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Pré-candidato a vereador, o Presidente da Associação de Moradores da Vila Presidente Vargas, Edinor Costa, declarou apoio a pré candidatura de Fabrício Abrantes (DEM) a prefeito de Brumado, fortalecendo o grupo que a cada dia vem ganhando mais adesões e que desponta como força política para a campanha oficial que começa em agosto.
“Foram muitos dias de conversa, analisamos, e entendemos que Fabrício apresentou propostas diferentes e tem o desejo de mudar”, afirmou o presidente. Mais conhecida como Os Nove, a Vila Presidente Vargas possui uma população de aproximadamente 3 mil pessoas, tendo ainda nas proximidades as comunidades de Campo Seco 1, Campo Seco 2, Espinheiro e Passagem de Pedra, localidades carentes de ações do poder público municipal.
“Precisamos de esgotamento sanitário, porque lá é esgoto a céu aberto, precisamos da pavimentação da avenida Saldino Lopes e temos o problema na área de saúde, porque várias localidades são atendidas Nos Nove e causa muito tumulto”, diz Edinor.

O ex-governador da Bahia Nilo Coelho (PSDB) deseja voltar a comandar a prefeitura de Guanambi, no Sertão Produtivo baiano. Ele declarou, na manhã desta segunda-feira (2), que depende apenas das vontades de Deus e do povo. As informações são do portal Blog do Anderson.
“Sou apaixonado por minha querida Guanambi. Se tiver de ser, se essa for a vontade de Deus e do povo, eu serei candidato”, disse Nilo Coelho, em passagem pelo Aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista.
Além de governador da Bahia entre 1989 e 1991, Nilo foi prefeito de Guanambi nos períodos de 1983 a 1986 e de 2005 a 2010, quando renunciou para ser candidato a vice-governador na chapa de Paulo Souto (DEM). O político tentou retornar à prefeitura em 2016, mas acabou sendo derrotado pelo atual alcaide Jairo Magalhães (PSB), com uma diferença de 1,7% dos votos válidos.

Será iniciado na próxima quinta-feira (5) o prazo para que vereadores que queiram disputar a reeleição ou a prefeitura mudem de partido. A chamada janela partidária segue até o dia 3 de abril, seis meses antes das eleições de 2020. O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro.
O calendário divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) leva em consideração a mudança partidária em busca de recursos e apoio político para as campanhas eleitorais. Também em abril, mas no dia 4, todos os partidos que pretendem disputar as eleições devem estar com registro aprovado na Corte.
Ainda em abril, o TSE deve lançar uma campanha nas emissoras de rádio e televisão para incentivar a participação das mulheres nas eleições e esclarecer o eleitor sobre como funciona o sistema eleitoral brasileiro. Já em junho, o TSE deve divulgar o valor corrigido do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), criado pelo Congresso. Estão previstos R$ 2 bilhões para o fundo.
Em julho, os partidos já poderão realizar convenções internas para escolher seus candidatos. Os registros deverão ser feitos na Justiça Eleitoral até 15 de agosto. A partir do dia seguinte, estarão autorizadas as propagandas eleitorais nas ruas e internet. O período acaba no dia 3 de outubro, véspera do pleito.
A partir de 19 de setembro, nenhum candidato poderá ser preso, exceto se for flagrante. Dez dias depois, a regra se estende aos eleitores. Prefeitos, vice-prefeitos e vereadores eleitos deverão ser diplomados até 19 de dezembro.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (27), que está sob ataque de veículos de imprensa.
Segundo ele, a motivação é à diminuição de verbas do governo para publicidade. Bolsonaro afirmou ainda que não vai renunciar ao cargo. “Não vou renunciar ao meu mandato, não vou dar dinheiro para imprensa”, disse o presidente em sua transmissão ao vivo pelo Facebook. “Eu acredito que estou fazendo um trabalho bom, na medida que eu posso. Parece que não posso mudar nada”, afirmou.
O presidente pediu ainda que o Parlamento coloque em votação Medidas Provisórias (MPs) em pauta para não caducarem. Bolsonaro citou a MP que criava a carteira digital de estudantes e outra que dispensava empresas da obrigatoriedade de publicar balanços em jornais. Ambas perderam a validade antes de serem votadas.

Presente no camarote Expresso 2222, neste sábado (22) de folia, o sanfoneiro Targino Gondim afirmou que “não é descartado” a possibilidade de concorrer a prefeitura de Juazeiro, cidade onde atualmente vive. Filiado ao PV, o músico chegou a ser candidato a deputado federal e justifica o seu desejo de entrar na política.
“Fui candidato a deputado federal, tive uma votação bacana. Tive pouco tempo de trabalho, porque resolvi em cima da hora, por desejo de tentar mudar algumas coisas que eu vejo acontecer perto da gente”, declarou.
Segundo Gondim, além de cogitarem o seu nome como candidato a prefeito de Juazeiro, especulam a possibilidade que ele saia como vice-prefeito na chapa junto com Anselmo Bispo. Ele, no entanto, reafirma seu desejo de “mudar a história de Juazeiro e mudar a vida de algumas pessoas como deputado federal”.
Fora da política, Targino prevê mais uma edição do Festival Internacional da Sanfona para o final do ano. Antes disso, porém, ele vem preparando outros dois festivais, sendo um deles logo após o Carnaval.
“Na Semana Santa tenho o Festival de Forró de Itacaré. Vou levar Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Rural Elétrica, em três dias de festa da Semana Santa sob meu comando. No mês de outubro, comemorando o meu aniversário, é o Festival de Forró da Chapada, em Mucugê, dias 9, 10 e 11 de outubro”, adiantou.

