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Estão estão proibidas carreatas e o uso de carros de som estão limitados na campanha eleitoral em Riachão do Jacuípe, na região da Bacia do Jacuípe. A decisão de determinar as condições partiu da juíza Janaína Medeiros Lopes, em reunião com representantes das coligações que disputam as eleições deste ano. Dessa forma, ficam proibidas as carreatas políticas, ou movimentações concentradas com motos. A juíza também não vai permitir comícios de coligações diferentes em bairros próximos na mesma data. Segundo o Calila Notícias, a juíza reduziu os dias de uso de carro de som na sede da cidade, apenas aos finais de semana e feriados. No interior do município, não haverá restrição dos veículos. A magistrada também proibiu fogos em eventos, permitindo apenas durante comícios e caminhadas.
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A Epidermólise Bolhosa é uma doença rara, que causa bolhas na pele e lesões que podem produzir cicatrizes parecidas com queimaduras. Essa doença tem chamado a atenção de médicos e pesquisadores na Região Sudoeste devido a quantidade de pessoas diagnosticadas com a patologia aqui na região. Dos 48 casos registrados na Bahia, nada menos que 37 – ou seja, 77% deles – são de moradores de 11 municípios em torno de Vitória da Conquista. Pelas estatísticas, o número de portadores nessa área não deveria passar de sete. Só em Vitória da Conquista, mais de 40 portadores da doença realizam tratamento gratuito no Centro de Atenção à Saúde da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. A unidade é a única do interior da Bahia especializada nesse tipo de tratamento. Sobre esse assunto, o Blog da Gente entrevistou a dermatologista Maria Esther Ventin. A médica destacou a importância de se ter informações sobre a doença para vencer o preconceito e ajudar no tratamento. Acompanhe a entrevista completa no vídeo abaixo.
Marcos Mion surpreendeu os fãs ao compartilhar neste sábado (20) um texto da mulher Suzana Gullo falando sobre a luta contra o câncer de mama nos últimos seis meses em seu perfil no Facebook.
— Tudo tem seu tempo. E chegou a hora de dividir com vocês e tornar público a realidade que estamos vivendo na minha família. Assim como milhares e milhares de mulheres, minha esposa Suzana, teve um diagnóstico de câncer de mama ao qual, com a orientação de grandes médicos, conseguimos agir rápido e vencemos. Temos a intenção de explicar aos nossos conhecidos o pq do nosso “sumiço nos últimos 6 meses”, mas principalmente alertar e conscientizar o maior número de mulheres possível, pois aprendemos duramente que o câncer é uma realidade que não distingue nada, nem ninguém. E está mais próximo do que a maioria pode querer. Segue o texto que ela escreveu, dando esse passo à frente e me enchendo de orgulho. Você é a mulher mais incrível que já conheci, meu amor! Te amo. Mion e Suzana comemoram onze anos de casamento em março deste ano e são pai de três filhos: Romeo, Donatella e Stefano. O apresentador do Legendários compartilhou o texto completo da mulher falando sobre os meses de tratamento.
“Querida amiga quimioterapia, Enfim chegamos ao final do nosso íntimo relacionamento .Obrigada por todos os benefícios que você me deu, obrigada por me acompanhar durante os últimos seis meses e me mostrar que o melhor de mim nem mesmo eu conhecia. Obrigada por me mostrar a força e a coragem que descobri ter, dia após dia. Obrigada por me ensinar que o cansaço exaustivo, o mal-estar constante, enjoo, fadiga, dores que nunca imaginei, a rápida mudança de aparência, entre tantos outros, são fatores que se tornam tão pequenos, tão insignificantes perto dos valores e virtudes que passamos a apreciar.
Sei bem que não sentirei saudades, mas me despeço com um profundo agradecimento.Prometo sempre te defender acima de tudo e prometo sempre passar adiante um segredo que descobri sobre você. És muito mais eficiente e menos devastadora quando trabalha junto com a crença e a fé. Minha fé católica e a de todos que me querem bem me provaram isso sobre você.
Meu Pai e Senhor, sem você nada somos. Minha luta foi e sempre será pela minha família, pelos meus amores… pela VIDA!! Sempre venceremos JUNTOS!
Sem vocês, meus amores, essa caminhada não seria possível da forma como foi. Toda minha coragem, força e confiança vieram do meu Senhor, meu Deus e da minha família. Então preciso agradecer em primeiro lugar a Jesus e à Nossa Senhora por estarem comigo em todos os momentos, me dando muita paz, serenidade e confiança. Mesmo quando fisicamente não tinha ninguém ao meu lado, sempre senti a presença deles e soube que estavam comigo.
