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Pela primeira vez, o Brasil terminou uma edição das Olimpíadas em 12° lugar, sendo uma posição acima da edição Rio 2016. A classificação é resultado do recorde de ouro e de medalhas, que foi impulsionado pelos atletas do nordeste.
Ao todo, foram 21 medalhas, sendo sete de ouro, seis pratas e oito bronzes. O Brasil empatou com Canadá e Nova Zelândia em número de ouros e pratas, mas a delegação canadense assegurou o 11º lugar por ter 11 bronzes.
Curiosamente, na última Olimpíadas, o Brasil conseguiu ultrapassar a Hungria e a Coreia do Sul, mas também foi superada pelo Canadá.

Foram depositados nesta quinta feira (08) os R$ 466 milhões referentes ao repasse extra de 1% do Fundo de Participações dos Municípios. O pagamento, destinado aos 417 municípios baianos, é consequência da Emenda Constitucional 84/2014,resultado de uma proposta da UPB, em 2013, defendida por meio do movimento SOS Municípios.
O presidente da UPB e prefeito de Jequié, Zé Cocá, ressalta que o recurso representa um reforço ao caixa dos municípios no momento de crise econômica que passam as prefeituras.
“Ajuda a diminuir a concentração dos recursos na esfera da União, que é uma luta histórica do movimento municipalista e tem a digital dos prefeitos baianos. Nós seguimos na UPB defendendo um novo pacto federativo com mais recursos para os municípios e mais desenvolvimento”, disse Zé Cocá.
Desde a promulgação da Constituição Federal, em outubro de 1988, duas emendas constitucionais, a EC 55/2007 e a EC 84/2014, modificaram o artigo 159 para elevar o porcentual de recursos da União transferidos aos cofres municipais de 22,5% para 24,5% do arrecadado com Imposto de Renda (IR) e Imposto sobre Produto Industrializado (IPI). Assim, 1% é repassado ao mês de dezembro e mais 1% em julho.
Cocá destaca ainda a expectativa para aprovação de mais 1% adicional ao FPM, a ser liberado em setembro. O presidente da UPB e outros prefeitos de diversos estados se reuniram com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e líderes partidários, na última segunda-feira (5), em Brasília. O grupo pediu o apoio na aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 391/2017, que autoriza esse novo repasse. A matéria aguarda apenas a votação em segundo turno na Câmara para ir à promulgação.

O índice de rejeição ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) alcançou 51%, segundo o Instituto Datafolha. Esse é o maior patamar desde 2019, quando ele começou seu mandato. O levantamento foi feito presencialmente nos dias 7 e 8 de julho com 2.074 pessoas acima de 16 anos em 146 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou menos.
Na pesquisa anterior, que aconteceu nos dias 11 e 12 de maio, 45% dos entrevistados avaliou o governo como ruim ou péssimo. Segundo o Datafolha, o crescimento aconteceu sobre segmentos que viam o presidente como regular, em um período marcado fortemente por denúncias de corrupção no Ministério da Saúde na pandemia, a atuação da CPI da Covid e os três primeiros dias nacionais de protestos contra Bolsonaro.
A avaliação positiva do presidente, que atingiu seu pior nível com 24% em março, seguiu estável. Caíram de 30% para 24%os que o consideram regular, comparando com o levantamento do mês de maio.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) divulgou nesta quarta-feira (7) uma nota na qual alerta que golpistas têm se aproveitando das revisões em alguns benefícios para tentar obter dados pessoais dos beneficiários. “As abordagens podem ocorrer por carta, e-mail, telefonema ou mensagem de celular”, alerta o instituto.
Tentativas de golpe podem ser denunciadas por meio da ouvidoria do INSS, no endereço da Controladoria-Geral da União (CGU), ou pelo telefone 135. Vítimas de golpe devem registrar um boletim de ocorrência e comunicar o caso aos órgãos envolvidos, que podem ser, além do próprio INSS, o banco por meio do qual é pago o benefício.
Para evitar cair em golpes desse tipo, o INSS sugere que o beneficiário mantenha seus dados de contato (telefone, e-mail e endereço) sempre atualizados, o que pode ser feito pelo Meu INSS ou pelo telefone 135.
“Caso alguém faça qualquer comunicação pedindo dados ou fotos em nome do INSS, não atenda a solicitação, desligue a ligação e bloqueie o contato. O INSS nunca entra em contato direto com a pessoa para solicitar dados, nem pede o envio de fotos de documentos”, informa o órgão.
O número do SMS usado pelo INSS para informar os cidadãos é 280-41. “O INSS nunca manda links nem pede documentos pelo SMS. Sempre que o INSS convoca o cidadão para apresentar documentos, essa convocação fica registrada no Meu INSS e pode ser verificada também pelo telefone 135”.
Ainda de acordo com o instituto, a pessoa deve utilizar apenas os canais oficiais de atendimento para cumprir qualquer solicitação do INSS, seja para agendar um serviço, seja para entregar algum documento.
“É bom saber que quando alguém liga para o telefone 135 ou é atendido pelo chat humanizado da Helô, o atendente pode pedir algumas informações. Esse é um procedimento de segurança para confirmar a identidade de quem telefonou ou acessou o chat”, complementa a nota.

