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Um ex-vereador de Itabuna, Clóvis Loiola de Freitas, foi condenado a 19 anos e cinco meses de prisão em regime fechado. A sentença, dada pelo juiz 2ª Vara Criminal de Itabuna, Eros Cavalcanti, em julgamento realizado nesta terça-feira (30), responsabiliza Clóvis por contratações irregulares de empresas, realizadas em 2012 através de processos licitatários nulos e fraudulentos, na Câmara de Vereadores.
Segundo o G1, dez pessoas foram julgadas por terem participado das fraudes. Na câmara, outros quatro funcionários foram condenados e três foram absolvidos. Duas pessoas tiveram a punibilidade extinta e o processo suspenso.
De acordo com a ação que resultou no julgamento, movida pelo Ministério Público, existia um esquema com a intenção de beneficiar empresas nas licitações, ou proporcionar a contratação de empresa que era responsável por realizar os desvios de recursos públicos.
O ex-vereador foi preso em julho por prometer vantagens em marcações de consultas, exames e cirurgias em troca de dinheiro – esta é a segunda vez de Clóvis na prisão, a primeira prisão aconteceu por improbidade administrativa.

Em uma rebelião ocorrida na manhã desta segunda-feira (29), 52 presos foram mortos no Centro de Recuperação Regional de Altamira, no Pará, segundo o G1. A unidade tem capacidade para 200 detentos, mas era ocupada por 311. Conforme a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe), do total de mortos, 16 presos foram decapitados e o restante asfixiado.
Dois agentes penitenciários chegaram a ficar reféns, mas foram liberados. A rebelião foi causada por uma briga entre facções criminosas, ainda não identificadas pela Susipe.
Ainda de acordo com o órgão, internos do bloco A invadiram o anexo onde estão custodiados integrantes de uma facção inimiga. Em seguida, o espaço foi trancado e os detentos atearam fogo no local. A fumaça invadiu o anexo e alguns presos morreram por asfixia. Esse é o segundo maior massacre em presídios no ano. Em maio, 55 presos foram mortos no Amazonas.

Por conta de uma ação movida pelo ex-jogador Denílson, em 2000, o Tribunal de Justiça de São Paulo ordenou a penhora de R$ 4,7 milhões dos direitos autorais de Belo. Na época, ele era o empresário da banda Soweto e alegou que o cantor saiu para seguir carreira solo sem pagar indenização
De acordo com o Lance, a Justiça já enviou ofício à empresa norte-americana Apple Inc pedindo esclarecimentos sobre a comercialização e repasse dos direitos autorais de Belo nas mídias digitais.
Denílson venceu a ação em todas as instâncias. Em resposta, a Apple Brasil acrescentou que essa solicitação judicial deve ser feita diretamente às empresas que representam os direitos autorais do cantor.

Foi realizado com bastante sucesso, (JEMAB) Jornada Esportivas Micro Regional de AABBs, em dois dias de muita competição em Brumado. Foram 8 cidades disputando 8 modalidades, 300 atletas, participaram da competição onde tudo funcionou perfeitamente. AABB de Brumado agradece a todos os colaboradores pelo sucesso do evento.
A diretoria da AABB agradece a presença de todos que participaram dessa grande festa esportiva em sua sede, desde já convida todos para os próximos eventos.

Quem tem dinheiro para receber não esquece. O jogador Denilson voltou a cobrar Belo pela indenização de um processo ganho há alguns anos e envolve a compra dos direitos do grupo Soweto. Em entrevista à revista Caras, o campeão mundial alfinetou o pagodeiro e cobrou a dívida que segundo ele gira em toro de R$ 5 milhões.
“A causa já está ganha, só estou esperando ele me pagar. Justiça já me deu causa ganha, agora é com ele. É ter responsabilidade e começar a me pagar”. Para quem não se lembra, Denilson comprou os direitos do grupo Soweto, que na época tinha Belo como vocalista. O artista deixou o grupo logo em seguida para fazer carreira solo.
Por conta do “abandono” de Belo, Denilson entrou com uma ação contra o artista por danos morais. O ex-jogador não se envergonha de cobrar publicamente o cantor e sempre que a situação acontece os dois acabam trocando farpas pelas redes sociais.

