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O diretor do Instituto de Medicina e Nefrologia da Bahia (INEB), em Brumado Roberto Novais fez uso da Tribuna Livre da Câmara de Vereadores de Brumado, na manhã desta sexta-feira (09). Durante seu pronunciamento, falou sobre o Dia Mundial do Rim – lembrado este ano no dia 08 de março, cuja campanha é coordenada no Brasil pela Sociedade Brasileira de Nefrologia. Este ano, ressaltou Novais, o tema do Dia Mundial do Rim é “Saúde da Mulher – Cuide de seus rins”, já que o dia para menção é o mesmo comemorado o dia internacional da mulher. Novais fez referência ao INEB, que realiza de forma contínua ações com o objetivo de divulgar as informações relacionadas à prevenção das doenças renais, ampliando cada vez mais o número de pessoas atingidas com informações sobre prevenção e a importância do diagnóstico precoce da doença renal crônica. Ressaltou, que o INEB atua há 8 anos na cidade com hemodiálise, atendendo 22 municípios da região e já passou de 90 para 204 pacientes atendidos na unidade. O diretor citou que outro projeto está em andamento para garantir uma melhor qualidade de vida para as pessoas: um protocolo de intenções foi encaminhado à Prefeitura Municipal de Brumado para que possa ser criada uma clínica de Oncologia.
Mais de 3,5 toneladas de carne consideradas irregulares foram apreendidas, na madrugada deste sábado (10), pela polícia baiana. A Operação Carro de Boi foi realizada, em parceria, pela Secretaria da Segurança Pública (SSP), Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) e Polícia Rodoviária Federal (PRF). De acordo com a SSP, os flagrantes ocorreram em trechos da BR-324, entre Salvador e Feira de Santana. O trabalho integrado, realizado desde o segundo semestre do ano passado, tem como principais objetivos combater o roubo de gado, o abate, transporte e armazenamento irregulares de carnes dos tipos bovino e caprino. Todo o material encontrado foi transformado em ração animal. “Vamos ampliar o combate a estas práticas criminosas em 2018. A parceria estabelecida vem trazendo excelentes resultados, tanto no mapeamento dos criminosos, além da questão de saúde pública”, destacou o secretário da Segurança Pública Maurício Teles Barbosa.

Crime ocorreu na cidade de Conceição do Coité, dentro do imóvel onde o casal morava. Foto: Divulgação
O suspeito de matar a companheira a facadas no último domingo (04), na cidade de Conceição do Coité, foi preso na última quarta-feira (07), após se apresentar na delegacia da cidade com uma advogada. De acordo com a Polícia Civil da cidade, a Justiça já tinha expedido um mandado de prisão preventiva contra Douglas de Jesus Santos e quando ele chegou na unidade policial foi ouvido e preso. Em depoimento, Douglas disse à polícia que esfaqueou a companheira, Sabrina Lima Ramos, de 20 anos, durante uma discussão. “Ele confessou o crime. Disse que ocorreu enquanto eles brigavam dentro de casa. Falou que a mulher pegou uma faca e que ele conseguiu tomar a faca da mão dela, em seguida a esfaqueou. Ela foi ferida no rosto e no peito”, disse a delegada Ludmila Araújo, responsável pelo caso. A delegada não tinha detalhes de quanto tempo o casal estava junto, mas informou eles tiveram dois filhos. Sabrina Lima tinha ainda um bebê de sete meses, filho de outro relacionamento, única criança que estava na casa no momento do crime.

O promotor de Justiça Igor Clóvis Miranda também pede o afastamento de cinco agentes públicos municipais comissionados, entre eles o ex-secretário de Educação, Juraleson Leite Santos. Foto: Divulgação
O Ministério Público estadual pediu à Justiça o afastamento cautelar do prefeito de Jaguarari, Everton Carvalho Rocha, e denunciou o presidente da Câmara Municipal, Márcio José Gomes de Araújo, por este se apropriar indevidamente de recursos públicos em proveito próprio e de terceiros. Na ação civil pública, com pedido de liminar, ajuizada no último dia (04), o promotor de Justiça Igor Clóvis Miranda também pede o afastamento de cinco agentes públicos municipais comissionados, entre eles o ex-secretário de Educação, Juraleson Leite Santos. De autoria do mesmo promotor, a denúncia foi oferecida na última quarta-feira (07). Segundo Igor Clóvis Miranda, o presidente da Casa Legislativa desviou recursos na contratação de plano empresarial de telefonia celular que incluiu oito linhas já habilitadas, cujos beneficiários eram o próprio Márcio Gomes, sua esposa e mais seis vereadores. Para realizar o pagamento mensal de R$ 1,8 mil pelo plano, o denunciado solicitou à proprietária da loja que informasse os dados de contas bancárias onde poderia ser depositado o valor. Foram fornecidos ao presidente da Câmara, em momentos diferentes, dados de duas funcionárias da loja que foram nomeadas por ele no cargo de assessora legislativa, com remuneração mensal de R$ 1.970. O pagamento foi realizado durante nove meses, de fevereiro a outubro de 2017. Segundo o promotor, as funcionárias da loja não sabiam do ato de nomeação.
