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Bolsonaro anuncia pastor Milton Ribeiro como novo ministro da Educação

10 julho 2020 | 18:04

De acordo com Bolsonaro, professor é doutor em Educação pela USP, mestre em Direito pela Mackenzie e formado em Direito e Teologia. Foto: Divulgação

O Ministério da Educação tem um novo chefe: o pastor Milton Ribeiro, da Igreja Presbiteriana. O anúncio foi feito por Jair Bolsonaro, nesta sexta-feira (10), em através de uma publicação no Facebook.

De acordo com Bolsonaro, Milton Ribeiro é doutor em Educação pela USP, mestre em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e formado em Direito e Teologia. O novo titular do MEC é também membro da Comissão de Ética da Presidência da República.

O anúncio de um nome para uma das principais pasta do governo vem após a nomeação frustrada de Carlos Decotelli, há cerca de duas semanas. Revelações sobre informações falsas no currículo do professor o levaram a sair do MEC em poucos dias à frente da pasta.

Ribeiro será o quarto ministro da Educação de Bolsonaro. O governo foi iniciado com Ricardo Vélez Rodríguez na pasta, que saiu para dar lugar a Abraham Weintraub.

Inscrições para o Sisu começam nesta terça-feira (07)

6 julho 2020 | 17:20

Foto: Divulgação

Por Karine Melo

As inscrições para a edição 2020 do segundo semestre do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam amanhã (7). Estudantes interessados em concorrer a vagas em instituições públicas de ensino superior devem acessar o site do programa até esta sexta-feira (10). Mais de 51 mil vagas serão oferecidas em instituições do país.

Pela primeira vez, além dos cursos de graduação presenciais, o Sisu 2020.2 vai ofertar vagas na modalidade a distância (EaD). Podem participar da seleção candidatos que prestaram as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2019 e não tiraram nota zero na redação. Quem fez a prova na condição de treineiro está fora do processo.

A classificação é de acordo com o desempenho obtido nas provas. Para determinados cursos, algumas instituições exigem nota mínima para ingresso. As informações estão nos editais elaborados por cada universidade na adesão ao programa.

Para concorrer ao Sisu não há critério de renda familiar. A condição é imposta apenas para candidatos a vagas reservadas para pessoas de baixa renda, quando a opção é disponibilizada pela instituição de ensino. Segundo cronograma divulgado pelo Mec, o resultado do Sisu será divulgado no dia 14 de julho.

Se aprovado, o aluno precisa ficar atento às instruções para não perder o prazo de matrícula na instituição. Quem não for aprovado em nenhuma opção de curso ainda poderá se inscrever na lista de espera. A solicitação também é feita pelo site do programa entre os dias 14 e 21 de julho.

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Renato Feder é o novo ministro da Educação, diz revista

3 julho 2020 | 8:35

Foto: Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro pode escolhido o substituto de Carlos Alberto Decotelli para o Ministério da Educação (MEC). Interlocutores do Planalto confirmaram a coluna Radar, de Veja, que Bolsonaro indicou o ex-secretário estadual de Educação do Paraná, Renato Feder, para comandar o MEC. 

Caso confirmado, Feder será o quarto ministro da Educação do mandato de Bolsonaro.  Ele substitui Carlos  Decotelli, nomeado na última semana para substituir Abraham Weintraub, mas que não resistiu a pressão após sucessivas inconsistências apresentadas em seu currículo.

Feder é visto por aliados do governo como um nome capaz de apaziguar os ânimos no MEC após os posicionamentos ideológicos dos ex-ministros Abraham Weintraub e Ricardo Vélez Rodríguez. O ex-secretário estadual tem 41 anos de idade e é formado em administração pela Fundação Getúlio Vargas, com mestrado em economia pela Universidade de São Paulo (USP).

Segundo a secretaria de Educação do Paraná ao portal IG, o secretário tem histórico de dez anos lecionando matemática em escolas e também foi diretor de instituição de ensino por oito anos. Ele também foi professor do Ensino de Jovens Adultos (EJA).

Decotelli deixa MEC após revelações falsas em currículo

30 junho 2020 | 16:33

Segundo o site do jornal Folha de S. Paulo, a demissão foi a maneira que o governo federal encontrou para encerrar a crise por causa das irregularidades. Foto> Divulgação

O novo ministro da Educação, Carlos Decotelli, anunciou nesta terça-feira (30) o seu pedido de demissão do Ministério após cinco dias de nomeação do cargo pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Segundo o site do jornal Folha de S. Paulo a demissão foi a maneira que o governo federal encontrou para encerrar a crise criada por causa das irregularidades no currículo lattes divulgado por Decotelli.

Agora o MEC volta a cogitar para o cargo de ministro o secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, o ex assessor do Ministério da Educação, Sérgio Sant’Ana e o conselheiro do Conselho Nacional de Educação (CNE), Antonio Freitas.

Antonio é pró-reitor da Fundação Getúlio Vargas e aparecia no currículo de Decotelli como orientador do doutorado que ele afirmou ter realizado, mas foi desmentido pela própria FGV. Em uma declaração na noite de segunda-feira (29), Decotelli negou que havia plágio em seu currículo e negou a saída do ministério.

