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Por Ana Graziela Aguiar
Ser mulher é enfrentar um desafio diferente todos os dias. É superar barreiras, muitas vezes, invisíveis. Apesar de serem a maioria da população brasileira (51,8%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE), elas ainda enfrentam cenários desiguais, seja na divisão das tarefas domésticas ou nos ganhos no mercado de trabalho. Muitas vezes, elas assumem tripla jornada. Saem para trabalhar, cuidam da casa, dos filhos. Em vários lares, elas são arrimo e sustentam sozinhas suas famílias.
Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), em 2018, 45% dos domicílios brasileiros eram comandados por mulheres. Mas, apesar de liderarem casas e assumirem as contas, as mulheres ainda têm de lidar com a discriminação. Estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) mostra que 90% da população mundial ainda tem algum tipo de preconceito na questão da igualdade de gênero em áreas como política, economia, educação e violência doméstica.
Segundo o estudo, que analisou dados de 75 países, cerca de metade da população considera que os homens são melhores líderes políticos do que as mulheres, e mais de 40% acham que os homens são melhores diretores de empresas. Além disso, 28% dos consultados consideram justificado que um homem bata na sua esposa. Apesar da longa jornada enfrentada por elas ao longo da história, os números mostram que ainda há muito a caminhar.
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Hoje é dia de celebrar aquelas que, com força e determinação, conquistam o mundo. Feliz Dia Internacional da Mulher!

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), e chefes de outros 20 Estados decidiram se articular para lançar conjuntamente um plano de medidas restritivas que visam reduzir o avanço da Covid-19 no Brasil.
A união ocorre diante da ausência de uma articulação nacional do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), acusado de contribuir para o avanço do vírus no país com declarações negacionistas.
O pedido de uma ação nacional chegou a ser feito para o Ministério da Saúde, mas a resposta foi a de que Bolsonaro não deixa. A ideia é a de que entre no pacto algumas iniciativas básicas, que sirva para todos, e que, a partir disso, cada um tome outras decisões de acordo com a necessidade local.
De acordo com a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, a expectativa dos governadores é divulgar ações que sirvam pelo menos até o dia 14 de março. O principal objetivo é o de comunicar a população de que o momento é crítico e, por isso, há necessidade de que a circulação seja reduzida imediatamente, sendo a forma de diminuir a ocupação nos hospitais.
Além do governador Rui Costa, concordaram em apoiar o pacto os governadores de Piauí, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso, São Paulo, Pará, Distrito Federal, Alagoas, Minas Gerais, Ceará, Sergipe, Goiás, Maranhão, Amazonas, Paraná, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Mulheres de sonhos, guerreiras por natureza, mas também de determinação, mulheres de luta. São mães, esposas, filhas, irmãs. Profissionais visionárias e competentes que acredita em um mundo cada vez melhor, mais humano, sem violência…
Mulher, negra, branca, índia, mãe, todas empoderadas que acorda cedo, trabalha, estuda, brinca, ama, vive, convive, faz o mundo acontecer. Faz tudo isso e muito mais, sem perder o brilho e o charme de ser você, MULHER! Recebam os nossos Parabéns e nossa Gratidão!

Pedro Rafael Vilela
O número de pessoas mortas pela covid-19 no Brasil subiu para 265.411. Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.086 novos óbitos. Há ainda 2.875 óbitos em investigação no país.
O total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus (covid-19) desde o início da pandemia chegou a 11.019.344. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 80.508 novos casos.
Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite deste domingo (7). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.
Há, ao todo, 996.755 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 9.757.178 pacientes já se recuperaram.
Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (61.463), Rio de Janeiro (33.717), Minas Gerais (19.523) e Rio Grande do Sul (13.449). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.063), Amapá (1.156), Roraima (1.167), Tocantins (1.584) e Sergipe (3.023).
Em número de casos, São Paulo também lidera (2.113.738), seguido por Minas Gerais (922.573), Paraná (725.797), Bahia (714.005), Santa Catarina (707.501) e Rio Grande do Sul (688.846).

