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Uma ponte de madeira na cidade de Prado desabou na madrugada deste domingo (20) devido a forte chuva que atinge o município, localizado no extremo sul da Bahia. De acordo com informações da prefeitura, não houve registro de feridos.
A ponte fica na estrada litorânea na cidade e dá acesso à Praia da Paixão, além do distrito de Cumuruxatiba. Os moradores desses locais não estão ilhados. Além da queda da ponte, ruas ficaram alagadas na cidade de Prado.
A Secretaria de Obras já iniciou os trabalhos, mas ainda não é possível determinar um prazo para reconstrução da ponte. A prefeitura informou que uma equipe da Secretaria de Desenvolvimento Social do município está nas ruas, visitando casas com índice de risco alagamento.
Neste domingo, duas escolas municipais estão dando suporte para as famílias que possam necessitar sair de seus imóveis. As unidade de ensino são: Colégio Municipal Epaminondas Caetano de Almeida e Escola Municipal Jacy Ribeiro Có. No final da tarde de domingo, a prefeitura informou que duas famílias precisaram deixar suas casas e foram levadas para as escolas.
O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), apontou que há alto risco de ocorrência de desastres na cidade. Ainda de acordo com o Cemaden, a previsão meteorológica indica continuidade de chuva para as próximas horas em Prado.

A Bahia registrou, na última semana, 2.988 novos casos Covid-19 e cinco mortes pela doença. Os dados foram coletados entre o dia 13 de novembro a 19 do mesmo mês, pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab).
Conforme o boletim epidemiológico desta segunda-feira (21), a média de casos ativos no estado é de 1.260. A ocupação da UTI adulto é de 45%.
Salvador
Na capital baiana, foram 1.122 casos ativos da Covid-19, no período entre março a novembro, foram confirmados e 122 aguardam validação do município. A taxa de ocupação de UTI adulto é de 68%.
Do começo de novembro até esta segunda-feira (21), a cidade registrou 5 mortes pela doença.

Um dia após o início do julgamento, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a análise da ação que questiona a prisão especial por quem tem curso superior. O ministro Dias Toffoli pediu vistas no último sábado (19) e paralisou o andamento do processo.
O julgamento tinha começado na última sexta-feira (18) no plenário virtual do STF. O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, e a ministra Cármen Lúcia tinham votado para derrubar o direito de prisão especial, com cela solitária, para portadores de diploma de curso superior.
Em 2015, o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou uma Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) contra a prisão especial para quem tem curso superior. Segundo ele, o grau de escolaridade não tem relação lógica com a distinção na forma de prisão nem com as finalidades buscadas pela Constituição.
No relatório, Moraes escreveu que o benefício é inconstitucional e fere o princípio da isonomia. Segundo o ministro, a prisão especial transmite a “inaceitável mensagem” de que pessoas sem nível superior “não se tornaram pessoas dignas de tratamento especial por parte do Estado, no caso, de uma prisão especial” e contrapõe-se aos objetivos da Constituição de construir uma sociedade justa e de reduzir as desigualdades sociais.
O STF não tem prazo para retomar o julgamento. Uma nova data dependerá de quando Toffoli devolverá o pedido de vista e apresentará seu voto.

