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Após o empate sem gols na prorrogação, o Brasil venceu o México nos pênaltis por 4 a 1, na manhã desta terça-feira (3), no estádio Ibaraki Kashima, pela semifinal do futebol masculino dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Atual campeão olímpico, o time Canarinho vai disputar a medalha de ouro.
Na disputa das penalidades, a seleção brasileira converteu suas cobranças com Daniel Alves, que abriu a sequência, Gabriel Martinelli, Bruno Guimarães e Renier. Os mexicanos perderam a primeira batida com Eduardo Aguirre que parou em Santos, Vásquez ficou na trave. Rodríguez descontou para o selecionado da América do Norte.
O técnico André Jardine colocou em campo: Santos; Daniel Alves, Nino, Diego Carlos e Guilherme Arana; Douglas Luiz (Matheus Henrique), Bruno Guimarães e Claudinho (Renier); Antony (Malcom), Richarlison e Paulinho (Gabriel Martinelli).
O adversário do Brasil na final será o vencedor do confronto entre Japão e Espanha, que se enfrentam nesta terça logo mais às 8h no horário de Brasília. A decisão do ouro acontece no sábado (7), às 8h30, no estádio Yokohama.

Após uma corrida impecável, Martine Grael e Kahena Kunze são medalha de ouro na classe 49er FX da vela nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Campeãs na Rio-2016, as brasileiras repetiram o feito nesta terça-feira (3), nas águas de Hiroshima.
Elas ficaram com a terceira colocação da “medal race” (corrida da medalha), mas, por resultados acumulados anteriormente, garantiram o lugar mais alto do pódio, com 76 pontos perdidos (na vela, o país que perde menos pontos vence). A prata ficou com a Alemanha, que perdeu 81 pontos, e o bronze com a Holanda, que perdeu 86.
A vela se mantém como um dos esportes que mais traz medalhas ao Brasil. Agora, são 19, no total, sendo a terceira modalidade no ranking, atrás do judô (24) e do vôlei (23). Nos Jogos Olímpicos de Tóquio, o Brasil chega a 12 medalhas. São 3 de ouro, 3 de prata e 6 de bronze.

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 02/08: 9 novos casos (+1 óbito)

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) estarão abertas a partir desta terça-feira (3) para estudantes de todo o país que participaram da última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e que querem se candidatar a uma vaga em uma universidade pública.
O prazo de inscrições para o segundo processo seletivo de 2021 se encerra na próxima sexta-feira (6). Para participar da seleção, os interessados devem ter obtido nota maior que zero na redação do Enem e não ter participado do exame na condição de treineiro.
Na página do sistema é possível consultar as vagas disponíveis, pesquisando por cidades, cursos e instituições. No momento da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso. Será possível alterar as opções durante o período das inscrições.
Conforme o cronograma divulgado pelo ministério, o resultado da seleção será divulgado no dia 10 de agosto. As matrículas serão abertas no dia 11, se estendendo até o dia 16 de agosto. De 10 a 16 de agosto, estarão abertas as inscrições para a lista de espera por vagas remanescentes, cujos contemplados serão anunciados no dia 18.

A Bahia registrou 638 novos casos de Covid-19 e mais 26 mortes pela doença nas últimas 24 horas, de acordo com boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), nesta segunda-feira (02). Dos 1.194.954 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.164.051 já são considerados recuperados, 5.118 encontram-se ativos e 25.785 tiveram óbito confirmado.
Leitos
Segundo o boletim desta segunda, a Bahia tem 3.062 leitos ativos para tratamento da Covid-19. Desse total, 1.244 estão com pacientes, o que representa taxa de ocupação geral de 41%. Desses leitos, 1.388 são de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto e estão com taxa de ocupação de 51% (710 leitos ocupados).
Vacinação
A Bahia tem 6.341.783 vacinados contra o coronavírus com a primeira dose, dos quais 2.573.787 receberam também a segunda aplicação, e mais 249.741 vacinados com o imunizante de dose única, até as 17 horas desta segunda-feira, a Bahia já vacinou 59,4% da população baiana com 18 anos ou mais com, pelo menos, a primeira dose

