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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi vaiado durante o Carnaval do Rio de Janeiro, na madrugada deste sábado (23). De acordo com informações da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, o filho do presidente Jair Bolsonaro (PL) foi hostilizado quando chegou a uma das áreas VIPs do sambódromo.
Segundo a publicação, os foliões indignados acompanharam o senador ao longo de um percurso de 10 minutos e só encerraram os protestos depois que ele parou de circular e entrou em um camarote.
Diante dos protestos, que incluíram gritos de “Fora, Bolsonaro!”, Flávio se limitou a sorrir.

Depois de visitarem Boa Nova e Poções nesta sexta-feira (22), o vice-governador João Leão, pré-candidato ao Senado, e ACM Neto, pré-candidato ao Governo pelo União Brasil, encerraram a agenda no Centro-Sul da Bahia, em Planalto. Durante encontro com lideranças e povo do município, Leão diz ver ‘o entusiasmo das pessoas’ por onde passam.
“O entusiasmo do povo, o cara na janela acenando e gritando ‘eu tô com vocês’ é impressionante, gente. Eu tenho dito a Neto e a todos os companheiros, é cheiro de vitória”, afirma Leão.
“João leão sabe do compromisso dele, de fazer do seu futuro gabinete no Senado da República a extensão do governo da Bahia, lá nos teremos alguém brigando por nós, buscando recursos e viabilizando investimentos fundamentais”, diz ACM Neto.
O encontro político aconteceu no antigo espaço UP, na praça Duque de Caxias, e contou com a presença do ex-prefeito Edilson Duarte, o Dico, e dos deputados Sandro Regis, Artur Maia, Marcelo Nilo e Márcio Marinho, além de prefeitos, vereadores e lideranças da região.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a pesquisa Ipespe divulgada nesta sexta-feira (22) com 45% das intenções de voto na disputa pelo Palácio do Planalto. Em segundo lugar, aparece o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 31%. O levantamento foi divulgado pela CNN Brasil.
Em seguida, aparecem o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 8%, e o ex-governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 3%. O deputado federal André Janones (Avante) e a senadora Simone Tebet (MDB) têm 2%. Luiz Felipe d’Ávila (Novo), Vera Lúcia (PSTU) e Eymael (DC) não pontuaram na pesquisa.
Votos em branco, nulo, eleitores que dizem que não iriam votar ou que não votariam em nenhum dos candidatos somam 7%. Eleitores que não sabem ou não responderam representam 2% dos entrevistados.
O Ipespe também testou cinco cenários para segundo turno. Na sondagem que coloca Lula contra Bolsonaro, o petista tem 54%, contra 34 – ambos oscilaram um ponto para cima em relação à última pesquisa do instituto, de 6 de abril. Votos em branco, nulo e eleitores indecisos somam 12%.
Foram ouvidas 1.000 pessoas por telefone entre 18 e 20 de abril. A pesquisa, encomendada pela XP Investimentos, foi registrada na Justiça Eleitoral com o número BR-05747/2022. A margem de erro máximo estimada é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,45%.

O governador Rui Costa decidiu o substituto de Eures Ribeiro no comando da Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado (Sedur). O petista publicou na edição desta quarta-feira (20) do Diário Oficial do Estado (DOE) a nomeação de Jairo Silveira Magalhães para o cargo.
Magalhães é ex-prefeito do município de Guanambi. Ele foi eleito pelo PSB em 2016, mas no pleito de 2020 já pelo PSD, não conseguiu se reeleger. Essa é a terceira troca na Sedur desde o ano passado.
Em setembro de 2021, o então titular da pasta Nelson Pelegrino deixou o cargo para assumir uma cadeira no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Em seu lugar entrou o ex-presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Eures Ribeiro, que precisou abrir mão da titularidade da secretaria porque vai disputar as eleições deste ano.

Os prefeitos Dr. Pitágoras (PP), de Candeias; e Carroça, de Rio Real (PP), declararam nesta segunda-feira (18) apoio à pré-candidatura de ACM Neto (União Brasil) ao governo da Bahia. Os progressistas seguem o vice-governador e pré-candidato ao Senado João Leão no rompimento com Rui Costa e o PT.
Segundo o PP, Dr. Pitágoras tem a melhor avaliação da região metropolitana de Salvador. Enquanto isso, “Carroça surge para atender às necessidades dos moradores” de Rio Real. “Ele chega para agregar experiência e dedicação ao projeto que vai tirar a Bahia da inércia, criando estratégias para a recuperação socioeconômica de todo o estado”, diz o PP.
Também participaram do encontro nesta segunda, em Salvador, João Leão e seu filho Cacá Leão, deputado federal Cacá Leão (PP).

