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O deputado Eduardo Bolsonaro (PL) se pronunciou sobre o prazo de cinco dias dado pelo ministro Alexandre de Moraes para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) analise um pedido de prisão contra ele por coação no curso do processo.
Na avaliação de Eduardo Bolsonaro, que mora nos Estados Unidos desde fevereiro, o Supremo Tribunal Federal (STF) ‘não quer um Bolsonaro’ na disputa presidencial de 2026. De acordo com informações do próprio político, filho de Jair Bolsonaro, o pedido de prisão foi feito em ação apresentada pelo PT e pelo PSOL, em razão da atuação dele a favor de sanções do governo dos EUA, com o objetivo de interferir no julgamento dos acusados de tentativa do suposto golpe militar, incluindo o ex-presidente, seu pai.
“Depois que Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão, adivinhe quem eles querem prender agora? As eleições presidenciais brasileiras são em 2026 e o Supremo Tribunal Federal não quer um Bolsonaro nas urnas”, publicou o deputado, em inglês, em suas redes sociais.
Há poucos dias,Eduardo Contou ao SBT que pretende disputar as Eleições de 2025. “Eu acho que há um espaço, há robustez numa candidatura com o sobrenome Bolsonaro. Estou no meu terceiro mandato, sou conhecido da sociedade, coloco sempre as minhas opiniões à lisposição do escrutínio público. Acredito que estou maduro o suficiente. A única coisa que me fará não ser candidato é a candidatura do presidente Jair Bolsonaro“, declarou, à época.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou na segunda-feira (9) que, durante seu telefonema com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu ao americano que as negociações entre as partes sejam conduzidas “sem preconceito”. A fala foi direcionada principalmente em relação ao secretário de Estado do governo Trump, Marco Rubio.
Rubio é visto como “linha dura” e um interlocutor do bolsonarismo, e foi designado para negociar com os ministros brasileiros Mauro Vieira (Relações Exteriores), Geraldo Alckmin (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) e Fernando Haddad (Fazenda). As informações são do jornal O Globo e do portal InfoMoney.

Integrantes próximos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avaliam que uma eventual chapa formada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro representaria um desafio eleitoral relevante para o petista em 2026.
Segundo aliados do presidente, a combinação do perfil técnico e moderado de Tarcísio com o carisma de Michelle junto ao eleitorado bolsonarista criaria uma candidatura com forte apelo político. A hipótese, que circula em meio a discussões da oposição, teria recebido o aval do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), de acordo com pessoas próximas a ele.
Apesar disso, a ideia ainda enfrenta resistências. Tarcísio tem reiterado a interlocutores que pretende disputar a reeleição ao governo paulista, onde é considerado favorito, e não demonstra entusiasmo em abrir mão do cargo para tentar o Planalto.

por Luana Neiva
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu a interlocutores que atuam junto a seu filho Eduardo Bolsonaro (PL) para que ele “feche a boca” e não prejudique as negociações políticas envolvendo anistia e redução de penas. A informação é da coluna Mônica Bergama.
Os dois estão impedidos de se comunicar diretamente por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Ambos são investigados no inquérito que apura coação à Justiça, desde que Eduardo foi aos EUA advogar contra sanções ao Brasil e contra magistrados que julgam o ex-presidente na Corte.
Um dos possíveis mensageiros, o deputado Sóstenes Cavalcante (PL), que visitou Bolsonaro na semana passada, deve se encontrar com Eduardo Bolsonaro nos EUA, mas nega que haverá reunião com o parlamentar. Até agora, as tentativas de aproximação não tiveram sucesso e só aumentaram a irritação do filho do ex-presidente, que segue adotando postura crítica.