Universidade alemã nega que novo ministro da Educação fez pós-doutorado na instituição

29 junho 2020 | 16:55


De acordo com o currículo lattes do ministro, Calos Alberto Decotelli diz que obteve seu pós-doutorado na Universidade de Wuppertal entre 2015 e 2017. Foto: Divulgação

A Universidade de Wuppertal, na Alemanha, afirmou nesta segunda-feira (29) que o ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, não fez pós-doutorado na instituição. Em nota, enviada à revista Época, a instituição diz, em inglês, que Decotelli “não obteve um título em nossa universidade” e que a universidade não pode fazer declarações sobre títulos obtidos no Brasil.

De acordo com o currículo lattes do ministro, ele informa que obteve seu pós-doutorado na Universidade de Wuppertal entre 2015 e 2017. Segundo a instituição, o ministro esteve na universidade, para uma pesquisa de três meses em 2016, na cadeira de uma professora que é agora emérita na instituição.

Para se fazer um pós-doutorado, a pessoa necessita ter o título de doutor. Contudo, o reitor da Universidade Nacional de Rosário, da Argentina, Franco Bartolacci, também desmentiu publicamente o ministro, dizendo que ele não possui doutorado na instituição – que também constava em seu currículo lattes. A universidade argentina é a mesma que concedeu título de Doutor Honoris Causa ao ex-presidente Lula.

Novo ministro promete diálogo na Educação: ‘Minha função é técnica’

25 junho 2020 | 17:50

Professor da área de finanças na Fundação Getúlio Vargas e ex-presidente do FNDE foi anunciado titular do MEC nesta quinta-feira (25). Foto: Divulgação

O novo ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli,, promete fazer uma gestão técnica e com diálogo aberto à frente de uma das principais pastas do Brasil. O professor da área de finanças na Fundação Getúlio Vargas foi anunciado titular do MEC nesta quinta-feira (25).

Em entrevista ao jornal O Globo, o também ex-presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) afirmou que, diferente de seus antecessores, não tem pretensão de estimular discussões ideológicas.

“Sou professor da FGV há muito tempo e a minha questão é o trabalho. Eu não tenho nem preparação para fazer discussão ideológica. Vou conversar, dialogar. Minha visão é transformar o ambiente da política educacional, em ambiente de sala de aula, e na sala de aula conversamos. A minha função é técnica”, disse.

Entre as prioridades do MEC no momento, segundo avalia, estão a ampliação do diálogo e interlocução para divulgação correta das políticas do MEC; atualização do cronograma de compromissos já estabelecidos; ponderações em relação ao novo Fundeb e políticas envolvendo a pandemia de Covid-19. O objetivo é uma “gestão interna integradora”, com diálogo entre FNDE e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

“O que o MEC mais precisa agora é executar as políticas públicas na Educação, colocar em prática o que é previsto, arregaçar as mangas. Eu sou professor, trabalhei como presidente do FNDE e minha prática é entregar para a sociedade da melhor maneira possível as políticas de educação”, acrescentou.

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Faculdade Jardins: Faça uma GRADUAÇÃO e tenha um Nível Superior de qualidade, com Preço JUSTO

20 junho 2020 | 6:48

Foto: Divulgação

Faculdade Jardins, uma instituição de Ensino Superior, feita por Nordestinos para o povo de nossa região. Com preços que entendemos ser justo. Sem “pegadinhas” de Bolsas de Estudos e Falsos descontos! aqui é preço real. Reajuste UMA vez por ano, pelo IGPM (Inflação).

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Vestibular Periódico com Polo EAD em Brumado / BA

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Informações e Matrículas On-Line WhatsApp e telefone: (77) 99805-8808 (Horário Comercial). Brumado-Ba.

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Brumado: Curso gratuito revisão ENEM 2020

7 junho 2020 | 8:28

Foto: Divulgação

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Alegando falta de recursos, MEC alerta para possível suspensão do Enem 2021

6 junho 2020 | 0:12

Foto: Divulgação

O Ministério da Educação (MEC) enviou um ofício ao Ministério da Economia, em 4 de maio, alertando que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 pode ser suspenso devido à falta de recursos.

Segundo o texto assinado pelo ministro Abraham Weintraub, os limites disponibilizados para despesas discricionárias – que não são obrigatórias e incluem os custeios de políticas educacionais – foram estabelecidos na ordem de R$ 18.780,1 bilhões para o próximo ano. Já para este ano, foram programados R$ 22.967,8 bilhões.

No ofício, o MEC aponta que, caso os R$ 18 milhões sejam mantidos no Projeto de Lei Orçamentária de 2021, “deixarão sem cobertura orçamentária diversas demandas essenciais à área da educação, com repercussões negativas em toda a sociedade, além de comprometer o alcance de metas relevantes para as políticas educacionais do Governo”.

De acordo com o documento, entre essas demandas estão a execução do Enem 2021, além de um possível fechamento de cursos, campi e até instituições: “Ressalta-se que, dentre os programas que correm risco de não serem continuados, encontra-se o consagrado Exame Nacional do Ensino Médio – Enem, e soma-se a esse prejuízo o fechamento de cursos, campi e possivelmente instituições inteiras, comprometendo a educação superior e a educação profissional”.

Para tentar solucionar esse problema, o MEC pediu ao Ministério da Economia uma complementação de R$ 6,9 bilhões ao que está previsto na proposta de orçamento para 2021, que ainda está sendo elaborada.

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