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Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 04/01: 02 novos casos
👉🏻 Terça-feira, 05/01: 24 novos casos
👉🏻 Quarta-feira, 06/01: 31 novos casos

A Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm) criticou a postura do governo Jair Bolsonaro sobre a aquisição de seringas para a vacinação contra o coronavírus. Depois de um pregão fracassado, o presidente afirmou nesta quarta-feira (6) que o governo só voltará a comprar o material quando os preços “voltarem à normalidade”.
Inflação dos insumos, fundamentais para a imunização da população, é o argumento adotado pelo presidente para justificar a demora na compra dos produtos. Na avaliação de Juarez Cunha, presidente da SBIm, toda a situação demonstra falta de planejamento e comando no Ministério da Saúde e no governo federal. As informações são do UOL.
“É uma guerra, é uma luta. Tem que ter muito planejamento e, ao mesmo tempo, passar os recados adequados”, avaliou, em entrevista à publicação.
A presidente da Comissão de Revisão de Calendários Vacinais da instituição, Mônica Levi, afirmou que o estoque atual é suficiente para iniciar a vacinação e deve durar até o final do primeiro semestre. Do segundo em diante, deve faltar. “Nós não podemos esperar mais”, disse.
Quanto ao argumento de Bolsonaro, a avaliação é que os preços das seringas não vão cair, já que existe demanda para os produtos. Para a presidente da comissão, a prioridade deveria ser a saúde e a vida dos brasileiros. “A demanda mundial só vai aumentar. Não tem nenhuma previsão de que é algo momentâneo”, acrescentou.

O Brasil ultrapassou nesta terça-feira (5) a marca de 197 mil mortes por Covid-19 —dessas, 1.171 foram registradas nas últimas 24 horas. Também foram confirmadas mais 56.648 infecções, o que leva o total a 7.810.400. O Brasil tem o segundo maior número de vítimas do novo coronavírus em todo o mundo, atrás somente dos Estados Unidos.
Devido ao agravamento dos casos e mortes durante a pandemia, o prefeito de Manaus, David Almeida, decretou estado de emergência por 180 dias. O decreto autoriza, entre outras medidas, contratação temporária de pessoal, de serviços e aquisição de bens e materiais. A capital amazonense voltou a ter hospitais lotados por conta da Covid-19. Com informações da CNN e do G1.

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por Natália Cancian
Após obter fornecedores para apenas 2,3% de seringas e agulhas em uma primeira tentativa de compra, o Ministério da Saúde decidiu fazer uma requisição administrativa dos estoques de fabricantes nacionais desses produtos.
Na prática, isso indica que essas empresas só poderão vender o material excedente à pasta. O objetivo é garantir material para iniciar o plano de vacinação contra a Covid-19. A informação foi confirmada por representantes do ministério na noite desta segunda-feira (4).
Segundo a pasta, a medida atinge fabricantes representados pela Abimo e ocorre “enquanto não se conclui o processo licitatório normal, que será realizado o mais breve possível”.
Antes das seringas, o Ministério da Saúde já adotou modelo semelhante de requisição para compra de medicamentos usados na intubação de pacientes com Covid-19, por exemplo.
Em nota, a pasta diz que a nova requisição “visa a atender às necessidades mais prementes para iniciar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19”.
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As cirurgias eletivas nos hospitais estaduais da Bahia estão suspensa por tempo indeterminado. A informação foi confirmada pelo secretário de Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, na manhã desta segunda-feira (04). Segundo a Sesab, todos os leitos, além dos recursos, estão voltados para o atendimento de pacientes com coronavírus.
Vilas-Boas afirma que a decisão foi adotada em outros estados brasileiros e havia sido tomada na semana passada. “Precisamos redirecionar esforços, redirecionar anestésicos, medicamentos, respiradores – que estão começando a faltar em todo o país -, leitos, recursos humanos, técnicos, para poder atender aos leitos de Covid. Como essas não são cirurgias urgentes, eles podem tranquilamente ser remarcadas”, diz o secretário em entrevista ao Jornal da Manhã, da TV Bahia.

O Reino Unido iniciou nesta segunda-feira (04) a vacinação de sua população contra a Covid-19 com o imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford, em parceira com a farmacêutica AstraZeneca. Com isso, é o primeiro país do mundo a usar a vacina. O “sortudo” é um idoso de 82 anos, Brian Pinker, que recebeu o imunizante e afirmou que estava “muito satisfeito”.
O país foi o primeiro do mundo a conceder a aprovação emergencial da vacina, e o Serviço Nacional de Saúde britânico informou que 520 mil doses estão prontas para serem distribuídas para a população.
Segundo o portal IG, a vacina de Oxford é o segundo imunizante aprovado e usado pelos britânicos. O primeiro foi o da Pfizer/BioNTech, que já é aplicada desde 8 de dezembro em grupos prioritários no país.
Ainda segundo a publicação, o Reino Unido planeja vacinar as pessoas com a segunda dose das duas vacinas num prazo de 12 semanas após a primeira aplicação, em vez dos 21 dias recomendados, para poder imunizar o maior número de pessoas o mais rápido possível.

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Terça-feira, 29/12: 37 novos casos
👉🏻 Quarta-feira, 30/12: 24 novos casos (mais uma morte)
👉🏻 Quinta-feira, 31/12: 51 novos casos (mais uma morte)
👉🏻 Sexta-feira, 01/01: 17 novos casos
👉🏻 Sábado, 02/01: 01 novo caso
👉🏻 Domingo, 03/01: 02 novos casos

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai comprar vacinas do Instituto Serum, da Índia, para garantir a vacinação no Brasil. Segundo anúncio feito pela instituição neste domingo (3), serão adquiridas doses do imunizantes com a tecnologia produzida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford.
A fundação reafirmou que a previsão para o pedido de registro da vacina está mantida para 15 de janeiro. Os primeiros lotes com os insumos para a produção das doses também devem chegar ao país em janeiro. A previsão é que o primeiro lote com 1 milhão de doses seja entregue entre 8 e 12 de fevereiro.
Neste sábado (2), a Anvisa aprovou pedido feito pela Fiocruz para importar 2 milhões de doses já prontas do imunizante. No último dia 30 de dezembro, a vacina de Oxford foi aprovada para uso no Reino Unido.