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775,6 mil segurados do INSS pediram aposentadorias por tempo de contribuição no primeiro semestre deste ano. Foto: Divulgação
Em uma típica corrida para escapar da reforma da Previdência, 775,6 mil segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pediram aposentadorias por tempo de contribuição no primeiro semestre deste ano. O número é 40% maior do que as 554,2 mil solicitações do benefício realizadas nos primeiros seis meses de 2016, antes de o presidente Michel Temer (MDB) ter enviado ao Congresso Nacional a sua proposta de mudanças nas regras. A tendência é que a busca pelo benefício continue alta no ano que vem, considerando que a reforma é prioridade para o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Na comparação com igual período de 2017, os requerimentos variaram 1%. Em 2018, as discussões da reforma foram suspensas por causa da intervenção federal no estado do Rio de Janeiro.
Em 2016, o PIB per capita baiano ficou em R$ 16.931,10. É o 8º PIB per capita mais baixo entre os estados e bem menor que o do país (R$ 30.411,30). PIB per capita é o produto interno bruto, dividido pela quantidade de habitantes de um país ou estado. Na região Nordeste, o valor do PIB per capita da Bahia perde para os de Pernambuco (R$ 17.777,25) Rio Grande do Norte (R$ 17.168,60) e Sergipe (R$ 17.153,91). O maior PIB per capita brasileiro continuou sendo, em 2016, o do Distrito Federal: R$ 79.099,77, cerca de 2,6 vezes maior que o PIB per capita do país. Por outro lado, Maranhão (R$ 12.264,28) e Piauí (R$ 12.890,25) foram os menores PIB per capita do Brasil em 2016. Desde 2002, quando se iniciou a série das Contas Regionais, esses dois estados alternam-se nas duas últimas posições nesse ranking.
A Receita Federal paga nesta sexta-feira (16) o sexto lote da restituição do Imposto de Renda Pessoa Física referente a declaração de 2018. O pagamento também contempla lotes residuais das declarações de 2008 a 2017. Cerca de R$ 1,9 bilhão serão restituídos a 1.142.680 contribuintes. Desse total, 991.153 declarações são do Imposto de Renda deste ano, cujo pagamento totalizará R$ 1,676 bilhão. As restituições terão correção de 4,16%, relativa às declarações de 2018, a 106,28%, para as declarações de 2008, conforme a Agência Brasil. Na página da Receita Federal na internet é possível conferir a relação dos nomes dos contribuintes que receberão a restituição. A consulta também pode ser feita pelo telefone 146 ou nos aplicativos da Receita Federal para tablets e smartphones.
O presidente Michel Temer chamou a atenção dos integrantes do governo de transição do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), para o impacto de altos salários sobre a folha de pagamento do funcionalismo federal. A atual equipe recomendou a adequação da remuneração do serviço público à praticada pelo setor privado, além de adiar, para 2020, os reajustes programados para 2019. De acordo com a Folha de S. Paulo, as medidas tem como objetivo conter o crescimento das remunerações dos servidores nos próximos anos. Nas contas do governo, o aumento dos salários do funcionalismo custará só no próximo ano R$ 4,7 bilhões aos cofres públicos.

A reportagem pesquisou nesta segunda-feira (12) o preço do gás em 11 revendas e verificou alta em quase todas.Foto: Reprodução
O aumento de 8,5% no botijão de gás de 13 quilos nas refinarias, anunciado pela Petrobras na semana passada, já chegou em parte para o consumidor da capital paulista. O preço médio do botijão ficou em R$ 69,75, de acordo com levantamento da ANP (agência de petróleo), feito entre os dias 4 e 10 de novembro. Na semana anterior, o valor era de R$ 67,37. A reportagem pesquisou nesta segunda-feira (12) o preço do gás em 11 revendas e verificou alta em quase todas. Na Boutique do Gás, no Tatuapé (zona leste), o botijão passou a custar R$ 97. A Nishimaru Copagaz, localizada na Vila Cunha (zona sul), entrega e instala o mesmo produto por R$ 70. “Nós aumentamos um pouquinho o valor. Os clientes reclamam que está muito alto, mas, se não repassamos, fica ruim para gente”, disse uma atendente da revenda, que preferiu não se identificar. Segurar o aumento para não perder a clientela tem se tornado hábito no mercado, segundo Robson Carneiro dos Santos, presidente da Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo). “Desde setembro, a Petrobras aumentou o gás em 30% e nós não conseguimos repassar mais do que 15%. É um mercado muito competitivo”, afirma o sindicalista.
