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Uma pá carregadeira avaliada em R$ 180 mil, que foi roubada na cidade de Itaim Paulista (SP) em abril do ano passado, foi encontrada na fazenda do vereador André Rogério Bercovitz Soares (PEN), do município de Rio do Antônio, no sudoeste baiano. Soares é presidente da Câmara Municipal. Segundo informações do site Bahia no Ar, o equipamento foi localizado por investigadores da 20ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (20ª Coorpin), em uma região conhecida como Lagoa Grande. O vereador informou à polícia que adquiriu a máquina em sociedade com um amigo, mas que desconhecia a origem ilícita do produto. A delegada Ellen Lages, titular da Delegacia de Rio do Antônio, abriu um inquérito para apurar o caso. A pá carregadeira foi devolvida à empresa que era proprietária do veículo, que é sediada em Aparecida de Goiânia (GO).
Com a crise aberta pela Operação Carne Fraca, que deflagrou um esquema de corrupção envolvendo frigoríficos e fiscais agropecuários, o presidente Michel Temer convocou para o este domingo reuniões com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi; o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, e representantes de frigoríficos. Às 14 horas, Temer fará um primeiro encontro apenas com Maggi, no Palácio do Planalto. Em seguida, recebe também Pereira e os representantes dos frigoríficos. Nem a assessoria da Presidência nem do Ministério da Agricultura soube informar quem participa da reunião em nome do setor. O governo está preocupado com o impacto da operação nas exportações de carnes e outros produtos animais. Neste sábado, técnicos da Agricultura estão reunidos e preparam uma nota que será enviada a embaixadores de vários países. De acordo com a pasta, o texto deverá informar sobre a Operação Carne Fraca e esclarecer dúvidas já levantadas por outros países além de certificar de que o governo brasileiro está tomando todas as providências. Trump Também neste sábado, Temer falará por telefone com o presidente dos EUA, Donald Trump. O Planalto não informou o tema da conversa nem se a Operação Carne Fraca será abordada. Autoridades europeias também pediram explicações ao governo brasileiro sobre as investigações. O Ministério da Agricultura enviou neste sábado técnicos para Curitiba (PR) para reunir mais detalhes sobre a operação.
Confira abaixo as marcas mais conhecidas das duas maiores empresas brasileiras investigadas na operação.
O Ministério da Agricultura começa a recolher a partir de domingo, 19, a carne estragada dos três frigoríficos do sul onde a fraude foi confirmada pela Operação Carne Fraca deflagrada pela Polícia Federal na última sexta-feira. Mas na Bahia não há indícios de que os produtos processados pelas duas unidades das JBS no estado – em Itapetinga e São Gonçalo dos Campos – estejam fora do padrão para consumo. A operação já prendeu executivos dos grupos JBS (de marcas como Friboi, Swift e Seara) e BRF (Sadia e Perdigão) no Distrito Federal e em seis estados, entre os quais Paraná, Santa Catarina e Goiás. Segundo informou neste sábado, 18, ao A Tarde o chefe da Divisão de Defesa Agropecuária da Superintendência Federal da Agricultura na Bahia, Altair Santana de Oliveira, as duas empresas baianas da JBS são de padrão de excelência e nível tecnológico muito avançado. Ele assegurou que as inspeções feitas pelo órgão nestas unidades mostram que não há irregularidades como as reveladas na operação da PF. “A Polícia Federal passou dois anos investigando as fraudes nos frigoríficos em vários estados. Imagino que os da Bahia também tenham sido alvo de investigação, mas não foram citados”, disse Oliveira, acrescentando não ter recebido, até o momento, nenhuma orientação do Ministério sobre recolhimento de produtos.
A Petrobras vai aumentar o preço dos botijões de gás de até 13 kg usados em residências em quase 10% a partir da próxima terça-feira (21). Em anúncio feito nesta sexta (17), a petroleira justificou que o último aumento no valor ocorreu em setembro de 2015. A correção atual não se aplica ao GLP destinado a uso industrial. A Petrobras informou também que o aumento pode se refletir no preço final ao consumidor, mas esta decisão cabe apenas aos distribuidores e revendedores. A empresa estima que, caso o reajuste seja repassado integralmente aos preços de venda ao consumidor, o valor pode subir 3,1% ou cerca de R$ 1,76 por botijão.
O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Angelo Coronel (PSD), promulgou nesta sexta-feira (17) a lei que proíbe o uso de capacetes em estabelecimentos comerciais, públicos ou privados, e órgãos públicos do Estado da Bahia. O ato foi publicado na edição desta sexta do Diário Oficial do Legislativo. Pelo texto, de autoria do líder da oposição na Casa, Leur Lomanto Jr. (PMDB), os efeitos da Lei estendem-se aos prédios que funcionam no sistema de condomínio. Nos postos de combustíveis, os motociclistas ficam obrigados a retirar o capacete antes da faixa de segurança para abastecimento. Ainda de acordo com a legislação, ficam de fora desta proibição bonés, capuzes e gorros, salvo se estiverem sendo usados para esconder o rosto da pessoa. Com a promulgação da lei, “Os responsáveis pelos estabelecimentos de que trata a presente Lei deverão afixar, no prazo de 60 (sessenta) dias, a contar da data de sua publicação, uma placa indicativa na entrada do estabelecimento, contendo a seguinte inscrição: ‘É PROIBIDA A ENTRADA DE PESSOAS UTILIZANDO CAPACETE OU QUALQUER TIPO DE COBERTURA QUE OCULTE A FACE’”. Aqueles que violarem as disposições do texto serão multados em R$ 400.
