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A Índia se tornou o segundo país do mundo, depois dos Estados Unidos, com o maior número de casos de Covid-19. O país asiático somou 4,2 milhões pessoas infectadas, ultrapassando o Brasil, que tem 4,13 milhões.
O avanço da doença, contudo, não impediu que a Índia reabrisse, com estritas precauções de saúde, o metrô parado por quase seis meses em suas principais cidades, inclusive na capital Nova Délhi, onde passageiros mascarados fazem o V da vitória diante dos jornalistas. “Temos que sair de nossas casas, para viver nossas vidas”, disse um deles, Deepak Kumar. A Índia é o segundo país mais populoso do planeta, com 1,3 bilhão de habitantes.
A pandemia matou mais de 71 mil pessoas no país, o colocando atrás de EUA (188 mil mortes) e Brasil (126 mil) no número de óbitos. Para muitos especialistas, no entanto, os números reais são maiores na Índia, argumentando que os testes são insuficientes e que as mortes pela doença não são sempre registradas.

A campanha contra o sarampo foi prorrogada até o dia 31 de outubro em todo o país. Nesta etapa, o objetivo é imunizar pessoas entre 20 e 49 anos. Os adultos que tenham o esquema vacinal completo contra a doença, comprovado no cartão de vacinação, também deverão receber outra dose da vacina tríplice viral.
Para ser imunizado é necessário se dirigir a uma unidade de saúde portando documento de identidade, cartão SUS e caderneta de vacinação. “A ausência desses documentos não impede a vacinação”, ressalta a enfermeira coordenadora do Setor de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde, Simone Neves.
De acordo com a coordenadora, para controlar a doença por meio da imunidade coletiva, estima-se que 95% da população deve estar imunizada, já que o sarampo está entre as infecções com maior capacidade de transmissão. Mais de 45 mil doses já foram distribuídas nas unidades de saúde para uso exclusivo da campanha.
A campanha de vacinação tem o objetivo de interromper a cadeia de transmissão do vírus do sarampo, sendo também um passo fundamental para eliminação do vírus do no Brasil.

O Brasil está prestes a contabilizar 4,1 milhões de indivíduos contaminados pelo novo coronavírus. De acordo com dados atualizados nesta sexta-feira (4), pelo Ministério da Saúde, desde o início da pandemia, 4.091.801 pessoas foram infectadas, enquanto 125.502 pessoas morreram em decorrência dos efeitos da doença.
Nas últimas 24 horas, foram registrados 888 óbitos e 50.163 novas pessoas diagnosticadas com a doença. Ainda de acordo com a atualização, 688.056 pessoas estão em acompanhamento, outras 3.278.243 já se recuperaram e há 2.492 falecimentos em investigação.
A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,1%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 59,7. A incidência dos casos de Covid-19 por 100 mil habitantes é de 1947,1.
Os estados com maior número de mortes foram São Paulo (31.091), Rio de Janeiro (16.467), Ceará (8.555), Pernambuco (7.619) e Pará (6.228). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (598), Acre (623), Amapá (670), Tocantins (730) e Mato Grosso do Sul (939).