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A Anvisa aprovou um pedido feito pela Fiocruz para importação excepcional de 2 milhões de doses da vacina produzida pela Universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca. A informação é do portal G1.
No dia 23 de outubro, a Anvisa já tinha autorizado a importação de 6 milhões de doses da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac e testada no Brasil em parceria com o Instituto Butantan.
De acordo com a publicação, no pedido feito pela Fiocruz, a indicação é que as vacinas cheguem ao país ainda em janeiro. A importação é considerada excepcional porque o imunizante ainda não foi submetido à autorização de uso emergencial ou registro sanitário.
Segundo a agência, a aprovação ocorreu no dia 31 de dezembro de 2020, mesmo dia que o pedido de importação foi protocolado pela Fiocruz — que é a responsável pela produção da vacina.
Ainda de acordo com a Anvisa, por se tratar da importação de vacina que ainda não foi aprovada no país, a entrada do material no país deve seguir algumas condições. O principal deles, diz a agência, que as vacinas importadas fiquem sob a guarda específica da Fiocruz até que a Anvisa autorize o uso do produto no país.
Na sexta-feira, a Anvisa afirmou que terminou a análise dos documentos já apresentados pela AstraZeneca sobre a vacina. Na prática, isso quer dizer que a agência “está em dia” com o que foi apresentado até agora.

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 28/12: 06 novos casos
👉🏻 Terça-feira, 29/12: 37 novos casos
👉🏻 Quarta-feira, 30/12: 24 novos casos (mais uma morte)
👉🏻 Quinta-feira, 31/12: 51 novos casos (mais uma morte)
👉🏻 Sexta-feira, 01/01: 17 novos casos
👉🏻 Sábado, 02/01: 01 novo caso

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Durante a última entrevista coletiva do ano na terça-feira (29), a Organização Mundial da Saúde (OMS) destacou os avanços obtidos no combate a Covid-19 no mundo. No entanto, a organização também emitiu um alerta para a humanidade: “esta pandemia, apesar da devastação que causou, pode não ser a pior que vamos enfrentar, por isso devemos estar preparados”.
Segundo o portal IG, o chefe do programa de emergências da OMS, o médico Mark Ryan, reconheceu que a pandemia do coronavírus “é muito grave, se espalhou com extrema rapidez e afetou todos os cantos do planeta”. No entanto, ele que “esta não é necessariamente a maior” que o mundo pode enfrentar.
“Este vírus é altamente transmissível, mata pessoas e priva muita gente de seus entes queridos, mas sua prevalência é comparativamente baixa em comparação com outras doenças emergentes. Este é um alerta. Estamos aprendendo agora como fazer as coisas melhor: ciência, logística, treinamento e governança, como nos comunicar melhor. Mas o planeta é frágil.
Vivemos em uma sociedade global cada vez mais complexa. Essas ameaças continuarão. Se há algo que devemos tirar desta pandemia, com toda a tragédia e as perdas, é que devemos agir juntos. Precisamos nos preparar para algo que pode ser ainda mais grave no futuro. Devemos honrar aqueles que perdemos melhorando o que fazemos todos os dias”, pontuou o médico.

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Por onas Valente
A Câmara de Comércio Exterior do Ministério da Economia (Camex) prorrogou até junho de 2021 a isenção do Imposto de Importação para remédios e insumos utilizados para produtos empregados no combate à Covid-19.
O órgão havia zerado a alíquota do tributo para 298 medicamentos e insumos por meio de uma decisão publicada pela Resolução No 17 de 2020. O prazo para a isenção seria o dia 31 de dezembro. A nova vigência vai até 30 de junho do ano que vem.
Em comunicado oficial sobre a decisão, o Ministério da Economia disse que a medida tem o intuito de ampliar a oferta de medicamentos com a redução de custos ocasionada pela retirada dos gastos com o Imposto de Importação.
A resolução prorrogada também estabeleceu que os órgãos responsáveis pelo licenciamento ou fiscalização deem preferência e prioridade à análise e eventual liberação destes medicamentos ou insumos.

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O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, foi diagnosticado com Covid-19. A informação foi divulgada neste domingo por meio de nota enviada pela assessoria de comunicação da Vice-Presidência, segundo o jornal O Globo.
Ainda de acordo com a nota, Mourão ficará em isolamento na residência oficial do vice-presidente, o Palácio do Jaburu. O comunicado, no entanto, não traz informações sobre o atual estado de saúde de Mourão.
Em maio, Mourão e sua mulher, Paula, foram submetidos a exames, mas testaram negativo para a Covid-19. Na época, o vice-presidente se manteve em quarentena até que o resultado dos exames ficasse pronto.