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A Secretaria de Administração da Bahia (Saeb) divulgou, nesta sexta-feira (20) o resultado de uma licitação para uma reforma do Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna, no Sul da Bahia.
Vencedora da licitação, a empresa Osolev Construtora realizará as obras, pelo valor de R$ 1.643.336,46. O resultado foi publicado no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (20).

Com homenagens à escritora baiana Gláucia Maria Lemos, a 9ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica) será realizada entre os dias 24 e 27 de outubro deste ano, na histórica cidade do Recôncavo Baiano.
O lançamento foi feito nesta quinta-feira (19) pelo governador Rui Costa, no Salão de Atos da Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB). O evento tem patrocínio do Governo do Estado com realização da iContent e Cali.
Além destes, recebe apoio institucional da Rede Bahia e da prefeitura de Cachoeira. Durante o ato de lançamento, o governador Rui Costa pontuou a relevância e contribuição do evento para o cenário cultural baiano.
“A Flica é uma ‘semente do bem’, que fez com que nascessem várias festas literárias na Bahia. E é um sucesso, que vem dessa vez inovando, com uma linguagem que dialoga com a juventude. Eu espero que esta edição possa, mais uma vez, incentivar a participação dos nossos jovens da rede estadual”, disse Rui.
A cerimônia de lançamento reuniu o coordenador geral da Flica, Emmanuel Mirdad, a curadora da festa, Kátia Borges, e a grande homenageada deste ano, a escritora soteropolitana Gláucia Lemos, que comemora 40 anos de lançamento do seu primeiro livro publicado.
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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura (Secult) lança os Editais Setoriais de Cultura 2019. Com objetivo de fomentar a Cultura na Bahia através das diversas modalidades, estão abertas, entre os dias 9 de setembro e 8 de outubro, as inscrições para 19 Editais Setoriais. Informações no site.
As chamadas públicas contemplam as seguintes áreas: Apoio a Grupos e Coletivos Culturais; Apoio à Publicação de Livros por Editoras Baianas; Apoio às Bibliotecas Comunitárias; Artes Visuais; Circo; Culturas Identitárias; Culturas Populares (Capoeira, Versão Simplificada e Versão Padrão); Dança; Economia Criativa; Incentivo à leitura – Formação de Leitores e Mediadores; Literatura; Museus; Música; Patrimônio Cultural – Arquitetura e Urbanismo; Restauração, Digitalização e Promoção de Acervos Privados de Interesse Público; Teatro e Territórios Culturais. A execução é por meio das unidades vinculadas da Secult (Fundação Cultural do Estado da Bahia, Fundação Pedro Calmon e Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural), das superintendências de Promoção Cultural e de Desenvolvimento Territorial da Cultura, e também do Centro de Culturas Populares e Identitárias.
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O Dia do Folclore Brasileirofoi definido oficialmente através do Decreto de Lei nº 56.747, de 17 de agosto de 1965, aprovado pelo Congresso Nacional. A partir de então, conforme definia a lei, o dia 22 de agosto passou a ser celebrado como o Dia do Folclore em todo o país.
A data foi escolhida porque em 22 de agosto de 1846, o pesquisador britânico William John Thoms usou esta palavra pela primeira vez num artigo. A preocupação em sistematizar e divulgar o folclore brasileiro ganhou força no começo do século XX no Brasil.
Durante a Semana de Arte Moderna, em 1922, várias obras apresentadas tiveram como inspiração o folclore brasileiro. Em 1947 foi criada a Comissão Brasileira de Folclore e, posteriormente, as comissões estaduais. Em 1951 se realiza por primeira vez, no Rio de Janeiro, o1º Congresso Brasileiro de Folclore, evento que acontece a cada dois anos.
O Dia do Folclore costuma ser bastante festejado pelas escolas. Algumas das atividades mais comuns que os estudantes podem desempenhar para aprenderem mais sobre a cultura e as tradições típicas de suas regiões.