A inadimplência do consumidor caiu 1,9% no acumulado em 12 meses (novembro de 2017 até outubro de 2018 frente aos 12 meses antecedentes), de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC. Na avaliação mensal com ajuste sazonal, outubro apresentou variação positiva de 1,0% frente a setembro. Quando comparado o resultado contra o mesmo mês de 2017, o indicador cresceu 1,1%. Regionalmente, na análise acumulada em 12 meses, ocorreu queda nas regiões Centro-Oeste (-3,3%), Norte (-3,4%), Nordeste (-1,0%), Sudeste (-1,9%) e Sul (-1,8%). As adversidades ocorridas na economia ao longo dos últimos anos geraram grande cautela nas famílias, inibindo o consumo e a tomada de crédito, contribuindo para a diminuição do fluxo de inadimplência. Passado o período mais intenso da crise econômica, o indicador demonstra sinais de que caminha para estabilização, após longo período de queda nos registros. Ainda assim, a manutenção de um ritmo estável do estoque de inadimplência está condicionada por uma recuperação mais consistente do mercado de trabalho, diminuição dos juros e evolução da renda.
Boletos vencidos poderão ser pagos em qualquer banco ou correspondente e não apenas na instituição financeira em que foram emitidos a partir deste sábado (10). Essa foi a última etapa da implantação da Nova Plataforma de Cobrança (NPC), sistema desenvolvido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em parceria com os bancos, que começou a ser implementado há quatro anos. No sábado, uma outra mudança também passa a valer. Os comprovantes de pagamentos serão mais completos, constarão informações como juros, multa e desconto, além das informações do beneficiário e pagador.
A Petrobras reduzirá o preço médio da gasolina nas refinarias em 6,35% a partir desta terça-feira (06). É o maior corte já feito pela estatal desde o anúncio de uma política de reajustes até diários do combustível, em vigor desde julho do ano passado. Com a alteração, o valor médio do combustível cairá para R$ 1,7293 por litro, o menor valor desde o R$ 1,7199 visto em 20 de abril, conforme informações do site da petroleira compiladas pela agência Reuters. O movimento ocorre após a empresa já ter realizado um amplo corte em 31 de outubro, de 6,2%, o maior que havia acontecido até então. O corte se dá em meio a uma valorização do real ante o dólar e também a um enfraquecimento das referências internacionais do petróleo, parâmetros utilizados pela companhia para a formação de preços dos combustíveis. Mais cedo, também nesta segunda (5), a Petrobras anunciou, nesta segunda (5), um reajuste no preço do gás de cozinha comercializado em botijões de 13 quilos, usados em residências. O novo preço de R$ 25,07 representa um aumento de 8,5% em relação ao valor vigente desde julho. Trata-se de uma média nacional, sem tributos, nas refinarias da companhia -ou seja, o aumento poderá ou não ser repassado ao consumidor pelas distribuidoras.
A Petrobras anunciou o aumento do preço do GLP, gás de cozinha, nas refinarias em 8,5%, para R$ 25,07, um reajuste de R$ 1,97 por botijão a partir desta terça-feira (06). De acordo com o Estadão, no ano, a alta acumulada é de 2,8%. Desde janeiro, a estatal reajusta o botijão de gás trimestralmente. Em janeiro e abril, os valores foram reduzidos e em julho, elevado. “A desvalorização do real frente ao dólar e as elevações nas cotações internacionais do GLP foram os principais fatores para a alta. A referência continua a ser a média dos preços do propano e butano comercializados no mercado europeu, acrescida da margem de 5%”, informa a Petrobrás, no comunicado.
A Petrobras reduziu o preço do diesel nas refinarias em 10,1%. O valor do litro passará dos atuais R$ 2,36 para R$ 2,12, a partir desta terça-feira (30). A informação foi divulgada em nota pela companhia nesta segunda-feira (29).O preço final ao consumidor, no entanto, dependerá da margem de lucro das distribuidoras e dos postos de combustíveis. “O valor reflete a média aritmética dos preços de diesel rodoviário, sem tributos, praticados pela Petrobras em suas refinarias e terminais no território brasileiro. Este novo período do Programa de Subvenção continua a prever o ajuste nos preços médios regionais (Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte sem Tocantins e Nordeste com Tocantins). A companhia continuará a análise econômica do programa de subvenção para os períodos subsequentes”, informou a estatal. O novo valor vai vigorar até 28 de novembro, quando será novamente recalculado.