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Jornalista estava internado para tratar de um câncer no pâncreas.
Ele morava nos EUA com a mulher Leila Cordeiro. Foto: Divulgação
Morreu aos 75 anos o jornalista Eliakim Araújo. Ele estava internado em um hospital de Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, para o tratamento de um câncer no pâncreas. A doença foi diagnosticada há cerca de um mês e o jornalista chegou a se submeter a um tratamento de quimioterapia, mas não resistiu. Natural de Guaxupé, Minas Gerais, Eliakim Araújo ingressou no jornalismo aos 20 anos quando ainda era estudante de direito. Passou quase duas décadas na Rádio Jornal do Brasil antes de ir para a Rede Globo, onde apresentou junto com a mulher, a também jornalista Leila Cordeiro o Jornal da Globo, em 1983. Eles formaram o primeiro casal de apresentadores da televisão brasileira. Na Globo, Eliakim também apresentou o programa Globo Repórter, comandou a cobertura dos desfiles de escolas de samba do Rio de Janeiro e cobriu a eleição de Tancredo Neves. Juntos, Eliakim e Leila seguiram para a extinta Rede Manchete em 1989. Eles ancoraram o principal jornal da emissora. Em São Paulo, também com mulher, Eliakim apresentou telejornais do SBT. O casal se mudou para os Estados Unidos em 1997 para atuar como âncoras do canal CBS Telenotícias, em português. O projeto durou 3 anos e os jornalistas decidiram continuar morando no país. Atualmente, Eliakim Araújo morava em Fort Lauderdale com a família e trabalhava com jornalismo online.

Foto: Divulgação
O afastamento definitivo da presidente Dilma Rousseff pelo Senado é defendido por 58% dos brasileiros, enquanto 35% são contrários à saída. Os dados da pesquisa Datafolha divulgados neste sábado (16) apontam ainda que, para 3% da população, não importa a saída ou permanência da petista, enquanto outros 3% não opinaram. A porcentagem dos que querem o impeachment de Dilma, entretanto, teve uma pequena queda em relação ao último levantamento feito pelo Datafolha. Em abril deste ano, quando o processo ainda estava prestes a ser votado pela Câmara dos Deputados, 61% defendiam a saída da agora presidente afastada, enquanto 33% se opunham ao afastamento. A pesquisa mostrou também que, independentemente da posição sobre o assunto, 71% da população acredita que Dilma sofrerá o impeachment, enquanto apenas 22% acreditam que ela não será afastada. Os 7% restantes não opinaram. Com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o Datafolha ouviu 2.792 eleitores em 171 municípios entre os dias 14 e 15 de julho.

Foto: Divulgação
Ataques como o da última quinta-feira (14) em Nice, no sul da França, que matou pelo menos 84 pessoas, deixam não apenas um rastro de sangue, mas também inúmeras histórias de dor, sorte e heroísmo. Confira abaixo algumas delas:
O homem que morreu para salvar o filho que ainda não nasceu
Dono de uma tabacaria em Paris, Timothé Fournier, 27 anos, estava nas comemorações pelo Dia da Bastilha em Nice ao lado da mulher, grávida de sete meses. Quando percebeu o caminhão vindo em sua direção, empurrou a esposa para a beira da rua e, poucos segundos depois, foi atingido em cheio. “Era um homem bom, um sonhador, sempre presente para a mulher e seu futuro menino”, contou Anais, prima de Fournier.
A mulher que escapou da morte e gerou a vida
Fugindo do caminhão, uma grávida de nove meses se abrigou em um restaurante na Promenade des Anglais, o “Ruhl Plage”, ao lado do marido, dos filhos e de dezenas de outras pessoas. Nervosa por conta do ataque, ela entrou em trabalho de parto. Quando as contrações aumentaram, garçons a levaram para a cozinha, onde tentaram criar um ambiente acolhedor. Segundo um de seus filhos, havia gente escondida por todos os lugares, até em cima das geladeiras. Por sorte, um médico estava no restaurante e auxiliou a mulher até a chegada das equipes de socorro, cerca de uma hora mais tarde. “Apesar de tudo, ficamos muito comovidos”, contou o proprietário do “Ruhl Plage”.