Raulzito. Assim ele era chamado pelos familiares e amigos da infância e adolescência, quando resolveu montar uma banda de rock and roll, empolgado com Elvis Presley. Inicialmente, foram os “Relâmpagos do Rock”, com os irmãos Gama. A banda, então, mudou de formação. Saiu um dos irmãos Gama e entrou Mariano Lanat. Virou “Raulzito e The Panthers”, nome inspirado na flâmula americana do felino, que havia no quarto do Maluco Beleza.
É assim que começa a série especial “30 anos sem Raul”, escrita pelo jornalista Pacheco Maia para o BN. Ao longo das próximas semanas, o autor traz curiosidades sobre o artista baiano, celebrado como um dos grandes gênios do rock naciona

Na última sexta-feira (02), aconteceu na Praça Pompílio Leite, a popular “Praça do Jurema”, a 2ª Feira dos Artesãos de Brumado.A ideia da feira partiu dos próprios artesãos que expõem seus produtos no Mercado Municipal de Artes.
A proposta é que, na primeira sexta-feira de cada mês, os artistas repitam a iniciativa no mesmo local, sempre a partir das 17h. Segundo os expositores a feira é mais uma oportunidade dos artesãos expor seus produtos e apresentarem o seu trabalho à comunidade.
Além de artesanato regional, doces, bolos, quitutes e acarajé, pode ser encontrado na feira. “É mais uma forma da comunidade brumadense e turistas conhecer a produção do rico artesanato da capital do minério” Disse uma artesã.


Há exatos 30 anos o Brasil perdia um dos maiores representantes da música nordestina, Luiz Gonzaga, o eterno Rei do Baião. Natural de Exu, interior de Pernambuco, o segundo filho de Januário José eternizou a cultura do sertão ao colocar o Nordeste no mapa do até então ‘Brasil do Sul’, ao se apresentar no programa de calouros de Ary Barroso, em 1930.
E se naquela época o Brasil dançava ao som do pandeiro, do surdo e do tamborim, na década de 40 o país parou para conhecer o toque da sanfona e se entregou à envolvência do Baião.

O forrozeiro e sanfoneiro Targino Gondim baiano ressaltou a importância de Gonzagão para a cultura brasileira. “Luiz Gonzaga não levou apenas a nossa música, ele levou o sertão para as pessoas. Para o Brasil e para o mundo, a história do sertão, os hábitos, desejos, os anseios, a culinária, tudo que existia no sertão que não era conhecido pelo resto do Brasil e do mundo ele fez questão de mostrar. Foi ele que nos deu uma identidade e o orgulho de ser nordestino”.
Com aproximadamente 500 canções distribuídas em seus 56 álbuns, Gonzaga cantava em seus versos o que via no sertão, o que para Targino ajudou a tornar o ritmo ainda mais querido no Brasil. “Não é por ser forrozeiro e sanfoneiro, mas Luiz Gonzaga é o maior artista que o Brasil já teve. Ele e Dorival Caymmi foram os artistas que verdadeiramente transformaram a música brasileira, deram identidade. Dorival com o samba e Gonzaga com o forró e o baião”.

O mais importante evento da cidade de Lençóis, na Chapada Diamantina, o Festival de Lençóis não vai acontecer neste ano. De grande relevância pro turismo e economia local, o evento não será realizado por falta de patrocínio.
Com a crise econômica no país, não houve interesse do mercado no investimento no festival que já recebeu O Rappa, BaianaSystem, Attoxxá, Léo Jaime, Lobão, Los Hermanos, Vanessa da Matta e muitos outros artistas.
Em contato com o colunista Ronaldo Jacobina, do Correio, a produtora cultural Paula Resende disse que apesar da dificuldade, não pretende encerrar o festival e planeja que ele seja realizado no primeiro semestre de 2020.
“Não pensamos em parar o festival, ao contrário, nossa ideia é realizá-lo no primeiro semestre do ano que vem, inclusive com uma edição mais robusta, para comemorar as 20 edições”, diz.


O ex-guitarrista da banda Chiclete com Banana, Cacik Jonne, faleceu em sua casa nesta sexta-feira (26). De acordo com informações do colunista Osmar Marrom, a causa foi falência múltipla dos órgãos. O grupo ainda não se manifestou oficialmente.
O músico, que ficou no conjunto por 20 anos, é um dos integrantes mais lembrados pelos chicleteiros e teve saída conturbada do conjunto. Desde 2001, ele era vítima da doença degenerativa ataxia cerebelar, uma inflamação do cerebelo que pode ser causada por severa infecção viral ou anomalia congênita. O velório deve acontecer neste sábado (27). Em Salvador.