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O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 688,97. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 21,45 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,67 bilhões.
Desde julho, passa a valer a integração dos dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, 297,4 mil famílias foram canceladas do programa neste mês por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS.
Em compensação, outras 241,7 mil famílias foram incluídas no programa em outubro. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício. Desde março, 2,39 milhões de famílias passaram a fazer parte do Bolsa Família.
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As concessionárias de serviços públicos, como energia, água e telefonia, já fazem contas da economia que terão a partir do próximo ano, quando está prevista a entrada em vigor da nova etapa do Pix. A previsão é que, em janeiro, o Banco Central libere o pagamento de boletos de cobrança diretamente pela plataforma.
Essa modalidade já é frequente na rede das operadoras. Hoje, mais de um terço dos clientes da TIM paga suas contas via pix, tanto no pré quanto no pós-pago.
No entanto, as empresas ainda precisam pagar aos bancos pela emissão dos documentos. É essa despesa que, segundo as concessionárias, deixará de existir com a nova modalidade do Pix.

Uma das duas diretorias do Banco Central que ficarão vagas na virada do ano, segundo interlocutores do governo, pode ser ocupada pelo professor de economia Paulo Picchetti. O nome é cotado pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assumir o cargo.
Picchetti é professor na USP (Universidade de São Paulo) e especialista em econometria, análise de ciclos econômicos e índices de preços, temas relacionados à missão do Banco Central de assegurar a estabilidade de preços da economia. O nome também tem circulado no mercado financeiro como uma das principais apostas para o posto e tende a ser bem recebido, caso a indicação seja confirmada.
Ele já foi coordenador de índice de preços na Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e atua hoje em função similar na FGV Ibre, onde coordena o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal). Por isso, é reconhecido por pares como autoridade no tema. Além disso, ele cursou o mestrado em economia na USP no mesmo período em que o ministro Fernando Haddad (Fazenda), no início dos anos 1990.
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Em setembro, o custo da cesta básica Abrasmercado, composta por 35 produtos de largo consumo, caiu em todas as regiões do país, informou, nesta quinta-feira (26), a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). A queda foi de 1,72% na comparação com agosto. Segundo a Abras, nesse período, o preço médio da cesta recuou de R$ 717,55 para R$ 705,22. A maior queda foi registrada na Região Sul (-2,19%), seguida pelas regiões Nordeste (-1,69%), Sudeste (-1,51%), Centro-Oeste (-1,16%) e Norte (-0,71%).
Quando se considera a cesta de alimentos básicos, com 12 produtos, a queda foi de 1,93% em setembro em relação a agosto, com o preço médio saindo de R$ 305,00 para R$ 299,10. Já o item consumo nos lares brasileiros manteve-se em setembro no patamar de crescimento de agosto, em torno de 0,80%. Na comparação com setembro do ano passado, o crescimento foi de 1,10%. No ano, a alta é de 2,62% em relação a 2022.
“O consumo se mantém firme e tende a seguir nesse ritmo até o final do ano, uma vez que passamos a compará-lo com uma base forte de crescimento. Há de se recordar que foram injetados cerca de R$ 41,2 bilhões na economia com a PEC [proposta de emenda à Constituição] dos Benefícios no ano anterior, que impulsionou o consumo no segundo semestre.
Neste ano, os recursos escalonados e mais previsíveis movimentam a economia e sustentam o consumo no domicílio, assim como as quedas consecutivas nos preços dos alimentos ”, disse, em nota, o vice-presidente da Abras, Marcio Milan.

De acordo com uma reportagem do Metrópoles, os preços médios do litro da gasolina, do etanol e do diesel registraram uma nova queda nos postos de combustíveis do país nesta semana. Os dados foram divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Segundo o levantamento realizado entre os dias 1º e 7 de outubro, o litro da gasolina foi vendido, em média, a R$ 5,77. O valor corresponde a um recuo de 0,52% na comparação com a semana anterior. Foi a sexta semana consecutiva de queda. De acordo com a ANP, o preço máximo do combustível encontrado nos postos foi de R$ 7,62.
Ainda segundo o Metrópoles, em relação ao etanol, o preço médio recuou 0,55% em relação à semana anterior, para R$ 3,62. O valor mais alto encontrado nos postos foi de R$ 6,60. O preço médio do diesel, por sua vez, recuou para R$ 6,07 (-0,49%). O valor mais alto encontrado pela ANP para o combustível foi de R$ 7,96.

A Petrobras anunciou um aumento de 5,3% no preço médio do querosene de aviação (QAV) vendido às distribuidoras. Os novos preços entram em vigor a partir deste mês de outubro. A alta representa um aumento de R$ 0,22 por litro. O reajuste foi anunciado nesta terça-feira (03).
De acordo com a Petrobras, mesmo com esse aumento, o querosene de aviação acumula queda de 12,6% neste ano (ou R$ 0,64 por litro), em relação ao preço observado em dezembro de 2022.
O querosene de aviação é o combustível que abastece aviões e helicópteros que possuem turbina a jato e turboélices. Seu principal uso é no transporte aéreo comercial. Os ajustes nas tarifas do QAV são mensais, definidos por meio de contratos negociados com as distribuidoras.
As distribuidoras e os revendedores são os responsáveis pelas instalações nos aeroportos brasileiros e pelos serviços de abastecimento.

