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De acordo com a Anac, a aeronave estava com a Inspeção Anual de Manutenção e o Certificado de Aeronavegabilidade do avião em dia. Foto: Divulgação
Uma pessoa morreu e duas ficaram feridas com a queda de um avião de pequeno porte em uma área residencial no bairro de Benguí em Belém (PA), nesta quarta-feira (13). O acidente foi confirmado pelo Corpo de Bombeiros do Pará (CBM) em contato com o G1 Pará. De acordo com informações do órgão, três vítimas foram identificadas, sendo dois homens que estavam dentro da aeronave e um terceiro, que era vigilante e estava no local onde o avião caiu. O vigilante, que não teve o nome informado, sofreu escoriações. O piloto da aeronave, Bruno Alencar, foi retirado das ferragens com traumatismo craniano e o copiloto, identificado pelos bombeiros como Lucas Ernesto Santos, faleceu no local. A aeronave era um modelo Cessna Aircraft 210L e tinha capacidade para transportar até cinco pessoas. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Inspeção Anual de Manutenção e o Certificado de Aeronavegabilidade do avião estavam em dia.
A mineradora Vale foi autuada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O órgão estabeleceu multa diária de R$ 100 mil até que seja executado de forma satisfatória o plano de resgate de animais silvestres e domésticos. O valor definido para a multa é o máximo previsto na legislação ambiental para o tipo de infração constatada. No entendimento do Ibama, a Vale havia sido notificada um dia após a tragédia para que iniciasse em até 24 horas a execução do plano de salvamento da fauna e passasse a entregar relatórios diários com informações sobre os animais resgatados. Para o Ibama, os documentos enviados pela empresa não atenderam integralmente as exigências estabelecidas. O plano de salvamento prevê, entre outras medidas, a instalação de hospital de campanha para reabilitação dos animais resgatados e de centro para triagem e abrigo. “Em vistorias, agentes ambientais constataram atraso na realização das obras”, disse o Ibama em nota.
Proprietária do helicóptero que caiu no acidente que matou o jornalista Ricardo Boechat, a empresa RQ Serviços Aéreos Especializados LTDA não estava autorizada a fazer o serviço de táxi aéreo. Isso significa que, de acordo com as regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as aeronaves da empresa não poderiam transportar passageiros. Segundo informações da Folha de S. Paulo, a RQ Serviços estava certificada para prestar Serviços Aéreos Especializados (SAE), o que inclui aerofotografia, aeroreportagem e aerofilmagem. “Qualquer outra atividade remunerada fora das mencionadas não poderia ser prestada. Tendo em vista essas informações, a Anac abriu procedimento administrativo para apurar o tipo de transporte que estava sendo realizado no momento do acidente”, informou a agência por meio de nota. O helicóptero de matrícula PT-HPG caiu na Rodoanel, em São Paulo, e colidiu com um caminhão que trafegava na rodovia. Com o acidente, a aeronave pegou fogo e Boechat e o piloto, Ronaldo Quattrucci, morreram carbonizados.
O jornalista Ricardo Boechat morreu, nesta segunda-feira (11), na queda do helicóptero que caiu no Rodoanel em São Paulo. A informação foi confirmada pelo governo do estado. Boechat estava dando uma palestra em Campinas, no interior do estado, e retornava a São Paulo. Na manhã desta segunda, o jornalista apresentou o jornal da BandNews FM do interior de São Paulo e retornava para a sede da Band na capital paulista, onde apresentaria o Jornal da Band, à noite. A aeronave bateu na parte dianteira de um caminhão que transitava pela Rodovia Anhanguera. O jornalista tinha 66 anos e trabalhava no Grupo Bandeirantes de Comunicação, como âncora do Jornal da Band e na rádio BandNews FM. Antes, passou pelo O Globo, O Dia, O Estado de S. Paulo e Jornal do Brasil. Além do jornalista, o Corpo de Bombeiros encontrou o corpo do piloto da aeronave carbonizado. Ele ganhou três vezes o Prêmio Esso, um dos principais do jornalismo brasileiro. O jornalista deixa esposa, conhecida como “Doce Veruska” pelos ouvintes da rádio, e seis filhos.

