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Agência Câmara de Notícias
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a PEC Emergencial precisa ser aprovada antes do Orçamento de 2021. No entanto, ele considera o calendário apertado por causa das eleições municipais e da necessidade de cumprir os prazos regimentais. Segundo sua previsão, as votações devem ocorrer entre o Natal e o Ano Novo, ou então será necessário prosseguir com uma autoconvocação do Congresso em janeiro. A declaração foi dada em “live” nesta quinta-feira no auditório do Banco BMG, em São Paulo.
Rodrigo Maia afirmou que, se o Congresso abrir mão do recesso de janeiro, a sucessão da presidência da Câmara e do Senado não deve ser prejudicada. No entanto, ele alertou que a eleição para a Mesa deve ser misturada com os debates da agenda legislativa. “Vai ser uma confusão dos diabos. Vamos deixar a eleição da Câmara para última semana”, alertou.
“Impossível aprovar Orçamento sem PEC Emergencial. Do meu ponto de vista, é um risco para o governo”, alertou o presidente da Câmara. “Fora do teto de gastos não há saída, com um futuro mais difícil ainda do que tivemos num passado recente. Bons marcos regulatórios, com credibilidade, trazem investimentos. Mas o investimento não virá se o teto de gastos não for resolvido. Não adianta ter Lei do Gás e Cabotagem sem teto de gastos.”
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No dia do Professor, candidato Fabrício celebra seu aniversário e defende a valorização da educação.
Nesta quinta-feira (15), onde é comemorado o Dia do Professor, o candidato a Prefeito de Brumado, Fabrício, celebra mais um ano de vida e segue firme na luta pela valorização dos profissionais de educação.
Segundo o candidato, a educação de Brumado precisa avançar muito e para isso é de grande importância a valorização dos professores. Fabrício também defende a necessidade da implantação de Faculdades Públicas para os jovens Brumadenses e
“Os pais muitas vezes não querem que os filhos sejam professores justamente pela desvalorização da classe, mas querem que seus tenham os melhores professores. Nosso governo será um governo que vai ouvir e dialogar junto aos professores para que de fato, de vez, possamos melhorar a educação em Brumado”, afirma Fabrício.
Nesta quinta-feira (15), onde é comemorado o Dia do Professor, o candidato a Prefeito de Brumado, Fabrício, celebra mais um ano de vida e segue firme na luta pela valorização dos profissionais de educação.
Segundo o candidato, a educação de Brumado precisa avançar muito e para isso é de grande importância a valorização dos professores. Fabrício também defende a necessidade da implantação de Faculdades Públicas para os jovens Brumadenses e
“Os pais muitas vezes não querem que os filhos sejam professores justamente pela desvalorização da classe, mas querem que seus tenham os melhores professores. Nosso governo será um governo que vai ouvir e dialogar junto aos professores para que de fato, de vez, possamos melhorar a educação em Brumado”, afirma Fabrício.

Agência Senado
Pela primeira vez, o número de candidatos autodeclarados negros (pretos ou pardos) superou o total de brancos. Dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 276 mil candidatos negros vão concorrer nas eleições de 2020, o que representa 49,95% do total. Já as candidaturas brancas representam 48,04%.
Para o senador Paulo Paim (PT-RS), decisão da Justiça levou a maior proporção de candidaturas negras da história, pois foi determinada a equiparação do tempo de propaganda política em rádio e TV, sendo dividida em 50% para mulheres brancas e 50% para negras, além de 30% para cota do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas (FEFC) para candidatas e candidatos negros.
— Foi um grande avanço para promoção da igualdade racial no Brasil, um país ainda racista. As eleições de 2020 são um grande projeto piloto para o aprimoramento dos futuros pleitos. Não basta a inscrição das candidaturas negras. Os partidos precisam priorizá-las. Não é só dizer que as candidaturas estão lá, eu quero ver se a divisão dos recursos e do tempo de rádio e TV foram os mesmos no pós-eleição — afirmou o senador.
Nas eleições gerais de 2018, embora 47,6% dos candidatos fossem negros, apenas 27,9% foram eleitos.
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Liderança política de Brumado, o ex-vice-prefeito da cidade e médico, Marlúcio Abreu, mais conhecido como Dr. Marlúcio, declarou seu apoio ao candidato a Prefeito de Brumado, Fabrício Abrantes.
Em um vídeo divulgado nas redes sociais do candidato Fabrício, Dr. Marlucio reforçou a necessidade da mudança de gestão para que a cidade de Brumado possa se desenvolver e ser cuidada como merece.
“Nós estamos precisando dessa mudança. Sem essa mudança Brumado não terá desenvolvimento. Não vamos continuar nessa mesmice. Brumado necessita desse jovem para engrandecer a cidade que eu tanto amo e que eu tanto faço a medicina do povo. Vamos levar Brumado melhor”, declarou Dr. Marlúcio.

Na noite da última segunda-feira (12) o candidato a Prefeito de Brumado, Fabrício ao lado do seu vice Dr. Aurino estiveram juntos em uma reunião com a Ordem de Ministros Evangélicos do Sudoeste Baiano (OMESB). A ocasião contou com a presença do presidente da Omesb, Clovis Fraga e do vereador Vanderlei.
O encontro rendeu um bate papo muito produtivo entre o candidato Fabrício e os diversos líderes evangélicos presente onde juntos puderam trocar ideias para a construção da nova Brumado. Fabrício aproveitou o momento e reafirmou o seu compromisso com toda classe Evangélica de Brumado.