No Dia Nacional da Consciência Negra, lembrado neste domingo (20), especialistas alertam para a necessidade de se repensar o uso de termos e expressões que reforçam o racismo. Há casos em que essas palavras são reproduzidas sem que as pessoas tenham o conhecimento histórico da origem delas.
Para conscientizar sobre o tema, a Defensoria Pública da Bahia lançou o Dicionário de Expressões (Anti) Racistas, no ano passado.
“Nosso idioma foi construído sob forte influência do período de escravização e muitas destas expressões seguem sendo usadas até hoje, ainda que de forma inconsciente ou não intencional. Precisamos repensar o uso de palavras e expressões que são frutos de uma construção racista”, destaca a publicação.
A cartilha cita expressões como “a coisa tá preta”, em que a cor preta ou negra é usada em uma conotação negativa, e propõe a substituição para “a situação está difícil”.
Outro exemplo de expressão considerada racista é “cabelo ruim” para designar cabelo crespo ou cacheado. A publicação também aponta as expressões “mercado negro, magia negra, humor negro e ovelha negra” – em que a palavra ‘negro’ representa algo pejorativo, prejudicial, ilegal. Como alternativa, propõe-se o uso de mercado clandestino, lista proibida e humor ácido.
“O racismo se revela de diversas formas em nossa sociedade. Estas microagressões, além de reproduzirem um discurso racista, ao identificarem a negritude como marcador de inferioridade social, afetam o bem-estar de pessoas negras”, diz a cartilha.
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O Equador venceu o Catar por 2 a 0, com dois gols de Enner Valencia na estreia da Copa do Mundo, neste domingo (20), no estáfio Al Bayt. O resultado ainda confirmou um feito histórico: pela primeira vez o anfitrião foi derrotado logo na estreia do torneio.
A seleção catari volta a entrar em campo na sexta-feira (25), contra o Senegal, às 10h (de Brasília), no estádio Al Thumama. O Equador enfrenta a Holanda na sexta-feira, pelo Grupo A, às 13h, no estádio Internacional Khalifa.

Um soldado da Força Aérea Brasileira (FAB) matou um colega no sábado com um tiro no Alojamento da Guarda. A unidade fica anexa ao prédio-sede do Ministério da Defesa. Em nota, a pasta confirmou a ocorrência e lamentou a morte de Kauan Jesus de Cunha Duarte.
“Neste momento de dor, a Defesa une-se às manifestações de solidariedade e de apoio à família, bem como acompanha a apuração e a investigação dos fatos”, afirmou o ministério.
Caberá a Aeronáutica investigar o que causou o crime. Informações preliminares indicam que atirador e vítima tiveram uma discussão durante a troca de turno.


por Vitor Silva
Na noite desta sexta-feira (18), Ivete Sangalo recebeu o cantor Saulo Fernandes no palco durante apresentação no lançamento do Verão Salvador 2023, que aconteceu em São Paulo.
Amigos íntimos de longas datas, levaram o público ao delírio cantando “Não Precisa Mudar”, música de grande sucesso dos artistas. “Te amo, cheiroso”, disse Veveta ao abraçar o cantor. “Que banda é essa, que é isso?”, respondeu Saulo.
“Te amo muito, todo cheiroso. Agora a gente vai curtir Saulo, bote para quebrar aí”, concluiu a cantora e em seguida o muso baiano cantou um dos seus sucessos “Raíz de Todo Bem”.

A Câmara-Executiva Federal de Identificação do Cidadão (Cefic) publicou, na quinta-feira (17), as regras para preenchimento e impressão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). As regras estão descritas numa resolução aprovada em 29 de setembro.
De acordo com o regulamento, o documento deve conter o nome do estado de emissão e da respectiva Secretaria de Segurança Pública ou serviço de identificação. Na CIN deve constar ainda o nome do cidadão e o nome social, se houver, além de dados como CPF, sexo, data de nascimento, nacionalidade, naturalidade e validade.
Segundo a norma, a CIN precisa registrar também a assinatura do titular (opcional em caso de analfabetismo, deficiência ou perda de função momentânea), nome da mãe, nome do pai, órgão expedidor, local, emissão. O Código Estadual deve estar abaixo do QR Code e tem por objetivo definir o posto de identificação para fins de logística das CIN.
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Um suposto dono de uma frota de caminhões gravou um vídeo nesta sexta-feira (18) afirmando que deu férias remuneradas para que seus funcionários parem de circular com as mercadorias durante 30 dias.
Segundo o empresário, a intenção é criar uma crise para que o Exército entre em cena. “Eu tenho 10 caminhões no Brasil e decidi que não vou trabalhar por 30 dias. Os caminhoneiros vão parar. Dei férias remuneradas para os motoristas e daqui a 30 dias a gente volta”, diz.
Segundo ele, isso é necessário para “um país de progresso”, pois “o PT vai acabar com a economia”.
O homem diz ainda que tem pedido para os colegas do ramo para seguirem a orientação de parar por um mês. “Não vou travar estradas, vou parar de transportar, porque o efeito é o mesmo. Assim, a economia entra em colapso e o Exército tem que tomar alguma medida”.