MENU

Foto: Reprodução/Facebook
Logo aos oito meses de idade a americana Jerika Bolen foi diagnosticada com Atrofia Espinhal, uma doença degenerativa que afeta os nervos responsáveis pelo controle dos movimentos. Depois de passar por 30 cirurgias, a jovem decidiu que a dor constante é mais forte que sua vontade de sobreviver. O mês de agosto será o último de Jerika, que vive numa cadeira de rodas e passa 12 horas por dia ligada a um ventilador para assegurar sua respiração. Em entrevista, ela disse que se sente pronta para esse momento há algum tempo, desde que percebeu que seus esforços para continuar não eram feitos para ela, mas para sua família.

Foto: Reprodução
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, liberou, na tarde desta terça-feira, o funcionamento do WhatAapp em território nacional. Após ficar cinco horas fora do ar, o órgão suspendeu a determinação da juíza de fiscalização Daniela Barbosa Assunção de Souza, da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). Mais cedo, a empresa afirmou que havia entrado com recurso para derrubar o bloqueio. Em nota, ela reforçou que “não pode compartilhar informações às quais não têm acesso” e espera ver o “bloqueio suspenso assim que possível”. Depois de serem comunicadas oficialmente da decisão, as operadoras de telefonia móvel suspenderam o funcionamento do aplicativo por volta das 14h30 desta terça-feira. Esta é a quarta vez que o Whatsapp é suspenso pela Justiça brasileira em menos de um ano. O último bloqueio foi expedido pelo juiz Marcelo Montalvão, da Vara Criminal da Comarca de Lagarto, do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE). A Diretoria de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal alegou que o não fornecimento de informações estava obstruindo o trabalho da polícia, que investigava suspeitos de integrar uma organização ligada ao tráfico de drogas em Lagarto, município a 75km de Aracaju.

Foto: Reprodução
A justiça mandou bloquear mais uma vez o aplicativo WhatsApp. O aplicativo não teria cumprido uma decisão judicial de quebra de sigilo de conversa de pessoas que estão sendo investigadas, suspeitas de cometer crimes. A decisão é da juíza Daniela Barbosa, do Rio de Janeiro. Essa é a terceira vez que o aplicativo será bloqueado em todo o país, por não liberar informações para investigação. As operadoras de telefonia foram notificadas da decisão por volta das 11h30 desta terça-feira (19) e precisam suspender imediatamente a utilização do serviço. A juíza ainda determinou uma multa de R$ 50 mil por dia até o cumprimento desta ordem judicial. Daniela Barbosa afirma que o Facebook, empresa que detém o WhatsApp, foi notificado três vezes desta decisão para que fizesse interceptação de mensagens durante uma investigação que está sob sigilo, em andamento em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro.

Foto: Divulgação
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (19) a Operação Alibabá, para desarticular uma organização criminosa responsável por aplicar golpes na Caixa Econômica Federal e em outras instituições financeiras no estado. Participam da ação cerca de 140 policiais federais, cumprindo 25 mandados de prisão, sendo 10 preventivas e 15 temporárias, e 28 mandados de busca e apreensão nas cidades baianas de Salvador, Feira de Santana, Seabra, Palmeiras, Monte Santo, Presidente Tancredo Neves e Remanso. A investigação aponta que a quadrilha atuava desde 2006 a partir da formação de empresas inidôneas em nome de “laranjas”. A organização criminosa conseguia empréstimos de grandes quantias junto a diversos bancos e não devolvia o dinheiro. O esquema também envolve pessoas responsáveis pelo fornecimento de documentos falsos, usados para constituir as empresas e obter os empréstimos. A PF identificou 19 empresas envolvidas na fraude, mas estima que o número de participantes seja maior. Somente em 2013, o esquema resultou em prejuízos superiores a R$ 10 milhões. Os acusados serão indiciados pelos crimes de organização criminosa e estelionato.

Foto: Divulgação
Procuradores que integram a força-tarefa responsável pela Operação Lava Jato no Ministério Público Federal afirmam em conversas privadas que não negariam um acordo de delação premiada com o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). De acordo com a coluna de Lauro Jardim, de O Globo, caso esteja interessado em firmar o acordo, o peemedebista precisa apresentar apenas uma proposta consistente. Na avaliação dos procuradores, não se deve recusar uma delação de Cunha se ele se dispuser a apresentar provas contra figuras proeminentes da República ainda não implicadas. O deputado afastado é réu em três processos na Lava Jato, dois no Supremo Tribunal Federal (STF) e um na Justiça do Paraná.

Foto: Divulgação
Os estudantes aprovados no Programa Universidade para Todos (Prouni) para o segundo semestre devem entregar os documentos até esta terça-feira (19). O Ministério da Educação disponibilizou para esta edição 125.442 bolsas, das quais 57.092 são integrais e 68.350, parciais. Para ser selecionado, o estudante deve ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou como bolsista em instituição privada, ser pessoa com deficiência ou professor da rede pública na educação básica.