclusive, foi o coordenador da campanha do atual presidente na região.