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O apresentador Luciano Huck já teria escolhido um nome para sair como candidato a vice-presidência ao lado dele na eleição presidencial de 2022 e teria também definido a data para deixar a TV Globo. De acordo com a revista Contigo!, Huck deve anunciar saída da emissora em maio deste ano e em seguida se filiará ao Democratas, partido do ex-prefeito ACM Neto.
Conforme a publicação, o apresentador teria chamado o atual governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, para disputar a eleição ao lado dele. Em agosto do ano passado em entrevista à IstoÉ, ele não descartou concorrer ao pleito.
“Mesmo se eu não for candidato à Presidência, vou participar do debate e apresentar um projeto de país [ao lado dos grupos políticos e atores sociais], em que as pessoas voltem a sonhar”, afirmou. A Rede Globo também já se pronunciou e afirmou, em nota divulgada em setembro de 2019, que caso Huck deixasse a emissora para concorrer à eleição não poderia voltar caso não vencesse a disputa.
“Diante das especulações de que seria candidato, a Globo o procurou para saber se de fato ele concorreria à Presidência e enfatizar que, se assim fosse, teria de se submeter às regras da emissora, segundo as quais a vida político-partidária é incompatível com a permanência nos quadros da Globo, mesmo depois do processo eleitoral.
Tais regras estão em vigor e são válidas para todos os talentos da emissora. E visam a resguardar a postura de completa isenção da Globo. Na conversa, como a emissora esperava, Luciano Huck foi franco, correto e aderente às regras mencionadas”, disse a emissora ao UOL.

O presidente da Câmara Municipal de Brumado, José Carlos de Jonas, se envolveu em uma polêmica na cidade, após um áudio seu ter sido vazado nas redes sociais. Nele, o presidente convida os vereadores para comemorar o primeiro salário com uma “farra” no feriado. “Colegas vereadores, queria comunicar a vocês que o dinheiro já está em conta. Pode gastar o dinheiro e fazer suas farras, primeiro pagamento é pra fazer farra”, disse o edil.
Em seguida, ele ainda solicita dos colegas, que seja convidado caso fossem fazer “farra”. “Me convidem, quero estar junto com vocês fazendo esta farra aí. Mas com o dinheiro de vocês, que o meu (…) já tá comprometido”, ironizou o presidente. E olha que nem começaram ainda os trabalhos do Legislativo, e já foram beneficiado com um salário de R$ 8.000,00, fora os quatros assessores parlamentares que cada um tem direito, é isso aí. a farra já começou. Não se esqueçam que agora são quinze vereadores. Ouçam o Áudio Abaixo.

Caso falte vacina contra o novo coronavírus no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro pode ser responsabilizado pela população, conforme acreditam aliados do mandatário. De acordo com o jornalista Valdo Cruz, em blog no G1, os conflitos entre o atual governo e a China, responsável por enviar os insumos para produção dos imunizantes no Instituto Butantan e na Fiocruz, podem atrasar ainda mais os envios.
“Toda a política diplomática atrelada a Donald Trump, com ataques constantes à China, está cobrando seu preço agora. Se faltar vacina no Brasil por causa disso, levantamentos já mostram que a população vai responsabilizar o presidente da República por isso”, afirmou uma pessoa ligada ao presidente, em conversa com o blog.
Nesta quarta-feira (20), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que o embaixador da China, Yang Wanming, descartou obstáculo político para atrasar o envio do insumo farmacêutico ativo (IFA).

Ex-ministro da Secretaria de Governo de Jair Bolsonaro, o general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz criticou a declaração do presidente de que “quem decide se um povo vai viver numa democracia ou numa ditadura são as suas Forças Armadas”.
Em entrevista ao colunista Chico Alves, do Uol, Santos Cruz disse que a fala de Bolsonaro é uma “covardia”. “Só posso dizer que isso é covardia com a população e com as Forças Armadas, que trabalham e se dedicam às suas atividades, à defesa do Brasil e em auxílio à população em todos os momentos de necessidade, sempre dentro da lei”, rechaçou.
Na avaliação do ex-ministro, Bolsonaro usou a declaração para “enganar a população e arrastar as Forças Armadas para o centro de discussões políticas”. Ele também discordou do presidente, que afirmou, em tom de ameaça, que “no Brasil, temos liberdade ainda”. “A garantia da liberdade e da democracia são instituições fortes. O que enfraquece a democracia é o desprestígio e aparelhamento do político das instituições.”