Foto: Divulgação
O ex-jogador baiano Edílson da Silva Ferreira, o Edílson “Capetinha”, foi preso neste sábado (17) acusado pagar uma dívida de R$ 430 mil em pensão alimentícia. Ele foi detido por agentes da Delegacia de Captura Interestadual (DCPI), no Aeroporto Internacional JK, em Brasília (DF), enquanto desembarcava de um voo vindo de Salvador. O ex-atacante, de 45 anos, foi encaminhado para a carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE) de Brasília, e deve seguir preso inicialmente por 30 dias, e só poderá sair da prisão quando quitar o débito. Em 2014, Edílson foi preso pelo mesmo motivo. Na época, a prisão foi efetuada em Salvador, em cumprimento de dois mandados expedidos pela Justiça do Distrito Federal. Já no ano passado, o ex-jogador foi indiciado pela Polícia Federal por quatro crimes, no âmbito da Operação Desventura, que investiga fraudes em pagamentos de prêmios das loterias da Caixa Econômica Federal. Alvo da operação, ele foi conduzido coercitivamente a prestar depoimento, mas não ficou preso. O ex-atacante acumula passagens por clubes como Bahia, Vitória, Palmeiras, Corinthians, Flamengo e Vasco, além de ter sido campeão do mundo pela Seleção Brasileira em 2002.

As vítimas foram encaminhadas em estado grave para o Hospital de Base, em Vitória da Conquista. Foto: WhatsApp
Um grave acidente envolvendo duas carretas e uma picape deixou três pessoas feridas, na manhã deste sábado (16). Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão ocorreu por volta das 6h, no Km-761 da BR-116, trecho entre Planalto e Poções, no sudoeste baiano. Ainda segundo a PRF, o acidente foi provocado por uma carreta Scania, com placa de Nova Friburgo-RJ, dirigida por Leandro Nunes de Oliveira. Ela teria batido no fundo da picape S10, com placa de Planalto-BA, que era guiada por Hamilton Almeida Cavalcanti e trazia no carona Girlândia de Oliveira Xavier. Em seguida, a S10 bateu em uma carreta Volkswagen, com placa de Jaboatão dos Guararapes-PE, que estava na sua frente e era dirigida por Rogério Luiz Girardi. De acordo com a PRF, Hamilton Almeida Cavalcanti sofreu lesões graves. Girlândia de Oliveira Xavier e Leandro Nunes de Oliveira sofreram ferimentos leves. Enquanto Rogério Luiz Girardi saiu ileso do acidente. A polícia informou ainda que as causas da batida ainda estão sob investigação. As vítimas foram socorridas por equipes da concessionária ViaBahia, que administra a rodovia, até o Hospital de Base, em Vitória da Conquista.

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Um homem tentou agredir o médico perito e uma funcionária de uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de Teixeira de Freitas depois de ter o benefício negado nesta sexta-feira (15). Revoltado, ele ainda quebrou equipamentos da agência, segundo informações da TV Bahia. Funcionários do INSS denunciaram o caso na delegacia do município e a polícia investiga se ele teve um surto psicótico. Segundo a família do acusado, ele era acompanhado por um psicólogo e um psiquiatra e tomava medicamento controlado, mas deixou de ser atendido pelos profissionais no inicio do ano e também deixou de tomar os medicamentos. Em depoimento na delegacia, o homem afirma que não lembra do que aconteceu.

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A jornalista Flavia Vasconcelos lança na quinta-feira (21) seu primeiro livro, “Antônimos – Narrativas de vida e arte”, uma coletânea de perfis de pessoas anônimas para o grande público, mas que detêm status de celebridade em determinados segmentos. As histórias fazem parte do acervo de reportagens elaboradas por ela para a seção “Gente é pra brilhar”, do site jornalístico À Queima Roupa, de 2009 a 2011. O lançamento acontece a partir das 19h, na livraria Porto dos Livros, localizada na Ladeira da Barra. Antes da sessão de autógrafos, o grupo Massaranduba desfila seu repertório de chorinhos. Astros da constelação da “Gente é pra brilhar” do À Queima Roupa, os personagens de “Antônimos…” são pessoas comuns, mas com talentos especiais. Boa parte delas, residente ou egressa de comunidades pobres e marcadas pelo estigma da criminalidade. “A ideia era exatamente desconstruir o estereótipo de criminoso associado ao morador de bairros de Salvador tidos como violentos”, explica Flavia. “Os perfis trazem a público o trabalho desses artistas, que desafiam as probabilidades e se tornam o contrário do que a sociedade espera deles. Tornam-se antônimos”. Baiana de Salvador, Flavia Vasconcelos é graduada em jornalismo pela Faculdade Jorge Amado e especializada em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL), em São Paulo. Atua no jornalismo cultural desde a época de estudante, com ênfase na cultura popular e nas manifestações artísticas típicas de bairros da periferia de Salvador. Por Jaciara Santos.

