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O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) recebeu na manhã deste sábado (17) o apoio do prefeito de Brumado, Eduardo Vasconcelos, além dele, o vice-prefeito de Cândido Sales, Robson Freitas (PSB), também anunciou apoio.
“Não resta dúvida de que para o povo de Brumado essa relação já antiga que eu tenho com Neto, e que está reavivando agora, nesse pleito, será de proveito mútuo. Porque Brumado vai estar toda fechada com Neto, temos dois grupos políticos lá e ambos estão com ele”, declarou Eduardo durante o encontro.
O prefeito também lembrou da sua relação antiga com o grupo que Neto representa hoje. “Além disso, estaremos voltando ao nosso começo, quando ACM Neto, na sua primeira candidatura a deputado federal, recebeu cerca de 12 mil votos da gente em Brumado e ele não esquece disso. Então, é uma parceria que continua”, completou.
ACM Neto agradeceu ao apoio do prefeito nesta reta final de campanha, a 16 dias das eleições. “Eduardo me acolheu em Brumado há 20 anos e participou da construção da minha primeira eleição para deputado federal”, disse.
“Estamos aqui não só para agradecer, mas também reafirmar o nosso compromisso de trabalhar muito por essa querida cidade. Vocês terão a partir do próximo ano um governador que conhece essa cidade de perto e tem laços afetivos com ela”, completou o candidato.
Neto e Eduardo já firmaram um compromisso: se for eleito, trabalhará para melhorar o esgotamento sanitário de Brumado, assim como a relação do município com a Embasa.
“Nós vamos rever inteiramente a gestão da Embasa e vamos começar olhando para os municípios que estão vivendo esses problemas, Brumado em especial. O prefeito, nas nossas reuniões, colocou como ponto central esse desafio para a gestão a partir do próximo ano”, disse.
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Nenhum candidato a cargos eletivos nas eleições de 2022 poderá ser detido ou preso, a partir deste sábado (17), a menos que seja em flagrante delito. Isso é o que prevê o Código Eleitoral e está no calendário eleitoral deste ano, aprovado pelo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
De acordo com o Código Eleitoral, a medida vale até 48 horas após o encerramento do pleito, marcado para 2 de outubro, e visa evitar que abusos sejam cometidos no período, em especial, perseguições políticas que resultem no afastamento de candidatos de suas campanhas, ou mesmo a provocação de repercussões negativas contra adversários políticos.
O Art. 236 do Código Eleitoral garante que membros das mesas receptoras e fiscais de partido também sejam detidos ou presos durante o exercício de suas funções, “salvo o caso de flagrante delito”.
Também está previsto na legislação que nenhuma autoridade poderá, desde 15 dias antes e até 48 horas após o encerramento da eleição, “prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto”.
Caso ocorra “qualquer prisão”, o detido deverá ser imediatamente conduzido à presença do juiz competente. Caso o juiz verifique a ilegalidade da detenção, caberá a ele relaxar a prisão e responsabilizar eventuais coautores da prisão.

Após a divulgação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2021, nesta sexta-feira (16), candidato a governador da Bahia ACM Neto (União) comentou os resultados. De acordo com o levantamento, a rede estadual da Bahia alcançou nota 3,5, a quarta pior do país. O ex-prefeito de Salvador ressaltou que vai mudar esta realidade, caso seja eleito.
O postulante ao Palácio de Ondina pontuou que a nota do estado no ensino médio aumentou três décimos – em 2019, era 3,2 – e rebateu o discurso dos adversários. “Ao contrário do que esse grupo que está há 16 anos no poder diz, nosso estado continua entre os últimos lugares do Brasil no novo Ideb. E esses três décimos a mais na nota do nosso estado se deram única e exclusivamente porque nossos jovens foram aprovados automaticamente. Não houve melhora real”, disse ele.
ACM Neto ainda analisou os dados no quesito aprendizagem de português e matemática no ensino médio. “A verdade é que na Prova Brasil, que mede o que o estudante aprendeu em português e matemática, o Ensino Médio Estadual caiu. Nesse item, da Aprendizagem, que é o que mais importa, só o estado do Maranhão tem nota pior do que a da Bahia”, pontuou.
Ele ainda ressaltou que o resultado do Ideb só reforça a percepção das pessoas ao longo de sua caminhada pelo estado. “Esses dados apenas confirmam o que os pais e mães me falam nas caminhadas por nosso estado. Apenas confirmam o que estudantes me dizem. Que o ensino médio da rede estadual não prepara os alunos, nem para o Enem, nem para o emprego. Mas nós vamos mudar essa história. Falta pouco. O futuro da Bahia passa por uma educação de mais qualidade. E é isso que, se Deus quiser, nós vamos começar a construir a partir de primeiro de janeiro”, finalizou.

