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A cúpula do União Brasil tem intensificado conversas para filiar Sérgio Moro e lança-lo à Presidência da República pelo partido. Em novembro, o ex-juiz se filiou ao Podemos e lançou sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto.
De acordo com a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, a legenda está empenhada em conseguir lançar um candidato para ter novamente uma bancada expressiva de deputados na Câmara e já abriu diálogo, inclusive, com a presidente do Podemos, Renata Abreu.
Segundo a publicação, a ideia seria filiar Moro e costurar uma aliança com o Podemos, podendo, inclusive, colocar a deputada Renata Abreu, presidente da legenda, como opção de vice na chapa presidencial.
As negociações deram uma pausa nesta semana porque Sergio Moro e ACM Neto estão de Covid e Luciano Bivar está com gripe (o exame dele deu negativo para Covid), mas devem retomar em breve. A aliados, Moro tem desconversado sobre a possibilidade de mudar a legenda por enquanto.
Na Bahia, o União Brasil e o Podemos podem formar uma aliança. Lideranças do UB revelaram que “o desejo da nacional ao Podemos é grande” para confirmar o apoio. O resultado disso é que o presidente estadual da sigla, deputado federal Bacelar também pode migrar para o arco.

por Leilane Teixeira
Por causa do novo surto de Covid-19 que o país vem sofrendo, a Câmara dos Deputados voltará a funcionar de maneira remota até o carnaval. O anúncio foi feito pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), nesta segunda-feira (17).
“Trabalho remoto até o Carnaval. Medida necessária até vencermos esta nova onda. Também vai nos ajudar na melhor aplicação dos recursos públicos”, escreveu Lira nas suas redes sociais. “Tarifas aéreas estão altíssimas e a flexibilidade nas remarcações só acontece quando é do interesse das companhias”, acrescentou.
Até o fim de janeiro, o Congresso está em recesso legislativo, mas há profissionais de áreas técnicas e administrativas que ainda estavam trabalhando presencialmente.

O ex-presidente Lula (PT) usou as redes sociais nesta quinta-feira (13) para criticar pelas redes sociais para criticar a forma como Jair Bolsonaro (PL) conduz o combate à pandemia do coronavírus. De acordo com o petista, o chefe do Executivo é comparável a Jim Jones, pastor estadunidense responsável por um extermínio em massa nos anos 70.
“Bolsonaro continua tratando o covid com descaso. Só um psicopata como Jim Jones seria capaz de repetir as insanidades de Bolsonaro no enfrentamento da pandemia”, escreveu Lula.
Em 1978, Jim Jones conduziu à morte 918 pessoas em um assentamento na Guiana, uma tragédia que entrou para a história como “O massacre de Jonestown”. Em 2021, durante a CPI da Pandemia no Senado, Renan Calheiros (MDB-AL) também comparou Bolsonaro a Jim Jones. “Nós temos um Jim Jones na presidência da República“.

A expectativa no Palácio dos Bandeirantes é que a presença do apresentador José Luiz Datena na chapa encabeçada por Rodrigo Garcia (PSDB) ajude a atrair parte do eleitorado bolsonarista para a campanha tucana ao governo de São Paulo, segundo informações da Folha de São Paulo.
Segundo a publicação, a candidatura de Datena ao Senado em aliança com Garcia está praticamente acertada, e só não ocorrerá se ele novamente recuar do projeto político, como já fez em campanhas passadas. Mais cedo, Datena disse que não recuaria. O apresentador tem como opções filiar-se ao MDB e ao novo União Brasil, partido que resultará da fusão de PSL e DEM.
A avaliação entre aliados de Garcia é que, embora Datena tenha se distanciado do presidente Jair Bolsonaro (PL), com críticas constantes à sua gestão, ele ainda é muito identificado com o eleitorado conservador, que prioriza a segurança pública e o discurso moralista.
Ainda de acordo com a publicação, a aposta é que esse perfil ajudará Garcia a diminuir um pouco as resistências que o atual governador, João Doria (PSDB), tem entre os apoiadores do presidente. Conforme o jornal Folha de São paulo, Garcia deve herdar o Palácio dos Bandeirantes em abril, quando Doria renunciar para disputar a Presidência.

A insistência do presidente Jair Bolsonaro em radicalizar os discursos antivacina tem preocupado os militares.
De acordo com informações da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, dois generais da reserva que integram o governo avaliam que o comportamento negacionista a respeito dos imunizantes tem causado desgaste político e eleitoral do mandatário, podendo facilitar a recondução do ex-presidente Lula e do PT ao poder.
Ainda segundo a publicação, os militares acreditam que Bolsonaro precisa se convencer da necessidade de moderar as críticas a respeito das vacinas para evitar o derretimento eleitoral.