O Ministério da Economia decidiu pelo modelo de privatização total dos Correios, de modo que a União se desfaça de 100% do capital da empresa. De acordo com o jornal O Globo, a pasta quer ver a proposta aprovada na Câmara dos Deputados já na semana que vem.
A informação foi apurada junto ao secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord.
Esse modelo adotado nos Correios difere do da Eletrobras e do que foi feito recentemente na BR Distribuidora, ex-subsidiária da Petrobras, baseados em operações no mercado de capitais.
Segundo a reportagem, a expectativa é de que a venda dos Correios gere mudanças na regulação do setor postal, que passaria a se tornar uma atribuição da Anatel com outro nome.

Milhares de brasileiros foram às ruas em diversas capitais do país, neste sábado (03), para pedir o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Os protestos acontecem um dia após o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizar a abertura de inquérito contra o presidente.
Bolsonaro é alvo de investigações no caso da negociação para a compra da vacina Covaxin. A manifestação acontece no Rio de Janeiro (RJ), Florianópolis (SC), Goiânia (GO) e Recife (PE).

A CPI da Covid divulgou na tarde deste sábado (19) uma nota na qual lamenta a marca de 500 mil mortes em decorrência da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Os senadores afirmam que há culpados por essa situação e, que no que depender da CPI, serão punidos exemplarmente.
O texto ainda sugere que as mortes representam um crime contra humanidade, morticínio e genocídio. Embora não cite nominalmente o presidente Jair Bolsonaro, cita erros, omissões, desprezos e deboches. A palavra “deboche” foi usada em diversos momentos pelos integrantes do colegiado, em particular pelo relator Renan Calheiros (MDB-AL) para descrever algumas falas do presidente a respeito da pandemia.
“Asseguramos que os responsáveis pagarão por seus erros, omissões, desprezos e deboches. Não chegamos a esse quadro devastador, desumano, por acaso. Há culpados e eles, no que depender da CPI, serão punidos exemplarmente”, afirma o texto da nota. “Os crimes contra a humanidade, os morticínios e os genocídios não se apagam, nem prescrevem. Eles se eternizam e, antes da justiça Divina, eles se encontrarão com a justiça dos homens”, completa a nota.
O texto da nota é assinado por sete dos onze senadores titulares da comissão, além de três dos sete suplentes. Assinam, por exemplo, a cúpula da comissão, formada pelo presidente Omar Aziz (PSD-AM), Renan e o vice-presidente, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). A nota também afirma que esse sábado é uma data “dolorosamente trágica” e transmite os mais profundos sentimentos ao país e aos familiares dos mortos.
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Em uma votação apertada (42×37), o Senado aprovou nesta quinta-feira a Medida Provisória 1.031/2021, que autoriza a privatização da Eletrobras. Como houve alteração no texto aprovado na Câmara, a matéria vai ser reexaminada por aquela casa. O prazo para a votação se encerra na terça-feira (22). Caso contrário, a MP perde a validade.
Durante a discussão da MP, até mesmo parlamentares da base do Governo Federal tentaram adiar mais uma vez a votação. A principal mudança realizada no último relatório apresentado nesta quinta, foi a retirada da obrigatoriedade da contratação de termelétricas antes do início do processo capitalização da estatal. Assim, os leilões poderão ser realizados após a capitalização da Eletrobras, que nos planos do governo deverá ser concluída ainda no primeiro semestre de 2022.
O senador Marcos Rogério também voltou atrás sobre a possibilidade de estender até 2035 um programa de subsídios para a geração de energia elétrica por usinas termelétricas movidas a carvão mineral. Fonte: CNN Brasil

Os beneficiários do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) têm a possibilidade de realizar a prova de vida sem sair de casa. O procedimento é feito pelos aplicativos Meu gov.br e Meu INSS, pelo site, em caixas eletrônicos ou até por procuração.
O objetivo com isso é evitar aglomerações durante a pandemia do novo coronavírus, uma vez que a prova de vida, exigida anualmente para comprovar a existência do beneficiário, foi retomada neste mês.
Segundo a Agência Brasil, o novo sistema viabiliza o procedimento por meio de tecnologia de biometria facial, desenvolvida pelo Serpro e pela Dataprev. O governo espera facilitar a vida de cerca de 36 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de programas assistenciais. Para usar o serviço, o usuário precisa ter registrado a biometria para o título de eleitor, além de possuir uma conta no gov.br, o portal de serviços do governo.
Ambos os aplicativos estão disponíveis no Google Play, na App Store e nos ambientes web. Os aplicativos Meu Gov.br e Meu INSS estão disponíveis na Google Play e App Store, e nos ambientes web.

Desde dezembro de 2018, a confiança dos brasileiros nas Forças Armadas segue em queda, como mostra a pesquisa XP/Ipespe. Naquele mês, ainda antes da posse do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), 70% da população brasileira dizia confiar nelas. Agora, após quase dois anos e meio de governo, o percentual é de 58%.
Os números foram divulgados pela coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, que mostra que o índice dos que não confiam no Exército, Marinha e Aeronáutica saltou de 24% para 36%. Isso ocorre num contexto em que o governo federal é repleto de militares nas mais diversas instâncias.