O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que a compra de 35.320 comprimidos de Viagra pelas Forças Armadas, remédio que costuma ser usado para tratar disfunção erétil, serão destinados ao tratamento de outras doenças, como a hipertensão arterial.
“As Forças Armadas compram Viagra para combater a hipertensão arterial e também as doenças reumatológicas”, disse durante encontro com pastores evangélicos na manhã desta quarta-feira (13).
Ele afirmou que o número “não é nada”. “Com todo respeito, não é nada a quantidade para o efetivo das três Forças, obviamente, muito mais usado pelos inativos e pensionistas”.
Ele ainda aproveitou para criticar a cobertura da mídia sobre o caso. “Então, a gente apanha todo dia de uma imprensa que tem muita má-fé e ignorância, não procura saber por que comprou os seus 50 mil comprimidos de Viagra. Mas faz parte”, declarou.

Ao tentar justificar o veto dado à Lei Paulo Gustavo, o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), criticou artistas e governos anteriores que utilizavam a Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Na argumentação, o presidente chegou a sugerir que o Governador baiano, Rui Costa, não teria onde investir em cultura na Bahia e que os valores seriam repassados para “figurões”.
“Um artista, peixe obviamente, poderia pegar até R$10 milhões por ano. Eu baixei para 1 milhão e Mário Frias para R$500 mil que é dinheiro para burro. Aí inventaram a Lei Paulo Gustavo dando 4 bilhões de reais para governadores aplicarem em cultura. Rui Costa vai investir o quê em cultura na Bahia? Para aqueles figurões, né, que ficaram fora da Lei Ruanet. Vetei!”, disparou Bolsonaro.
A Lei Paulo Gustavo destinaria R$ 3,86 bilhões de dinheiro federal para estados e municípios ajudarem o setor cultural a se recuperar dos impactos da crise causada pela pandemia da Covid-19. Da verba, R$ 2,79 bilhões seriam voltados à área audiovisual, enquanto R$ 1,06 bilhão iria para ações emergenciais.

Nesta sexta-feira (8), ao participar de encontros políticos em Irará, Ouriçangas, Aramari e Alagoinhas, o vice-governador e pré-candidato ao Senado pelo PP, João Leão, disse que ACM Neto foi eleito o melhor prefeito do Brasil e agora será o “futuro melhor governador da história da Bahia”.
“Eu estou muito feliz por caminhar ao lado de Neto. Por onde temos passado encontramos só sorrisos e olhares de esperança. Toda minha experiência e conhecimento de cada canto dessa Bahia, vou colocar à serviço dele, para que juntos possamos ouvir as necessidades do povo e trabalhar por uma nova Bahia”, disse Leão.
ACM Neto ressaltou a experiência e disposição de Leão, que passou a vida toda servindo aos baianos. “Leão vai ser a voz mais importante da Bahia no Congresso Nacional. Tenho orgulho de ter ao meu lado um dos homens públicos que mais conhece a Bahia. Com a palma da mão Leão sabe definir cada centímetro do nosso estado. Nós somamos a juventude com a experiência”, afirmou.
Neto e Leão seguem em agenda no interior baiano neste sábado (9), quando estarão nas cidades de Araçás e Jandaíra.

Evitando ter um governo “requentado”, em caso de vitória nas eleições do final do ano, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sinalizado que quer aproveitar ex-governadores no Ministério, como Rui Costa – que terá deixado a administração da Bahia –, Flávio Dino (PSB), Wellington Dias e Renan Filho, além do próprio Alckmin.
Segundo a colunista do Estado de São Paulo, Vera Rosa, diante de sinais enviesados sobre como seria a política econômica pós-Jair Bolsonaro, Lula também tem conversado sobre os futuros ministérios com empresários e banqueiros a portas fechadas. Tendo Alckmin como vice, o ex-governador de São Paulo não seria um vice decorativo.

O União Brasil não tem interesse em lançar Sérgio Moro como candidato ao Senado por São Paulo. O partido, que vetou a pré-candidatura presidencial do ex-juiz, entende que sairia prejudicado por não ser “dono” do mandato de Moro em caso de eleição.
De acordo com a coluna de Guilherme Amado, do portal Metrópoles, o entendimento do partido é de que senadores não estão sujeitos às mesmas regras de fidelidade partidária aplicadas aos deputados federais. Dirigentes da sigla acreditam que o ex-juiz poderia abandonar o União Brasil a qualquer momento, assim como ele deixou o Podemos após gastar cerca de R$ 3 milhões do fundo partidário.
A eleição de Moro para a Câmara dos Deputados é do interesse do União Brasil porque, além de controlar o mandato do ex-juiz, o partido poderá usá-lo para eleger outros políticos com o excedente de votos. A direção da sigla pretende fazer 14 deputados caso Moro aceite ser candidato ao Legislativo.
O partido quer entrar na disputa com Guilherme Boulos e Eduardo Bolsonaro para que Moro seja o deputado mais bem votado no estado, mas o ex-juiz ainda não demonstrou vontade para concorrer a uma vaga na Câmara.