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 01/03: 78 novos Casos (+1 morte)
👉🏻 Terça-feira, 02/03: 45 novos casos
👉🏻 Quarta-feira, 03/03: 134 novos casos (+1 morte)
👉🏻 Quinta-feira, 04/03: 20 novos casos (+1 morte)
Sexta-feira, 05/03: 60 novos casos (+1 morte)
Sábado, 06/03: 45 novos casos (+1 morte)
👉🏼 Domingo, 07/03: 44 novos casos (+1 morte)

Com exceção do Flamengo, grandes clubes cariocas se manifestaram no sábado (6) contrários à reabertura de estádios ao público, em meio à segunda onda da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) e à confirmação de novas variantes do vírus em circulação na capital fluminense.
Por meio de notas oficiais, Vasco, Fluminense e Botafogo rechaçaram o retorno dos torcedores ao jogos do Campeonato Carioca. O primeiro a se posicionar foi o Vasco da Gama. Segundo comunicado do do clube, “é uma discussão prematura visto o recrudescimento da pandemia do novo coronavírus no Brasil”. Na sequência, o Fluminense foi ainda mais veemente: disse que “os clubes sequer foram convocadas para uma reunião sobre o assunto”.
O Tricolor carioca esclareceu que participou na sexta-feira (5) de uma reunião com demais clubes cariocas e a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj), mas que o tema do encontro foi a avaliação sobre a operação de combate e prevenção à covid-19 durante a primeira rodada do Carioca.
De fato, a Ferj publicou o resultado do encontro, também por meio de nota oficial, e não citou nada a respeito sobre a possibilidade de retorno de público aos estádios. No comunicado cita que todos os médicos dos clubes “foram unânimes em apontar o Jogo Seguro [nome do protocolo combate à Covid-19] teve alto nível de eficácia – desde as testagens ao controle de acessos”.
O Botafogo, cujo estádio Nilton Santos vem sendo utilizado como ponto de vacinação na zona Norte da capital fluminense, foi o último grande clube carioca a demonstrar insatisfação com a reabertura de estádios ao público. “No atual estágio da pandemia, caracterizada por uma crise sanitária permanente e no contexto de recordes diários de mortes, com perspectivas sólidas de piora no cenário, surpreende que o tema tenha novamente retornado à baila”.

Com o avanço do coronavírus na cidade de Brumado o quadro assusta cada vez mais a população e deixado marca que jamais a população jamais imaginaria e queria que acontecesse .
Neste domingo (07), mais um óbito de Covid-19, foi confirmado no município. Um jovem que completou 33 anos, neste domingo, morreu vítima do vírus no dia de seu aniversário. Segundo informações, ele foi o quinto membro de uma família que foi a óbito de coronavírus na cidade nos últimos dias.
Além do jovem de 33 anos, a doença foi letal para seu pai, sua mãe, um irmão e um cunhado. De acordo com um membro da família, as mortes aconteceram em menos de trinta dias. Alertamos a comunidade brumadense para seguir todas as recomendações da OMS na segurança do combate ao vírus e a necessidade do isolamento social e o uso de máscara e álcool gel, além de evitar aglomerações.

Por três vezes o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) rejeitou as ofertas de vacinas contra a Covid-19 feitas pela farmacêutica Pfizer em 2020. Com isso, deixou de obter quase 3 milhões de doses em meio à escassez de imunizantes. O volume, que estava previsto até fevereiro deste ano, é equivalente a cerca de 20% das doses já distribuídas no Brasil até agora.
O anúncio feito pelo Ministério da Saúde nesta última semana de que pretende comprar doses da vacina da empresa norte-americana ocorreu quase sete meses após a primeira oferta apresentada, que previa que as primeiras entregas fossem feitas ainda em dezembro de 2020.
Duas das propostas feitas antes da que o governo diz ter aceitado agora — o contrato ainda não foi assinado— previam vacinas já em dezembro, quando imunizante passou a ser aplicado em países como Reino Unido e EUA. A terceira previa as vacinas em janeiro. Agora, membros do ministério tentam negociar com a empresa entregas a partir de maio.
Segundo a Folha de S.Paulo, a Pfizer não foi a única a ter propostas rejeitadas. Documentos mostram que outros laboratórios também tiveram ofertas que previam entregas mais cedo ignoradas, a exemplo do Instituto Butantan, que hoje é responsável por pelo menos 78% das vacinas já distribuídas no país contra a Covid.
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Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 01/03: 78 novos Casos (+1 morte)
👉🏻 Terça-feira, 02/03: 45 novos casos
👉🏻 Quarta-feira, 03/03: 134 novos casos (+1 morte)
👉🏻 Quinta-feira, 04/03: 20 novos casos (+1 morte)
Sexta-feira, 05/03: 60 novos casos (+1 morte)
Sábado, 06/03: 45 novos casos (+1 morte)