Mattheus Miranda
“Derrotar Bolsonaro é objetivo de todo democrata que se preze. Mas vamos ter clareza: neste 2022, temos que derrotar também o modelo que gerou uma aberração como ele. Só assim, o Brasil muda de verdade”, escreveu Ciro na publicação.
Através da conta oficial no Twitter, o pedetista compartilhou um vídeo onde aparece apelando para uma união de “democratas minimamente comprometidos com a civilidade” para derrotar Bolsonaro nas eleições de 2022, o qual chamou de “bandido”.
“Nós não podemos aceitar que o debate de 2022 se reduza apenas a um grande conchavo de nós todos, democratas minimamente comprometidos com a civilidade, para derrotar esse bandido que nós temos na presidência da República.
Essa é uma tarefa gravíssima, inadiável, todos temos que colaborar para que ela aconteça. Mas ela é a segunda mais importante tarefa. A primeira é discutir com o povo brasileiro as causas dessa tragédia coletiva e, portanto, entender qual é o caminho de mudança que nós precisamos fazer”, acrescentou o ex-ministro no vídeo.
“É por diletantismo? É por apologia ao intelectualismo? É para exibir conhecimentos científico, histórico e econômico? Não! Não é nada disso, não! O problema, simples e puramente, é de que ou nós envolvemos a população na inteligência do que está acontecendo ou a ideologia dominante não será abalada com a eleição de quem quer que seja”, concluiu Ciro.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, em dezembro, todas as normas que valerão para as eleições gerais de 2022, incluindo aquelas referentes à propaganda eleitoral.
Entre as principais novidades está o endurecimento das regras relativas à produção e compartilhamento de informações sabidamente inverídicas sobre candidatos, partidos e o próprio processo eleitoral.
Tais condutas já eram vedadas e coibidas pela Justiça Eleitoral, mas a nova resolução prevê a responsabilização penal mais severa de quem espalhar desinformação.
Quem divulgar, na propaganda eleitoral ou durante a campanha, fake news sobre candidatos e partidos, por exemplo, fica agora sujeito à pena de detenção de dois meses a um ano, além de multa.
A mesma pena se aplica a quem produz, oferece ou vende vídeo com conteúdo inverídico acerca de partido ou candidato. A punição é acrescida de um terço se a conduta for praticada por meio de rádio, televisão ou redes sociais.
Pena ainda maior – de dois a quatro anos de prisão e multa de R$ 15 mil a R$ 50 mil – está prevista para quem contratar terceiros com a finalidade de emitir mensagens ou comentários na internet para ofender a honra ou desabonar a imagem de candidato, partido ou coligação.
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A viagem à Paraíba nesta semana não será a única na qual o ex-juiz Sergio Moro contará com a ajuda de ex-bolsonaristas para organizar suas agendas eleitorais. A informação é da coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles.
De acordo com a publicação, deputados ex-aliados do presidente Jair Bolsonaro também se movimentam para viabilizar compromissos de pré-campanha para o ex-juiz em outros estados brasileiros.
Há uma lista de próximas visitas de Moro sendo trabalhada por ex-bolsonaristas. Em especial no Nordeste, onde as pesquisas de intenção de voto ainda apontam uma preferência do eleitorado pelo PT de Lula.
Ex-apoiadora de Bolsonaro, a deputada federal Dayane Pimentel (PSL-BA), por exemplo, organiza para fevereiro uma visita do ex-juiz à Bahia. No Ceará, a agenda de Moro é organizada pelo deputado federal Heitor Freire (PSL-CE) e pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE), filiado ao mesmo partido do ex-juiz.
A primeira viagem de Moro articulada por um antigo aliado de Bolsonaro foi na Paraíba, onde os encontros do ex-juiz foram agendados pelo deputado federal Julian Lemos (PSL-PB).
Em 2018, Dayane, Freire e Lemos atuaram ativamente pedindo votos para Bolsonaro no Nordeste. O deputado paraibano, inclusive, foi o coordenador da campanha do atual presidente na região.

O pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (DEM/UB), estará no município de Brumado no próximo dia 21 de janeiro. A informação foi confirmada pelo empresário Fabrício Abrantes (DEM/UB), ex-candidato a prefeito do município ao site Brumado Verdade.
De acordo com Abrantes, um evento está agendado para às 19h com a presença de Neto na capital do minério. “Estaremos incluindo no projeto de plano de governo de ACM Neto várias demandas para Brumado”, disse Fabrício. O local do evento será na Câmara de Vereadores. “Estamos juntos com ACM Neto pela Bahia”, todos estão convidados. finalizou Abrantes.

As possibilidades em torno do nome que vai assumir a vaga de vice na chapa encabeçada por ACM Neto (DEM/UB) só fazem aumentar. Agora, duas mulheres estão sendo cotadas para ocupar o posto.
De acordo com o jornal Tribuna da Bahia, uma delas é o da deputada estadual Jusmari Oliveira, que está no PSD – partido da base do governador Rui Costa (PT) e presidido no estado pelo senador Otto Alencar. Segundo aliados, o ex-prefeito gostaria de colocar na chapa uma mulher com vinculação com o agronegócio.
Procurada pelo jornal, a parlamentar não se posicionou sobre o cenário com Neto, mas enviou uma mensagem confirmando que pretende tentar a reeleição para a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).
Outro nome seria o da esposa do prefeito de Barreiras, Zito Barbosa (DEM/UB). Com o mesmo perfil de Jusmari, Marisete Bastos teve sua pré-candidatura a deputada federal lançada no ano passado na cidade em evento prestigiado por Neto. Os dois não foram encontrados pela reportagem para comentar.