NOTA DE ESCLARECIMENTO
Eu, o vereador Beto Bonelly, representante municipal eleito pela população brumadense na eleição de 2020, venho por meio desta nota esclarecer e tornar público o que se segue:
1. A Câmara municipal de Brumado, em sua legislatura anterior aprovou o aumento do número de vereadores de 13 para 15, o que por consequência exigiu também o aumento do número de gabinetes, de forma a proporcionar aos novos vereadores boas condições de trabalho e para a recepção de pessoas. Infelizmente isso não foi feito, e os novos gabinetes destinados não dispõem dos equipamentos e mobiliários suficientes para tais fins.
2. No processo de divisão dos gabinetes, me foi destinado um destes novos locais, porém, desprovido de todo o tipo de equipamentos eletrônicos e mobiliários básicos, itens necessários ao desempenho de minhas funções como representante municipal. No dia 6 de Janeiro foi enviado um ofício ao atual presidente eleito da câmara municipal o informando da situação em que estava o gabinete e solicitando providências, porém até o momento nada foi resolvido.
3. Destaco que sou constantemente abordado por populares, apoiadores e entusiastas de minha campanha que desejam encontrar-me em meu gabinete para apresentar sua realidade, suas necessidades e anseios, porém isto não está sendo possível no momento em virtude da ausência das mínimas condições de se estar recebendo pessoas lá, já que o gabinete nem mesmo possui uma cadeira para que elas possam se sentar e dialogar.
4. Embora ainda ausentes as condições para se receber pessoas nas instalações de meu gabinete na câmara municipal, gostaria de deixar bem claro que continuo trabalhando em prol da comunidade brumadense, dialogando com a população nas ruas e cumprindo minhas competências como vereador lutando por melhorias na vida da população.
5. A foto acima retrata a situação atual do gabinete , completamente desprovido de seus materiais básicos, prejudicando o meu trabalho como parlamentar e a interação com a população que confia e acredita em meu trabalho. No momento venho utilizando notebook de propriedade pessoal, já que tal equipamento não me foi fornecido pela Câmara.
6. Por fim, espera-se que toda essa situação seja resolvida o quanto antes para que eu possa receber de portas abertas a população brumadense em meu gabinete e trabalhar em prol das medidas necessárias à melhoria de nossa cidade e da vida das pessoas que aqui estão.

Partidos de oposição decidiram nesta sexta-feira (15) apresentar um novo pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por causa do colapso da saúde em Manaus (AM), que sofre com falta de oxigênio em hospitais em meio à alta de internações por coronavírus.
Em nota, as siglas informaram que a decisão ocorreu “considerando a prática de crimes de responsabilidade em série, que resultaram na dor asfixiante do Amazonas e de milhares de famílias brasileiras”. O texto é assinado por Rede, PSB, PT, PC do B e PDT.
“O presidente da República deve ser política e criminalmente responsabilizado por deixar sem oxigênio o Amazonas, por sabotar pesquisas e campanhas de vacinação, por desincentivar o uso de máscaras e incentivar o uso de medicamentos ineficazes, por difundir desinformação, além de violar o pacto constitucional entre União, estados e municípios”, diz o documento.
Os partidos pregam que o Congresso Nacional reaja a Bolsonaro “representando a nação”. Assinada pelos líderes na Câmara e pelos presidentes das siglas, a nota também prega a volta dos trabalhos do Legislativo “imediatamente” -os parlamentares estão em recesso- para discutir medidas que possam minimizar a crise vivida por Manaus. As atividades do Parlamento só retornam em 1º de fevereiro.
A capital do Amazonas vive um cenário de recorde de hospitalizações por Covid-19 e falta de oxigênio nos hospitais. O insumo faltou em diversos hospitais da rede pública na quinta (14), resultando na morte de pacientes por falta de oxigenação, segundo relato de médicos.
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Diversos senadores apresentaram projetos de lei (PL 5.494/2020 e PL 5.495/2020) no Congresso propondo a continuidade do pagamento do auxílio emergencial nos primeiros meses de 2021. Até o momento, o governo federal não deu nenhum indicativo de que pretende mudar de posição em relação a suspensão do pagamento do benefício.
Um dos autores do PL 5.495/2020, o senador Weverton (PDT-MA), defende a prorrogação da vigência do decreto de estado de calamidade para dar mais liberdade ao governo para implementar os gastos necessários durante a crise provocada pela pandemia de Covid-19.
“É preciso que a gente tenha reuniões presenciais ou semipresenciais para poder avaliar projetos que estão pendentes com relação a prorrogação do estado de calamidade, prorrogação do auxílio emergencial e definição do processo de vacinação [contra a Covid-19]”, disse o pedetista à Rádio Senado.