Um grupo formado por cinco vereadores de Santo Amaro, no Recôncavo baiano, protocolou ontem (8), um requerimento para que seja constiuída pela Câmara Municipal, uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas irregularidades no pagamento de notas fiscais emitidas pela empresa Duo Decor e Eventos.
Os beneficiários seriam o prefeito do município, Flaviano Bomfim (PP), o secretário de finanças, Valdemiro da Paixão Rocha Neto e Marília Rocha das Neves, secretária de ação social.
O requerimento diz que Valdemiro e Marília seriam amigos da proprietária da empresa e que “Através das informações levantadas percebe-se que existem indícios que a empresa Carla Mendes Romano – ME funcionava como uma espécie de laranja, sendo os agentes políticos beneficiários”. O desvio de recursos públicos pode ter superado R$ 300 mil em pagamentos de notas fiscais frias.
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O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) acolheu denúncia formulada contra o prefeito de Presidente Tancredo Neves, Antônio dos Santos Mendes, o Toin do Bó (MDB), por contratar, sem licitação, a empresa Grand Prix Construtora e Aluguel de Veículos LTDA para o serviço de limpeza urbana do município.
Mendes é acusado de prorrogar o respectivo contrato sucessivas vezes no exercício de sua gestão em 2017. Ele foi multado em R$5 mil. O prefeito pode recorrer da decisão.
O relator do processo, conselheiro substituto Antônio Emanuel, também determinou a formulação de representação contra o prefeito no Ministério Público, a fim de que seja apurada a prática de ato de improbidade administrativa.
Segundo a denúncia, o prefeito não atendeu a exigência de instruir o procedimento de dispensa de licitação com a caracterização da situação emergencial ou de calamidade que o justifique.
Na solicitação, a emergência foi descrita com base em decreto editado por Mendes, também denunciado em 2 de janeiro de 2017, quando declarou outra situação emergencial na cidade. À época, ele alegou que a gestão anterior lhe restringira o acesso a informações administrativas na transmissão de governo.
Em sua defesa, o gestor afirmou que a administração não ficou inerte ao contrato emergencial e adotou as medidas para realizar o regular processo licitatório, que ocorreu por meio da Concorrência n. 2, de 2017, homologada em 3 de junho de 2017.
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A nova sede do Programa Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia (Neojiba), no Parque do Queimado, situado no bairro da Liberdade, em Salvador, foi inaugurada nesta terça-feira (9).
Com a presença do governador Rui Costa, o evento de inauguração contou com apresentações dos cantores e compositores baianos Elomar e Mateus Aleluia, acompanhados pelo maestro Ricardo Castro ao piano, além de alunos e professores do projeto.
“O Neojiba é, antes de tudo, um projeto de inclusão social, inclusão cultural. O que estrutura a vida do ser humano, a nossa existência aqui na terra é a cultura, a arte, a educação. É isso que preenche e dá brilho ao ser humano. E essa sede é um símbolo, com certeza muitos eventos culturais ocorrerão aqui e eu espero que a gente irradie por todo o estado da Bahia”, disse o governador Rui Costa.
“Essa é uma construção que vai dar mais força ao impacto do Neojiba em todo o estado. A acústica deste espaço é o que há de mais moderno, não tem precedente no Brasil uma acústica com essa qualidade, e as nossas crianças agora têm acesso às mesmas ferramentas que os jovens de outros países. O Neojiba segue como uma política estadual de desenvolvimento social através da prática musical coletiva. Nossos núcleos por toda a Bahia vão continuar funcionando e vão ser fortificados pelas ações que a gente vai empreender aqui no núcleo central, no Parque do Queimado”, afirmou o maestro, diretor geral e fundador do Neojiba, Ricardo Castro.
Com investimento de R$ 12,3 milhões oriundos de recursos do Governo do Estado e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a nova sede ocupa um complexo de quatro prédios históricos do Parque do Queimado. A edificação do século XIX é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e foi restaurada e adaptada para receber as atividades do Neojiba.

O concurso 2166 da Mega-Sena não teve acertadores nos seis números sorteados neste sábado: 03, 19, 34, 44, 56 e 58.
Assim, o prêmio ficou acumulado para o concurso 2167, a ser realizado na próxima terça-feira (9), quando a estimativa é de um prêmio de R$ 6 milhões.
No sábado (6), a Quina (5 números acertados) teve 44 apostas ganhadoras, com R$ 39.121,73 para cada uma delas.
Já a Quadra, com 4 números acertados, registrou 3.749 apostas ganhadoras, cabendo a cada uma delas R$ 655,92.92.

As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já estão prontas e se encontram na gráfica para diagramação e impressão. Segundo o presidente substituto do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Camilo Mussi, a autarquia entregou a mídia com as questões na última sexta-feira (28), antecipando o cronograma, que previa o envio apenas nesta segunda-feira (1º).
“Estamos três dias antecipados e estamos mantendo o cronograma”, afirmou nesta terça (2) a parlamentares em audiência pública na Comissão Externa – Ministério da Educação na Câmara dos Deputados. “O cronograma está mantido e a prova está mantida”, assegurou.
Mussi foi convocado para prestar esclarecimentos sobre o andamento e a segurança do exame deste ano. Segundo ele, toda a segurança está garantida. Substituições no Inep e a decretação de falência da empresa RR Donnelley, que era detentora do contrato para a impressão do Enem, causaram insegurança sobre a realização do exame. A gráfica foi substituída pela Valid S.A., a segunda colocada na licitação realizada em 2016, garantindo a impressão das provas.
“Na semana passada, a Polícia Federal esteve na gráfica, como faz todos os anos, na quinta e na sexta”, diz. “A PF verificou a área de diagramação e impressão e deu o ok. Na sexta, fizemos outra visita, e a segurança da gráfica foi confirmada.”
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