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Regra que elimina corte do fator previdenciário exigirá ao menos mais seis meses de contribuição. Foto: Divulgação
O trabalhador que pedir sua aposentadoria por tempo de contribuição a partir do dia 31 de dezembro terá uma dificuldade a mais para evitar o desconto do fator previdenciário no benefício: o cálculo 85/95 será substituído pelo 86/96. O fator previdenciário é um índice aplicado nas aposentadorias por tempo de contribuição que reduz o valor de quem pede cedo o benefício. A regra 85/95 foi criada para garantir o benefício integral, sem o corte do fator, para os trabalhadores cuja soma da idade ao tempo de contribuição, no pedido da aposentadoria, resultar em 85 (mulheres) ou 95 (homens). A partir da semana que vem, a regra passará a exigir um ponto a mais. Isso significará uma espera mínima de seis meses a mais para ter direito ao benefício integral. O período obrigatório de contribuição para se aposentar sem idade mínima continuará sendo de 30 anos, para as mulheres, e de 35 anos, para os homens.
O presidente Michel Temer (PMDB) realizará, nesta segunda-feira (24), às 20h30, um pronunciamento de cerca de três minutos em cadeia nacional de rádio e TV. De acordo com informações da Agência Brasil, a expectativa é de que ele apresente um breve balanço dos dois anos e meio à frente do governo. O pronunciamento é uma manifestação tradicional, realizada pelos presidentes da República na véspera do Natal. No ano passado, Temer destacou as mudanças realizadas por sua gestão, citando a recuperação da Petrobras, a redução dos juros e avanços nos programas sociais.
Amigos e amigas.
O ano de 2018 já pertence à história política do país. O desafio agora é a luta do povo brasileiro para juntos construirmos uma nova história a partir de 2019. A expectativa é de tempos sombrios, especialmente para a classe trabalhadora.
O novo cenário exige de todos nós uma estratégia de resistência e a busca da mais ampla unidade para a luta em defesa da democracia, da soberania nacional e dos direitos dos trabalhadores.
2019, será um ano para quebrar barreiras e lutar pelo que acreditamos.
Desejo a todas e todos, saúde e disposição para renovarmos as energias tão necessárias para os desafios que teremos em 2019.
A luta sempre e boas festas.
Forte abraço,
Édio Pereira

Serão pagos R$ 18,1 bilhões para 23,5 milhões de trabalhadores, segundo estimativa do Ministério do Trabalho. Foto: Divulgação
Desde a última semana está disponível o pagamento do Abono Salarial PIS 2018-2019 (ano base 2017) para trabalhadores da iniciativa privada nascidos em dezembro. O Pasep, para servidores públicos, será pago para quem tem a inscrição 4. O prazo final para recebimento é 28 junho de 2019 e, ao todo, serão pagos R$ 18,1 bilhões para 23,5 milhões de trabalhadores, segundo estimativa do Ministério do Trabalho. A falta de informação e da educação financeira na vida das pessoas é uma das principais causas para números tão expressivos. Muitas ainda não se atentaram para a importância de utilizar todos os recursos que estiverem ao seu alcance para terem melhores condições de vida e realizarem sonhos. Portanto, é preciso divulgar para que os que mais necessitam não percam essa oportunidade. Veja algumas informações importantes sobre o abono: Para ter direito ao saque, além de estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, é preciso ter trabalhado com carteira assinada e recebido até dois salários mínimos mensais durante, pelo menos, 30 dias em 2017. Além disso, é preciso estar com os dados atualizados na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), ano-base 2017. Os valores variam entre R$ 80 e R$ 954, dependendo do tempo trabalhado.
Às vésperas da posse de Jair Bolsonaro (PSL) como presidente do Brasil, 65% dos brasileiros estão otimistas com a economia do país. Esse número é resultado de um levantamento feito pelo Instituto Datafolha, que ouviu 2.077 pessoas em 130 municípios nos dias 18 e 19 de dezembro. Para 24% dos entrevistados, a economia vai continuar como está e outros 9% acreditam que o pior está por vir. Essa pesquisa mostra uma mudança na percepção da população, já que em agosto o instituto mostrou que 23% eram otimistas enquanto 41% achavam que a situação iria piorar. O levantamento também ouviu os entrevistados sobre outras questões. Quanto ao desemprego, 47% acreditam que vai cair, 29% acreditam que vai aumentar e 21% acham que não haverá mudança. Com isso, 43% acham que seu poder de compra vai aumentar, outros 36% acham que vai continuar estável e 18% acham que vai diminuir.
A maior parte dos brasileiros chega às vésperas do fim de ano sem sobras no orçamento, embora tenha diminuído a quantidade de consumidores que se encontram em situação de aperto. Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que caiu de 82% em outubro para 76% em novembro o percentual de consumidores que ‘vivem no limite do orçamento’. De acordo com o levantamento, 43% dos entrevistados terminaram o mês no ‘zero a zero’, ou seja, até conseguiram pagar as contas, mas não restou nada de seus rendimentos e, 33% encerram o mês ‘no vermelho’, isso quer dizer que eles deixaram de pagar alguma conta por falta de recursos. Os brasileiros que se encontram ‘no azul’ somam 16%. Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o percentual de brasileiros que vivem sem sobras no orçamento segue elevado, mas o consumidor tem uma chance de melhorar esse quadro com as rendas extras de final de ano. “O pagamento do 13º salário pode aliviar a situação do consumidor, mas vale lembrar que se trata de um aumento de renda temporário. Uma vez restaurado o equilíbrio do orçamento, o consumidor precisa manter o controle dos gastos, estabelecendo prioridades e fazendo ajustes quando necessário. É uma tarefa constante, que exige disciplina, mas que faz diferença no bem-estar financeiro do consumidor”, afirma a economista. Com muitos brasileiros ainda vivendo no limite das finanças, 45% dos consumidores planejavam diminuir o nivel de gastos durante o mês de novembro, número inferior ao constatado em outubro (51%). Entre os que planejavam cortar despesas, a principal razão é a busca constante por economizar (34%), os preços elevados (28%), o desemprego (26%) e o endividamento (15%).