por Matheus Morais
A direção do PSB baiano convidou o deputado estadual Vitor Bonfim (PL) para ingressar no partido. O convite foi feito durante uma reunião na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) com a presidente estadual da sigla, deputada federal Lídice da Mata, do deputado estadual Ângelo Almeida e do primeiro-secretário do partido, Rodrigo Hita.
Hita afirmou ao bahia.ba nesta quarta-feira (13) que Bonfim tem a marca da juventude e pode contribuir com o crescimento do partido. “É um deputado atuante, já foi secretário de Agricultura e nos daria imensa alegria se viesse para o PSB. As portas estão abertas e será uma honra recebê-lo”, ressaltou.
Bonfim tem 39 anos, já foi secretário de Agricultura da Bahia e vereador da cidade de Guanambi por duas vezes. Ele foi eleito deputado estadual em 2014 e reeleito em 2018.

O eleitor que não compareceu às urnas no primeiro turno das eleições municipais de novembro tem até esta semana para justificar a ausência. Caso o procedimento não seja realizado, será preciso pagar uma multa. Quem não regularizar a situação pode ficar sujeito a restrições.
O prazo vence na quinta-feira (14) para quem faltou ao primeiro turno das eleições municipais 2020. Para o segundo turno, o limite é 28 de janeiro.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomenda que a justificativa seja feita, preferencialmente, por meio do aplicativo e-Título, disponível para celulares com sistemas operacionais Android ou iOS.
O procedimento pode ser feito também pela internet, por meio do Sistema Justifica. Ou ainda de modo presencial, no Cartório Eleitoral. Em qualquer um dos casos, o eleitor precisará preencher um Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), descrevendo por que não votou. O TSE pede que seja anexada documentação que comprove a razão da falta.
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Quem não votou no primeiro turno das eleições de 2020 tem até a próxima quinta-feira (14) para justificar a ausência. Já o prazo para quem se ausentou no segundo turno termina no dia 28 deste mês. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da Bahia, a justificativa vale somente para o turno que o eleitor não votou. Ou seja, quem deixou de votar nos dois turnos terá que justificar as duas ausências separadamente.
Para justificar, o eleitor deve acessar o aplicativo e-Título ou o site Sistema Justifica (veja aqui). É necessário anexar a documentação que comprove o motivo da ausência. Também é possível enviar os documentos pelo Correio, endereçado ao juiz da zona eleitoral que é inscrito.
No Sistema Justifica é preciso preencher um formulário com os dados pessoais, declarar o motivo da ausência e anexar comprovante do impedimento para votar. O eleitor deve receber um protocolo para acompanhar o requerimento, que será encaminhado para exame pelo juiz competente. Se a justificativa for acolhida, o eleitor será notificado da decisão.
O eleitor que não justificar dentro do prazo terá que pagar multa para regularizar a situação. Enquanto estiver em débito com a Justiça Eleitoral, não poderá tirar ou renovar passaporte, receber salário ou proventos de função em emprego público, prestar concurso público e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo, entre outras consequências.
Caso haja ausência não justificada e multa não quitada em três eleições seguidas, o eleitor pode ter a inscrição cancelada. A regra não se aplica aos grupos que tem voto alternativo: analfabetos, pessoas entre 16 e 18 anos, maiores de 70 anos e pessoas com deficiência física ou mental que impossibilite o voto.