As eleições deste ano terão uma novidade para os eleitores. Isto porque, pela primeira vez, aquele que não puder comparecer ao local de votação vai poder justificar o voto via o aplicativo e-Título. A decisão foi tomada por causa da pandemia do novo coronavírus. Com isso, o processo pode ser feito para qualquer seção eleitoral, exceto se o eleitor não tiver acesso à internet.
O aplicativo terá duas opções para justificativa, uma para dias fora da eleição e outra para o dia da eleição, esta só ficará disponível a partir de 4 de novembro. Conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o eleitor tem até 60 dias para justificar o voto após cada pleito. O prazo começa a valer a partir de 15 de novembro (1º turno) e 29 de novembro (2º turno).

Todos deverão usar máscara- principalmente os candidatos. Não pode ocorrer passeatas;
Carreatas sim, desde que todos estejam com máscara e se sair dos carros e fizer aglomeração, a coligação majoritária estará sujeita à multas.
Durante os eventos a comissão deve estar a todo momento estar cobrando o uso de máscaras e o distanciamento social das pessoas.
A polícia dará reforço no próximo sábado.
O carro de som só pode rodar em dias de eventos.
Segundo o Major, é inviável eventos dos dois grupos no mesmo dia;
Eventos políticos só podem acontecer com o aviso à polícia por parte da coligação com o tempo necessário de antecedência. Do contrário, não poderá acontecer.
Se um evento for cancelado, deve ser avisado à polícia com no mínimo 72 horas de antecedência.
Propaganda irregular não pode. Carros de som de particulares parados com músicas de campanha serão apreendidos.
-Em eventos registrados na justiça poderão circular carros de som registrados.

Dos 5.568 municípios que escolherão prefeitos nas eleições deste ano, em 3.383 (61% do total) os atuais gestores concorrerão à reeleição. Outros 1.015 prefeitos poderiam concorrer por estar no primeiro mandato, mas desistiram de tentar um novo mandato. Os dados fazem parte de levantamento feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
O primeiro turno nas eleições será realizado no dia 25 de outubro e o segundo turno, no dia 29 de novembro. As datas originais eram 4 de outubro e 25 de outubro, mas foram adiadas pelo Congresso Nacional por causa da pandemia de covid-19.
Ao todo, 19.164 candidatos concorrerão ao cargo de prefeito. Dos atuais prefeitos, 4.398 (79%) estão em seu primeiro mandato e poderiam concorrer a um novo período, mas 1.015 desistiram.
O levantamento mostra que o percentual de candidatos à reeleição caiu após um período de estabilidade. Em 2016, dos 2.407 candidatos à reeleição, 1.191 se reelegeram (49,48%). Em 2012, dos 2.418 que tentaram a reeleição, 1.512 se reelegeram (62,53%). Na eleição anterior, em 2008, 3.361 prefeitos buscaram a reeleição e desses, 2.101 voltaram ao cargo (62,51%).
Nesses 3.383 municípios onde haverá disputa por reeleição, os candidatos estarão concorrendo aos votos de 88,3 milhões de eleitores. A soma da população dessas cidades é de 123,3 milhões de pessoas.
“Isso demonstra que, em uma parcela bastante significativa do Brasil, os atuais gestores colocam de novo o seu nome na disputa por entender que fizeram uma boa gestão. Temos que aguardar os resultados para saber se essas candidaturas terão êxito”, diz a confederação.

Enquanto a disputa às prefeituras movimenta vários municípios brasileiros, especialmente as capitais dos estados, 117 cidades já sabem quem vai ocupar o maior posto do Executivo local a partir de 1º de janeiro de 2021. É que nessas localidades apenas um candidato vai concorrer.
Segundo levantamento feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), com base em informações preliminares divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a concentração da candidatura única está nos municípios do Rio Grande do Sul, onde 34 das 497 cidades têm apenas um nome concorrendo ao cargo. Em seguida, aparecem os estados de Minas Gerais e do Paraná com, respectivamente, 20 e 17 municípios na mesma situação. Sem concorrência, se a candidatura for homologada pela Justiça Eleitoral, o registro de um único voto garante a vitória a essas pessoas.
Na avaliação do cientista político Murilo Aragão, situações como essa não são necessariamente um problema. “Elas resultam de uma fragilidade da oposição, decorrente do êxito do comando do município. Outro problema é fragilidade dos partidos no Brasil, que desestimula candidaturas”, avaliou.
A CNM identificou também que em 37% dos municípios o embate deve ocorrer entre duas candidaturas. A polarização deve fazer parte das eleições em 2.069 municípios, onde vivem 20,9 milhões de pessoas ou 10% da população brasileira. Os dois candidatos a prefeito dessas cidades irão disputar a preferência de um total de 16,4 milhões de eleitores. Os dados consolidados pela CNM foram publicados pelo TSE no dia 27 de setembro.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que deu fim à Lava Jato por não existir mais corrupção no governo federal. A fala foi dita em discurso durante cerimônia de lançamento do projeto Voo Simples, no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta quarta-feira (07).
“Queria dizer a essa imprensa maravilhosa nossa que eu não quero acabar com a Lava Jato… Eu acabei com a Lava Jato, porque não tem mais corrupção no governo. Eu sei que não é virtude, é obrigação. Para nós, fazemos um governo de peito aberto”, afirmou, sendo aplaudido por autoridades.
Com a fala, o militar reformado admitiu que agiu para parar as ações da Lava Jato. Contudo, a decisão de encerrar a operação cabe à Procuradoria-Geral da República (PGR) e não ao Poder Executivo. Existe a possibilidade de encerramento da força-tarefa de Curitiba em janeiro do próximo ano. Conforme a Folha de S. Paulo, procuradores da equipe estão mobilizados para garantir a continuação da operação, que ainda conta com 400 investigações em curso.