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O Dia Nacional do Escritor é comemorado em 25 de julho no Brasil. Esta data é uma homenagem aqueles que se dedicam às palavras escritas. Sejam nos textos científicos ou fictícios, os escritores precisam ter a grande habilidade de entreter os leitores.
Para isso, é necessário um vasto conhecimento de vocabulários, da gramática e ortografia, além de uma boa dose de criatividade e conhecimentos gerais do mundo.
A nível internacional, os escritores são homenageados em 13 de outubro, data conhecida como o Dia Mundial do Escritor.

O mês de julho será especial em Rio de Contas, uma das cidades históricas mais bela da Chapada Diamantina. É que ela vai sediar a primeira edição do ‘Encontro de Sanfoneiros’, entre os dias 26 e 28 de julho, na Praça do Landim.
A ideia é que sanfoneiros de destaque da cena forrozeira nacional, como Quinteto Sanfônico, com Targino Gondim, e bandas – que cultivam o tradicional forró pé-de-serra – possam mostrar seus trabalhos ao público local e os visitantes da Chapada.
Além de boa música e muito arrasta-pé, haverá um concurso de sanfoneiros com premiação para o primeiro, segundo e terceiro lugares.
A programação conta ainda com apresentações culturais, oficinas e feiras de artesanato, atividades voltadas para a valorização da rica cultura local. Participe dessa festa nordestina.

O sertão que vira mar e os sertões que viram cinema foram tema da mesa que reuniu o professor e teórico de cinema Ismail Xavier e o cineasta português Miguel Gomes neste sábado (13), na tenda principal da Flip.
Xavier, autor de “Sertão Mar: Glauber Rocha e a Estética da Fome”, livro relançado nesta edição da Festa Literária de Paraty, falou sobre o diálogo entre o cineasta baiano e a obra de Euclides em “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, filmado em 1963 por Glauber.
“A filmagem foi marcada pela atmosfera de expectativas de mudanças, de reformas de base”, disse Xavier. Miguel Gomes contou sobre o novo filme que vai fazer, também baseado no livro, que o cineasta leu por acaso em um voo de Portugal para o Brasil. “É uma das prosas mais poderosas da língua portuguesa”, afirmou.
Gomes, que vai se mudar por um tempo para Canudos, quer ser fiel ao texto a seu modo. “A mitologia do sertão é tão real quanto as pedras.” Ele não quis dar spoilers do novo filme, mas contou que terá cerca de duas horas. O título escolhido é “Selvageria”. “Blaise Cendras queria traduzir ‘Os Sertões’ para o francês, com o título ‘sauvagerie’. Ele não fez a tradução e eu roubei o título.”.
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A secretária estadual de Cultura, Arany Santana, estava presente no desfile de Dois de Julho e destacou a importância das comemorações para a Bahia.
“Neste dia de celebração da coragem do povo baiano ao lutar pela Independência do Brasil na Bahia, estamos nas ruas em meio a demonstrações de patriotismo, fanfarras e manifestações de cultura popular”, destacou.
De acordo com Arany, a Secult-BA levou grupos e filarmônicas do interior do estado para a “grande festa cívica da Bahia”.
Além disso, promoveu ações como a Rota da Independência, iniciada em maio. O projeto chega a Salvador após já ter passado por quatro municípios que foram cenários das lutas. “No total serão oito destinos percorridos”, informou.

O município de Rio de Contas, na Chapada Diamantina, busca tornar a Festa do Corpus Christi da cidade como Patrimônio Imaterial do Brasil. O evento ocorre desde cinco anos após a fundação da cidade, que data da segunda metade do século 18. Para conseguir o título, a secretaria municipal de Turismo, Desporto e Lazer entregará o pedido formal e um dossiê sobre os festejos ao diretor do Departamento do Patrimônio Imaterial do Iphan [Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional], Hermano Fabrício Guanais e Queiroz.
Neste ano, a Festa vai acontecer nos dias 19 e 20 junho. Com o título de Patrimônio Imaterial reconhecido, Rio de Contas entrará para o seleto grupo de cidades brasileiras que conseguiram a honraria, fato que deve influenciar de forma positiva o turismo religioso do município. A salvaguarda de bens culturais de natureza imaterial foi criada pelo Iphan em 2000. Desde então, cerca de 40 já foram registrados como Patrimônio Cultural do Brasil.
Rio de Contas é considerada a primeira cidade planejada do Brasil. A festa em Rio de Contas já acontece na véspera. Fachadas das casas do centro histórico são enfeitadas e iluminadas por lanternas confeccionadas com madeira e papel de seda coloridos e estilizados. Na mesma noite acontece, também, o tradicional leilão no adro da igreja Matriz (Santíssimo Sacramento) de iguarias típicas da região.

