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O Dia do Folclore Brasileirofoi definido oficialmente através do Decreto de Lei nº 56.747, de 17 de agosto de 1965, aprovado pelo Congresso Nacional. A partir de então, conforme definia a lei, o dia 22 de agosto passou a ser celebrado como o Dia do Folclore em todo o país.
A data foi escolhida porque em 22 de agosto de 1846, o pesquisador britânico William John Thoms usou esta palavra pela primeira vez num artigo. A preocupação em sistematizar e divulgar o folclore brasileiro ganhou força no começo do século XX no Brasil.
Durante a Semana de Arte Moderna, em 1922, várias obras apresentadas tiveram como inspiração o folclore brasileiro. Em 1947 foi criada a Comissão Brasileira de Folclore e, posteriormente, as comissões estaduais. Em 1951 se realiza por primeira vez, no Rio de Janeiro, o1º Congresso Brasileiro de Folclore, evento que acontece a cada dois anos.
O Dia do Folclore costuma ser bastante festejado pelas escolas. Algumas das atividades mais comuns que os estudantes podem desempenhar para aprenderem mais sobre a cultura e as tradições típicas de suas regiões.

Raulzito. Assim ele era chamado pelos familiares e amigos da infância e adolescência, quando resolveu montar uma banda de rock and roll, empolgado com Elvis Presley. Inicialmente, foram os “Relâmpagos do Rock”, com os irmãos Gama. A banda, então, mudou de formação. Saiu um dos irmãos Gama e entrou Mariano Lanat. Virou “Raulzito e The Panthers”, nome inspirado na flâmula americana do felino, que havia no quarto do Maluco Beleza.
É assim que começa a série especial “30 anos sem Raul”, escrita pelo jornalista Pacheco Maia para o BN. Ao longo das próximas semanas, o autor traz curiosidades sobre o artista baiano, celebrado como um dos grandes gênios do rock naciona

Na última sexta-feira (02), aconteceu na Praça Pompílio Leite, a popular “Praça do Jurema”, a 2ª Feira dos Artesãos de Brumado.A ideia da feira partiu dos próprios artesãos que expõem seus produtos no Mercado Municipal de Artes.
A proposta é que, na primeira sexta-feira de cada mês, os artistas repitam a iniciativa no mesmo local, sempre a partir das 17h. Segundo os expositores a feira é mais uma oportunidade dos artesãos expor seus produtos e apresentarem o seu trabalho à comunidade.
Além de artesanato regional, doces, bolos, quitutes e acarajé, pode ser encontrado na feira. “É mais uma forma da comunidade brumadense e turistas conhecer a produção do rico artesanato da capital do minério” Disse uma artesã.


Há exatos 30 anos o Brasil perdia um dos maiores representantes da música nordestina, Luiz Gonzaga, o eterno Rei do Baião. Natural de Exu, interior de Pernambuco, o segundo filho de Januário José eternizou a cultura do sertão ao colocar o Nordeste no mapa do até então ‘Brasil do Sul’, ao se apresentar no programa de calouros de Ary Barroso, em 1930.
E se naquela época o Brasil dançava ao som do pandeiro, do surdo e do tamborim, na década de 40 o país parou para conhecer o toque da sanfona e se entregou à envolvência do Baião.

O forrozeiro e sanfoneiro Targino Gondim baiano ressaltou a importância de Gonzagão para a cultura brasileira. “Luiz Gonzaga não levou apenas a nossa música, ele levou o sertão para as pessoas. Para o Brasil e para o mundo, a história do sertão, os hábitos, desejos, os anseios, a culinária, tudo que existia no sertão que não era conhecido pelo resto do Brasil e do mundo ele fez questão de mostrar. Foi ele que nos deu uma identidade e o orgulho de ser nordestino”.
Com aproximadamente 500 canções distribuídas em seus 56 álbuns, Gonzaga cantava em seus versos o que via no sertão, o que para Targino ajudou a tornar o ritmo ainda mais querido no Brasil. “Não é por ser forrozeiro e sanfoneiro, mas Luiz Gonzaga é o maior artista que o Brasil já teve. Ele e Dorival Caymmi foram os artistas que verdadeiramente transformaram a música brasileira, deram identidade. Dorival com o samba e Gonzaga com o forró e o baião”.