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Policiais impediram mais agressões e levaram homem para a delegacia.
Ele é suspeito de ter matado Christiane Andrade na frente da filha. Foto: Reprodução.
Um homem foi agredido neste sábado (16), no Estácio, Centro do Rio, por pessoas que o apontavam como autor das facadas que mataram Christiane de Souza Andrade, de 46 anos, na frente da filha dela, de apenas 7 anos. PMs impediram o linchamento e o levaram, sob custódio para um hospital. De acordo com PMs, após uma denúncia anônima, policiais foram à Rua Paulo de Frontin, onde viram Rojelson Santos Baptista ser agredido. Após conter a violência, eles levaram o homem para o Hospital Souza Aguiar para ser atendido. Em seguida, será conduzido a uma delegacia. A ocorrência seguirá para a Divisão de Homicídios (DH), que apura o caso. Christiane morreu após ser esfaqueada ao dizer que não tinha dinheiro, na última quinta-feira (14). A dona de casa foi atingida duas vezes no pescoço, por volta das 20h, quando saía do Supermercado Prix. Imagens que circulam por redes sociais mostram a filha dela pedindo socorro para a mãe e contando para um policial o que tinha acontecido, na chegada de Christiane e da menina ao Hospital Souza Aguiar. A menina chora e implora por ajuda para a mãe, que estava desacordada no banco dianteiro do táxi de Valdeci Silva, de 43 anos, que socorreu a mulher. A criança tenta conversar com ela e pede ajuda. Christiane não sobreviveu aos ferimentos e foi sepultada na tarde de sexta-feira (15), no Cemitério do Caju, na Zona Portuária.

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Uma mulher morreu na noite desta quinta-feira (15), após ser esfaqueada por um assaltante no Estácio, região central do Rio de Janeiro. A dona de casa Cristiane de Souza Andrade, de 46 anos, levou duas facadas no pescoço após dizer ao bandido que não tinha dinheiro para lhe entregar no assalto. Cristiane havia acabado de fazer compras em um mercado e estava acompanhada da filha Maria Clara, de 7 anos, que testemunhou o ataque à mãe e ajudou a socorrê-la. Um taxista que passava pelo local levou a dona de casa ao hospital Souza Aguiar, também no Centro do Rio, mas ela não resistiu. O corpo de Cristiane Andrade foi enterrado na tarde desta sexta-feira no Cemitério do Caju, na Zona Norte da cidade. O local onde Cristiane foi esfaqueada, na Rua Haddock Lobo, fica a cerca de dez minutos da sede da Prefeitura do Rio de Janeiro e da sede do Comitê Organizador da Olimpíada, que começa em 21 dias na capital fluminense. O assaltante não foi encontrado pela polícia. A investigação do assassinato da dona de casa ficará a cargo da 6ª Delegacia de Polícia, na Cidade Nova. Na última terça-feira, dois dias antes da morte de Cristiane, o secretário estadual de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, banalizou a criminalidade crescente na cidade ao dizer que “o Rio de Janeiro é assim. Já tivemos incidências maiores”. Hoje, ao lamentar a morte da dona de casa, Beltrame, que está há quase uma década no cargo, voltou a falar no planejamento para patrulhar as áreas com maior incidência de crimes e afirmou que o crime “mancha a imagem da cidade”. “Como todo crime contra a vida mancha a imagem da cidade e é inaceitável. Este ato mostra descompromisso e desapego pela vida. Lutamos contra isso e vamos empenhar 400 homens pelo Regime Adicional de Serviço para a Região Metropolitana e outros 400 para a Baixada Fluminense para emprego imediato. Não vamos deixar de fazer a nossa parte”, disse o secretário.