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Após um ano do primeiro caso de coronavírus no Brasil e de mais de 282 mil vítimas da Covid-19, a rejeição ao trabalho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no combate à pandemia chegou a ser pior índice: 54% dos brasileiros veem a postura do chefe do Executivo como péssima ou ruim.
Os dados são da pesquisa Datafolha, realizada nesta segunda (15) e terça-feira (16), com 2.023 pessoas. As entrevistas, cujo resultado foi divulgado no fim da noite de ontem, foram feitas por telefone.
Os números mostram que na pesquisa anterior, feita em janeiro, a rejeição de Bolsonaro era de 48%. Em contrapartida, caiu o número de pessoas que acham o combate ótimo ou bom: de 26% em janeiro para 22% agora. Enquanto isso, 24% consideram a gestão regular e 1% não opinou a respeito.


O secretário de Saúde Fábio Vilas-Boas usou as redes sociais para anunciar a chegada de 308 mil doses da vacina Coronavac na Bahia.
De acordo com Vilas-Boas, os imunizantes devem chegar na madrugada desta quarta-feira (17) quando já serão distribuídas por todo estado.
“Nessa madrugada (17), receberemos mais de 308 mil doses da Coronavac. Elas serão separadas e enviadas para os municípios, de acordo com os critérios definidos em CIB”, escreveu no Twitter.

O Brasil chegou a um novo recorde de mortes em decorrência do novo coronavírus e registrou nas últimas 24 horas 2.841 óbitos por causa da doença. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (16) pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Anteriormente, o número registrado era menor, porque os dados da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul não haviam entrado em virtude de problemas técnicos.
Com a atualização, o número total de mortes pela doença no Brasil chegou a 281.625, e o número de infectados chegou a 11.603.971. A média móvel também segue em alta e atingiu a máxima mais uma vez, pelo 21º dia consecutivo, com 1.894 nos últimos sete dias.
Até o momento, 23 dos 26 estados e o Distrito Federal possuem ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na rede pública acima de 80%. São eles: Rondônia (100%), Rio Grande do Sul (99,7%), Goiás (97,7%), Mato Grosso (96,6%), Santa Catarina (96,1%), Paraná (96%), Pernambuco (96%), Acre (94,3%), Tocantins (93%), Amapá (90,3%), Espírito Santo (89,2%), São Paulo (89%), Distrito Federal (87,2%), Mato Grosso do Sul (87%), Maranhão (87%), Bahia (86%), Paraíba (85%), Minas Gerais (84,9%), Sergipe (84,1%) e Pará (81,2%).

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 15/03: 109 novos casos (+ 07 mortes)
👉🏼 Terça-feira, 16/03: 121 novos casos (+ 1 morte)

Uma mulher acusada de tráfico de drogas foi presa em flagrante pela Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes de Vitória da Conquista, no Sudoeste baiano, nessa segunda-feira (15). De acordo com as investigações, ela era uma das principais fornecedoras de cocaína para criminosos da região Sudoeste da Bahia.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) informou que em uma casa de propriedade da suspeita, foram encontrados uma pistola calibre 380, sem registro e com numeração suprimida, várias munições intactas e cocaína pronta para comercialização, além de uma quantia em dinheiro.
A operação apreendeu ainda carro BMW branco que supostamente pertencente à acusada. A mulher, que tem outras passagens pela polícia relacionadas ao tráfico de entorpecentes, já foi encaminhada para o presídio de Vitória da Conquista, onde está custodiada, aguardando uma definição da Justiça.