O mais importante evento da cidade de Lençóis, na Chapada Diamantina, o Festival de Lençóis não vai acontecer neste ano. De grande relevância pro turismo e economia local, o evento não será realizado por falta de patrocínio.
Com a crise econômica no país, não houve interesse do mercado no investimento no festival que já recebeu O Rappa, BaianaSystem, Attoxxá, Léo Jaime, Lobão, Los Hermanos, Vanessa da Matta e muitos outros artistas.
Em contato com o colunista Ronaldo Jacobina, do Correio, a produtora cultural Paula Resende disse que apesar da dificuldade, não pretende encerrar o festival e planeja que ele seja realizado no primeiro semestre de 2020.
“Não pensamos em parar o festival, ao contrário, nossa ideia é realizá-lo no primeiro semestre do ano que vem, inclusive com uma edição mais robusta, para comemorar as 20 edições”, diz.


O ex-guitarrista da banda Chiclete com Banana, Cacik Jonne, faleceu em sua casa nesta sexta-feira (26). De acordo com informações do colunista Osmar Marrom, a causa foi falência múltipla dos órgãos. O grupo ainda não se manifestou oficialmente.
O músico, que ficou no conjunto por 20 anos, é um dos integrantes mais lembrados pelos chicleteiros e teve saída conturbada do conjunto. Desde 2001, ele era vítima da doença degenerativa ataxia cerebelar, uma inflamação do cerebelo que pode ser causada por severa infecção viral ou anomalia congênita. O velório deve acontecer neste sábado (27). Em Salvador.

O Dia Nacional do Escritor é comemorado em 25 de julho no Brasil. Esta data é uma homenagem aqueles que se dedicam às palavras escritas. Sejam nos textos científicos ou fictícios, os escritores precisam ter a grande habilidade de entreter os leitores.
Para isso, é necessário um vasto conhecimento de vocabulários, da gramática e ortografia, além de uma boa dose de criatividade e conhecimentos gerais do mundo.
A nível internacional, os escritores são homenageados em 13 de outubro, data conhecida como o Dia Mundial do Escritor.

O mês de julho será especial em Rio de Contas, uma das cidades históricas mais bela da Chapada Diamantina. É que ela vai sediar a primeira edição do ‘Encontro de Sanfoneiros’, entre os dias 26 e 28 de julho, na Praça do Landim.
A ideia é que sanfoneiros de destaque da cena forrozeira nacional, como Quinteto Sanfônico, com Targino Gondim, e bandas – que cultivam o tradicional forró pé-de-serra – possam mostrar seus trabalhos ao público local e os visitantes da Chapada.
Além de boa música e muito arrasta-pé, haverá um concurso de sanfoneiros com premiação para o primeiro, segundo e terceiro lugares.
A programação conta ainda com apresentações culturais, oficinas e feiras de artesanato, atividades voltadas para a valorização da rica cultura local. Participe dessa festa nordestina.

O sertão que vira mar e os sertões que viram cinema foram tema da mesa que reuniu o professor e teórico de cinema Ismail Xavier e o cineasta português Miguel Gomes neste sábado (13), na tenda principal da Flip.
Xavier, autor de “Sertão Mar: Glauber Rocha e a Estética da Fome”, livro relançado nesta edição da Festa Literária de Paraty, falou sobre o diálogo entre o cineasta baiano e a obra de Euclides em “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, filmado em 1963 por Glauber.
“A filmagem foi marcada pela atmosfera de expectativas de mudanças, de reformas de base”, disse Xavier. Miguel Gomes contou sobre o novo filme que vai fazer, também baseado no livro, que o cineasta leu por acaso em um voo de Portugal para o Brasil. “É uma das prosas mais poderosas da língua portuguesa”, afirmou.
Gomes, que vai se mudar por um tempo para Canudos, quer ser fiel ao texto a seu modo. “A mitologia do sertão é tão real quanto as pedras.” Ele não quis dar spoilers do novo filme, mas contou que terá cerca de duas horas. O título escolhido é “Selvageria”. “Blaise Cendras queria traduzir ‘Os Sertões’ para o francês, com o título ‘sauvagerie’. Ele não fez a tradução e eu roubei o título.”.
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