Nesta quinta-feira (15), aconteceu um encontro político na residência do Ex- prefeito Aguiberto Lima Dias, para apresentação do seu candidato à deputado estadual Pablo Barrozo, pelo grupo do candidato a governador ACM Neto e Cacá Leão.
Na oportunidade estiveram reunidos várias lideranças política da zona rural e da sede do município, para conhecer e apoiar o ex-secretário de educação da Bahia. Pablo também já foi deputado estadual e está pretendendo retornar a vida política novamente.

Em uma noite de expectativas e casa cheia, Pablo fez uma explanação do seu projeto como deputado, e seu empenho para trazer emendas para Brumado caso seja eleito. O grupo político de Aguiberto ficou bastante otimista com a explanação e experiência do candidato.

O vice-presidente da República Hamilton Mourão (Republicanos) e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), irão viajar ao exterior para não ocupar a liderança no Palácio do Planalto interinamente. A dupla deve deixar o Brasil neste sábado (17), após viagem de Jair Bolsonaro (PL) à Inglaterra, para acompanhar o enterro da Rainha Elizabeth II.
Mourão e Lira farão a viagem para poder manter suas candidaturas nas eleições deste ano. O vice-presidente concorre a uma vaga no Senado pelo Rio Grande do Sul, enquanto Lira disputa reeleição para o posto de deputado federal no estado de Alagoas. A Constituição diz que presidente, vice-presidente, governadores e prefeitos precisam renunciar aos mandatos até seis meses antes das eleições para disputar um outro cargo.
Com a viagem de Bolsonaro, Mourão seria o próximo da “linhagem” para assumir a presidência de forma interina, depois dele, o presidente da Câmara, no caso Arthur Lira, é o terceiro nome da lista para ocupar o cargo.
Durante a viagem, a presidência será ocupada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que ainda tem mais quatro anos de mandato e não disputará as eleições deste ano. Bolsonaro deve retornar ao Brasil entre terça-feira (19) e quarta (20).

Nesta quinta-feira (15), o grupo político liderado por Fabrício Abrantes (União Brasil), realizou uma concentração política na Praça do Comando (Avenida Centenário), com destino ao Bairro Dr. Juracy.
O objetivo do evento foi divulgar os candidatos a deputado Federal José Rocha e Luciano Ribeiro candidato a deputado estadual, Cacá Leão ao senado e ACM Neto ao governo da Bahia. O encontro político contou com várias lideranças políticas, colaboradores, simpatizantes, população e vereadores, transformando a caminhada em uma grande festa democrática.


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando a corrida pela presidência do Brasil, de acordo com a nova pesquisa do instituto Datafolha, divulgada na noite desta quinta-feira (15) pela TV Globo. O petista manteve o percentual do levantamento anterior e tem 45% das intenções de voto.
Em segundo lugar, continua o atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), que possuía 34% no levantamento da última semana e agora tem 33% da preferência dos eleitores brasileiros.
O ex-ministro Ciro Gomes (PDT), em terceiro lugar, tinha 7%, oscilou positivamente e agora aparece com 8%. Já a senadora Simone Tebet (MDB) tem 5%, o mesmo percentual da pesquisa anterior.
A senadora Soraya Thronicke (União), que tinha 1% na última semana, agora aparece com 2% das intenções de voto. Felipe D’Ávila (Novo), Sofia Manzano (PCB), Vera Lúcia (PSTU), Léo Péricles (UP), Eymael (DC) e Padre Kelmon (PTB) não pontuaram.
De acordo com o instituto, se as eleições fossem hoje, Lula e Bolsonaro provavelmente disputariam o segundo turno, pois a soma dos pontos dos adversários (48%) supera as intenções de voto do petista (45%).
O Datafolha entrevistou presencialmente 5.926 eleitores em 300 municípios brasileiros entre os dias 13 e 15 de setembro. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04099/2022.

Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral aprovou nesta terça-feira (13) um projeto-piloto nas eleições de outubro para incluir a utilização de biometria e participação de eleitores voluntários no chamado teste de integridade.
Esse teste é realizado no dia da eleição pela Justiça Eleitoral, com acompanhamento de uma auditoria externa. As cédulas impressas e pré-preenchidas são digitadas por servidores da Justiça Eleitoral nas urnas incluídas na testagem, ou seja, é uma espécie de checagem do registro dos equipamentos eletrônicos.
Pela resolução aprovada pelo plenário, participarão do projeto-piloto entre 32 e 64 urnas em todo o país e serão convidados eleitores que vão participar de forma voluntária. O eleitor convidado que aceitar participar vai assinar um termo, acionar a urna com a biometria e o teste seguirá todas as outras etapas convencionais.
Desde 2002, o teste de integridade simula uma votação normal e é realizado nos tribunais regionais eleitorais no dia da eleição. Sem o teste de biometria, a auditoria não contava com a participação de eleitores.
O objetivo é verificar se o voto depositado é o mesmo que a urna eletrônica registra. As 640 urnas que participarão do teste serão definidas aleatoriamente e retiradas das seções eleitorais – ao todo, o Brasil terá mais de 577 mil urnas em funcionamento nas eleições.
A votação do teste de integridade é filmada e, ao fim, os fiscais conferem se o boletim da urna bate com os votos inseridos.

Em Salvador, na tarde desta terça-feira (13), o candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, voltou a negar que esteja atuando como “linha auxiliar” de Jair Bolsonaro (PL) no pleito presidencial. Segundo o pedetista, as críticas fazem parte de “mais um esforço de corrupção do PT” e do ex-presidente Lula, que para Ciro “não tem escrúpulo de nenhuma natureza”.
“Eu preciso pedir a autorização de alguém para ser candidato? Preciso pedir a autorização de São Lula? Minha folha corrida não tem nenhum processo, nem para ser absolvido. Eu tenho uma ideia diferente e profunda do que o Lula e do que o Bolsonaro pensam para o Brasil. Eu não critico o Lula de agora e não estou intensificando nada”, argumentou durante coletiva de imprensa.
O ex-ministro ainda definiu o presidente Jair Bolsonaro como “uma tragédia de corrupção” e de “saúde pública” causada por Lula. “Como se explica que 70% do povo de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, tenha votado no Bosloanro? O Bolsonaro tinha alguma biografia brilhante? Ele era um deputado medíocre e corrupto do baixo clero, que eu já denunciava em 1993. Eu denunciei ele na corrupção da rachadinha e o Lula ficou calado. Em 2018, o nosso povo votou magoado, por isso elegeu o Bolsonaro”, analisou.

Dos 10.619 candidatos inscritos para disputar uma vaga de deputado federal, 710 foram considerados inaptos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e outros 552 ainda aguardam julgamento. Com isso, 9.357 candidatos estão aptos no momento, ainda que 328 deles tenham julgamento pendente ou estejam fundamentados em um recurso à Justiça Eleitoral.
Terminou nesta segunda-feira (12) o prazo para julgamento de pedidos de candidatura pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), e as decisões foram publicadas pelo TSE. Segundo o tribunal, o candidato inapto não tem habilitação para ser votado na urna eletrônica. Caso o eleitor digite o número de um candidato inapto, o voto será nulo.
Das candidaturas a deputado federal consideradas inaptas, 368 foram indeferidas pela Justiça Eleitoral, ou seja, no julgamento foi decidido que o candidato não reuniu as condições necessárias para obter o registro. Outros 333 renunciaram e 3 morreram.
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