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O Ministério da Saúde divulgou neste domingo (20) novos números sobre a pandemia de Covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem no acumulado 17,9 milhões de casos confirmados da doença e 501,8 mil mortes registradas. Os casos de recuperados somam 16,2 milhões. Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 44,1 mil novos casos e 1.025 mortes em 24 horas.
O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, com 3,5 milhões de casos e 122 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (1,7 milhão de casos e 44,5 mil óbitos); Paraná (1,2 milhão casos e 29,9 mil óbitos) e Rio Grande do Sul ( 1,1 milhão de casos e 30,4 mil óbitos). De acordo com o Ministério da Saúde, 3,6 mil casos estão em investigação.

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 14/06: 20 novos casos (1 óbito)
👉🏻 Terça-feira, 15/06: 27 novos casos ( 0 óbito)
👉🏻 Quarta-feira, 16/06: 31 novos casos ( 0 óbito)
👉🏻 Quinta-feira, 17/06: 35 novos casos (+01 óbito)
👉🏻 Sexta-feira, 18/06: 14 novos casos (+01 óbito)
👉🏻 Sábado, 19/06: 13 novos casos (0 óbito)
👉🏻 Domingo, 20/06: 12 novos casos (+01 óbito)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é acusado de cometer mais de 20 tipos de crime contra a lei de responsabilidade em um super-pedido de impeachment elaborado conjuntamente por partidos de esquerda e ex-aliados do chefe do Executivo.
Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, a versão mais recente do relatório, obtida pelo jornal, lista a infração de dispositivos da lei de impeachment (1.079/1950) e deverá ser apresentada a líderes partidários após as manifestações contra o presidente neste sábado (19).
Em abril, legendas de oposição a Bolsonaro deram início ao plano de unificar todos os pedidos de impeachment já protocolados na Câmara. Hoje, são 121 já apresentados. O resultado é chamado de super-pedido ou pedidão de impeachment —o termo varia a depender do integrante do grupo.
Desafetos de Bolsonaro, como os deputados Alexandre Frota (PSDB-SP) e Joice Hasselmann (que está de saída do PSL), também se uniram ao projeto. Presidentes de PSOL, PT, PC do B, PDT, PSB, Rede, UP, PV e Cidadania têm liderado as discussões.
O discurso oficial é que, por se tratar de iniciativa supraideológica, o pedido tende a ganhar força e elevar a pressão para que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), analise as acusações.
Lira, hoje aliado de Bolsonaro, é o responsável por analisar de forma monocrática se dá ou não sequência aos pedidos de impeachment. Ele não tem prazo para tomar essas decisões.
Caso seja dada sequência, o caso é analisado por uma comissão especial e, depois, pelo plenário da Câmara. Somente com o voto de ao menos 342 dos 513 deputados é autorizado que o Senado abra o processo.
Nesse caso, Bolsonaro seria afastado até a conclusão do julgamento —ele perderia o mandato caso pelo menos 54 dos 81 senadores votassem nesse sentido. O Brasil já teve dois episódios de impeachment: o de Fernando Collor (1992), que renunciou antes da decisão final do Senado, e o de Dilma Rousseff (2016).

A Caixa paga neste domingo (20) a terceira parcela do auxílio emergencial 2021 para beneficiários nascidos em março. Os recursos serão depositados nas contas digitais dos beneficiários.
Os valores podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas de estabelecimentos comerciais. Os beneficiários também conseguem movimentar os recursos usando o Caixa Tem na Rede Lotérica. O saque desta parcela será liberado a partir de 5 de julho.
A Caixa lembra que o calendário da terceira parcela foi antecipado. Marcado inicialmente para encerrar em 12 de agosto, com a possibilidade de saques para os nascidos em dezembro, o terceiro ciclo agora finaliza no dia 19 de julho.
De acordo com a Caixa, central telefônica 111 funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h, gratuitamente, e está preparada para atender os beneficiários do auxílio emergencial. Além disso, o banco disponibiliza o site oficial.