Cientistas britânicos da Universidade de Leicester, no Reino Unido, apontam o Brasil como um dos destinos mais perigosos do mundo durante a pandemia do coronavírus. Sem controle da pandemia e vacinação em massa, o país deve entrar até o final do ano na “zona vermelha” do novo mapa global de riscos. As informações são da BBC News Brasil.
Em entrevista para o site, o virologista Julian Tang, da Universidade de Leicester, no Reino Unido, afirmou que diferente das nações europeias, da Oceania, Israel e partes da Ásia, como Cingapura e Coreia do Sul, o Brasil deve ficar para trás na retomada do comércio, turismo e viagens, devido à falta de controle da doença.
“Podemos ter uma divisão por zonas de risco. Por exemplo, o sudeste da Ásia e a Europa serão verdes. Laranja é Índia e parte da África. E vermelho pode ser África do Sul, Brasil e Estados Unidos, onde vemos altas taxas de transmissão e vacinação insuficiente”, exemplifica Tang.
A expectativa é de que os países classificados como “zona verde” restabeleça a economia a partir do meio do ano. Até o momento, o Brasil vacinou apenas cerca de 9 milhões de pessoas, o que representa 4,26% da população brasileira. Na última segunda-feira (15) foi prometido pelo Ministério da Saúde a compra de 100 milhões de vacinas da Pfizer e da Janssen.
O pesquisador Charlie Whittaker, da Imperial College London, alerta que, apesar da criação das zonas verdes, amarelas e vermelhas, o mundo só estará protegido completamente da Covid-19 quando todas as nações imunizarem suas populações.
“Ninguém está seguro enquanto todos não estivermos seguros. E garantir que estamos seguros significa limitar a chance de variantes surgirem. Medidas de controle são úteis para alcançar isso, mas talvez mais importante ainda seja garantir uma estratégia global equitativa de vacinação. Isso significa que nenhum país deve ser deixado para trás”, disse à Whittaker à BBC News Brasil.

A Polícia Civil da Bahia deflagrou na madrugada desta terça-feira (16) a Operação Tupinambá, que pretende combater organizações criminosas envolvidas com homicídios, tráfico de drogas, roubos e corrupção de menores. A ação cumpre mandados em cidades da Região Metropolitana de Salvador, sul do estado e no Rio de Janeiro.
A ação, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), é resultado de oito meses de investigação. A quantidade de mandados expedidos e nem se são de prisão ou busca e apreensão foram informadas.
Um homem conhecido como “Vado Gordo” foi preso nesta manhã, em Duque de Caxias (RJ). A prisão foi feita por policiais daquele estado, com apoio da polícia baiana. Participam da operação equipes da Coordenação de Operações Especiais (COE), dos departamentos de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), de Polícia Metropolitana (Depom), de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), e de Polícia do Interior (Depin), além da PM.

O governo do presidente Jair Bolsonaro foi denunciado nesta segunda-feira no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra pela gestão que faz da pandemia de Covid-19, doença que já matou mais de 278 mil pessoas no Brasil, maior número do mundo atrás apenas dos Estados Unidos.
A denúncia foi feita pelas organizações não-governamentais de defesa dos direitos humanos Comissão Arns e Conectas Direitos Humanos, que apontaram que o governo Bolsonaro levou o país a uma “devastadora tragédia humanitária”. “Viemos aqui hoje para criticar as atitudes recorrentes do presidente Jair Bolsonaro sobre a pandemia”, disseram as entidades ao conselho.
“Ele desdenha das recomendações dos cientistas; ele tem, repetidamente, semeado descrédito em todas as medidas de proteção – como o uso de máscaras e distanciamento social; promoveu o uso de drogas ineficazes; paralisou a capacidade de coordenação da autoridade federal de Saúde; descartou a importância das vacinas; riu dos temores e lágrimas das famílias e disse aos brasileiros para parar ‘de frescura e mimimi’.”
Por várias vezes Bolsonaro minimizou a pandemia de Covid-19, afirmando que ela estava sendo superdimensionada e classificando a doença de “gripezinha”.
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O Brasil atingiu nesta segunda-feira (15) 279.286 mil vítimas fatais do novo coronavírus, 1.057 registradas em 24 horas. Os dados são do R7, a partir de balanços do Ministério da Saúde e do Conselho Nacional de Secretários de Saúde.
O país soma 11.519.609 pessoas que testaram positivo para a Covid, com 36.239 novas infecções diagnosticadas entre o domingo e esta segunda.
A média móvel de mortes dos últimos sete dias foi elevado para o nível recorde de 1.841 – aumento de 50% em relação ao observado há 14 dias.Também houve aumento de 20% da média móvel de casos diários (66.8490).