O governo federal pensa em alterar o Bolsa Família ainda durante a gestão do presidente Michel Temer. De acordo com informações do jornal O Globo, uma das ideias é mudar o nome do programa para Bolsa Dignidade. Outra proposta é reajustar o valor do benefício para repor a inflação, que fechou o ano de 2017 em 2,95%, e parte do aumento do botijão de gás. O governo também pensa em pagar um adicional de R$ 20 para os beneficiários que realizarem trabalho voluntário. Ainda de acordo com o jornal O Globo, Temer pediu ao ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, para apresentar uma proposta concreta de mudanças para o Bolsa Família ainda em março. A intenção do ministro é anunciar o projeto antes de deixar a pasta para disputar a eleição deste ano.
A Faculdade Getúlio Vargas (FGV) suspendeu um aluno por três meses por ter chamado um estudante negro da instituição de escravo em São Paulo. Segundo o Diretório Acadêmico, a vítima registrou boletim de ocorrência por injúria racial após tomar conhecimento da ofensa. O acusado teria compartilhado uma foto da vítima em um grupo de WhatsApp e dito: “Achei esse escravo no fumódromo! Quem for o dono avisa!”. Em nota, a instituição afirmou que “ante a possível conotação racista da ofensa, firme em sua postura de repúdio a toda forma de discriminação e preconceito” de imediato aplicou “severa punição”, conforme prevê o Código de Ética e Disciplina. Segundo a nota, o aluno ficará suspenso das atividades curriculares por três meses, estando impedido de frequentar a escola, sem ressalva da adoção de medidas complementares, a partir da apuração dos fatos pelas autoridades competentes. O Coletivo Negro 20 de Novembro da FGV publicou uma nota de repúdio em sua página em que diz não aceitar esse tipo de atitude. “São atitudes como essas que tentam tirar os negros e negras da Getúlio Vargas … iremos continuar de pé. Vamos continuar incomodando. Vamos continuar no fumódromo, no Diretório Acadêmico e seja lá onde quisermos estar. Soltos, livres e, se alguém perguntar, sem donos.”
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou na última quarta-feira (07), durante sessão de julgamento, a realização das eleições suplementares para os cargos de prefeito e vice-prefeito da cidade de Jeremoabo. A data do novo pleito está marcada para o dia 3 de junho, data limite prevista no calendário eleitoral. As eleições municipais em Jeremoabo ficaram indefinidas, porque a candidata à prefeita mais votada, Anabel de Tista (PSD), teve seu registro indeferido e os votos não foram validados. Ela disputou o pleito de 2016 com recursos na Justiça Eleitoral. Após julgamento de recurso interposto pela candidata, a Corte eleitoral do TRE-BA decidiu, à unanimidade, manter o indeferimento do registro de candidatura e excluir multa aplicada a candidata. Atualmente quem exerce o cargo de administrador do município de Jeremoabo é o presidente da Câmara, Antônio Chaves (PSD).
O juiz Marcos Vinicius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal de Brasília, mandou soltar os executivos Joesley Batista e Ricardo Saud, da JBS, que se encontram presos preventivamente desde setembro do ano passado. Na decisão, o magistrado escreveu que a prisão dos dois executivos perdura por mais de seis meses, “prazo muito superior aos 120 dias previstos para a conclusão de toda a instrução criminal e flagrantemente aviltante ao princípio da razoável duração do processo”. Os executivos estavam presos preventivamente após terem sido acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de obstrução de Justiça, por supostamente terem ocultado informações em seus acordos de delação premiada. A PGR pediu a rescisão dos acordos ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas o juiz Reis Bastos ressaltou que as delações ainda não tiveram a respectiva revogação homologada, motivo pelo qual os executivos ainda gozam de imunidade penal, também não podendo, dessa maneira, permanecer presos em decorrência das investigações ligadas ao inquérito de organização criminosa do qual são alvo na Justiça Federal do Distrito Federal (JFDF). Mesmo soltos, os dois devem usar tornozeleira eletrônica, por força de uma medida cautelar vigente em outra investigação sobre manipulação de mercado financeiro.
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Jorge Mussi, negou um pedido de liminar feito pela defesa do deputado Paulo Maluf (PP-SP) para que fosse concedida a prisão domiciliar. Maluf está preso desde dezembro de 2017 por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com o Estadão, a defesa alegou questões humanitárias, devido a idade de Maluf e riscos à saúde para justificar a concessão da liminar, mas o ministro entendeu que o parlamentar tem recebido assistência média adequada na prisão. Maluf foi condenado pelo STF à pena de 7 anos e 9 meses de prisão, em regime fechado na Penitenciária da Papuda, no Distrito Federal, pela prática de crime de lavagem de dinheiro. Ele é acusado de ter desviado recursos dos cofres públicos quando exerceu o cargo de prefeito de São Paulo (1993-1996) e transferido o dinheiro para contas nos Estados Unidos. Ainda segundo a defesa, o crime imputado ao parlamentar teria sido cometido há mais de 20 anos, o que demonstraria “a ausência de risco à ordem pública ou econômica no caso de concessão de prisão domiciliar”.
Acusado de roubo, extorsão e falsidade ideológica, o delegado Arthur Ferreira da Silva foi preso ao chegar na 7ª Delegacia (Rio Vermelho) nesta sexta-feira (09). O mandado de prisão foi cumprido por equipes do Corregedoria da Polícia Civil (Correpol) e do Centro de Operações Especiais (COE). A assessoria da Polícia Civil não quis comentar detalhes sobre qual foi a situação de roubo ou extorsão na qual o delegado estava envolvido. Arthur encontra-se custodiado na Correpol.