Senadores da Rede, do PT e do PSOL protocolaram nesta quarta-feira (19) o pedido de cassação do mandato do senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ). O pedido se baseia nas denúncias de lavagem de dinheiro, corrupção e associação com milícia.
O presidente do Conselho de Ética, senador Jayme Campos (DEM-MT), que recebeu o pedido, tem cinco dias úteis para decidir se aceita ou não. O democrata também pode solicitar parecer à Advocacia Geral do Senado, segundo as regras previstas no Regimento Interno da Casa.
“Não fazemos uma representação de bom grado. Fazemos porque é imperiosa, porque os fatos são gravíssimos. Não podemos admitir. É incompatível com o exercício do mandato parlamentar os crimes aqui assinalados”, declarou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da Minoria.
A assessoria do senador Flávio Bolsonaro disse que ele já se manifestou contrário ao pedido em suas redes sociais. Do que foi observado pela redação do bahia.ba, o senador compartilhou em seu perfil no Instagram uma publicação na qual diz: “Essa representação dos defensores de bandido condenado em 2ª instância (PT/PSOL/REDE) não serve nem para limpar o furo (sic)”.

O jornal Folha de São Paulo divulgou nota sobre os novos ataques do presidente Jair Bolsonaro à repórter do jornal Patrícia Campos Mello.
“O presidente da República agride a repórter Patrícia Campos Mello e todo o jornalismo profissional com a sua atitude. Vilipendia também a dignidade, a honra e o decoro que a lei exige do exercício da Presidência”, diz o comunicado da Folha.
Horas antes, o presidente insultou a repórter com insinuação sexual, em entrevista a jornalistas no Palácio da Alvorada, nesta terça-feira (18). “Ela [repórter] queria um furo. Ela queria dar o furo a qualquer preço contra mim [risos dele e dos demais]”, disse Bolsonaro.

Matheus Morais / Rayllanna Lima
O governador Rui Costa (PT) disse nesta terça-feira (18) que “ainda é cedo” para falar sobre o nome do vice de major Denice Santiago, provável pré-candidata do PT a prefeita de Salvador.
“Nós vamos aguardar os partidos caminharem. Tenho dito aos partidos que, mais do que nunca, é hora de botar o bloco na rua. Mais na frente, em abril, maio ou junho, se afunila o nome da vice”, disse ao bahia.ba durante a entrega de novos ônibus escolares, ambulâncias e viaturas no Centro Centro Administrativo da Bahia.
O petista reafirmou que vai trabalhar para que sua base “saia no máximo” com três candidaturas no pleito de outubro.

Composto por oito eixos temáticos iniciais, a pré candidatura de Fabrício Abrantes lançou nesta quinta-feira (13), o seu Plano de Governo Democrático (PGD), resultado dos debates realizados nos vários encontros com a população brumandense, nas zonas urbana e rural.
Segundo Abrantes, o objetivo é a discussão de um plano cidadão e participativo para as demandas mais urgentes do município. O Plano contempla as mulheres, educação, saúde, emprego, esporte, cultura, vida no campo, ações de proteção aos animais, dentre outros. Segundo Fabrício, a repercussão foi muito positiva. “Ao longo do dia, pude perceber como o plano foi bem recebido.

E é isso que queremos, a participação das pessoas, porque são elas que vivem a cidade, entendem suas necessidades. Vamos conversar muito sobre estes temas e muitos outros; afinal, Brumado tem grandes potenciais e é em torno deles que vamos lutar por uma cidade melhor, e que, hoje, pede mudança!”, concluiu. Fabrício também falou sobre a eleição municipal e o importante papel da oposição para encerrar o ciclo de 16 anos da atual administração.
“Não falo sobre a união das oposições por ser um fato consumado. O que estamos buscando agora é alinhar as estratégias para os candidatos ao Executivo e Legislativo. A população brumadense pode ter a certeza de que teremos um Prefeito que irá promover as mudanças que o povo quer e também uma Câmara de Vereadores forte e antenada com os anseios da nossa comunidade”, concluiu.

O presidente Jair Bolsonaro oficializou nesta quinta-feira (13) a dança de cadeiras que pretende fazer em dois dos seus ministérios. Por meio de sua conta oficial no Twitter, ele confirmou que o deputado Onyx Lorenzoni (DEM) deixará o comando da Casa Civil para assumir o lugar de Osmar Terra no Ministério da Cidadania.
No lugar do Onyx ficará o general Walter Souza Braga Netto, que atualmente ocupa a chefia do Estado Maior do Exército, considerada a segunda posição na hierarquia da força militar. Sem cargo no governo, o deputado Osmar Terra retornará aos trabalhos na Câmara.
Conforme divulgou Bolsonaro, a cerimônia para transmissão de cargos será realizada no Palácio do Planalto, na próxima terça-feira (18), às 15h. Não foi informado, contudo, quando as mudanças serão publicadas no Diário Oficial da União.
Desde que assumiu o cargo, há pouco mais de um ano, o presidente da República fez um total de sete mudanças no primeiro escalão. Houve trocas no Ministério da Educação (Ricardo Velez por Abraham Weintraub), na Secretaria-Geral da Presidência (Gustavo Bebianno por Floriano Peixoto e, em seguida, por Jorge Oliveira), na Secretaria de Governo (Santos Cruz por Luiz Eduardo Ramos).
Na semana passada, as mudanças atingiram o Ministério do Desenvolvimento Regional (Gustavo Canuto por Rogério Marinho).