A CPI da Covid divulgou na tarde deste sábado (19) uma nota na qual lamenta a marca de 500 mil mortes em decorrência da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Os senadores afirmam que há culpados por essa situação e, que no que depender da CPI, serão punidos exemplarmente.
O texto ainda sugere que as mortes representam um crime contra humanidade, morticínio e genocídio. Embora não cite nominalmente o presidente Jair Bolsonaro, cita erros, omissões, desprezos e deboches. A palavra “deboche” foi usada em diversos momentos pelos integrantes do colegiado, em particular pelo relator Renan Calheiros (MDB-AL) para descrever algumas falas do presidente a respeito da pandemia.
“Asseguramos que os responsáveis pagarão por seus erros, omissões, desprezos e deboches. Não chegamos a esse quadro devastador, desumano, por acaso. Há culpados e eles, no que depender da CPI, serão punidos exemplarmente”, afirma o texto da nota. “Os crimes contra a humanidade, os morticínios e os genocídios não se apagam, nem prescrevem. Eles se eternizam e, antes da justiça Divina, eles se encontrarão com a justiça dos homens”, completa a nota.
O texto da nota é assinado por sete dos onze senadores titulares da comissão, além de três dos sete suplentes. Assinam, por exemplo, a cúpula da comissão, formada pelo presidente Omar Aziz (PSD-AM), Renan e o vice-presidente, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). A nota também afirma que esse sábado é uma data “dolorosamente trágica” e transmite os mais profundos sentimentos ao país e aos familiares dos mortos.
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O Brasil chega à marca de meio milhão de mortos pela Covid-19 neste sábado (19), segundo registros oficiais das secretarias de Saúde dos estados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. O número real, porém, deve ser ainda maior, já que nem todos os infectados fazem o exame para detectar a presença do coronavírus. Às 20h deste sábado, o país contou 2.247 mortes e 78.869 novos casos da doença nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos para 500.868, e o de casos, para 17.881.045.
Com isso, o Brasil torna-se o segundo país a ultrapassar os 500 mil mortos. Antes dele, os Estados Unidos superaram essa cifra e, no dia 15 de junho, passaram de 600 mil óbitos. A diferença é que, por lá, mais de 148 milhões de norte-americanos (45% da população) estão totalmente imunizados; por aqui, são 24.243.552 milhões de brasileiros (11,45% da população) que já tomaram as duas doses.
Com vacinação ainda lenta, o vírus se alastra por todas as regiões do Brasil. Na última semana, houve média de cerca de 2.000 mortos por dia pelo coronavírus Sars-CoV-2. A média diária de novos casos está em torno de 70 mil, o que deixa o atual momento entre os piores da pandemia.
Desde o primeiro registro da doença no país, em fevereiro de 2020, mais de 17,8 milhões de pessoas já foram infectadas pelo Sars-CoV-2 no Brasil —número que provavelmente também está subdimensionado.
Os dados comparativos mostram que as autoridades brasileiras erraram na condução do país em meio à pandemia. Quando se considera a taxa de mortos por 100 mil habitantes, por exemplo, o Brasil é o 9º país com mais óbitos, ostentando 235 mortes/100 mil habitantes. Apenas países de população bem menor estão à sua frente. Entre as maiores economias do mundo, o Brasil é o país que acumula mais mortes por 100 mil habitantes.
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Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 14/06: 20 novos casos (1 óbito)
👉🏻 Terça-feira, 15/06: 27 novos casos ( 0 óbito)
👉🏻 Quarta-feira, 16/06: 31 novos casos ( 0 óbito)
👉🏻 Quinta-feira, 17/06: 35 novos casos (+01 óbito)
👉🏻 Sexta-feira, 18/06: 14 novos casos (+01 óbito)
👉🏻 Sábado, 19/06: 13 novos casos (0 óbito)

A Bahia registrou, neste sábado (19), 4.737 novos casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,4%) e mais 96 mortes pela doença nas últimas 24 horas. Segundo boletim epidemiológico da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), também foi registrado 4.325 recuperados.
No total, a Bahia acumula agora 1.092.772 casos confirmados do novo coronavírus e 23.104 mortes em decorrência da infecção, contabilizados desde o início da pandemia, que chegou ao estado no dia 6 de março de 2020, com a identificação da primeira contaminação em Feira de Santana.
Os casos ativos agora somam 16.224. Os municípios baianos com mais casos confirmados desde o início da pandemia são Salvador (220.875), Feira de Santana (47.429), Itabuna (32.006), Vitória da Conquista (31.935), Camaçari (22.983), Lauro de Freitas (21.415), Ilhéus (20.511) e Barreiras (17.764).
A taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado é de 81%. Já no caso das unidades pediátricas de terapia intensiva, o percentual é de 63%.
Às 12h deste sábado, 74 solicitações de internação em UTI Adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação. Outros 56 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema. Este número é dinâmico, uma vez que transferências e novas solicitações são feitas ao longo do dia.

A tarde deste sábado (19) foi marcada pelas manifestações contra o governo federal ao redor do Brasil. Em Salvador, manifestantes se reuniram no bairro do Campo Grande e seguem até a Barra com cartazes e pedidos de impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Os presentes levantaram bandeiras contra o corte na educação, pedidos de mais vacinas contra o coronavírus, a volta do auxílio emergencial no valor de R$ 600, mudanças na política ambiental e o impeachment do presidente.
Povos indígenas também manifestam-se contra o Projeto de Lei 490/2007, elaborado pela bancada ruralista, que propõe que a demarcação das terras indígenas seja feita através de leis. Além disso, o projeto também prevê a abertura das terras indígenas para o garimpo.

Trabalhadores do Brasil têm cerca de R$ 1,5 bilhão a receber parados na Caixa e no Banco do Brasil. O dinheiro é referente ao abono salarial do PIS/Pasep e pode ser sacado até o dia 30 de junho.
Após essa data, o valor só será disponibilizado de novo no calendário de 2022. A quantia paga no abono é de até um salário mínimo, R$ 1.100 em 2021. Quem trabalhou com carteira assinada ou como funcionário público no ano anterior tem direito ao benefício.
Os trabalhadores precisam preencher requisitos como ter recebido em média até dois salários mínimos por mês e está inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos. Quem trabalha no setor privado pode sacar na Caixa. Já o servidor público pode retirar os valores no Banco do Brasil.
Para saber se tem direito, as pessoas interessadas podem consultar. PIS (trabalhador de empresa privada) no aplicativo Caixa Trabalhador ou através do número 0800 726 0207. E Pasep (servidor público) pelos telefones da central de atendimento do Banco do Brasil: 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas); 0800 729 0001 (demais cidades) e 0800 729 0088 (deficientes auditivos).