Obrigada meus amores, meu MARIDO, meus médicos, meus filhos, minha mãe, meu pai, irmãos, cunhadas, meus sogros e amigos queridos que durante esse período foram o meu tudo! Minha base, força, alegria, confiança e serenidade.
O pior já passou, vencemos! Mas ainda não acabou o tratamento. Temos radioterapia pela frente, acompanhamentos, etc, mas é isso aí. Que venha! Tenho fé e confiança no caminho que Deus traçou pra mim.
Sei que nem todas mulheres tem a sorte da descoberta precoce, então fica aqui o nosso apelo familiar, façam exames médicos de rotina, exames de auto toque e também exames de toque do marido! Um beijo,Suzana e família Gullo Mion”.
Das pinturas rupestres das cavernas do Piauí ao artesanato contemporâneo de várias partes do Brasil, a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016 fez um passeio pela arte brasileira em suas múltiplas formas, num espetáculo de mais de duas horas no lotado estádio do Maracanã. Carmen Miranda, Santos Dumont e Tarsila do Amaral foram alguns dos homenageados da noite. “Voltamos ao passado para relembrar como o talento humano deixou marcas até nas paredes das cavernas. De volta ao presente, reverenciamos artistas que fizeram a história da cultura nacional criando obras inesquecíveis”, disse a artista Rosa Magalhães, criadora da cerimônia e carnavalesca premiada no Rio de Janeiro. Houve ainda uma apresentação tecnológica de Tóquio 2020, marcando a transição para os próximos Jogos, e terminou num grande carnaval, com direito a carro alegórico e marchinhas.
A chama Olímpica foi apagada por uma chuva que caiu enquanto a cantora e atriz Mariene de Castro entoava “Chovendo na Roseira”, executada na sua versão original, gravada pelo próprio Tom Jobim no disco “Stone Flower” (1970). Um grande carnaval no Maracanã encerrou os trabalhos ao som de marchinhas e sambas enredos históricos, com a modelo Izabel Goulart e Renato “Gari” Sorriso liderando um cortejo de 50 baianas e 200 passistas. A atriz Leandra Leal foi a porta bandeira do Cordão da Bola Preta, um dos maiores blocos de rua do país.
Doze anos. Esse foi o intervalo entre as duas medalhas de ouro olímpicas do vôlei masculino do Brasil. De Barcelona-1992 até Atenas-2004. Intervalo se repetiu para a terceira conquista. Doze anos após a o ouro na Grécia, a seleção masculina voltou a ocupar o lugar mais alto do pódio. Neste domingo, a equipe comandada pelo técnico Bernardinho venceu a Itália por 3 sets a 0, parciais de 25/22, 28/26 e 26/24, e conquistou o seu terceiro título numa Olimpíada. Especial. Na Olimpíada do Rio.
Uma conquista com a marca da força da superação. Quando teve início a Rio-2016, a medalha de ouro parecia algo distante da seleção masculina de vôlei. Desde o primeiro set, diga-se, cedido à fraca seleção do México – foi a única parcial vencida pela seleção do Norte da América nos Jogos. Não foi só isso. Nos dois principais jogos da primeira fase, derrotas para Itália e Estados Unidos, ambas por 3 sets a 1. Quedas que deixaram o time precisando da vitória na última rodada, contra a França, para evitar a eliminação. Superação coletiva e individual.
Se nos mata-matas que o Brasil encontrou o seu melhor voleibol, foi porque o time encontrou o seu melhor encaixe. Mais do que nunca, o time mostrou uma entrega em conjunto. E passou por cima das adversidades. Como aconteceu com Lucarelli e Lipe. Os dois sentiram na partida contra a Argentina, nas quartas de final. Não fugiram à luta. Estavam na quadra dois dias depois, para superar a Rússia e chegar à final. Com o time atuando no mesmo ritmo, os destaques individuais começaram a aparecer. O principal deles, certamente, Wallace. Nos mata-matas, o oposto foi um gigante. Com a confiança em alta, teve um aproveitamento absurdo nos ataques. Não por acaso, coube a ele o último saque. O saque do ouro, conquistado num bloqueio.
Após lutar bravamente por quase dois anos contra o câncer, o menino Luis Eduardo Santos Silva, o Dudu, que tinha 4 anos de idade, acabou falecendo neste sábado (20). O corpo será transladado de Campinas, São Paulo e chegará a Brumado por volta das 04h da madrugada desta terça-feira (23). O velório acontecerá na sede Igreja Assembleia de Deus, na Rua Antônio Mourão Guimarães e o sepultamento ocorrerá às 11h no Cemitério Santa Inês.