Em evento realizado em Brasília na tarde desta segunda-feira (2), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar as urnas eletrônicas e pressionar pelo voto impresso. Para ele, este é o caminho para “eleições democráticas” e, do contrário, haverá um processo marcado por “suspeição”. Em fala direcionada ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, que já se posicionou diante dos diversos ataques à lisura do processo eleitoral no Brasil, disparou: “Chefe de Poder tem limite. Por que um não quer eleições democráticas temos que abaixar a cabeça?”, questionou Bolsonaro.
“O que leva a conclusão de uma prova são os indícios. Vale a pena repetir. Em 0,39% das apurações em São Paulo as urnas travaram. Quando travou foi feito um percentual de cada candidato. Por percentual, quando destravou, chegou no 100% o mesmo percentual do 1º ao 8º. O inimigo está aí. O risco está aí. Ninguém quer nossas esposas, noras e filhas passando a situação que as mulheres da Venezuela enfrenta. E vai começar na Argentina também. Primeira vítima é a imprensa. Não tem imprensa lá. Se nós não abrirmos os olhos. Por que um não quer eleições democráticas temos que abaixar a cabeça? Por que o presidente do TSE tem que propor mudança na comissão?”, enfatizou Bolsonaro sugerindo interferências de Barroso para barrar o avanço da proposta do voto impresso no Congresso.
E continuou: “Aí vem gente que fala é confiável, é impenetrável. Queremos uma farsa ou uma eleição marcada por suspeição? Aí diz que quem perder pode recorrer na Justiça. Quem vai avaliar? Exatamente os que tiraram o cara da cadeia. Será que não conseguimos alcançar o risco”, disse, em uma clara referência a suspensão das condenações do ex-presidente Lula.
“Quererem chegar ao poder dessa forma. Usando as formas da democracia para querer açoitá-la. Chefe de Poder tem limite. Não é o que eu quero. É o povo que tem que confiar. Nós devemos lealdade ao povo que nos elegeu. Precisamos lutar pela liberdade que é maior que a própria vida. Só Deus me tira daqui. Dei o melhor de mim e continuo dando, e meus ministros. Se nos calarmos e nos cuvarmos ao politicamente correto nós todos sucumbiremos. Nada é tão ruim que não possa piorar”, concluiu.

Sete em cada dez médicos entrevistados em um levantamento do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) identificaram progressão de miopia em crianças durante a pandemia. Outros três em cada dez não constataram esse problema entre pacientes. A informação foi divulgada pela Agência Brasil.
A pesquisa entrevistou 295 médicos oftalmologistas com diversas subespecialidades, como pediatria, córnea, catarata, glaucoma e retina. O estudo foi realizado em abril e junho deste ano.
Entre os que verificaram aumento dos graus de miopia, 6% apontaram o problema em 75% dos pacientes, 27% relataram a situação em 50% dos pacientes e 67% registraram o quadro em cerca de 25%.
Dos profissionais ouvidos, 75,6% avaliaram que o uso de diversos dispositivos eletrônicos pode agravar o quadro de miopia. Outros 22% entenderam que esse fator pode influenciar, mas apenas com uso de tablets e celulares. Apenas um pequeno percentual não viu relação entre os dois fenômenos.
Quase todos os profissionais ouvidos (98,6%) disseram que a redução do tempo gasto em telas (como celular, televisão e videogames) pode ajudar no caso de crianças míopes. Seis em cada dez entrevistados defenderam as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) sobre o tema.


A empresa farmacêutica israelense Oramed vai iniciar testes clínicos de uma vacina Covid-19 em forma de pílula. Os ensaios estão previstos para ser iniciados nos primeiros dias deste mês de agosto, conforme informou o CEO da empresa, Nadav Kidron, em entrevista a Agência AFP.
Caso se confirma a eficácia da vacina nesse novo método, as pessoas seriam imunizadas sem agulhas e sem necessidade de profissionais da saúde para administrar. Diante disso, o argumento de Kidron é que este tipo de vacina oral seria atraente para o mundo em desenvolvimento porque reduz a carga logística das campanhas de imunização.
Além disso, a visão da farmacêutica é de que esse tipo de vacina também interessaria aos países mais ricos, onde a aversão às agulhas é um fator frequentemente esquecido, destaca matéria do jornal O Globo. Uma pesquisa recente descobriu que quase 19 milhões de americanos que recusam as vacinas as tomariam se tivessem a opção de pílula.
Outro ponto positivo apontado pelo CEO da Oramed é a redução do desperdício de plástico e seringa e, potencialmente, menos efeitos colaterais.