A produção do Projeto Vozes do Brasil divulgou nota para esclarecer que está conversando com artistas que possam substituir Arlindo Cruz na grade do evento. O cantor sofreu um mal súbito na tarde desta sexta-feira (17), no Rio de Janeiro, e foi induzido a um coma para estabilizar sinais e preservar órgãos. A apresentação de Arlindo cruz estava marcada para este domingo (19), às 20h. “Neste momento, ainda não é possível informar o nome do artista que irá substitui-lo”, diz o comunicado. Os clientes que desejarem reaver seu dinheiro podem comparecer à bilheteria do TCA de Salvador a partir deste sábado (18) com o ingresso físico (impresso) e documentos pessoais de identificação com foto.
A imprensa internacional repercutiu a deflagração da Operação Carne Fraca nesta sexta-feira (17), pela Polícia Federal, com foco no combate à corrupção de agentes públicos federais e crimes contra a saúde pública, que colocou sob os holofotes grandes empresas do setor, como a JBS e a BRF. De acordo com o jornal argentino Clarín, com informações da AFP, a operação chamada em espanhol de “carne débil”, representa um “escândalo no Brasil” que desmantelou uma “gigante rede de carne adulterada para exportação”. A publicação ainda destacou que as ações de grupos como JBS – dona das marcas Big Frango e Seara Alimentos – e a BRF – dona da Sadia e Perdigão, registraram fortes perdas na Bolsa de São Paulo. O jornal catalão La Vanguardia destacou que a Polícia Federal desmantelou “uma gigantes organização criminosa que envolvia várias das maiores produtoras de carnes do país, que subornava agentes sanitários para poder vender carne adulterada, imprópria para o consumo e até vencida”.A matéria do Wall Street Journal sobre a operação repercutiu a informação de que ao menos um executivo da JBS é alvo da investigação e que 1.100 policiais de sete estados brasileiros trabalham na ação.O Financial Times destacou que as principais empresas do setor de carne do Brasil “mergulharam em uma massiva investigação de fraude”.
A ação teve inicio nesta quinta-feira com a presença do juiz de direito da cidade, Dr. Genivaldo Guimarães, que deixou claro em sua palestra que o Bullying é um dos maiores problemas vivenciados por crianças e adolescentes. O Projeto teve participação direta do prof. e psicanalista João Mário e da profa. Vera Araujo além de contar com todos os coordenadores e professores da ENSF. De acordo com a diretora Maria José Meirelles o projeto consiste em levar diversas palestras e atividades aos estudantes com o objetivo de orientá-los a respeito do bullying, que é considerado um dos maiores problemas vivenciados por crianças e adolescentes. “O nosso objetivo é tratar de assuntos relacionados à violação de direitos, com foco no bullying, mas também aproveitar para tratar de outros tipos de violência vivenciados por crianças e adolescentes”.
Na palestra, Dr. Genivaldo usou uma linguagem simples e coloquial, deixando claro para os jovens que o bullying se constitui em crime, que existe várias formas dessa prática danosa que tanto mal tem trazido ao outro e que como todo crime , esse também tem penalidades .E orientou que o bullying tem que ser denunciado. Dr. Genivaldo deu exemplos claros, inclusive com relato de sua própria experiência quando também sofreu bullyng na escola e em sua própria profissão. Houve grande participação dos estudantes que questionaram muito, fizeram colocações pertinentes e saíram mais conscientes da verdadeira maldade em que pode se constituir essa postura, além da humilhação e do medo que uma criança ou um jovem passa podendo levar a sequelas irreversíveis, como depressão, tristeza, falta de vontade de ir à escola e outras.
O espelho de correção da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2016 deverá ser liberado até o dia 10 de abril, conforme informado nesta sexta-feira (17) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Segundo informações da Agência Brasil. Os candidatos poderão ver a correção e saber a avaliação das competências analisadas pelos corretores. Segundo as regras do exame, não cabem recursos. Na última edição, houve dois temas da redação, após a divisão da execução das provas, por conta da ocupação de escolas: “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil” ( para os estudantes que fizeram a prova nos dias 5 e 6 de novembro), e “Caminhos para combater o racismo no Brasil” (3 e 4 de dezembro). Balanço do Ministério da Educação aponta que apenas 77 pessoas tiveram nota 1.000, o máximo possível pelo exame, enquanto 291.806 candidatos tiraram nota zero ou tiveram a redação anulada.
A Polícia Federal cumpre na manhã desta sexta-feira (17), 311 mandados judiciais em sete estados, pela operação Carne Fraca, apura o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária, Abastecimento (Mapa) em esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos. Segundo informações da Polícia Federal, algumas das maiores empresas do país são alvos da apuração. A investigação aponta que os fiscais pediam propina para empresários; estes cediam, mas em contrapartida, chegavam a obter a prerrogativa de indicar quem faria a fiscalização nas empresas. Os mandados serão em São Paulo, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás. Ao todo, 1,1 mil policiais participam da ação. Do total de mandados, 26 são de prisão preventiva, 11 de prisão temporária e 79 de conduções coercitivas, além de 195 mandados são de busca e apreensão. Também há ordem judicial para o bloqueio determinou o bloqueio de bens de todos os investigados no caso, somando R$ 1 bilhão. A nome da operação, Carne Fraca, faz menção à expressão popular, como uma forma de indicar a má qualidade dos alimentos vendidos por essas empresas.