Cantor, compositor e escritor, Chico Buarque foi o vencedor do 31° Prêmio Camões de Literatura. O anúncio foi feito na noite desta terça-feira (21), na sede da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, onde um dos maiores artistas da MPB foi eleito por unanimidade.
Chico é o 13° autor a receber a premiação com base em toda a sua obra, que inclui além de centenas de canções, livros como “Leite Derramado”, “Benjamim”, “Budapeste” e o mais recente “O Irmão Alemão”, lançado em 2014. Ao longo da carreira, o carioca também escreveu cinco peças de teatro, e foi coautor em pelo menos dois filmes.
“Fiquei muito feliz e honrado de seguir os passos de Raduan Nassar”, disse o artista, que já tem no currículo o prêmio Jabuti e também Grammys na música, ao lembrar do escritor vencedor do Camões em 2016.

A artista Débora Blando, 50, fez um desabafo em seu Instagram nesta segunda-feira (20), e falou sobre os motivos que a fizeram decidir sair do país. “Música no Brasil virou ou música pornográfica ou música de corno”, disse a cantora, que detonou o atual mercado musical.
“Infelizmente aqui quem não é artista é famoso. E quem não canta faz sucesso. Quem mostra o corpo de forma grotesca e vulgar faz mais sucesso ainda. Música no Brasil virou ou música pornográfica ou música de corno, com letras machistas e grotescas. Sem poesia. Sem arte. O que matou a arte no Brasil, eu me pergunto?”, escreveu Débora no post.
Para ela, não há mais espaço para “quem tem realmente talento”, já que o público se conforma com o baixo nível de qualidade. “Obviamente ainda existem ‘artistas’ que sobreviveram e ainda estão no mercado”, pondera. “Mas não chega a dar uma mão cheia”.
Por fim, Débora se despede e diz que seguirá em busca de “novos horizontes” na Europa. “Tenho orgulho de ter trabalhado com os melhores do mundo musical tanto no mundo todo – em especial os EUA– como aqui no Brasil e o resto do mundo”, finalizou.

APRESENTAÇÕES:
18 de maio (sábado) – 20h
19 de maio (domingo) – 19h
Auditório da Pça Coronel Zeca Leite (Praça da Prefeitura) – Brumado/BA
Acesso Gratuito
BATE-PAPO COM OS ATORES:
18 de maio – 14h às 16h
Prefeitura de Brumado
Entrada gratuita e sem necessidade de inscrição prévia
Sinopse:
A fábula “Os Gigantes da Montanha” narra a chegada de uma companhia teatral decadente a uma vila mágica, povoada por fantasmas e governada pelo Mago Cotrone. Escrita por Luigi Pirandello, a peça atemporal é uma alegoria sobre o valor do teatro (e, por extensão, da poesia e da arte) e sua capacidade de comunicação com o mundo moderno, cada vez mais pragmático e empenhado nos afazeres materiais.

A Academia de Letras da Bahia irá homenagear Mãe Stella de Oxóssi nesta quinta-feira (2). A cerimônia celebra a data em que ela completaria 94 anos.
O evento acontecerá na sede da academia, no bairro de Nazaré, às 18h. Durante a homenagem, que terá como oradora a também acadêmica Yeda Pessoa de Castro, será declarada a vacância da cadeira da Ialorixá.
Mãe Stella ocupou, desde 2013, a cadeira 33 na academia, cujo pratono é o poeta Castro Alves (1847-1871) e teve como último ocupante o historiador Ubiratan Castro (1949-2013).
por Nildo Freitas

Muita propaganda para pouco conteúdo, na noite de estreia do Circo Mágico que se encontra em Brumado. Já estive em estrutura bem mais simples e com mais diversidades em suas atrações artísticas. É claro que as crianças gostam de circo de qualquer jeito, grande, pequeno ou bonito, para elas, circo é circo não importa a qualidade dos números apresentados.
Pra variar, a atração maior do circo, os palhaços, não tinha graça nenhuma, uma apresentação pífia, que não convenceu nem mesmo as crianças tão inocentes. Em momento de muito dor e comoção no mundo inteiro, no mínimo faltou bom senso da direção do circo apresentar um número com palhaços fazendo uso de arma de fogo, como instrumento de diversão.

O circo como instrumento cultural, ainda sobrevive na era da informática e internet, mesmo com tanta diversidades social e cultural, ainda é um mundo mágico. Só não vale vender uma falsa imagem para tentar atrair um grande público, caracterizando propaganda enganosa. Para aqueles como eu, que gosto de cultura e ainda acredita nas pessoas, é desagradável quando certas coisas acontecem.
Penso que todos acreditaram nos produtos vendidos em filipetas distribuídos pelas ruas da cidade, principalmente no conforto do ar condicionado que não estava funcionando. A salvação dos pagantes foi os ventiladores que amenizaram o forte calor no decorrer do espetáculo.
Para complementar a indigestão, ainda tinha os preços bastante elevados dos produtos que eram vendidos no interior da praça de alimentação. Não enfrentaria novamente uma fila quilométrica para ver outro espetáculo, pagando um preço tão alto pelas acomodações e pelos produtos vendidos no mundo mágico desse circo.