O gás de cozinha ficará mais caro na Bahia, a partir deste domingo (1º). De acordo com Acelen, empresa que administra a Refinaria Mataripe, o aumento no preço do produto é de 6,5% do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) para as distribuidoras, que vão repassar o valor para o consumidor final.
Quem comprar o botijão de 13 kg, por exemplo, terá que pagar entre R$ 5 e R$ 7 a mais. O Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia (Sindrevgas), estima que o preço deve ficar entre R$123 e R$125. O preço médio em Salvador e Região Metropolitana atualmente é de R$118,00.
Em nota, a Acelen afirmou que os preços seguem critérios de mercado que levam em consideração variáveis como custo do petróleo, que é adquirido a preços internacionais, a cotação do dólar e o frete, podendo variar para cima ou para baixo.
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A bandeira tarifária para o mês de outubro continuará verde, o que significa que não haverá cobrança extra na conta de luz dos consumidores brasileiros. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a energia mais barata reflete a melhoria nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas.
As condições favoráveis de geração hidrelétrica, que possui um custo mais baixo do que outras fontes de energia, têm mantido a sinalização verde desde abril de 2022. Com os dados apurados até o momento, a expectativa da Aneel é de que a tarifa não sofra nenhum acréscimo até o final do ano.

Os impostos federais sobre o óleo diesel vão aumentar R$ 0,02 por litro a partir de domingo (1º), de acordo com informações do Instituto Combustível Legal (ICL) e da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).
Segundo o portal G1, essa é a segunda fase de retomada dos impostos PIS e Cofins sobre o diesel, que devem atingir a alíquota integral de R$ 0,35 por litro em janeiro de 2024. A publicação informa ainda que esses valores são para o diesel A, produzido nas refinarias. O combustível fóssil tem adição de 12% de biodiesel, que dá origem ao diesel B, vendido nos postos.
As alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel estavam zeradas desde 2021, como uma forma de reduzir o preço do combustível para o consumidor.
Em março de 2021, o diesel era vendido a R$ 4,33 por litro na bomba, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em janeiro de 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) havia prorrogado a isenção de PIS/Cofins sobre o diesel até 31 de dezembro. Mas a cobrança foi antecipada para financiar o programa de descontos para carros novos do governo federal.
O programa foi lançado no início de junho e teve como fonte de recursos a reoneração do diesel em R$ 0,11 a partir de setembro. Depois, o governo anunciou mais R$ 300 milhões para o programa com o aumento de R$ 0,02 por litro de diesel em outubro.

O sonho da compra do primeiro veículo ou da troca do antigo por um seminovo está cada vez mais próxima após o anúncio desta quarta-feira (20) do Comitê de Política Monetária (Copom) que reduziu de 13,25% para 12,75% ao ano a taxa básica de juros (Selic). Em decisão unânime dos diretores, o índice chegou ao menor patamar dos últimos 16 meses, ampliando a euforia de lojistas e vendedores de seminovos na Bahia que já comemoram um crescimento nas vendas em 2023.
Segundo dados da Federação dos Revendedores de Veículos Usados (Fenauto), a venda de carros seminovos na Bahia cresceu 12,6% entre os meses de janeiro e agosto, na comparação com o mesmo período de 2022. Se forem levados em conta os dados de julho e agosto de 2023, o aumento foi de 15,5% entre os meses.
Em números absolutos, foram 160.019 carros transferidos nos oito primeiros meses deste ano, contra 142.123 em 2022. Em julho de 2023, foram transferidos 21.939 veículos, número superado em agosto, 25.334.
Na carona desta tendência, a Associação dos Revendedores de Veículos da Bahia (Assoveba) bateu recorde de vendas em um feirão realizado em agosto, em Salvador. Em apenas três dias, as 18 revendas participantes da ação venderam, juntas, 320 unidades, 110 acima da quantidade comercializada na 16ª edição do evento, ocorrida em abril deste ano, um aumento estimado em 34%.
Presidente da Assoveba, Ari Pinheiro Júnior ressalta que “a política do governo federal que reduziu os preços dos carros novos no primeiro semestre voltou a estimular o mercado e abriu ainda mais espaço para os seminovos quando foi encerrada. A compra do seminovo segue sendo a preferência dos consumidores que desejam renovar o veículo com um custo mais baixo e agora usufruindo de uma taxa de juros ainda menor”.
Ari Pinheiro também destaca que a venda do seminovo não favorece apenas os lojistas e revendedores, “estimula uma cadeia produtiva que passa pelas lojas de autopeças, acessórios, oficinas mecânicas e de funilaria e pintura que são fundamentais para boas vendas e voltam a contratar mão-de-obra após um período de incertezas no mercado”.