Nesta segunda-feira (11), representantes do Flamengo deverão participar de uma reunião no MP para tentar esclarecer o que ocorreu no Ninho do Urubu. Foto: Divulgação
A diretoria do Flamengo comprometeu-se a manter o pagamento dos salários às vítimas do incêndio de sexta-feira (08) em um dos alojamentos do clube, no Ninho do Urubu, como é conhecimento popularmente o Centro de Treinamento Presidente George Helal. A informação está em nota divulgada pelo clube neste domingo (10). “O Flamengo gostaria de reiterar que, independentemente de qualquer investigação, vem prestando todo o amparo às famílias dos atletas vitimados pela tragédia ocorrida no centro de treinamento, assim como aos feridos e sobreviventes. Neste momento, o clube, de pleno, assume o compromisso de manter a remuneração paga aos atletas vítimas do incêndio, sem qualquer prejuízo de outras ações adicionais de apoio que estão sendo implementadas”, diz a nota. Em outro trecho da nota, a diretoria do Flamengo ressalta que, de acordo com a empresa NHJ, responsável pelo alojamento de contêiner, a espuma usada no isolamento térmico e acústico não era inflamável. “Vale ressaltar que representantes da empresa NHJ – em reunião realizada na manhã deste domingo, na sede da Gávea – esclareceram que o poliuretano utilizado entre as chapas metálicas não é propagador de incêndios, por ter característica auto-extinguível.” Nesta segunda-feira (11), representantes do Flamengo deverão participar de uma reunião no Ministério Público (MP) para tentar esclarecer o que ocorreu no Ninho do Urubu. Também estarão presentes à reunião representantes de diversos outros órgãos da Justiça e da prefeitura do Rio.
Um incêndio atingiu neste sábado (09) um hotel de luxo no município de Porto Seguro. O hotel Toko Village tinha quiosques de palha, que ficaram destruídos em poucos minutos. Segundo o site Radar 64, uma equipe do 6° Grupamento de Bombeiros Militar conseguiu debelar o avanço das chamas. A suspeita é de que uma pessoa teria colocado fogo em um monte de lixo em um terreno ao lado do hotel. As chamas, no entanto, teriam se alastrado rapidamente. Hóspedes e funcionários foram retirados às pressas do local. Ainda não há informações sobre feridos.
Um acidente de carro levou à morte, nesta sexta-feira (08), da ex-primeira-dama do município de Iramaia, Lídia Caires. Segundo o blog Marcos Frahm, o motorista do veículo no qual a vítima estava perdeu o controle e caiu de uma ponte em uma estrada na área rural de Ibicoara, na Chapada Diamantina. A ex-primeira-dama foi socorrida com vida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao Hospital Suzy Zanfretta, em Barra da Estiva. No entanto, não resistiu aos ferimentos e faleceu na unidade de saúde. Lídia Caires estava acompanhada da filha, Lívia Caires, que sofreu apenas leves escoriações. O corpo foi encaminhado para necropsia no Instituto Médico Legal (IML) de Brumado e já liberado para o enterro, neste sábado. Lídia Caíres era esposa do ex-prefeito Antônio Rodrigues, o Dodinha, que governou o município até dezembro de 2016.
Uma pessoa morreu e três pessoas ficaram feridas em um acidente em um trecho da BR-116 de Milagres, no Vale do Jiquiriçá, na tarde desta sexta-feira (08). Segundo o site Bahia 10, o fato ocorreu após uma colisão entre dois veículos, na altura do km 230. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a ViaBahia, que administra a via, esteve no local para prestar socorro às vítimas, que não tiveram identidades divulgadas. Os feridos foram socorridos por uma ambulância e encaminhadas para o Hospital local. Devido ao acidente, houve bloqueio na via. As causas do acidente ainda são desconhecidas.
Cerca de 500 moradores de Barão de Cocais (MG), a 100 quilômetros de Belo Horizonte, foram retirados de suas casas na madrugada desta sexta (08) por causa da Barragem Sul Superior da Mina de Gongo Seco, da Vale. A prefeitura da cidade informou, em nota, que foi acionado o nível 2 de risco da barragem. A decisão foi tomada diante de observações e monitoramentos feitos pela Agência Nacional de Mineração, a Defesa Civil do estado e do município e pela empresa Vale. De acordo com a nota, a informação até agora é de que há um desnível na estrutura. Seguindo recomendações da mineradora e dos órgãos do setor mineral, os moradores das comunidades do Socorro e áreas próximas foram retirados em ônibus da Vale e veículos de apoio. A retirada foi feita por precaução, diz a nota. Os moradores foram encaminhados para o Ginásio Poliesportivo da cidade, onde ficarão abrigados temporariamente.

Ainda há 182 pessoas desaparecidas. Corpo de Bombeiros faz pente-fino na região, com escavadeiras; 134 vítimas foram identificadas. Foto: Divulgação
No 14º dia de buscas, sete corpos foram encontrados na lama de rejeitos da barragem da Vale, em Brumadinho (MG). Nesta quinta-feira ,7, o número de mortos chegou a 157. Há ainda outras 182 pessoas desaparecidas entre funcionários da mineradora e moradores da região. Do total de vítimas, 134 já foram identificadas. Desde segunda ,4, o Corpo de Bombeiros de Minas iniciou uma nova fase das buscas, com mais máquinas pesadas, como escavadeiras. Elas são usadas nas margens da região atingida, onde os rejeitos são mais secos e rasos. O número de máquinas do tipo tem crescido diariamente e chegou a 12. Elas recolhem grandes porções de lama e a espalham em outro local, para os bombeiros analisarem se há corpos inteiros ou fragmentados.