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou, nesta quarta-feira (24), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que ampliava a proteção de parlamentares na Justiça, conhecida como PEC da Blindagem. A decisão unânime do colegiado inviabiliza regimentalmente a proposta no Congresso.
Pelas regras internas do Senado, um recurso para levar a PEC ao plenário só poderia ser apresentado se a votação na CCJ não fosse unânime. Apesar disso, o presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), afirmou haver acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para discutir o texto, mas a assessoria de Alcolumbre informou que o projeto não deve ir ao plenário.
A PEC, aprovada na Câmara na semana passada, exigiria autorização do Congresso, em votação secreta, para abertura de qualquer processo criminal contra parlamentares, ampliando o foro privilegiado também para presidentes nacionais de partidos e prisões em flagrante de congressistas.
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por Gabriela Araújo
O presidente americano Donald Trump afirmou nesta terça-feira, 23, que “teve uma ótima química” com o presidente Lula (PT) e anunciou uma reunião com o mandatário. Além disso, o chefe da Casa Branca chamou o petista de “um homem muito agradável”.
“Encontrei Lula, nos abraçamos e vamos nos reunir na semana que vem”, disse o chefe da Casa Branca durante discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).
O americano ainda disse que só faz negócio com quem ele “gosta” e aproveitou o discurso para comentar como aconteceu o encontro entre eles.
“Eu estava entrando e o líder do Brasil estava saindo. Nós nos vimos, eu o vi, ele me viu, e nós nos abraçamos. E aí eu penso: ‘Vocês acreditam que vou dizer isso em apenas dois minutos?’ Nós realmente combinamos de nos encontrar na próxima semana. Não tivemos muito tempo para conversar, uns 20 segundos. Na verdade, ele gostou de mim, eu gostei dele”, afirmou.
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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deve analisar nesta quarta-feira (24) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem, que condiciona o processamento criminal de deputados e senadores à autorização prévia, por votação secreta, da maioria das duas Casas. O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), pautou a proposta como primeiro item da reunião e já sinalizou intenção de rejeitá-la no mesmo dia, caso não haja pedido de vista.
O relator da PEC, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), também se posicionou contra o mérito da medida. “A Câmara aprovou uma PEC para proteger bandido, desde que ele seja parlamentar ou presidente de partido. É um absurdo injustificável, que vamos derrotar no Senado”, disse em publicação nas redes sociais.
A bancada do MDB, que reúne 12 senadores, fechou questão contra a proposta. O líder Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou que o texto transforma imunidade em “impunidade universal e desmedida” e cria um “precedente perigosíssimo” para o Legislativo.
Mesmo entre senadores do PL, partido que apoiou integralmente a PEC na Câmara, há divergências. O senador Jorge Seif (PL-SC) declarou que a proposta contém “pontos importantes”, mas também “exageros”, como o voto secreto e a extensão da prerrogativa a presidentes de partidos com representação no Congresso. “Nosso compromisso é garantir transparência ao trabalho do Congresso e, ao mesmo tempo, proteger parlamentares conservadores contra perseguições políticas”, disse.

Segundo pesquisa do Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (22), o vice-presidente do União Brasil e ex-prefeito de Salvador ACM Neto tem 40% das intenções de voto. O atual governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), é escolhido por 36% dos eleitores baianos.
Em terceiro lugar está João Roma (PL), com 5% das intenções de voto. Ele é presidente do PL na Bahia e foi ministro da Cidadania no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Kleber Rosa (Psol) também apareceu no levantamento com 2% do eleitorado. Ele retirou sua pré-candidatura ao governo do estado e no dia 13 de setembro anunciou que vai concorrer para deputado estadual no próximo pleito.
O ex-deputado federal João Carlos Aleluia (Novo) foi mencionado por 1% dos eleitores. Os votos nulos ou brancos somam 10%, e os que não souberam opinar ou não responderam são 6%.
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por Luana Neiva
Alguns deputados federais manifestaram arrependimento nas redes sociais após votarem a favor da chamada PEC da Blindagem. A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados na última terça-feira (16), com 344 votos favoráveis e 133 contrários. O deputado Pedro Campos (PSB), irmão do prefeito do Recife, João Campos (PSB), e líder do partido na Casa, publicou um vídeo admitindo o erro.
“Nós, do campo progressista, tínhamos duas posições possíveis. Uma era dizer que não aceitaríamos discutir nenhum ponto dessa PEC, e arriscar que a anistia passasse, além de ver pautas importantes do governo, como a tarifa social de energia e o Imposto de Renda, boicotadas. A outra era discutir o texto da PEC, tentar retirar os maiores absurdos e buscar um caminho para barrar a anistia e avançar nas pautas populares”, explicou o parlamentar.
Em nota de retratação divulgada nas redes sociais, Merlong Solano (PT) pediu desculpas ao povo do Piauí e, em especial, ao seu partido pelo voto. “Não pensem que foi uma decisão fácil. Na política, por vezes somos levados a fazer escolhas difíceis, que exigem renúncias e sacrifícios”, escreveu.
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Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o deputado Ubiratan Sanderson (RS) diz estar preocupado com a saúde do político, que segundo ele, corre “risco iminente de morte” em meio a crise de soluços e câncer de pele.
“Posso até aqui ser mais franco com vocês, o risco de morte dele é iminente. Pelo que eu vi aqui, um homem de 70 anos, que está totalmente debilitado física e mentalmente, preso. Eu não sabia que ele estava nessa situação. Eu tive com ele duas horas, ele vomitou duas vezes com soluço”, disse.
O parlamentar fez uma visita a Bolsonaro na tarde de quinta-feira, 19, no Hospital DF Star, em Brasília, onde o ex-presidente deu entrada na última terça-feira, 16, após intensa crise de vômitos, tonturas, queda de pressão arterial e pré-síncope.
O laudo médico do ex-presidente ainda aponta que ele está com câncer de pele. No domingo, 14, Bolsonaro deu entrada na unidade, onde passou por uma cirurgia para retirada de lesões de pele.
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